Veja a diferença no perfil de aprovações das duas edições do CNU
Ampliação das cotas e inclusão de novos perfis marcam a segunda edição do CNU
A comparação entre a primeira e a segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) revela mudanças importantes no perfil dos aprovados, especialmente no que diz respeito às políticas de ações afirmativas e inclusão.
Um dos principais avanços está no aumento do percentual de vagas destinadas a essas políticas.
Na segunda edição, a reserva subiu de 25% para 35%, refletindo diretamente na composição final dos candidatos aprovados.
Para entender melhor as diferenças, acompanhe-nos até o final e confira todos os detalhes.
Cresce a diversidade entre os aprovados no CNU
Os dados consolidados mostram um aumento significativo na participação de grupos historicamente sub-representados:
- Pessoas negras passaram de 24,5% na primeira edição (CPNU 1) para 29,7% na segunda (CPNU 2);
- Pessoas com deficiência (PcD) também tiveram crescimento, indo de 6,8% para 7,6%; e
- Pessoas quilombolas, que não apareciam na primeira edição, passaram a representar 1,2% dos aprovados no CPNU 2.
No total, o percentual de aprovados por ações afirmativas e inclusão subiu de 33,6% para 40,5%.
Queda no percentual de pessoas indígenas no CNU
Por outro lado, houve uma leve redução na participação de pessoas indígenas, que passou de 2,3% para 2,0%.
Esse recuo, no entanto, tem uma explicação específica: na primeira edição do CNU, havia vagas destinadas à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com foco direto nesse público. Já na segunda edição, essa oferta específica não se repetiu, impactando o percentual final de aprovados indígenas.
De forma geral, os dados evidenciam um fortalecimento das políticas de inclusão no CNU, com ampliação do acesso e maior representatividade de diferentes grupos sociais.
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