Aprovado em 2º lugar para Auditor Fiscal no concurso ISS Senador Canedo

“[…] concurso público é a ferramenta mais democrática de ascensão social que existe no Brasil: um caminho onde você cresce pelo seu próprio esforço, pela sua dedicação e pelo seu conhecimento”
Leia a entrevista do Estratégia Concursos com Cesar Augusto de Oliveira e Silva, aprovado em 2º lugar no Concurso ISS Senador Canedo para o cargo de Auditor Fiscal Tributário Municipal:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo. Qual a sua formação, idade e cidade natal?
Cesar Augusto de Oliveira e Silva: tenho 31 anos, sou natural de Olinda-PE, e atualmente moro em Goiânia. Minha formação acadêmica é Bacharelado em Matemática.
Estratégia: Você chegou a trabalhar na sua profissão?
Cesar: não cheguei a trabalhar na área da minha formação. Sou militar desde 2014 e, com o passar dos anos, percebi que o concurso público é uma das formas mais dignas e meritocráticas de crescer profissionalmente e ascender socialmente. É um caminho onde você não depende de indicações ou de terceiros: depende exclusivamente do seu próprio esforço, da sua dedicação e do seu mérito para determinar até onde você vai chegar.
Estratégia: Como foi a escolha pela área fiscal?
Cesar: minha história com concursos começou em 2016, quando cheguei a Brasília com 20 anos para servir como militar do Exército no Batalhão da Guarda Presidencial. Lá, participando de missões no Congresso Nacional, tive contato com Policiais Legislativos e conheci um universo de estudos muito além dos concursos militares. Comecei a estudar focado para Policial do Senado, fiz minha faculdade e, com o tempo, fui transferido para Tefé, no interior do Amazonas. Foi por volta de 2022, no período de autorização do concurso da Receita Federal, que virei a chave para a área fiscal. Percebi que era uma carreira extremamente atrativa não só pelas altas remunerações e pela relevância do cargo, mas também pela quantidade e frequência de oportunidades em todo o Brasil — seja no âmbito federal, estadual ou municipal. Após me mudar para Goiânia, consolidei um estudo ininterrupto e focado na área fiscal nos últimos 2 a 3 anos. A grande vantagem dessa área é a flexibilidade: estando em Goiânia, pude prestar o concurso na cidade vizinha, Senador Canedo, e alcançar essa grande aprovação!
Estratégia: Durante sua caminhada como concurseiro, você trabalhava e estudava, ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?
Cesar: sempre conciliei trabalho e estudos ao longo da minha trajetória. Não é um caminho fácil, pois a rotina de trabalho exige bastante energia, mas é perfeitamente possível quando você assume um compromisso real com o seu objetivo. O grande segredo para fazer essa conciliação dar certo foi ressignificar os finais de semana e feriados. Enquanto a maioria das pessoas usava esses dias exclusivamente para descanso e lazer, para mim eles viravam dias estratégicos de estudo: serviam tanto para compensar o ritmo mais apertado dos dias úteis quanto para adiantar matérias e manter o cronograma em dia. Foi com essa disciplina contínua que consegui construir uma base sólida mesmo trabalhando.
Estratégia: Quantos e em quais concursos já foi aprovado?
Cesar: fui aprovado no meu primeiro concurso aos 17 anos, em 2013, para a ESA (Escola de Sargentos das Armas), que é o cargo em que sirvo no Exército até hoje. Ao longo da jornada, fiz outras provas e fiquei em listas de aprovados — como no TRT-11 (90º lugar para Analista Administrativo) e no TCE-GO (190º lugar para Auditor de Controle Externo). No entanto, eu considero ‘aprovação de fato’ aquela em que você entra diretamente no número de vagas com garantia real de nomeação ou mesmo no cadastro reserva mas quando chega a ser nomeado. Sendo assim, esta é a minha primeira grande aprovação com vaga garantida na área fiscal.
Estratégia: Chegou a estudar sem ter edital na praça?
Cesar: estudei por bastante tempo sem edital na praça. Para mim, a rotina e a disciplina não mudam tanto entre o pré e o pós-edital; o que muda drasticamente é a qualidade e a profundidade do estudo. No pré-edital, sem a pressão do relógio correndo para a data da prova, você consegue fazer um estudo muito mais denso e refinado: destrincha cada detalhe do PDF, resolve um volume gigantesco de questões e consolida a base teórica com calma. Já no pós-edital, a dinâmica é mais corrida e focada em cumprir prazos, o que faz com que muitos detalhes passem batidos. Especialmente na área fiscal, onde a quantidade de disciplinas e assuntos é enorme, considero indispensável ter um pré-edital bem feito. Foi essa preparação prévia de meses que me deu a sustentação necessária para chegar no pós-edital apenas ajustando os pontos finais e garantindo o resultado.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
Cesar: conheci o Estratégia de forma muito natural. Assim que você começa a pesquisar sobre concursos públicos na internet, o Estratégia aparece como uma das primeiras e principais referências. Pela sua trajetória e consolidação no mercado, é indiscutivelmente o curso mais requisitado e recomendado por quem busca a aprovação em concursos de alto nível.
