Aprovado em 52º lugar no Concurso ALERJ para o cargo de Especialista Legislativo

“[…] ESTUDAR E CONFIAR NO PROCESSO, ENTENDENDO QUE SUA VEZ CHEGARÁ. O ESTRATÉGIA SABERÁ ORIENTAR VOCÊS.”
Leia a entrevista do Estratégia Concursos com Alexandre de Azevedo, aprovado em 52º lugar no Concurso ALERJ para o cargo de Especialista Legislativo:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo(a). Qual a sua formação, idade e cidade natal?
Alexandre de Azevedo: meu nome é Alexandre de Azevedo, 46 anos, natural do Rio de Janeiro. Sou ex-aluno do Instituto Militar de Engenharia, o qual abandonei para cursar Ciência da Computação na UERJ e Matemática na UERJ, além de mestrado e pós em ambas as formações. Fiz também um MBA em perícia criminal digital, pelo IPOG.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
Alexandre: num primeiro momento, eu já me formei pensando em fazer direto concurso público, ainda nos idos de 2002, por indicação de um colega de trabalho que acabou passando para ISS-RJ. A estabilidade e os altos salários me convenceram, fora o fato de que, por relatos dele e de outros servidores, acabei me identificando com várias outras vagas, não apenas da área fiscal. No entanto, comecei a crescer muito em minha carreira, que era a área de preparação para vestibulares de medicina e ITA-IME, chegando a cerca de 18 mil líquidos ou mais. Precisava daquele dinheiro para ajeitar toda a minha vida e, naquele momento, acabei me distanciando da preparação, já que percebi que estava me perdendo na preparação, pois naquele tempo o on-line ainda não havia surgido e eu estava faltando muito às aulas. Cheguei a dar aula de Raciocínio Lógico e Matemática Financeira na antiga Academia do Concurso Público, fora o próprio Estratégia, ainda no início, pelos idos de 2012. Agora em 2023, já com a vida mais resolvida, voltei a estudar firmemente, pois o que ganho é algo que só se sustenta com um ritmo árduo de trabalho, ou seja, quanto mais eu envelhecer, mais cansado ficarei e, em vez de ter progressão de salário, terei um retrocesso. Com isso, achei esse ano o melhor momento para a minha retomada, visto que não sou casado nem tenho filhos.
Estratégia: Você trabalhava e estudava?
Alexandre: sim, sempre trabalhei e estudei simultaneamente. Desde o meu primeiro contato com concursos, sempre os dois coexistiram. O fato de ter sido aprovado no IME me fez alguém muito focado e certo do que eu queria para a vida, afinal, venho de pais semianalfabetos e tive a oportunidade de ter uma longa formação, mesmo tendo largado o Instituto Militar de Engenharia. Eu mirava nas matérias que mais caíam, depois de ter estudado o básico, não ficava perdendo tempo revisando e apenas vendo vídeos ou lendo os PDFs novamente: era exercício em cima de exercício. No carro, escutava no bluetooth as aulas que já dominava. Em casa, só fazia exercícios, depois de cumprida a etapa de primeiro contato com cada conteúdo. Alguns eu nem terminava toda a teoria, mirava no que era mais cobrado, seguindo as dicas dos professores do Estratégia e deixava os tópicos menos importantes para depois, se sobrasse tempo. Para quem é acostumado a ser todo certinho, com mais tempo para tudo, fazer essa seleção era algo penoso, mas que tive que aprender para chegar lá.
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado(a)?
Alexandre: como, em termos de dedicação, fiquei sempre em altos e baixos, afinal de contas estudei de 2002 a 2004 e, depois, só voltei agora em 2023, tive:
- FINEP, em 2014;
- Um dos primeiros colocados no concurso de professores efetivos do CP2, em 2015;
- ALERJ, em 2026.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos?
Alexandre: não fazia praticamente nada além de estudar e trabalhar, aliás, até hoje é assim, já que farei outras provas. Encaro as saídas como um meio de, quando o estresse está muito alto, como uma forma de dar um passo para trás e dois para frente, mas apenas isso. E não sem antes tentar outras coisas como recurso para aproveitar o tempo, como mudar de matéria, pegar alguma que já domino e fazer a manutenção. Apenas quando realmente não dava é que eu saía um pouco, mas jamais alguma coisa que me deixasse cansado depois. O fato de eu lidar com preparação de alta performance e já ter sido professor de concursos me ajudou bastante, pois você tem outra visão das coisas, é mais fácil fazer um estudo seletivo e direcionado, usando melhor o seu tempo. De qualquer maneira, qualquer pessoa que não esteja comigo para somar, afasto da minha vida. Visito família para ficar presente, mas levo computador/tablet e caderno e, lá vamos nós. Ou seja, procuro ficar presente de corpo, mas estudando ali no meu canto.
Estratégia: Sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada como concurseiro(a)?
Alexandre: sim, familiares, amigos de trabalho e também conhecidos do mundo dos concursos, todos sempre acharam que eu, na verdade, já deveria ter me dedicado há muito mais tempo.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso?
Alexandre: o da ALERJ estudei para valer assim que o edital saiu. Vinha estudando as matérias mais básicas, como Direito Administrativo, Constitucional e Português e, no pós-edital, confiei no Estratégia para ter meu estudo e direcionamento para as matérias específicas deste certame.
Estratégia: Quais materiais e ferramentas você usou em sua preparação?
