Prova de Analista de TI – TRT/RJ – Comentários e Recurso
Questões e Provas comentadas

Prova de Analista de TI – TRT/RJ – Comentários e Recurso

Galera,

convenhamos: a FCC pegou leve demais! A prova foi muito tranquila e, da nossa parte da matéria, tivemos apenas 7 questões (34, 35, 36, 37, 51, 52, 53)! Infelizmente, não achei nenhuma oportunidade de recurso, vamos comentá-las?

 

34. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) Diagramas de casos de uso constituem-se em um tipo de diagrama definido na UML. Segundo a UML 2.4.1, em um diagrama de casos de uso,

a)    um ator pode ser representado apenas pelo símbolo do “stick man”.

b)   só pode haver representado um único ator.

c)    o número de atores e de casos de uso sempre deve ser o mesmo.

d)   só pode haver representado um único caso de uso.

e)    um ator pode ser representado pelo “stick man” ou por um retângulo com a expressão <<actor>>.

 

Comentários:

Um Diagrama de Casos de Uso pode ter diversos atores e diversos casos de uso,   inclusive pode ter mais de um ator por caso de uso! E como representar um caso de uso? Ora, através de um stickman ou através de estereótipos, i.e., um retângulo com o nome <<actor>>.

Gabarito: E

 

35. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) Segundo o RUP (Rational Unified Process) a:

a)    fase de construção pode ser composta por diversas iterações.

b)   fase de transição abrange apenas uma única iteração.

c)    disciplina de desenvolvimento tem atividade mais intensa na fase de concepção.

d)   disciplina de requisitos tem atividade mais intensa na fase de construção.

e)    fase de elaboração é composta por, no mínimo, 3 iterações.

 

Comentários:

(a) Galera, qualquer fase pode ser composta por diversas iterações – a fase de Iniciação, Elaboração, Construção ou Transição;

(b) Não existe um valor máximo, mínimo ou definido – cada fase pode ter quantas iterações forem necessárias no projeto;

(c) Primeiro, é mais comum o nome implementação (em vez de desenvolvimento). Segundo, ela é mais intensa na fase de construção;

(d) Não, a disciplina de requisitos tem atividade mais intensa na fase de iniciação – basta lembrar que ela ocorre no começo do processo de desenvolvimento;

(e) Não existe um valor máximo, mínimo ou definido – cada fase pode ter quantas iterações forem necessárias no projeto.

Gabarito: A

 

36. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) A qualidade de software constitui-se em um fator de grande importância no seu desenvolvimento. Dentre as propriedades utilizadas para determinar a qualidade de software,

a)    mede-se, exclusivamente, a qualidade da documentação produzida para o software.

b)   verifica-se a satisfação de requisitos estabelecidos, incluindo o desempenho.

c)    não se abrange questões relativas à interface do software.

d)   não há preocupação com a facilidade de manutenção do software.

e)    não se inclui a confiabilidade esperada do software.

 

Comentários:

(a) Apenas a documentação? Não, inclusive a documentação – mas medem-se diversos aspectos do software;

(b) Perfeito, verifica se os requisitos estabelecidos foram satisfeitos pelo software em desenvolvimento – tanto funcionais como não-funcionais (ex: desempenho);

(c) Abrange, sim! Na verdade, abrange-se tanto requisitos funcionais como não-funcionais (ex: interface);

(d) Há preocupação, sim! Facilidade de manutenção de software é um requisito não-funcional que deve ter preocupação com a qualidade;

(e) Inclui, sim! Esse também é um requisito não-funcional que deve ser incluído na preocupação com a qualidade de um software.

Gabarito: B

 

37. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) Considerando o teste de software, há o chamado teste de unidade, que consiste em testar:

a)    o software completo, incluindo todos os seus componentes ou módulos, no ambiente de testes.

b)   o funcionamento dos compiladores que estiverem sendo utilizados no desenvolvimento do software.

c)    individualmente, componentes ou módulos de software que, posteriormente devem ser testados de maneira integrada.

d)   o software completo em seu ambiente final de operação, já com o hardware base do projeto.

e)    apenas componentes ou módulos de software cujo código fonte tenha mais de 100 linhas.

 

Comentários:

(a) Software completo? Incluindo todos os seus componentes ou módulos? No ambiente de testes? Isso é um Teste Alfa!

(b) Testes de Unidade não têm nenhuma relação com funcionamento de compiladores;

(c) Perfeito, testam-se componentes e módulos individualmente e, posteriormente, testa-se em conjunto no Teste de Integração;

(d) Software completo? Em seu ambiente final de operação? Com o hardware base do projeto? Isso é um Teste Beta!

