SEFAZ BAHIA - SAIU O EDITAL. ANÁLISE DA REPRESENTATIVIDADE DAS DISCIPLINAS
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SEFAZ BAHIA – SAIU O EDITAL. ANÁLISE DA REPRESENTATIVIDADE DAS DISCIPLINAS

Alô, Bahia! Alô Brasil! O edital da SEFAZ-BA finalmente saiu! E a área fiscal, que até outro dia vivia uma das suas piores secas, tem agora 4 editais relevantes na praça: Curitiba, Guarulhos, Manaus e Bahia.

E sempre que um edital sai, bate aquele desespero: Como montar um ciclo de estudos equilibrado, que contemple e priorize as disciplinas de maior relevância?

Para isso, é preciso fazer escolhas com inteligência avaliando e cruzando três variáveis: bagagem do candidato, extensão do conteúdo programático e representatividade de cada disciplina. A partir disso, podemos montar uma reta final equilibrada e as chances de aprovação crescem exponencialmente.

Desta forma, neste artigo, avaliaremos a representatividade das disciplinas para o cargo de Auditor Fiscal – Administração Tributária pra dar uma luz pra você, desesperado concurseiro, que acordou com essa “bomba”.

Analisando a tabela acima, algumas informações nos saltam aos olhos:

  1. Legislação Tributária é responsável, sozinha, por quase um quarto dos pontos da prova. Isso significa que é fundamental estar com essa disciplina vista, revista e com muitas questões resolvidas até a prova. Ir mal nessa disciplina é fatal para a sua aprovação, FATO.
  2. Direito Tributário, como não poderia ser diferente, segue sendo carro-chefe da área fiscal, colaborando com 9,2% da pontuação. Quem estuda pra área fiscal sabe: essa disciplina deve estar no sangue, e este edital comprovou essa máxima.
  3. Informática tem a mesma representatividade de Direito Tributário, o que mostra que o aumento da relevância desta disciplina (agora mais comumente chamada de Tecnologia da Informação) não é mais uma tendência, mas uma realidade. Quer ser fiscal? seja uma “fera braba” em TI.
  4. Há mais dois blocos de disciplinas (Constitucional + Administrativo e Matemática + RLM) que representam também 9,2%. Individualmente, cada uma possui pequena representatividade, é verdade. No entanto, se você acompanha nossas transmissões, está cansado de ouvir que estas são disciplinas do ciclo básico da área fiscal. Logo, fica comprovado a importância de estudá-las, pois são figurinhas certas
  5. A temida Contabilidade possui uma representatividade bem abaixo do normal: apenas 6,2%. Talvez a maior surpresa do edital. Isso não significa que podemos deixá-la completamente de lado, ok? Só que, para este concurso, é possível não dar a atenção especial de costume que ela merece, em especial se você já possuir uma boa base.
  6. Segundo o edital, “Constará de uma Questão Discursiva, versando sobre os conteúdos de Conhecimentos Específicos da área de atuação”, valendo 40 pontos ou 12,3% dos pontos, o que não é pouco. Se você está enferrujado na redação de textos, é hora de treinar forte.
  7. Somando as porcentagens de Estatística e Estatística Aplicada, temos 8,9%, quase o mesmo que Tributário ou Informática, individualmente. Dada a complexidade desta disciplina (sou graduado em Matemática pela UFRJ e sempre a respeitei demais), é importante dar a devida atenção a essa disciplina, mesmo que você tenha facilidade com as exatas.

ATENÇÃO: Há também previsão de pontuação para títulos, que não considerei para fins de cálculos. De qualquer forma, fique de olho nessa possibilidade, caso você possa somar esses pontinhos extras.

Enfim, pessoal. Vou ficando por aqui. Espero que tenham gostado da análise e possam tirar proveito dela nesta reta final. Vamos com tudo pra Bahia, meus reis!

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Bons estudos!

Alberto Kovarik

Coach Estratégia Concursos

Instagram: @profalbertokovarik (me segue lá!)

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Alberto Kovarik

Alberto Kovarik

 Auditor Fiscal da Receita Estadual do Estado do Rio de Janeiro (ICMS-RJ), tendo sido aprovado no concurso de 2011 Desde Janeiro de 2015 trabalhando com a preparação de alunos para os principais concursos do país (alunos aprovados no ISS Cuiabá, ISS Niterói, ICMS PI, ICMS MA, ICMS SC etc.). Primeiro contato com coaching na condição de aluno (coachee) ainda em 2011.  Graduação em Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Aprovado nos concursos: Professor de Matemática da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro (3 vezes entre os 3 primeiros colocados); Analista de Planejamento e Orçamento (APO) da Secretaria de Planejamento do Estado do Rio de Janeiro (2010); Auditor Fiscal Tributário do Município de São Paulo (2012).

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