
“[…] O concurso público é muito justo com quem é dedicado. Se eu consegui, você também consegue. […]”
Leia a entrevista do Estratégia Concursos com PEDRO RICARDE, aprovado em 56º lugar no Concurso CGE SP para o cargo de AUDITOR ESTADUAL DE CONTROLE – AUDITORIA:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo. Qual a sua formação, idade e cidade natal?
Pedro Ricarde: olá, o meu nome é Pedro, sou formado em Administração de Empresas, tenho 37 anos e sou natural de São Paulo-SP.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
Pedro: a boa remuneração foi a primeira coisa que me motivou a estudar para concursos públicos. Além disso, a estabilidade e um trabalho em que eu poderia ajudar a sociedade foram fatores fundamentais para a minha escolha.
Estratégia: Você trabalhava e estudava? Se sim, como conciliava?
Pedro: sim, trabalhava e estudava. Eu estudava todos os dias, era a minha prioridade, em geral, eu começava a estudar antes de ir para o trabalho, por volta de 05:30 até as 8:00. Então, trabalhava de 09:00 até 17:00 e à noite estudava até as 22:00. Dentro desse período eu tentava me organizar o mais rápido possível para fazer tarefas como banho, comida, organização, etc. Por fim, aos finais de semana eu aproveitava o dia inteiro e estudava o quanto conseguisse. Desse modo, mesmo cumprindo as minhas metas diárias de estudos, eu aproveitava e adiantava as dos dias seguintes.
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado? Em qual cargo e em que colocação? Pretende continuar estudando?
Pedro: eu fui aprovado nos seguintes concursos:
-Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – Escrevente Técnico Judiciário – 65º colocação;
-Controladoria Geral do Município de São Paulo – 115º colocação – Auditor de Controle Interno;
-Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – Auditor de Controle Externo – Administração – 81º colocação;
No momento, não pretendo continuar estudando para concursos públicos, uma vez que fui aprovado no órgão e no cargo que eu almejava.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos e família?
Pedro: durante a minha preparação, eu evitava ao máximo distrações. Foi um momento um pouco radical rsrs, mas me ajudou muito a focar nos meus objetivos. Eu saía com amigos e família apenas em ocasiões especiais.
Estratégia: Sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada como concurseiro? De que forma?
Pedro: a minha família entendeu e apoiou a minha jornada. A minha esposa, também concursada, foi a pessoa que mais me apoiou e motivou. Ela sabia dos desafios e dificuldades que um concurseiro enfrenta, acreditou no meu potencial e me incentivou a estudar até passar. Posso dizer que o apoio dela foi fundamental para a minha aprovação. Alguns meses antes da prova da CGE SP, nossa filha nasceu e minha esposa se desdobrou nos cuidados com a bebê para que eu pudesse manter o foco nos estudos. Quanto aos amigos, a maioria respeitou a minha decisão.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso? O que fez para manter a disciplina?
Pedro: iniciei minha preparação para a área de controle no final de 2019. Com a chegada da pandemia em 2020, o cenário tornou-se incerto e os concursos foram suspensos. Apesar disso, não permiti que o desânimo me paralisasse; mantive meu foco inabalável. Assim que as provas começaram a ser retomadas, participei de cada certame da área de controle.
Em 2023, surgiram as primeiras notícias sobre o concurso da CGE, previsto para o início de 2024, e intensifiquei meus estudos. Contudo, houve um atraso maior do que o esperado na liberação da lei de criação da carreira de auditor. O “esfriamento” do concurso poderia ter sido motivo de frustração, mas escolhi enxergá-lo como uma oportunidade. Eu encarava essa preparação como um atleta de alta performance nas Olimpíadas: sabia que a demora, na verdade, estava me dando tempo extra para me tornar um candidato ainda mais preparado. Estabeleci um compromisso inegociável comigo mesmo: eu só pararia de estudar quando alcançasse a aprovação ou ao atingir a idade da aposentadoria compulsória.
Para manter a disciplina, eu transformava o estudo em um hábito diário. Cumpria rigorosamente minhas metas, o que mantinha minha mente focada nas matérias do edital. Além disso, para me manter motivado eu sempre pensava que deveria ser o exemplo para a minha família, trazer uma melhor qualidade de vida para a minha esposa e minha filha. Também, me motivava por meio de vídeos inspiradores, meditações e, acima de tudo, da visualização constante: eu já me via exercendo o cargo e compreendendo a relevância do trabalho que eu viria a realizar.
Estratégia: Quais materiais e ferramentas você usou em sua preparação?
