Tédio ócio e estudos

O artigo “Tédio ócio e estudos” visa analisar conceitos de tédio, ócio e descanso, além de algum tipo de culpa por paradas nos estudos. E como isto pode afetar estudos para concursos, de bancas como, por exemplo, a CEBRASPE.
É importante saber a diferença entre tédio e ócio. O tédio ocorre quando há ausência de estímulos ao cérebro, ou quando há cansaço de uma tarefa realizada por muito tempo. Geralmente há dificuldade de se concentrar e continuar prestando atenção.
Já o ócio é tempo livre, porém consciente, onde ainda há processamento de informações, assimilação, e até mesmo realização de insights, de maneira passiva.
Com isso em mente, passa-se a analisar os conceitos de tédio e ócio na jornada de estudos para concursos.
Medo de não estar estudando
Iniciando a discussão sobre tédio ócio e estudos, aborda-se o comum medo de não estar estudando o suficiente, que tanto concurseiros se deparam ao estudar.
É comum o estudante achar que está estudando pouco. Se culpar a cada pausa, a cada descanso. Cada minuto de pausa pode passar a significar, internamente, um passo no caminho para o fracasso.
Nesse caminho, passa-se a se construir uma cultura de produtividade constante. O concurseiro quer preencher cada minuto com algo a ser realizado. Passa a assistir vídeos e podcasts em velocidade acelerada. Assiste conteúdo durante as refeições e exagera em revisões antes de dormir.
Procurando eliminar o tédio, pode abdicar de todos os tempos de ócio necessários, e isso pode prejudicar os estudos ao invés de ajudar.
Assim, é necessário observar as diferenças entre ócio e tédio, como aplicar isso e o equilíbrio necessário entre eles para os estudos.
Tédio, ócio e estudos – Armadilha do tédio
Dando prosseguimento à análise tédio ócio e estudos, o tema é a armadilha que o tédio pode trazer ao estudo.
Tédio pode ser associado ao cansaço. Quando se está realizando uma leitura cansativa, exercícios em excesso. Chega um momento que parece que nenhuma informação consegue ser assimilada mais, e o cansaço parece extremo.
Nesse ponto, forçar a barra pode fazer parecer que o estudo está evoluindo, porém na prática pode não estar indo adiante, e o conteúdo não estar sendo absorvido efetivamente. O tédio também ocorre em momentos em que nenhuma informação é processada pelo cérebro, e ele parece estar vazio, por estar muito tempo parado.
Com isso em mente, vem a necessidade de saber a hora de parar, às vezes com pausas realmente totais, por exemplo para televisão ou redes sociais. E também identificar a hora de voltar aos estudos, por falta de estímulos cerebrais, ou excesso de desocupação mental.
Medo de não estar estudando – O ócio como ferramenta útil
Continuando o assunto tédio ócio e estudos, em tela o uso do ócio como ferramenta útil na jornada de estudos para concursos públicos.
Por ócio podem ser entendidas as pausas entre momentos menos intensos de estudos. Pausas para água, café, pequenas caminhas e minutos de reflexão sem muita distração. Pequenas caminhadas, alongadas e mudanças de posição do corpo.
Ócio criativo e reflexivo. Serve para organizar e internalizar ideias, absorver conteúdo. Geralmente ocorrem dentro de uma janela contínua no estudo, e são breves.
São úteis para um pequeno descanso e internalização, antes de continuar quando o corpo ainda tem gás para mais estudo. E também para dar energia para um próximo bloco de teoria, questões ou revisão.
Equilibrando qualidade e quantidade nos estudos
Finalizando o artigo “Tédio ócio e estudos”, aborda-se como equilibrar qualidade e quantidade nos estudos para concursos públicos.
O importante, no fundo, é saber que tanto o tédio quanto o ócio são úteis nos estudos, como termômetro e como descanso.
O ócio pode ser usado para balancear o conteúdo de uma única sessão de estudos, e ajudar a internalizá-lo melhor. Já o tédio indica a hora de uma verdadeira parada, e a hora na necessidade de retorno aos estudos.
Nem sempre a quantidade indica estudos de qualidade, para concursos públicos. Geralmente concurseiros de alto nível treinam para grandes maratonas. Mas não fazem treino apenas de velocidade, mas sim de ritmo e constância. A jornada costuma ser longa, durando anos.
Persistência e resiliência são essenciais, e muitas vezes é melhor treinar a qualidade do que a quantidade, ou velocidade e não se apegar ao mito da produtividade infinita, que pode desgastar muito a jornada dos estudos.
Com essa análise, buscou-se identificar tédio, ócio, e tentar, de forma pedagógica, ajudar os concurseiros a utilizar os conceitos em seu ritmo de estudo do dia a dia, tentando facilitar os estudos que podem ser árduos.
Cursos e Assinaturas
Prepare-se com o melhor material e com quem mais aprova em Concursos Públicos em todo o país!