Estratégia: Qual diferencial encontrou nos materiais do Estratégia?
Cesar: o principal diferencial do Estratégia é a qualidade e a completude do material, com destaque especial para os PDFs. Os professores são de altíssimo gabarito — verdadeiras referências no mercado — e constroem um conteúdo 100% direcionado para o concurso. O material entrega a profundidade teórica necessária, sem ser raso, e ao mesmo tempo mantém a objetividade exigida para a prova. Para mim, utilizar o material do Estratégia é um dos pré-requisitos fundamentais para quem busca uma preparação de excelência.
Estratégia: Recomendaria o Estratégia para um amigo que está começando os estudos?
Cesar: com certeza recomendaria! Como destaquei anteriormente, para mim o material do Estratégia não é apenas uma opção, mas sim um dos pré-requisitos fundamentais para construir uma preparação consistente, competitiva e de alto nível para concursos públicos.
Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? O que funcionava melhor para você?
Cesar: para mim, existe uma ‘tríade’ fundamental para uma boa preparação: PDFs, videoaulas e questões. No início da minha caminhada, utilizava mais as videoaulas, mas conforme fui evoluindo, o meu estudo se tornou predominantemente baseado em PDFs e na resolução massiva de questões, recorrendo às videoaulas apenas pontualmente para sanar dúvidas em tópicos específicos.
Estratégia: Quantas horas por dia costumava estudar?
Cesar: para falar a verdade, nunca fui de contabilizar se estava fazendo X horas brutas ou Y horas líquidas por dia ou por semana. O meu compromisso era simples: eu apenas estudava. O tempo livre que eu tinha disponível, eu transformava em tempo de estudo. Houve momentos em que priorizei 100% os estudos, abdicando de lazer, descanso e de várias outras atividades da rotina. Então, embora não tenha uma contagem exata de horas registradas em aplicativo, posso garantir que foram muitas e muitas horas acumuladas com o máximo de entrega e foco.
Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso?
Cesar: a quantidade de conteúdo é, sem dúvidas, um dos maiores desafios. A minha estratégia para superar isso foi simples e direta: focar no estudo do PDF, na leitura da teoria e na resolução massiva de questões, sem gastar tempo produzindo resumos manuais ou anotações. Já tentei fazer resumos no passado, mas percebi que o volume de matérias na área fiscal é tão gigantesco que você acaba não tendo tempo de revisar o que escreveu. Por isso, prefiro confiar no estudo ativo e na repetição ao longo do tempo. Quando eu terminava uma matéria ou um ciclo do edital, eu reiniciava aquele conteúdo sob uma nova perspectiva: às vezes indo direto para blocos de questões, às vezes relendo a teoria ou aproveitando os resumos prontos elaborados pelos próprios professores do Estratégia. Com a revisão constante e o retorno periódico aos mesmos temas, a matéria foi fixando de forma natural na memória. É um processo que exige tempo e consistência — não acontece da noite para o dia —, mas é extremamente sustentável e eficiente para o dia da prova.
Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma disciplina?
Cesar: sim, enfrentei dificuldades em diferentes fases da preparação. No início, por vir de uma formação exata, o meu maior gargalo foram as matérias de Direito e a Língua Portuguesa, que exigiam uma linguagem e uma lógica de estudo totalmente novas para mim, além da Contabilidade. Conforme fui superando a base inicial, surgiram os desafios das matérias avançadas, em especial TI (Tecnologia da Informação) e Economia. Tecnologia da Informação é um desafio geral no mundo dos concursos atualmente: por ser uma disciplina que evolui muito rápido, não há um padrão engessado entre os editais e frequentemente surgem termos ou ferramentas inéditas nas provas. Já a Economia exige um nível de abstração e modelos conceituais bastante complexos. Para superar essas barreiras, o segredo foi a persistência e o estudo continuado: aceitar que alguns assuntos exigem múltiplas passagens pela teoria e pela prática até serem compreendidos, sem fugir das matérias difíceis e mantendo a constância.
Estratégia: Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseiro?
Cesar: tenho um filho, atualmente não estou casado nem em um relacionamento, e moro em Goiânia, longe de toda a minha família que está em Pernambuco. Por conta dessa distância física, o apoio ou a convivência presencial no dia a dia não tiveram um impacto direto na minha rotina de estudos. O maior desafio familiar nessa jornada foi o ‘distanciamento psicológico’: o concurso exige tanto tempo e energia que, mesmo à distância, você acaba ficando menos presente, inclusive para uma ligação de vídeo ou para conversar mais com quem ama. No entanto, o meu filho e a vontade de construir um futuro melhor para ele foram combustíveis fundamentais para eu me manter firme e focado até o final.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos?