Alexandre: não uso aulas presenciais há muito tempo, acho algo já em extinção aqui no RJ. Mesmo que tivesse, não faria hoje. Usei basicamente os PDFs e videoaulas do Estratégia. Mais precisamente as videoaulas para teoria e os PDFs para exercícios. Foi o que me levou à aprovação. Só vejo vantagens no on-line. Permite que as pessoas façam a sua gestão de tempo. Se alguém tem muitos problemas com isso, o Estratégia já dispõe de muitas ferramentas para direcionar você.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
Alexandre: conheço desde o seu surgimento, quando fui aluno e professor da primeira leva de professores, sendo que, atualmente, é praticamente impossível não conhecer aqui no RJ. Sou da área de ensino de vestibulares, então conheço praticamente todos os cursos de concursos, mas sempre opto pelo Estratégia, pela confiança e por ser o que considero imbatível no que faz.
Estratégia: Depois que você se tornou aluno do Estratégia, você sentiu uma diferença relevante na sua preparação?
Alexandre: o Estratégia tem inúmeros recursos excelentes, como o Passo Estratégico. No meu caso, o que eu precisava mesmo era otimizar meu tempo, meu maior problema. Então, a possibilidade de os PDFs contarem com uma versão resumida x versão “normal” de cada aula foram essenciais para mim. Isso me permitia escolher por qual iria estudar cada tópico, de acordo com a necessidade e relevância do assunto ou de acordo com o meu conhecimento prévio sobre aquela matéria.
Estratégia: Como montou seu plano de estudos?
Alexandre: estudava sempre duas matérias por dia, uma que já dominava e uma da qual não sabia nada. Meu número de horas líquidas foi bem modesto, sempre de 3 a 4 horas líquidas por dia.
Estratégia: Como fazia suas revisões?
Alexandre: optei por simulados. Foi o melhor direcionamento para mim.
Estratégia: Qual a importância da resolução de exercícios? Lembra quantas questões fez na sua trajetória?
Alexandre: fazer exercícios foi algo essencial. Apenas assistir às aulas em vídeo gera uma falsa impressão de conhecimento, fora que sempre existem detalhes que você apenas se dá conta fazendo questões. Dependendo do seu erro, pode ser até mesmo necessário rever a teoria em relação a um dado conteúdo, que é o que eu fazia quando detectava erros contínuos em algo que já deveria estar masterizado. Fazia cerca de 50 a 100 questões por dia. No período de janeiro, quando intensifiquei ao máximo os meus estudos, cheguei ao dobro disso.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
Alexandre: o concurso da ALERJ foi uma prova com menos matérias fora do eixo chamado de “Básicas para Carreira Fiscal” então, com certeza, meu problema foram os conhecimentos específicos. Regimento Interno foi um assunto que agradeço imensamente às aulas do prof Emerson Bruno. Foquei de cabeça nos assuntos que os profs indicaram como sendo mais importantes e, se sobrasse tempo, iria naqueles menos cotados para cair.
Estratégia: Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova e no dia pré-prova?
Alexandre: pré-prova estava bem tranquilo. Fiquei o dia todo acompanhando a revisão do Estratégia e, depois, cuidei de relaxar e dormir. Como sempre, vários apontamentos feitos foram cobrados no dia seguinte.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
Alexandre: eu poderia ter escolhido focar nessa prova um pouco mais cedo, alguns meses antes. Estava estudando para TRTs, assistindo principalmente às aulas de Direito do Trabalho do Antônio Daudt. Daí, vi o edital da ALERJ e queria me testar, me reeducar a “ir lá” fazer uma prova. A partir daí, a Adriana Figueiredo, o Herbert Almeida e novamente o Daudt foram essenciais na preparação, eram as aulas mais leves e didáticas possíveis. Todos os professores eram mas, em minha opinião, eles são destaque. Isso serviu para me ajudar a alinhar uma preparação até então direcionada para outras provas.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, qual foi sua principal motivação para seguir?
Alexandre: não, nunca. Fiz como forma de medir meu conhecimento para outras provas que farei. A estabilidade e tranquilidade são muito importantes e fazem a diferença. Às vezes, quando alguém ganha no privado mais do que o cargo oferece, ela acaba se acomodando. No entanto, uma vez que você passa em uma prova, você fica viciado em passar cada vez mais e se anima de ser algo cuja rédea da sua vida depende apenas de você, algo inigualável para o meu jeito de ser. Com o tempo, você chega no cargo cuja remuneração seja de seu maior interesse.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso? Deixe sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
Alexandre: fiquem firmes em seus objetivos. Não desistam de forma alguma mas, também, nunca fiquem presos a apenas um dado concurso. Não é sair atirando para todo lado, mas é mapear aquela gama de opções que compartilham matérias em comum. Lembre-se: conhecimentos específicos mudam muito a cada vez que um dado concurso é aplicado, então, fique mestre nas matérias que sempre são cobradas na maioria das provas (Direito Administrativo, Português, Constitucional, por exemplo), de forma a apenas fazer a manutenção das mesmas no pós-edital, tendo tempo e cabeça para focar nas matérias “novas” que surgirem. Acaba sendo algo bem simples mas que, na afobação, muitos candidatos não fazem: estudar e confiar no processo, entendendo que sua vez chegará. O Estratégia saberá orientar vocês e é a melhor opção para que você faça um estudo direcionado e sem ter “surpresas” na hora da prova. Pelo contrário, todo o caminho das pedras é dado por eles, dado o alto nível de experiência dos professores. São uma equipe que pensa do mesmo jeito que o pessoal da banca da prova e, justamente por isso, conseguem prever tão bem aquilo que é cobrado.