Aprovado em 1° lugar no concurso PCDF para o cargo de Gestor de Apoio às Atividades Policiais
Concursos Públicos
“A jornada do concurseiro exige muito mais persistência do que talento. Não espere o momento perfeito para começar. Comece com o que você tem, onde você está […]”
Confira nossa entrevista com Matheus Ribeiro Gomes Herculano, aprovado em 1° lugar no concurso PCDF para o cargo de Gestor de Apoio às Atividades Policiais:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo. Qual a sua idade, formação e cidade natal?
Matheus Ribeiro Gomes Herculano: Tenho 30 anos, sou natural de Ceilândia, no Distrito Federal, e formado em Análise de Sistemas pelo UniCEUB. Atuei por seis anos como Bombeiro Militar do DF e, em outubro deste ano, tomei posse como Especialista em Tecnologia da Informação na Agência Nacional de Mineração, cargo que ocupo atualmente.
Estratégia: Conte o início da sua trajetória, o que te levou a iniciar os estudos para concursos?
Matheus: Apesar de gostar muito da carreira de bombeiro, especialmente da atividade operacional, eu buscava novos desafios profissionais, com melhores perspectivas de crescimento, remuneração e qualidade de vida. Foi essa busca por evolução pessoal e profissional que me motivou a iniciar, de forma consistente, os estudos para concursos públicos.
Estratégia: Como você conheceu o Estratégia Concursos e porque tomou a decisão de se tornar nosso aluno?
Matheus: Conheci o Estratégia Concursos em 2016, por indicação de um amigo que também estudava para concursos. Inicialmente, acompanhei os conteúdos gratuitos no YouTube e, com o tempo, adquiri materiais pontuais. Ao perceber a profundidade, organização e atualização dos conteúdos, optei pelos cursos completos através da Assinatura. Esse foi um verdadeiro divisor de águas na minha preparação.
Estratégia: Como era sua rotina e plano de estudos?
Matheus: Meu plano de estudos era estruturado em ciclos, alternando disciplinas de memorização com matérias mais analíticas. Eu me cobrava uma média mínima de 4 horas líquidas por dia, variando entre 3 e 5 horas conforme a rotina de trabalho. O planejamento semanal e metas diárias foram fundamentais para manter constância e flexibilidade.
Estratégia: Você trabalhava e estudava?
Matheus: Sim. Conciliava os estudos com o trabalho no Corpo de Bombeiros do DF. Aproveitava todos os momentos possíveis: revisava conteúdos em plantões mais tranquilos, resolvia flashcards na viatura parada e escutava videoaulas no carro. A organização do tempo e a disciplina foram essenciais para tornar essa rotina viável.
Estratégia: Quais ferramentas do Estratégia você mais utilizou em sua preparação e quais eram os diferenciais de cada?
Matheus: Utilizei principalmente os PDFs e as videoaulas. Os PDFs me permitiam aprofundar os temas com foco direto no que era cobrado pelas bancas, enquanto as videoaulas eram fundamentais para conteúdos mais teóricos ou nos dias em que a leitura se tornava mais cansativa. Além disso, o direcionamento dos professores foi um grande diferencial.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso?
Matheus: O último concurso que realizei, da Fundação Universidade de Brasília (FUB), foi feito mais como treino, já que meu foco principal eram tribunais e agências reguladoras. Para manter a disciplina, eu encarava os estudos como um trabalho, com horários definidos, metas claras e acompanhamento de resultados. A motivação vinha da visualização constante das conquistas que um cargo melhor poderia proporcionar para mim e minha família.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
Matheus: A disciplina que mais me trouxe dificuldades foi Língua Portuguesa. Para superar, intensifiquei a resolução de questões comentadas, assisti a videoaulas específicas e produzi resumos objetivos, revisados com frequência. A prática constante foi decisiva para a evolução.
Estratégia: Qual sua estratégia de reta final?
Matheus: Na reta final, foquei exclusivamente em revisões e resolução de questões, sem inserir conteúdos novos. Revisava diariamente os resumos das matérias mais cobradas e realizava simulados aos finais de semana. Na véspera da prova, estudei apenas pela manhã e reservei o restante do dia para descanso e controle emocional.
Estratégia: No seu concurso, além da prova objetiva, teve a discursiva. Como foi a sua rotina de estudos para esta importante fase do certame?
Matheus: Sim, houve prova discursiva. Minha preparação envolveu treinos semanais de redação, sempre alinhados aos temas da minha área de formação. Também buscava aprimorar o vocabulário e a estrutura textual por meio da leitura. A prática constante e a correção, mesmo que própria, foram fundamentais para ganhar confiança.
Estratégia: De que forma sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada?
Matheus: Sou casado e tive apoio total da minha família e amigos. Eles compreenderam minhas ausências e respeitaram minha rotina de estudos. Esse suporte emocional foi essencial para que eu conseguisse manter o foco sem carregar sentimentos de culpa.
Estratégia: Qual a sensação de ter sido convidado para o Baile dos Primeiros do Estratégia Concursos?
Matheus: Ser convidado para o Baile dos Primeiros é a cereja do bolo. Depois da posse, é uma das melhores sensações da jornada do concurseiro.
Estratégia: Durante sua preparação, ouviu falar sobre o Baile dos Primeiros? Imaginou que um dia estaria nesta confraternização?
Matheus: Sim, sempre ouvi falar do Baile dos Primeiros e o via como algo distante, quase simbólico. Estar hoje entre os convidados é a prova de que a constância e a confiança no método realmente fazem a diferença.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
Matheus: Erros: tentar estudar todo o conteúdo de uma vez no início, falhar nas revisões iniciais e subestimar a prova discursiva.
Acertos: corrigir rapidamente a rota, utilizar estatísticas de desempenho para focar no que mais caía e escolher materiais de qualidade, confiando no método até o fim.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? O que você diria para a sua versão de 5 anos atrás?
Matheus: Nunca pensei em desistir. Sempre tive em mente que o tempo passaria de qualquer forma. Eu diria para minha versão de cinco anos atrás que o sacrifício é temporário, mas as conquistas são permanentes.
Estratégia: Por fim, deixe sua mensagem para todos aqueles que estão começando e almejam chegar aonde você chegou!
Matheus: A jornada do concurseiro exige muito mais persistência do que talento. Não espere o momento perfeito para começar. Comece com o que você tem, onde você está. Com constância, estratégia e autoconfiança, os resultados chegam. Cada hora de estudo vale a pena.