Dane Fernandes - Estratégia Concursos

Professor: Dane Fernandes

Dane Fernandes

Engatinhar, andar e correr.

Esta é uma técnica milenar (creio que utilizada desde o tempo de Adão e Eva), mas vou tentar reproduzir, aqui, em termos de concurso público. – Engatinhar: Esta é a fase do candidato a cargo público que, quando sai um edital, o que mais lhe chama a atenção é o ganho (ou quanto vai entrar na conta no final do mês). Este é o primeiro erro (que pode ser fatal), pois ele não avalia a sua condição de competir pela vaga, mas sim o quanto irá ganhar. Nesta linha de raciocínio, o resultado é uma catástrofe. Não virá nenhum raio…

Dane Fernandes

O que mais cai na prova – DIREITO ADMINISTRATIVO.

Seguindo a mesma linha de raciocínio, hoje será postado o que mais cai em Direito Administrativo. Como esta disciplina é mais extensa do que Direito Constitucional, o número de itens a serem estudados também aumenta. Veja a tabela abaixo: Neste caso, o item “licitações e contratos administrativos” é questão certa. E você não precisa saber tudo sobre licitações e contratos (existem até livros sobre o assunto!), mas o que realmente interessa para a prova (como disse no artigo anterior, você não precisa ser gênio e nem resolver o problema de seu País. Você simplesmente precisa marcar o X no quadradinho…

Dane Fernandes

O que mais cai na prova – DIREITO CONSTITUCIONAL.

Bom, hoje o artigo é reduzido, mas o seu conteúdo é matador de questões. Analisando a banca Cespe, verifica-se quais são os itens mais cobrados em Direito Constitucional. Estes dados foram extraídos dos últimos cinco anos da referida banca, o que nos dá uma visão de cobrança em prova. É uma listagem bem simples, estando de acordo com aquilo que acredito ser racional: “coma o elefante”, um pedacinho por vez, e que caiba na sua boca – e no seu estômago. Assim, se você estudar até o item ”5” da lista, terá matado mais de 75% da prova (os cálculos…

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O que aprendi com os fuzileiros.

Como é o meu primeiro artigo no site do Estratégia, vou procurar ser objetivo, sem modinhas ou técnicas da Nasa, para contribuir com aqueles que desejam a aprovação em concurso. Comecei a minha caminhada focado em carreiras militares. Naquele tempo (venho de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul), a “febre” era essa. O uso da farda inspirava respeito e uma boa remuneração. Quando entrei para o Exército, fui “carinhosamente” destinado a integrar um pelotão de fuzileiros, daí o motivo do título deste artigo. Vou tentar traduzir, em palavras, o que aprendi por lá. Não será uma tarefa…

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