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Processo de Decisão para SEFAZ-SP

Olá, futuro Auditor Fiscal! Seguindo a trilha para a aprovação, vamos revisitar os conceitos de processo de decisão para SEFAZ-SP.

Você, caro leitor, certamente tomou algumas decisões acertadas para chegar até esse artigo: adquirir mais conhecimento, revisar o conteúdo para a prova e, a mais importante, ser aprovado!

Decidir é o caminho mental de seleção de uma dentre diversas alternativas, podendo ser um processo consciente ou inconsciente.

Decisão Programa e Não Programada

A primeira classificação que veremos trata dos tipos de decisão, programada e não programada.

Decisão Programada

São as que já possuem uma solução testada e validada, as que tomamos com maior frequência.

Por exemplo, quando vamos ao mercado, unimos os produtos gelados em uma mesma sacola, para facilitar a organização ao chegar em casa. É uma decisão já testada e, por isso, rotineira e já previsível.

Diferentemente de informar quantas sacolas plásticas vai precisar, uma decisão dificílima e com alto grau de incerteza, “rs”.

Brincadeiras à parte, conheçamos as principais características das decisões programadas:

  • rotineiras;
  • padrões de solução já estabelecidos;
  • repetitivas;
  • permite a tomada rápida de decisão;
  • indicadas para o nível operacional e ambientes estáveis.

Processo de Decisão para SEFAZ-SP: Decisões Não Programadas

Conhecidas também como não estruturadas, são as utilizadas em novas questões, que necessitam de análise do caso e improvisação, pois não há padrões já existentes para sua resolução.

Resumindo, o oposto das decisões programadas.

Os principais pontos que devemos levar para a prova sobre esse tipo de julgamento são:

  • utilizadas em ambientes instáveis;
  • comuns no nível estratégico (alta gerência e diretoria);
  • necessitam de mais tempo de análise (lentas);
  • alto grau de incerteza.
Processo de Decisão para SEFAZ-SP: decisão programa e não programada

Processo de Decisão para SEFAZ-SP: Tipos de Tomada de Decisão

Stephen Robbins classifica em quatro os estilos de tomada de decisão, vejamos um pouco sobre cada um deles.

Estilo Comportamental

Decisões direcionadas ao curto prazo e focado em pessoas.  O tomador de decisões busca o desenvolvimento da equipe e o consenso, promovendo a participação de todos no processo.

Estilo Conceitual

Promove decisões inovadoras e criativas, por meio de técnicas como brainstorming, visando o longo prazo. Tem alta tolerância à ambiguidade e analisa diversos cenários e alternativas.

Estilo Analítico

Como o título sugere, prioriza a racionalidade, análise de muitas informações e a solução mais eficiente. Foco no operacional, nas tarefas e tolerante a ambiguidades.

Observação: é muito importante entendermos os conceitos de análise e síntese.Analisar é partir de um todo e ir para as partes, como uma “lupa” em cada etapa.

A síntese ocorre quando juntamos as partes para tomar uma decisão vendo o “todo” de forma ampla.

Ou seja, quando analisamos, focamos nos detalhes de cada tarefa; quando sintetizamos, buscamos entender o todo e o contexto ao qual se está inserido.

Análise versus Síntese

Estilo Diretivo

Também guiado pela racionalidade, porém, diferentemente do analítico, tem baixa tolerância à ambiguidade e busca uma decisão rápida e eficiente a partir das informações disponíveis.

O tomador de decisões diretivo prioriza a velocidade à participação, por isso, a tomada de decisões costuma ser individual.

Abaixo, um resumo com as principais características:

Tipos de Decisão

Processo de Decisão para SEFAZ-SP: Vieses e Heurísticas na Tomada de Decisão

Também muito cobrado em prova, os vieses e processos heurísticos são atalhos mentais que dificultam a análise racional dos fatos.

As três principais heurísticas são as da disponibilidade, representatividade e ancoragem.

  • Disponibilidade: maior peso a eventos recentes do que passados.  Exemplo: uma pessoa que acabou de terminar o relacionamento estará menos propensa a iniciar um próximo do que outra que se separou há alguns anos.
  • Representatividade: priorizar o uso de estereótipos superficiais a dados reais para projetar um resultado futuro.

Exemplo: muitos julgam o Rio de Janeiro como lugar mais perigoso do Brasil pela atenção que a mídia dá aos acontecimentos na cidade, porém, outras capitais têm índices de roubos, assassinatos e furtos muito superiores ao da Cidade Maravilhosa.

  • Ancoragem: referência anterior que contamina a comparação. Por exemplo, a pipoca pequena no cinema custa cerca R$ 30, por um real a mais podemos levar a grande. Logo, o exagero no menor preço faz o maior preço parecer atrativo.

Já os vieses, são processos mentais inconscientes que interferem no julgamento e prejudicam a racionalidade na decisão.

Destaca-se o viés da confirmação, no qual, o decisor foca apenas nos elementos que confirmem um posicionamento já pré-estabelecido e desconsidera os argumentos contrários.

O efeito Halo também é bastante “lembrado” pelas bancas: em que uma característica positiva do indivíduo mascara as negativas e levam a percepções tendenciosamente positivas.

Para não esquecer: “halo” pode ser traduzido do inglês como “auréola”, então, lembre-se daquele anjinho, que, só por ter uma luz sobre a cabeça, é ausente de defeitos!

Elencamos aqui os principais, mas há inúmeros vieses que valem a pena serem conhecidos como o excesso de confiança, aversão a perda, efeito horn (oposto do halo) entre muitos outros que podem ser tema de um próximo artigo.

Por hoje, paramos por aqui! Até a próxima!

Saudações e aprovações,

Julio Moraes

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