
“[…] Todo dia eu penso em desistir, mas depois eu tomo um café e já volto a estudar. Eu não nasci para desistir.”
Leia a entrevista do Estratégia Concursos com CARLOS HENRIQUE VON MUHLEN DE SALES, aprovado em 1º lugar no concurso CGE-SP para o cargo de Auditor Estadual de Controle – Contabilidade Pública e Finanças:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo. Qual a sua formação, idade e cidade natal?
Carlos Henrique Von Muhlen de Sales: Eu me chamo Carlos Henrique Von Muhlen de Sales e tenho 41 anos. Tenho um filho de 9 anos e sou de São Paulo – SP. Sou formado em Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas. Atualmente ocupo o Cargo de Consultor Técnico Legislativo na Câmara de São Paulo. Tenho um perfil de concurseiro no Instagram, @kensanconcursos, onde, pelos stories, você pode acompanhar minha preparação em tempo real para os maiores concursos da área de controle e da área fiscal. Segue lá! Estou muito feliz de ter sido convidado novamente pelo Estratégia Concursos para compartilhar um pouco da minha trajetória.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
Carlos: Decidi voltar a estudar porque queria encontrar uma atividade profissional que atendesse às minhas expectativas e que eu pudesse e quisesse realizar pelos próximos 25 a 30 anos. Foi uma decisão voltada especialmente para essa finalidade: a realização profissional. Então, vi na área de controle e na área fiscal uma oportunidade de realizar esse “sonho”.
Estratégia: Você trabalhava e estudava? Se sim, como conciliava?
Carlos: Sim. Sempre trabalhei e sempre precisei conciliar o trabalho com os estudos para concursos públicos. Lá na Câmara de São Paulo o trabalho é realizado das 10h às 19h. Como moro ao lado do trabalho, às 19h30 já estou pronto para iniciar os estudos e vou, como regra, até às 2h da manhã, às vezes um pouco mais.
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado? Em qual cargo e em que colocação? Pretende continuar estudando?
Carlos: Minha última e, talvez, minha maior aprovação (até o momento) foi na Controladoria Geral do Estado de São Paulo – CGE/SP para o cargo de Auditor Estadual de Controle, especialidade Contabilidade e Finanças, concurso em que tive a imensa felicidade de ser aprovado em 1º lugar. Hora do recado: Estratégia Concursos, estou esperando o convite para o “baile dos primeiros” do ano que vem! Eu acho que mereço ver o Rodrigo Faro, o Thiaguinho, o Renato Cariani ou o Alok…kkkk). Já temos uma parceria de anos! Tenho uma longa história no “mundo dos concursos”. Muitas aprovações e, com certeza, muitas e muitas reprovações! Tenho orgulho de ter subido a “escada dos concursos”, degrau a degrau, até chegar aonde estou:
- Prefeitura de Diadema/SP para ESCRITURÁRIO (12º lugar);
- Metrô de São Paulo para AGENTE DE ESTAÇÃO (4º lugar);
- INFRAERO para PTA (18º lugar);
- Ministério da Saúde para AGENTE ADMINISTRATIVO (7º lugar);
- Ministério da Fazenda para ASSISTENTE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO (186º lugar);
- Agência Nacional de Aviação Civil para TÉCNICO ADMINISTRATIVO (16º lugar);
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária para TÉCNICO ADMINISTRATIVO (1º lugar);
- Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo para ANALISTA JUDICIÁRIO (53º lugar);
- Prefeitura de Guarulhos/SP para INSPETOR FISCAL DE RENDAS (91º lugar – nomeado);
- IPEA para TÉCNICO EM PLANEJAMENTO E PESQUISA, GESTÃO E LOGÍSTICA (27º lugar);
- Câmara de São Paulo para CONSULTOR TÉCNICO LEGISLATIVO – CONTADOR (2º lugar);
- Controladoria Geral do Estado/SP para AUDITOR ESTADUAL DE CONTROLE (1º lugar).