(e) Esse item não faz o menor sentido! Não é porque é um Teste de Unidade que ele é pequeno – não há relação com a quantidade de linhas.

Gabarito: C

 

51. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) Considere o programa a seguir, elaborado na linguagem HTML:

<html>

<body>

<p><a href=”#heading1″> Parte 1</a></p>

<h1 id=”heading1″>Parte 1 do site</h1>

<p>Texto da Parte 1</p>

</body>

</html>

A função da 3a e 4a linhas é:

a)    criar um link interno, para a região com o nome “Parte 1 do site”.

b)   criar o título “Parte 1” que apareça da barra do navegador.

c)    abrir o arquivo texto “Parte 1” e exibi-lo após o cabeçalho “Parte 1 do site”.

d)   exibir a imagem Parte1.jpg como plano de fundo da página.

e)    escrever na tela “Parte 1” em letras grandes e “Parte 1 do site” em letras pequenas.

 

Comentários:

Vamos entender o código?

A tag <p> cria um parágrafo! Dentro desse parágrafo, a tag <a> cria um link de nome Parte 1 em que href=”#heading1”é o endereço para a própria página!

Galera, em geral, o link é uma URL para outra página da internet. No entanto, algumas vezes queremos um link interno – para a mesma página.

Para tal, utilizamos o símbolo de cerquilha (#) mais o nome do header. Na questão, o header se chama heading1.

Na linha seguinte, temos o header h1 de nome heading1, cujo texto é Parte 1 do site. Perfeito? Funciona como um índice!

Logo, quando o usuário clicar no link da linha anterior, ele será direcionado para o heading, onde está escrito Parte 1 do site. Bacana?

Portanto, essas linhas criarão um link interno para a região com o nome Parte 1 do site. Entendido?

Gabarito: A

 

52. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) Deseja-se que uma página criada a partir da linguagem HTML, apresente o seguinte texto e figura:

Para tanto, elaborou-se o seguinte programa:

<html>

<body>

comando x

<p>Casa térrea em terreno de 500 m2, 180 m2 de área construída, com 3 quartos (1 suite), banheiro, salas para

3 ambientes, lavabo, copa-cozinha, área de serviço, quintal e vaga para 3 carros.</p>

</body>

</html>

Supondo que a imagem da casa se encontre no arquivo casa123.jpg, um comando que poderia ser colocado no lugar do comando x, para apresentar o resultado desejado é:

a)    <img =casa123.jpg style right/>

b)   <img src=”casa123.jpg” style= “float:right;” />

c)    <img src=casa123.jpg style= place:right; />

d)   <img=”casa123.jpg” place=”right”/>

e)    <img=casa123.jpg style align =right/>

 

Comentários:

Bem, a casa deve ficar do lado direito do texto! Logo, basta utilizar a tag <img> com o atributo src=”casa123.jpg” para informar a localização da imagem e o atributo <style> para informar declarações CSS que se aplicam a essa tag.

Esse atributo não é específico da tag <img>, ele faz parte dos atributos globais aplicáveis a qualquer elemento. A propriedade float:right do CSS permite que uma imagem seja posicionada no texto na parte direita.

Gabarito: B

 

53. (FCC – 2014 – TRT/1 – Analista de Sistemas) O trecho de programa a seguir foi elaborado na linguagem HTML com JavaScript e será aberto por um navegador que as suporte.

<html>

<body>

<h1>Página Principal</h1>

<form>

comando y

</form>

</body>

</html>

O comando que deve ser colocado no lugar do comando y, de modo que, ao se pressionar o botão Nova Página, seja aberta a página P1.html, é:

a)    <input type = “button” text=”Nova Página” click=”window.location=’P1.html'”>

b)   <input type=”button” text=”Nova Página” onclick = “window.location=’P1.html'”>

c)    <input type=”onbutton” text=”Nova Página” onclick = “window.location=’P1.html'”>

d)   <input type=”button” value=”Nova Página” onclick = “window.location=’P1.html'”>

e)    <input type=”onbutton” value=”Nova Página” click = “window.location=’P1.html'”>

 

Comentários:

Bem, basta saber usar a tag <input>! Ela serve para receber dados. O atributo com valor type=”button” especifica um botão cujo nome é value=”Nova Página” e o evento onclick = “window.location=’P1.html'” leva o usuário que clica nesse botão à página P1.html.

Gabarito: D

Diego Carvalho

Diego Carvalho

Formado em Ciência da Computação na Universidade de Brasília (UnB), com pós-graduação em Gestão de Tecnologia da Informação na Administração Pública e, atualmente, é Auditor Federal de Finanças e Controle - Especialidade Governança e Gestão em Tecnologia da Informação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

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