Cesar: a minha vida social durante a preparação não foi algo linear, porque o estudo para concursos é composto por fases. Adotar uma postura radical durante todo o processo é insustentável no longo prazo; o segredo está em saber intensificar no momento certo. Quando o objetivo estava mais distante, mantinha uma rotina de estudos constante, porém mais saudável e longeva, conciliando com treinos na academia e alguns momentos pontuais de lazer. Conforme o concurso avançava — com a autorização do certame, escolha da banca e, principalmente, no pós-edital —, eu virava a chave e adotava uma postura 100% radical, abdicando totalmente da vida social para aproveitar cada segundo disponível. Aconselho a quem está começando a não tentar ser radical no primeiro dia, pois ninguém sustenta esse ritmo sem bagagem. O ideal é evoluir gradativamente e guardar a energia máxima para os meses decisivos da reta final.
Estratégia: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior?
Cesar: fazer concursos com focos e áreas diferentes eu não considero uma boa estratégia. Cheguei a cometer esse erro no passado e isso custou um tempo precioso na minha trajetória, sem trazer resultados, porque você acaba pulverizando a sua energia e perdendo a profundidade exigida pela área fiscal. Por outro lado, prestar provas para cargos correlatos dentro da própria área fiscal é uma estratégia excelente. O ISS Senador Canedo, por exemplo, funcionou exatamente assim para mim: como um “concurso escada” de altíssimo nível dentro da minha área. Acredito que os ISSs de médio porte sejam a melhor oportunidade para quem estuda para a área fiscal entrar no serviço público, conquistar a estabilidade como Fiscal/Auditor e ganhar fôlego financeiro e emocional. Essa aprovação em Senador Canedo é um passo gigante, mas é parte do caminho. Pretendo continuar firme nos estudos, evoluindo no núcleo da área fiscal para alcançar novas aprovações em fiscos maiores!
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso em que foi aprovado?
Cesar: é justamente aqui que se prova o valor do estudo de longo prazo. Especificamente para o concurso de Senador Canedo, eu nem cheguei a fazer uma preparação dedicada de semanas ou meses. Tomei conhecimento do edital quando ele já estava em andamento, fiz a inscrição e continuei focado na minha preparação geral para a área fiscal. Faltando apenas dois ou três dias para a prova, fiz um ajuste fino: resolvi algumas questões do Instituto Verbena para entender o estilo da banca e passei o olho em pontos específicos da Legislação Tributária Municipal de Senador Canedo. Só isso. A minha aprovação em 2º lugar foi fruto exclusivo da bagagem sólida que construí ao longo dos anos de constância no ‘núcleo duro’ da área fiscal. Isso mostra a importância de não parar: quando você constrói uma base forte, o seu conhecimento acumulado faz a aprovação por você nas oportunidades que surgem no caminho.
Estratégia: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados?
Cesar: é uma sensação fenomenal! Uma emoção gigantesca e a recompensa por tanto tempo de dedicação, renúncias e suor. Mais do que a alegria, o sentimento principal foi de alívio e validação. Estudar por meses e anos sem ver um resultado concreto pode ser psicologicamente muito pesado, porque a incerteza paira no ar: você se pergunta se a sua metodologia está correta e se todo aquele esforço vai trazer retorno. Ver o meu nome na lista dos aprovados, em 2º lugar geral, funcionou como um grande divisor de águas e a confirmação definitiva de que estou no caminho certo. Mostrou que o trabalho está surtindo efeito e me deu ainda mais gás para seguir em frente!
Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo? Cesar: a reta final exige uma gestão inteligente da sua energia. Sou do tipo que estuda e revisa até o último momento possível na véspera, mas sempre respeitando um limite razoável para não comprometer o desempenho no dia da prova. Acredito que cada concurseiro precisa se autoconhecer. Se na minha rotina normal estudo até tarde, no dia anterior eu antecipo a pausa — encerro os estudos por volta das 17h, por exemplo — para garantir uma boa noite de sono, desacelerar a mente e descansar a cabeça. Aproveito o sábado de véspera para passar o olho em pontos de véspera, reler detalhes decorativos e resolver algumas questões rápidas, extraindo a última gota de preparação útil sem entrar na zona de estresse.
Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame?