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparation para concursos? Você saía com amigos e família?
Carlos: Dessa vez, trabalhando em um excelente cargo público na Câmara de São Paulo, pude usufruir melhor a minha vida de concursado. Aos finais de semana, aproveito o meu tempo com os meus queridos: filho, noiva, mãe e família. Viajo nas férias e aproveito os feriados prolongados. Um verdadeiro “luxo” que o concursado pode ter e o melhor: sem arrependimento! Mas eu sou um cara muito consistente: estudo de segunda a sexta-feira religiosamente e quando tenho um tempinho aos finais de semana. O concurseiro/concurseira, de modo geral, sente-se mal quando não está estudando. É compreensível se sentir assim já que estudar para a área de controle e para área fiscal é um enorme desafio. É nos finais de semanas e feriados que se pode aumentar a carga horária, o ritmo de estudos e diminuir muito o caminho até a aprovação, principalmente para aqueles que trabalham também.
Estratégia: Sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada como concurseiro? De que forma?
Carlos: A minha família sempre entendeu como eu sou e me apoiava. Agora tenho dado trabalho para a minha noiva, que, às vezes, perde algum final de semana comigo porque eu estou viajando para outros lugares para fazer provas de concursos. mas ela tem sido maravilhosa nesse aspecto, respeitando e apoiando tudo que eu decido fazer. Te amo, gatona!
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso? O que fez para manter a disciplina?
Carlos: Mais ou menos no final de maio de 2025 eu decidi que voltaria a estudar para concursos para a área de controle. Era o caminho natural para quem já havia formado a base para a área de controle, mas nunca tinha feito uma prova de controle… rsrs. Nesse mesmo período saiu o edital para Auditor e Analista de Controle Externo do TCE-PE, que seria organizado pela FGV. Todo mundo sabe o que aconteceu: ocorrência de fraude no concurso com a “ilustre presença” da então conhecida “candidata gênio”, sabidamente envolvida em fraudes em diversos certames, inclusive no concurso para Auditor Fiscal do Trabalho no CNU de 2024. Fiquei chateado, afinal eu já tinha conseguido colocar o nome tanto na lista de Analista, quanto na lista de Auditor, mesmo que fora das vagas, pendente ainda de correção da prova discursiva. O concurso do TCE-PE foi suspenso.
Então continuei estudando e melhorando nas disciplinas de controle, um pouquinho todos os dias, e decidi encarar o TCE-RS, Auditor de Controle, especialidade Contabilidade. Fui bem, mas quase fui reprovado na prova discursiva por não atingir o mínimo em uma delas. Fiz o recurso e “voltei” ao jogo após o CEBRASPE reconsiderar a minha nota e majorá-la. Acabei em 39º lugar para a Ampla Concorrência, fora das vagas imediatas do concurso, mas feliz pelo resultado.
Por que estou relatando tudo isso? Para que os concurseiros entendam que essa aprovação na CGE-SP em 1º lugar para Auditor, Contabilidade e Finanças, do jeito que se deu, não foi um resultado obtido da “noite para o dia” e sim fruto de muito estudo, aperfeiçoamento e muita resiliência. Então saiu o concurso da CGE-SP. Já tinha ido para o Nordeste e para o Sul fazer provas da área de controle. Não havia a menor chance de eu não fazer essa prova da CGE-SP, só que dessa vez “jogando em casa” … rsrs. Continuei estudando e fazendo o meu melhor! Estudando por ciclos, vendo as videoaulas de resolução de exercícios e revisando. Não deu outra: aprovado na CGE-SP! A vitória finalmente veio.
Estratégia: Quais materiais e ferramentas você usou em sua preparação?
