Aprovado em 1º lugar para Analista de Administração no Concurso CONAB
“[…] O DESCONFORTO DE HOJE É O COMBUSTÍVEL DA SUA APROVAÇÃO DE AMANHÃ. NÃO QUEIRA CORTAR CAMINHOS […].”
Leia a entrevista do Estratégia Concursos com Sanderson Santana Alves, aprovado em 1º lugar no Concurso CONAB para o cargo de Analista de Administração:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo. Qual a sua formação, idade e cidade natal?
Sanderson Santana Alves: tenho 36 anos e, embora tenha nascido em Brasília-DF, meu coração é do interior do Tocantins. Cresci na cidade de Arapoema e, com muito orgulho da minha trajetória, me considero arapoemense de alma.
Sou formado em Administração — um curso que abracei pela oportunidade do momento, mas que me deu uma base incrível de disciplina e organização. Como muitos brasileiros, ainda guardo o sonho de cursar a faculdade que sempre sonhei.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
Sanderson: Vocação. Durante muito tempo, eu tive dificuldade para enxergar com clareza o que queria para o meu futuro profissional. Mas tudo mudou quando passei a conhecer mais de perto a estrutura e o propósito do setor público. Foi ali que me encontrei e percebi que nasci para isso.
Quero seguir carreira, me especializar e exercer a atividade pública com o máximo de excelência e dedicação. É claro que a estabilidade, o salário e os benefícios são excelentes atrativos — e respeito muito quem estuda focado nisso, pois essas vantagens também fazem parte dos meus objetivos. No entanto, para mim, eles são a consequência. O motivo principal, o que me dá forças para estudar todos os dias, é saber que encontrei o meu verdadeiro lugar profissional.
Estratégia: Você trabalhava e estudava?
Sanderson: Infelizmente nunca fui poupado do trabalho. Mas como vejo em diversas entrevistas de aprovados, esta é uma das mais fortes ferramentas dos aprovados: o desconforto. Assumi um concurso (trampolim) que pagava menos do que o anterior, mas que me proporcionava 6h de trabalho por dia. Assim, ficou mais fácil a conciliação. Para fazer dar certo, usei a estratégia do concurso trampolim: assumi um cargo que pagava menos que o meu emprego anterior, mas que me oferecia uma jornada de 6 horas diárias. Essa mudança foi crucial para abrir espaço na minha rotina. Minha escala era intensa: acordava às 3h da manhã e estudava até o meio-dia; trabalhava das 13h às 19h e ia dormir às 20h. Repeti esse ciclo rigorosamente todos os dias, sabendo que o cansaço era temporário, mas o cargo dos meus sonhos seria para sempre.
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado?
Sanderson: Felizmente, já colhi algumas vitórias no caminho e acumulo aprovações em cargos como Analista Legislativo, Administrador, Gestor Público, Analista em Controle Interno. Já fui aprovado em mais de 15 concursos. Embora essas conquistas tenham sido muito importantes, elas funcionaram principalmente como “concursos trampolim” — degraus essenciais que me deram fôlego e estabilidade para continuar.
Nenhum deles representa ainda o meu objetivo final, por isso a resposta é sim: pretendo continuar estudando e a caneta segue firme! Não encaro as aprovações anteriores como o fim da linha, mas sim como a prova viva de que o meu método funciona e de que estou cada vez mais perto do meu grande sonho.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos?
Sanderson: Minha vida social foi praticamente zero. Eu acredito verdadeiramente que o foco de alto nível precisa andar de mãos dadas com uma disciplina severa, e essa é uma etapa da vida que poucas pessoas ao seu redor vão compreender. Parte desse processo consiste em aprender a conviver com o silêncio e, muitas vezes, com a solidão.
Naturalmente, eu buscava manter o equilíbrio para não perder a sanidade, então fazia questão de ir à igreja aos domingos. Mas, fora esse momento de renovação espiritual, eu me restringia ao máximo. Todo o restante do meu tempo era direcionado exclusivamente aos estudos, porque eu sabia que o isolamento era temporário, mas o resultado seria permanente.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso?
Sanderson: Em 22 agosto de 2026, completei exatamente quatro anos de jornada dedicada aos concursos públicos. Foi essa bagagem acumulada, com foco em certames de altíssimo nível, que me deu a base e a maturidade necessárias para conquistar a aprovação neste concurso atual.