Pedro: durante a minha preparação, utilizei os materiais do Estratégia Concursos, recorrendo a ferramentas como aulas em PDF, videoaulas, mapas mentais e a leitura da lei seca. Entre as principais vantagens, destaco as videoaulas, pois conseguia me lembrar perfeitamente de quando o professor apontava os pontos cruciais para a prova. Outro benefício marcante foi o uso dos resumos prontos, que otimizaram muito o meu tempo; em vez de construir um material do zero, eu precisava apenas complementá-los com os detalhes que considerava importantes. Por outro lado, como desvantagem, notei que o excesso de conteúdo disponível exige bastante disciplina e organização, pois, caso contrário, o candidato pode facilmente se perder.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
Pedro: conheci o Estratégia em 2014, por meio da minha esposa, que já fazia concursos. Ela me informou que o material era bom e que conhecia pessoas que foram aprovadas estudando por ele. Naquela época, o material do Estratégia era apenas em PDF e fiquei surpreso com a didática de ensino e com a quantidade de questões reunidas no material.
Estratégia: Antes de conhecer o Estratégia, você chegou a usar materiais de outros cursos? Se sim, o que mais incomodava quando você estudava por esse concorrente?
Pedro: sim, estudei por aula presencial e por videoaulas em outros cursos. Nas aulas presenciais, as interrupções de outros alunos e não conseguir controlar a carga horária das matérias em que eu tinha maior dificuldade me incomodava. Além disso, algumas aulas só eram disponibilizadas com muita proximidade do day da prova, não havendo tempo hábil para consolidação e revisão da matéria. Por fim, o que mais me incomodava era que o material tinha o foco em apenas decorar a lei e não na compreensão para as questões mais complexas, ou seja, se a questão saísse do texto da lei eu já ficava inseguro.
Estratégia: Você chegou a fazer algum concurso enquanto ainda se preparava com esse outro material? Foi aprovado?
Pedro: sim, passei no TJ SP, mas eu tive que “mesclar” vários professores de vários cursinhos para conseguir entender o conteúdo. Por exemplo, em Direito Processual Civil eu estudava com um professor pelo curso online, já o professor de Direito Administrativo eu estudava pelo cursinho presencial.
Estratégia: Depois que você se tornou aluno do Estratégia, você sentiu uma diferença relevante na sua preparação? Que diferencial encontrou nos materiais do Estratégia?
Pedro: depois que me tornei aluno do Estratégia, senti uma evolução na minha preparação. O acesso a professores excelentes e a possibilidade de mensurar meu desempenho resolvendo questões direto no PDF fizeram toda a diferença. A qualidade dos materiais me deu o suporte e a segurança necessários para chegar confiante no dia da prova. Entre as ferramentas que de fato alavancaram minha aprovação, destaco: as videoaulas, fundamentais pela explicação prática e exemplos que facilitavam a fixação; os PDFs, ideais para um aprendizado profundo; e os mapas mentais e resumos prontos, que tornavam as revisões muito mais ágeis.
Estratégia: Como montou seu plano de estudos?
Pedro: na minha preparação para a CGE SP, utilizei a mentoria do professor Gilmar Possati, do Estratégia Concursos. Por meio dela, tive acesso a uma plataforma na qual eu inseria a minha disponibilidade diária de tempo. Com base nisso, o sistema distribuía as matérias do edital e as transformava em metas diárias. Isso me poupava o tempo de planejar o que estudar a cada dia, pois o sistema já entregava tudo pronto. Antes da mentoria, eu me organizava com planilhas no Excel e montava meu próprio ciclo de estudos, cobrindo de duas a três disciplinas por dia, além de uma bateria de exercícios sobre o conteúdo do dia anterior. Minha rotina era constante: estudava todos os dias, incluindo finais de semana e feriados, mantendo uma média de 3 horas líquidas no pré-edital e cerca de 5 horas líquidas no pós-edital.
Estratégia: Como fazia suas revisões?
Pedro: em relação às revisões, eu utilizava resumos e mapas mentais prontos, combinados com a resolução de muitas questões sobre o tema. Costumava concentrar a maior parte desse processo nos finais de semana para relembrar o conteúdo estudado ao longo dos dias úteis. No entanto, quando me deparava com uma matéria muito complexa, fazia uma rápida revisão logo no dia seguinte para fixar melhor o aprendizado.
Estratégia: Qual a importância da resolução de exercícios? Lembra quantas questões fez na sua trajetória?
