Gabarito ISS Petrolina - Extraoficial - Auditoria
Claudenir Brito

Gabarito ISS Petrolina – Extraoficial – Auditoria

Olá pessoal!

Seguem comentários da prova de Auditoria ISS-Petrolina, aplicada em 14/02/19, pela banca IAUPE. Espero que tenham feito uma boa prova.

As duas primeiras questões foram elaboradas com trechos de normas já revogadas, mas como os enunciados não citam as referidas normas, não vislumbramos possibilidade real de anulação pela banca.

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Claudenir

Questão 36

Comentários:

Questão sobre Papéis de trabalho, com base na literalidade da NBC T 11.3, revogada pelo CFC. Segundo a referida norma,

“11.3.2.2. A extensão dos papéis de trabalho é assunto de julgamento profissional, visto que não é necessário nem prático documentar todas as questões de que o auditor trata. Entretanto, qualquer matéria que, por ser relevante, possa influir sobre o seu parecer, deve gerar papéis de trabalho que apresentem as indagações e as conclusões do auditor”.

        O texto constante do enunciado permanece válido na prática da auditoria, embora a norma tenha sido revogada, pois não seria realmente prático documentar todas as questões que o auditor trata durante a auditoria. Imaginem a quantidade de itens sem qualquer relevância que podem ter sido abordados.

De qualquer forma, aqueles que se sentirem prejudicados após a divulgação do gabarito oficial da banca, podem recorrer citando que a norma foi revogada.

Gabarito: E

Questão 37

Comentários:

        Outra questão retirada de norma revogada – NBC T-11, desta vez sobre controles internos. Segundo a norma, “11.2.5.1 – O sistema contábil e de controles internos compreende o plano de organização e o conjunto integrado de método e procedimentos adotados pela entidade na proteção do seu patrimônio, promoção da confiabilidade e tempestividade dos seus registros e demonstrações contábeis, e da sua eficácia operacional”.

Aqui vale o mesmo comentário da questão anterior, ou seja, o texto constante do enunciado permanece válido na prática da auditoria, embora a norma tenha sido revogada.

Aqueles que se sentirem prejudicados após a divulgação do gabarito oficial da banca, podem recorrer citando que a norma foi revogada.

Gabarito: B

Questão 38

Comentários:

Esta questão foi retirada da doutrina, particularmente de artigos publicados na internet, e acreditamos que seja a mais difícil da prova.

Muitos candidatos devem ter se confundido com o enunciado e assinalado a alternativa que trata da ética profissional, mas certamente a banca procurou se referir ao conceito de qualidade total.

Gabarito: C

Questão 39

Comentários:

Trata-se de questão literal sobre a responsabilidade do auditor em relação às fraudes. Segundo a NBC TA 240,

“35. Se o auditor identifica uma distorção, ele deve avaliar se a distorção é indicadora de fraude. Caso exista tal indicador, o auditor deve avaliar as implicações da distorção relativamente a outros aspectos da auditoria, em especial a confiabilidade das representações da administração, reconhecendo que dificilmente um caso de fraude será uma ocorrência isolada”.

Gabarito: C

Questão 40

Comentários:

Trata-se de questão literal sobre a utilização, pelo auditor independente, dos trabalhos do auditor interno da entidade. Segundo a NBC TA 610,

“13. Os objetivos do auditor independente, onde a entidade tenha a função de auditoria interna e ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo próprio auditor independente, inclusive quando ele pretende obter assistência direta dos auditores internos são:

(a) determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão;

(b) se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse trabalho é adequado para os fins da sua auditoria; e

(c) se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma apropriada”.

        Assim, podemos concluir que as assertivas I e II estão corretas, enquanto a assertiva III está errada, pois o auditor deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos, já que estes estão sob sua supervisão direta, sendo o auditor independente resonsável pelos trabalhos de auditoria.

Gabarito: A

Gabarito preliminar de Auditoria:  


36 – E

37 – B

38 – C

39 – C

40 – A

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Claudenir Brito

Claudenir Brito

Auditor Federal de Finanças e Controle do Ministério da Transparência e da Controladoria-Geral da União - CGU. Atualmente exerce o cargo de Secretário Executivo Adjunto no Ministério da Justiça, e é o Presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria - CNCP. Aprovado em 15º lugar no concurso da CGU de 2008, promovido pela ESAF. Graduado em Direito (UNIP) e em Ciências Militares (AMAN). Oficial da reserva do Exército Brasileiro, pós-graduado em operações militares. Professor de Auditoria desde 2010 em cursos preparatórios para concursos e cursos corporativos em Brasília, no Rio de Janeiro e em Salvador, e professor do site Estratégia Concursos. Foi Auditor-Chefe da Auditoria Interna do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, membro da Comissão de Coordenação de Controle Interno do Poder Executivo Federal - CCCI - e Diretor de Riscos, Controles e Conformidade da Secretaria do Tesouro Nacional – STN. Foi membro do Conselho Fiscal do Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO; da empresa FURNAS Centrais Elétricas S.A; e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal - TERRACAP. Autor da obra Auditoria Privada e Governamental - teoria de forma objetiva e mais de 500 questões comentadas (Ed. Impetus, 3ª edição), em co-autoria. Possui duas certificações internacionais: Certified Government Auditing Professional (CGAP) e Certification in Control Self-Assessment (CCSA), emitidas pelo IIA (The Institute of Internal Auditors), instituição da qual é membro efetivo. Na CGU, atuou durante muitos anos na área de Operações Especiais da Secretaria Federal de Controle Interno – SFC, participando do planejamento e da execução de trabalhos em conjunto com órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público e a Receita Federal.

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