Carlos: Sou um concurseiro de videoaulas! Construí minha base na área de controle vendo a teoria em vídeos e vendo a resolução de muitos (e muitos) exercícios também em vídeos. Se a videoaula é bem construída, com a teoria, com a legislação, com a jurisprudência e exercícios comentados, enfim, com bons slides, no meu entender, é muito vantajoso estudar por elas já que ali está tudo o que você precisa para ser aprovado, fruto de um ótimo trabalho dos professores! Essa é uma vantagem. A desvantagem é aquela que a maioria já conhece: Demora mais para vencer os conteúdos por videoaulas pela própria natureza desse meio de estudo. É possível mitigar essa desvantagem assistindo aos vídeos de forma acelerada, mas, naturalmente, é mais rápido estudar pelos PDFs. Outra desvantagem das videoaulas é que os vídeos, normalmente, não abordam todos os assuntos de maneira completa. Eles trazem os principais pontos que são mais cobrados nas provas de concursos. Nesse ponto, o PDF vence com facilidade, mas com o risco de ficar tão denso e com muitas páginas a ponto de desestimular sua leitura pelos concurseiros.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
Carlos: Eu conheço o Estratégia desde o nascimento e pude acompanhar ao longo dos anos o crescimento desse que é, hoje, o maior curso para concursos do Brasil. Sou assinante vitalício desde o início de 2020 e foi um acerto tremendo me tornar assinante vitalício. Logo após isso, houve a pandemia da Covid-19 e os concursos foram suspensos, um caos total, mas eu estava tranquilo, pelo menos em relação aos estudos, porque tinha a certeza de que eu nunca mais precisaria gastar com materiais. O tempo passou e, mesmo agora em 2026, eu usufruo da minha assinatura vitalícia o tempo todo.
Estratégia: Antes de conhecer o Estratégia, você chegou a usar materiais de outros cursos? Se sim, o que mais incomodava quando você estudava por esse concorrente?
Carlos: Vi muitos cursinhos se tornarem obsoletos graças ao modo como o Estratégia Concursos decidiu expandir sua presença, fornecendo materiais de qualidade, focados em diversas áreas de concursos, videoaulas gratuitas no YouTube o tempo todo e entregando materiais escritos gratuitos (com aquele “lead” maroto para depois te mandar um e-mail). Usei várias apostilas de concursos, aquelas das bancas de jornais, que hoje, misericórdia, não têm nem de perto a qualidade dos PDFs do Estratégia. Eram montadas de qualquer jeito, às vezes com legislação desatualizada, o assunto da apostila, muitas vezes, não correspondia, em essência, ao que estava no edital. Ou não tinham exercícios da banca do concurso ou, quando tinham, não tinham comentários. Chega de lembrança ruins… rsrsrs.
Estratégia: Você chegou a fazer algum concurso enquanto ainda se preparava com esse outro material? Foi aprovado?
Carlos: Faço provas de concursos muito antes do nascimento do Estratégia Concursos. Antigamente, era muito caro ter bons materiais voltados para concursos, mesmo em formato digital. Mais caros e inacessíveis ainda eram os cursos presidenciais. Graças a Deus, passei em concurso tendo que estudar por vários materiais, montando meu próprio material. Não foi fácil e, no nível de preparação que os candidatos estão hoje em dia, com acesso a materiais de qualidade a preços módicos, seria bem mais difícil se sair bem estudando dessa forma.
Estratégia: Depois que você se tornou aluno do Estratégia, você sentiu uma diferença relevante na sua preparação? Que diferencial encontrou nos materiais do Estratégia?
Carlos: Sim. Mesmo em videoaulas, os cursos do Estratégia Concursos são muito completos, com bons professores que têm o cuidado de montar bons slides de aulas. Mesmo em vídeo, havia muitos exercícios resolvidos, sempre atuais, dos concursos mais recentes, como é hoje também. Sou um concurseiro videoaula, então os produtos do Estratégia Concursos que mais utilizo hoje são: o Reta Final, a Hora da Verdade e as Revisões de Véspera. É evidente que, quando preciso, vou à teoria, em vídeo, dentro dos cursos completos. Vi tanto esses vídeos de teoria que conheço a maioria das piadas dos professores (até os pombos da sua praça conhecem essas piadas…kkkkkk). Abraço, Gilmar!