Pedro: a resolução de questões é um dos pilares mais importantes na preparação para concursos. No meu caso, cheguei a registrar cerca de 30 mil delas, sem contar as resolvidas diretamente em PDFs ou que ficaram sem registro. Contudo, mais do que a quantidade, o segredo está na qualidade: é fundamental compreender o real motivo de cada erro ou acerto. Claro que existem pontos fora da curva — como questões de Administração Geral baseadas em materiais obsoletos que só caíram uma vez na história — e nelas você não deve perder tempo. Mas garanto que 95% do que é cobrado serve como um excelente aprendizado. Além disso, essa prática é uma ferramenta poderosa para revisar o conteúdo, mapear os pontos fracos e entender o perfil da banca. Por fim, resolver questões me ajudou a treinar a concentração sob fadiga. Eu costumava praticar mesmo cansado justamente para simular o esgotamento do dia da prova e manter a mente preparada.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
Pedro: minha maior dificuldade foi em Políticas Públicas. Embora eu gostasse de estudar o assunto, a carga de conteúdo é imensa, já que cada autor propõe um ciclo ou uma teoria muito específica. Quem estuda a matéria sabe bem que o ciclo de políticas públicas, por exemplo, varia completamente conforme a doutrina adotada. Para contornar essa barreira, a estratégia foi focar na resolução massiva de questões. Isso me ajudou a mapear como a banca cobra o tema e a identificar em quais fontes o examinador costuma se basear. Além disso, acompanhar a comunidade de concurseiros foi fundamental para pegar dicas valiosas de como encarar a disciplina.
Outra matéria que tinha tudo para ser uma barreira foram as normas e resoluções internas da CGE SP. Por ser o primeiro concurso do órgão, não havia um histórico de questões para usar como base, o que tornava difícil prever o que a banca cobraria. Para superar isso, estudei toda a legislação e, em seguida, utilizei a inteligência artificial para gerar questões inéditas com base no texto da lei. Essa estratégia foi fundamental para eu memorizar as resoluções e me preparar para as possíveis cobranças da prova.
Estratégia: Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova e no dia pré-prova?
Pedro: na semana que antecedeu a prova, estudei o máximo que pude, mas sem tentar aprender nada novo; o foco foi apenas rever e fixar o conteúdo que eu já dominava. No dia anterior ao exame, dei apenas uma olhada rápida em números, percentuais e prazos de difícil memorização, e descansei. Acredito que o concurso é como uma maratona: não adianta ficar ‘correndo’ na véspera e se desgastar à toa. Se fizesse isso, chegaria exausto no momento decisivo. Por isso, preferi poupar as energias para estar no meu ápice físico e mental no grande dia.
Estratégia: No seu concurso, além da prova objetiva, teve a discursiva. Como foi sua preparação para esta importante parte do certame? O que você aconselha?
Pedro: para a prova discursiva, eu treinava todos os domingos: cronometrava o tempo, fazia o rascunho e passava a limpo na folha definitiva, simulando o dia do exame. Isso me preparava fisicamente para escrever muito, em pouco tempo e sem intervalos. Eu também costumava praticar a redação no final do dia, com a mente já exausta, justamente para me forçar a raciocinar sob cansaço, sabendo que essa seria a realidade na prova.
No pré-edital, foquei em dominar a estrutura do texto, aprender conectivos de coesão e coerência e escrever sobre temas com grande probabilidade de cobrança. Já no pós-edital, passei a treinar com temas específicos extraídos do edital. Para encontrar esses assuntos, utilizava os materiais do Estratégia, comprava cursos específicos de discursivas e pesquisava questões antigas em sites de busca. A grande dica aqui é: saiba escrever sobre o básico. Às vezes, focamos tanto em teorias complexas que, quando a banca cobra um conceito simples, a gente se perde na hora de desenvolver o texto.
Outra dica: se o tempo estiver curto para redigir um texto completo, experimente listar apenas as palavras-chave e montar um mapa mental com os tópicos que você abordaria na prova. Essa técnica de estruturação ajuda a organizar o raciocínio e a dominar o assunto rapidamente, mesmo sem escrever a redação inteira.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
Pedro: erros:
- Estudar uma única disciplina por vez: No início, eu esgotava uma matéria por completo antes de passar para a próxima. O resultado era a perda de tempo e um rendimento abaixo do esperado, pois o conteúdo inicial acabava esquecido ao longo do processo.
- Falta de foco na área de preparação: Tentar abraçar vários concursos simultaneamente dispersava minha energia. No fim, quem estuda para tudo acaba não se especializando em nada.
- Negligenciar a atividade física: Ignorar o cuidado com o corpo foi um grande erro. Movimentar-se ajuda a renovar a mente e a manter os níveis de energia elevados.
- Fazer meus resumos: Eu costumava sintetizar os conteúdos em folhas em branco, o que demandava um tempo precioso. Hoje, entendo que a utilização de resumos e mapas mentais prontos é uma estratégia muito mais eficiente para otimizar o tempo de estudo.