Cesar: a prova discursiva é um capítulo à parte e, no meu concurso, foi o grande diferencial que me levou do 6º para o 2º lugar geral! O tema cobrado foi Contabilidade, uma matéria complexa e desafiadora. Para mim, o segredo da discursiva começa na prova objetiva: não adianta dominar técnicas de escrita se você não tiver o conteúdo consolidado na mente. A base é dominar a matéria para conseguir responder com precisão ao que a banca pergunta. Depois disso, entra a parte da estrutura: aprender técnicas básicas de redação e praticar a escrita de alguns textos ao longo da preparação. Outro ponto crucial na minha aprovação foi a fase de recursos. Tirei 93 de 100 pontos na discursiva e, para contestar a correção inicial, elaborei o meu recurso com o auxílio do Gemini (Inteligência Artificial), sem precisar contratar consultorias externas. O recurso foi aceito e obtive nota máxima na parte técnica (70/70) — os raros pontos perdidos foram apenas de gramática e linguagem. Em resumo, o pacote completo para ir bem na discursiva é: dominar a teoria na objetiva, praticar a escrita e, se necessário, defender a sua prova com um bom recurso bem fundamentado!
Estratégia: Se você tivesse que apontar erros em sua preparação, quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores acertos?
Cesar: erros acontecem e fazem parte do processo de todo concurseiro. Cada pessoa tem um ritmo e uma forma única de aprender, por isso, tentar seguir à risca uma receita de bolo pronta ou o método de outra pessoa invariavelmente vai gerar ruídos. Ao longo da trajetória, cometi erros de decisão e de metodologia, mas ajustava o planejamento semanal e mensalmente conforme percebia o que funcionava ou não para a minha realidade. No entanto, aprendi que você não precisa acertar tudo: precisa apenas de um grande acerto, que é a constância. Continuar e permanecer firme supera qualquer falha de percurso. Um estudo imperfeito é infinitamente melhor do que o não estudo. Se um assunto complexo não entra de primeira na cabeça, decore o necessário para a prova, avance e, na oportunidade seguinte, apara as arestas do conteúdo. Aceitar a realidade como ela é, ajustar a rota rapidamente e não parar jamais foram o meu maior acerto.
Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação?
Cesar: sinceramente, nunca pensei concretamente em desistir. Tive, sim, momentos de cansaço e fraqueza mental em que cogitei dar uma pausa — e sabemos que muitas vezes uma pausa prolongada acaba virando uma desistência —, mas jamais deixei esses sentimentos tomarem conta da situação. Sempre mantive a convicção absoluta de que iria permanecer até alcançar o objetivo. O aspecto mais difícil de toda a caminhada é aprender a lidar com a incerteza: se dedicar ao máximo, abdicar de tantas coisas e investir tempo e energia sem ter a garantia exata de quando o resultado virá. Superar essa dúvida constante e continuar estudando mesmo sem certezas é o grande desafio. O que me manteve e me mantém firme é a clareza de propósito. Vou continuar estudando e permanecerei na jornada até alcançar a aprovação no concurso dos meus sonhos!
Estratégia: Qual foi sua principal motivação?
Cesar: a minha principal motivação foi sempre lembrar de onde vim. Passei por muitas dificuldades durante a infância e a adolescência no interior de Pernambuco, e isso moldou a minha determinação. Eu sabia que o concurso público é a ferramenta mais democrática de ascension social que existe no Brasil: um caminho onde você cresce pelo seu próprio esforço, pela sua dedicação e pelo seu conhecimento, sem precisar de favores, indicações ou “padrinhos”. O que me moveu todos os dias foi o desejo de mudar a história da minha família e proporcionar ao meu filho todas as oportunidades e condições de vida que eu não tive no passado. Saber que, através do meu estudo e do meu trabalho digno, eu poderia construir esse futuro melhor para ele por mérito próprio foi o combustível que nunca me deixou parar.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
Cesar: para quem está começando ou pensando em começar, o meu recado é direto: não vai ser fácil, não vai ser trivial e a aprovação não virá do dia para a noite. Mas você vai conseguir! Você só não alcança a vaga se parar no meio do caminho. Entenda que estudar para concurso não é um hobby: é uma missão e um propósito de vida. Se você tratar como hobby, será um eterno concurseiro e jamais será aprovado. É preciso dar o seu melhor, entregar até a última gota de suor e trabalhar duro para que a linha de chegada chegue o mais rápido possível — mesmo sabendo que esse tempo ‘mais rápido’ pode levar anos. Haverá dias perfeitos, em que você cumprirá todas as metas e irá dormir satisfeito; e haverá dias difíceis, em que quase nada renderá. Nos dias ruins, não zere o jogo: resolva uma única questão, leia um parágrafo do PDF ou assista a dez minutos de uma videoaula. O segredo é evoluir 1% a cada dia e ser hoje melhor do que você foi ontem. Confie no processo, entregue toda a sua dedicação a ele e, no momento certo, a sua aprovação vai chegar!