Estratégia: Como montou seu plano de estudos?
Carlos: Já estudei de todo jeito. Errei de todas as formas possíveis enquanto aprendia a estudar! Para a CGE-SP, já consolidado como concurseiro experiente, estudei por ciclos de estudos que tinham de 6 a 7 disciplinas ao mesmo tempo. Tentava girar o ciclo 1 vez por dia dentro das minhas 6 a 7 horas corridas de estudo pela noite. Acho importante controlar as horas de estudo, mas nunca foi minha prioridade ter esses números. Eu sou muito consistente e, já há muito tempo, decidi que não colocaria prazo na minha aprovação, iria avançar em um bom ritmo, pelo tempo que fosse necessário. Eu percebia se a sessão de estudos tinha sido boa ou ruim com a sensação de que eu tinha aprendido o que estudei, de que eu estava melhor do que no dia anterior. E aqui vai a “dica de ouro” para quem estuda por vídeos: você deve ler tudo que estiver escrito nos slides, mesmo que tenha que parar ou voltar o vídeo para isso! Não adianta nada ver o vídeo em 2,5x a 3x e achar que vai aprender só porque ouviu o professor falando. Essa leitura é fundamental para ter um excelente resultado no estudo por videoaulas. Então, veja os vídeos acelerados, um pouco mais devagar, de modo que a velocidade do vídeo permita a você ouvir a aula e ler o que está escrito no slide. Seu nível vai subir, com certeza!
Estratégia: Como fazia suas revisões?
Carlos: Faço revisão de duas maneiras:
-A primeira maneira é selecionando o ponto específico da disciplina para revisar. É quando volto ao curso completo para rever as videoaulas desse ponto específico. É o método que mais demora, mas vale o tempo investido. Método que eu uso quando tenho mais tempo.
-A segunda maneira é a revisão por resumos e mapas. Utilizo esses materiais 15 dias antes da prova do concurso. Aprendi a utilizar esse método não faz muito tempo e incorporei à minha rotina. É possível “varrer” uma disciplina já estudada em algumas horas intensas de revisão.
Nunca fui fã dos simulados então não era uma técnica que eu utilizava na minha preparação.
Estratégia: Qual a importância da resolução de exercícios? Lembra quantas questões fez na sua trajetória?
Carlos: É fundamental! É a base que sustenta a aprovação. Dito isso, apesar de não fazer questões antes do concurso (é isso mesmo! Eu não faço questões! Eu, fazer questões, só no concurso) eu vi muitos e muitos (e muitos) exercícios resolvidos em vídeos. Para mim o importante é entender o raciocínio de como resolver uma questão e, adicionalmente, compreender o porquê a alternativa está correta ou está errada. Quando a questão é bem comentada, o professor fundamenta a resposta na legislação, na jurisprudência. Eu já disse: Leia tudo que estiver no slide de aula! Isso vale para quem faz questões pelo PDF ou pelos sistemas de questões. Procure questões comentadas e entenda todas as alternativas da questão. Leia tudo mesmo que você esteja cansado de ler aquele dispositivo de lei. Leia novamente! Você vai passar fazendo isso!
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
Carlos: Na verdade, eu tenho muita dificuldade com estatística e economia. Eu tenho fé que ainda vou melhorar nelas.
Estratégia: Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova e no dia pré-prova?
Carlos: Para a CGE-SP, vi todos os eventos da “HORA DA VERDADE”. Revisei poucas disciplinas por mapas mentais. Tive que selecionar algumas disciplinas para essa revisão por mapas já que não havia mais tempo. Além disso, dei atenção à legislação específica do órgão e não deu outra: despencou legislação específica, principalmente em auditoria.