5. Sobrecarga na véspera da prova: Estudar intensamente no dia antes do exame prejudicava meu sono. Com isso, eu já iniciava a avaliação com um cansaço mental acumulado que afetava meu desempenho.
Acertos:
- Estudo por ciclos de disciplinas: Em vez de focar em uma única matéria, passei a intercalar de duas a três disciplinas por dia. Essa alternância dinâmica me permitiu manter um contato constante e produtivo com todo o conteúdo do edital.
- Constância: Adotei o hábito de estudar todos os dias, sem exceções. Enxergava os finais de semana e feriados não como pausas, mas como grandes oportunidades, pois eram os dias em que eu tinha o tempo integral livre para me dedicar aos PDFs.
- Resolução massiva e qualitativa de questões: Estabeleci a meta pessoal de resolver entre 80 e 100 questões diariamente. O grande diferencial foi priorizar a qualidade em vez da mera quantidade: mais do que somar acertos, eu buscava compreender profundamente os motivos por trás de cada erro e acerto.
- Investimento estratégico em ferramentas: Decidi investir na minha preparação adquirindo o Estratégia, tablet, fones de ouvido e uma mesa de estudos adequada. Compreendi que, embora esses itens não fossem individualmente obrigatórios para a aprovação, funcionavam como ferramentas essenciais para otimizar meu rendimento na jornada.
5. Fortalecimento dos pontos fracos: Por meio do acompanhamento de relatórios trimestrais que eu tinha na minha mentoria, consegui mapear com precisão as disciplinas em que meu desempenho estava abaixo da média. Direcionar meus esforços para essas lacunas foi fundamental para equilibrar minha pontuação geral e garantir uma performance sólida na prova.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, qual foi sua principal motivação para seguir?
Pedro: nunca pensei em desistir. Desânimo todo mundo vai enfrentar durante a jornada, mas, quando decidi que seria auditor, coloquei na cabeça que estudaria até isso acontecer. Eu só iria parar em dois casos: ou passava, ou atingia os 75 anos e não poderia mais prestar o concurso por causa da aposentadoria compulsória. Como eu sabia que o caminho seria longo, não fiquei pressionado pensando que precisava passar naquele ano ou naquele certame específico; apenas foquei em dar o meu melhor a cada edital, sabendo que o resultado chegaria mais cedo ou mais tarde.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso? Deixe sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
Pedro: decida passar, coloque os estudos como prioridade no seu dia a dia e estude diariamente. Haverá dias bons e outros nem tanto, mas o importante é nunca parar, pois a constância é a chave para o sucesso. Como o normal é não passar de primeira, caso você reprove, não desista e siga com a sua missão. Estudar para concursos é uma jornada solitária, mas a nomeação traz uma realização pessoal inexplicável.
Estude como se você fosse um atleta olímpico e dê o seu melhor; cada dia importa e conta. Além disso, cuide da sua alimentação e faça exercícios físicos, nem que seja por apenas 10 minutos — o básico bem-feito vale muito! Também é fundamental resolver muitas questões, pois só assim você conhecerá a fundo a banca examinadora.
Não acredite naquela voz na sua cabeça dizendo que os outros são melhores e mais inteligentes; o concurso público é muito justo com quem é dedicado. Passar em um certame exige abrir mão de lazeres e confortos temporários para conquistar um futuro melhor para você e sua família. Se eu consegui, você também consegue. Não foi fácil, mas é totalmente possível.
Estudar é investir em você. Confie no processo e não tenha pressa para passar, mas estude como se fosse a sua profissão, ou seja, dê o seu melhor. Imagine você no cargo dos seus sonhos e lute por isso, cada dia é uma batalha solitária, mas um dia a vitória chegará. Muitos dizem que concurso é uma fila, eu vejo como uma esteira invertida. Pois, se você andar (estudar leve), não sairá do lugar; se ficar parado (parar de estudar) voltará para o início e se correr (estudar todos os dias), terá alguma chance de chegar no final.
Por fim, lembre-se de que o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória. Isto é: quem não planta nada, colhe o nada; mas quem planta dedicação e esforço, uma hora verá isso crescer e colherá o sucesso. Tenha paciência e dê o seu melhor em cada etapa: leia cada questão para aprender e dedique-se a cada matéria, pois a soma desses pequenos esforços fará de você um vitorioso. Desejo boa sorte a todos que estão nessa jornada. Queimem os seus barcos! Não há como retornar depois que se começa a estudar: é passar ou passar. Entrem de cabeça nesse mundo!