Aprovado ARSAL: Ives Quandt Luz

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo(a). Qual a sua formação, idade e cidade natal?
R: Sou formado em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Alagoas. Tenho 26 anos, sou natural de Itapetinga-BA, mas moro em Palmeira dos Índios-AL.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
R: Em parte, o conselho/incentivo de familiares, que diziam que eu tinha vocação para os estudos. Por outro lado, estava insatisfeito com o mercado de trabalho local para a minha área e almejava melhores oportunidades.
Estratégia: Você trabalhava e estudava? Se sim, como conciliava?
R: Comecei a estudar para concursos assim depois que me formei na faculdade, na metade de 2025. Trabalhava na época, mas decidi me dedicar integralmente aos estudos contando com o apoio da minha família.
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado(a)? Em qual cargo e em que colocação? Pretende continuar estudando?
R: Fui aprovado no CNU 2025, mas decidi não tomar posse. Em seguida, tive 3 aprovações de GCM, pensando na escala de trabalho que me possibilitaria continuar estudando, e em que trabalho atualmente. Também fui aprovado na Câmara Municipal da minha cidade. Recentemente, fui aprovado na UNEAL e ARSAL para o cargo de Engenheiro.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos e família?
R: A minha interação com a família e os amigos diminuiu drasticamente. Foquei completamente nos estudos, ciente de que se tratava de uma fase que seria recompensadora. Saía com pouquíssima frequência, apenas quando precisava esfriar um pouco a mente. A única exceção era a minha namorada, que inclusive sempre estudava comigo quando podia.
Estratégia: Sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada como concurseiro(a)? De que forma?
R: Não faltou apoio e incentivo por parte da família e amigos. Sempre me colocaram pra cima e me mantiveram esperançoso de que o esforço seria recompensado. Principalmente a minha namorada, que além de me incentivar, estudava junto comigo e sempre me motivou de forma essencial.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso? O que fez para manter a disciplina?
R: Para falar bem a verdade, eu não estudei focado para o concurso da ARSAL. Eu construí uma base sólida com o Estratégia, e fui fazendo diversos concursos para adquirir experiência. Quanto à disciplina, foi um misto de força de vontade, determinação e autocontrole – tirar o celular de perto, desinstalar redes sociais e diminuir as possibilidades de distração.
Estratégia: Quais materiais e ferramentas você usou em sua preparação? (Aulas presenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens?)
R: Eu estudo principalmente através de livros e apostilas com posterior resolução de questões para fixação. Creio que a leitura e a repetição são a chave para o aprendizado. A principal desvantagem é que esse método requer tempo, planejamento e foco, pois os PDFs são extensos e densos. Entretanto, através da constância, o conhecimento adquirido se solidifica na mente.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
R: Alguns conhecidos já utilizavam e elogiavam. Antes de começar a utilizar a plataforma, pesquisei e percebi que se adequava à minhas estratégias de estudo.
Estratégia: Antes de conhecer o Estratégia, você chegou a usar materiais de outros cursos? Se sim, o que mais incomodava quando você estudava por esse concorrente? (Caso tenha estudado direto conosco, pode pular esta pergunta e a próxima)
R: Eu sentia que a parte teórica deixava um pouco a desejar, e que estudar focando apenas na resolução de questões não aprofundaria a minha base o quanto eu desejava.
Estratégia: Você chegou a fazer algum concurso enquanto ainda se preparava com esse outro material? Foi aprovado? (Responder somente em caso de resposta positiva na questão anterior)
R: Sim, fui aprovado no CNU 2025.
Estratégia: Depois que você se tornou aluno do Estratégia, você sentiu uma diferença relevante na sua preparação? Que diferencial encontrou nos materiais do Estratégia? (Pode citar uma ou mais ferramentas que mais te ajudaram na preparação).
R: Eu senti que o meu conhecimento teórico se tornou mais profundo. Tive muito mais contato com Jurisprudência e consegui tornar a minha base teórica muito mais sólida. As principais ferramentas que me ajudaram foram a Trilha Estratégica e os simulados.
Estratégia: Como montou seu plano de estudos? (Estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Quantas horas líquidas estudava por dia?)
R: Eu segui, principalmente, a Trilha Estratégica para o meu concurso foco (PMAL Oficial). Conforme outros concursos se aproximavam, decidi revisar alguns pontos específicos (uma ou duas semanas antes da prova). Estudava 5 ou 6 matérias por dia, mantendo uma média líquida de 12 horas por dia.
Estratégia: Como fazia suas revisões? (Costumava fazer resumos, simulados ou algo mais?)
R: Gostava muito de resolver questões e responder simulados em um ambiente semelhante ao que encontraria na prova do concurso.
Estratégia: Qual a importância da resolução de exercícios? Lembra quantas questões fez na sua trajetória?
R: Resolver exercícios é crucial. Tanto para consolidar os seus estudos e revisar o conteúdo, quanto para conhecer a banca e identificar seus padrões. Devo ter feito algo entre 8.000 a 10.000 questões até o momento.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
R: De início, eu tive dificuldade com o Direito no geral. Me debrucei sobre os PDFs e fiz da leitura a minha rotina diária. As outras matérias de conhecimento gerais foram da mesma forma. Na verdade, creio que as únicas disciplinas que eu tive facilidade foram as relacionadas à matemática e raciocínio lógico, por conta da minha formação profissional.
Estratégia: Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova e no dia pré-prova?
R: Na semana anterior à prova, eu foquei em resolução de questões e simulados, revisando e consolidando os principais pontos dobrados pela banca. No dia anterior à prova, eu descansei e assisti a alguns resumos.
Estratégia: (Se não houve prova discursiva, pularemos esta pergunta) No seu concurso, além da prova objetiva, teve a discursiva. Como foi sua preparação para esta importante parte do certame? O que você aconselha?
R: Creio que a repetição é central para a discursiva. Tem que escrever. Toda semana eu escolhia temas relevantes e fazia duas ou mais redações, até utilizava a inteligência artificial para corrigir e dar indicações.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
R: Acho que o meu principal erro, foi cair de paraquedas no mundo dos concursos e achar que as provas seriam como as da faculdade. Demorei um pouco para entender como funcionavam os certames, a aprender a analisar o edital, a focar em realizar uma prova estratégica e manter uma base sólida. E acho que esses foram justamente os meus acertos. Comecei a destrinchar o universo dos concurseiro e a entender como a preparação deve ser feita.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, qual foi sua principal motivação para seguir?
R: Eu coloquei na minha cabeça que não existia outra opção além de ser aprovado. Se não há outro caminho, então, eu precisava dar tudo de mim e conquistar a minha posse.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso? Deixe sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
R: Comece de forma estratégica. Entenda qual o melhor método de estudos para a sua realidade. Seja organizado, adeque a sua rotina e o seu horário e preze pela constância. Haverá dias em que você terá energia para estudar todas as horas do dia, mas quando chegarem os dias em que a sua mente tentará negociar para que você deixe de estudar, se lembre de onde está e onde quer chegar. O caminho é duro, mas a chegada é recompensadora.