Estratégia: No seu concurso, além da prova objetiva, teve a discursiva. Como foi sua preparação para esta importante parte do certame? O que você aconselha?
Carlos: Na área de controle quase sempre temos provas discursivas. Um concurseiro da área de controle que não sabe fazer discursiva está fadado ao fracasso nessa empreitada. Eu fiz cursos gerais, em vídeo, de discursiva para aprender como as bancas avaliavam as provas: o que avaliavam, o que penalizam, quais erros de escrita não eram tolerados, margens, separação silábica, concisão, coerência etc. Esses cursos também ensinavam as estruturas de diversos tipos de discursiva como, por exemplo, notas técnicas, pareceres, relatórios, ou mesmo, redações dissertativas. Aprendi como estruturar discursivas de 10, 15, 20, 30 e 50 linhas, afinal, a quantidade de linhas influencia diretamente na quantidade de parágrafos que você vai escrever. Essa é a parte formal da discursiva. Para a parte material, sempre tentei, de fato, aprender o conteúdo das disciplinas. Pensava que, naturalmente, se eu soubesse com propriedade os conteúdos das disciplinas que mais caem na área de controle, seria mais fácil escrever e fundamentar um bom texto. Eu estava certo! Em textos técnicos é importante fundamentar os seus argumentos. Saber que o Art. 71 da Constituição Federal (CF) traz as competências do TCU e que o Art. 74 da CF traz as competências constitucionais do controle interno, ou, ainda, que a renúncia de receitas está no Art. 14 e 14-A da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), LC 101/00, traz ao texto discursivo muita força argumentativa e, consequentemente, mais pontos. No concurso da CGE-SP, eu estava em 8º após o resultado da prova objetiva, dentro das 10 vagas iniciais para o cargo de Auditor Estadual de Controle, Contabilidade e Finanças. A prova discursiva, que muitas vezes tem sido meu “trunfo”, fez com que eu atingisse o 1º lugar do concurso com a maior nota da prova discursiva entre os candidatos a esse cargo. Ficam as seguintes dicas para essa prova: treine muito as estruturas para fazer uma discursiva! Responda exatamente o que a banca estiver perguntando. Eu “telegrafava” a resposta para o examinador saber exatamente o que eu estava respondendo: copiava, com outras palavras, a pergunta e inseria no início da minha resposta, obviamente, dentro de um texto corrido, utilizando as estruturas aprendidas no curso. Fundamente sua resposta com a lei, regulamento ou jurisprudência. Sabe o artigo, põe o artigo. Não sabe, põe a lei. Não sabe a lei, escreve “segundo a legislação vigente”, mas não deixa de fundamentar. Fundamentar faz total diferença na nota.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
Carlos: Eu queria dizer que só acertei, mas é mentira! Eu passei, mas eu poderia ter feito muita coisa diferente que facilitaria e encurtaria o tempo de aprovação. Não vou especificar erros e acertos, mas fica a dica: Seja menos teimoso! Faça as adaptações necessárias! Isso vai te ajudar! Mas se você for como eu, teimoso ao extremo, mas for consistente e obstinado, demora mais, mas você vai passar também… rsrs.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, qual foi sua principal motivação para seguir?
Carlos: Todo dia eu penso (no presente) em desistir, mas depois eu tomo um café (estudo na base do café) e já volto a estudar. Eu não nasci para desistir. Eu não sou o cara mais eficiente e nem o mais eficaz, e, ainda, sou teimoso demais, mas eu tenho a “paciência suprema” de insistir mais um dia. Só mais um dia…
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso?
Carlos: Procure aprender “como aprender” já no início da preparação e selecione bem os materiais que irá utilizar. Isso encurta o caminho até a aprovação. Estude todos os dias, estude o máximo que conseguir, estude por ciclos, revise a matéria, faça exercícios comentados sempre (ou veja a resolução comentada deles) e seja obstinado a ponto de você só pensar e querer isso que dará certo! Seja por PDFs ou videoaulas, apenas estude!