Para manter a disciplina ao longo desse tempo, além de seguir à risca a rotina rigorosa de horários que mencionei, cuidei muito do meu pilar físico e mental. Praticava exercícios físicos sempre que possível e buscava me alimentar bem. Mas o grande divisor de águas foi o distanciamento digital: me afastei ao máximo de distrações e redes sociais, chegando ao ponto de não ter sequer uma conta no Instagram. Blindar a minha mente contra a comparação e o imediatismo da internet foi fundamental para eu manter o foco no que realmente importava.
Estratégia: Quais materiais e ferramentas você usou em sua preparação?
Sanderson: Minha preparação teve foco total e absoluto em cursos em PDF. A grande vantagem dessa ferramenta é o ganho de velocidade e rendimento: com o material escrito, eu conseguia esgotar muito mais conteúdo em menos tempo se comparado a outras mídias. Para mim, o PDF é a base perfeita para o que chamamos de estudo teórico focado.
Aliado a isso, fiz uma prática exaustiva de resolução de questões. Essa combinação foi o segredo do sucesso: o PDF entrava como a base teórica essencial, e as questões vinham logo em seguida para fixar o aprendizado de forma prática. Consegui equilibrar perfeitamente o estudo focado com a aplicação ativa do conhecimento, garantindo que eu não apenas lesse a matéria, mas soubesse exatamente como ela seria cobrada na prova.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
Sanderson: Conheci o Estratégia por indicação de uma amiga de trabalho. Na época, após algumas queixas com ela sobre as minhas frustrações com cursinhos presenciais e outras plataformas online, pois sentia que gastava muito tempo e não via um resultado significativo na minha evolução.
Ela me falou do Estratégia com muita ênfase, destacando principalmente o poder da Trilha Estratégica e o quanto essa ferramenta guiava o aluno com precisão. Decidi fazer a assinatura e a experiência foi um divisor de águas: encontrei tudo o que precisava em um só lugar. Desde então, nunca mais precisei procurar outro curso ou material. O Estratégia provou ser exatamente o que eu buscava: necessário e totalmente suficiente para a minha aprovação.
Estratégia: Antes de conhecer o Estratégia, você chegou a usar materiais de outros cursos?
Sanderson: Sim, cheguei a utilizar materiais de outros cursos antes de migrar definitivamente. O que mais me incomodava na época era a falta de atualização constante das aulas, algo perigoso para quem estuda para concursos de alto nível, onde a legislação e a jurisprudência mudam o tempo todo.
Além disso, a dinâmica de ensino parecia engessada — quase um “copia e cola” de capítulos de livros, sem a didática necessária para a linguagem de concurso. Para completar, sentia uma constante falta de foco por parte de alguns professores, que estendiam as explicações além do necessário, fazendo o aluno perder um tempo precioso que poderia ser usado na resolução de questões.
Estratégia: Você chegou a fazer algum concurso enquanto ainda se preparava com esse outro material?
Sanderson: Sim, cheguei a prestar um concurso enquanto utilizava aquele material anterior, mas infelizmente não consegui a aprovação desejada. Foi um momento difícil, mas que serviu como um grande sinal de alerta.
Aquela reprovação me fez perceber que, para alcançar um cargo de alto nível, o esforço sozinho não bastava; eu precisava de ferramentas que realmente fizessem a diferença no meu rendimento. Foi esse resultado negativo que me impulsionou a mudar de estratégia, procurar algo mais assertivo e com busca encontrei o Estratégia Concursos.
Estratégia: Depois que você se tornou aluno do Estratégia, você sentiu uma diferença relevante na sua preparação?
Sanderson: Senti a diferença imediatamente, logo no primeiro contato com o material. A clareza nas explicações, a objetividade e o filtro cirúrgico para ensinar exatamente o que cai na prova mudaram completamente o meu jogo. Para o meu perfil de estudos, as aulas em PDF perfeitamente organizadas em tópicos foram essenciais, funcionando em perfeita sintonia com o direcionamento da Trilha Estratégica e a revisão cirúrgica do Passo Estratégico.
Mas se eu tivesse que apontar o verdadeiro divisor de águas da minha preparação, foi ter participado do Estudo Acompanhado do Estratégia. Foi somente ali, com aquele suporte, que eu realmente descobri o que era estudar em alto rendimento. A virada de chave foi tão grande que refletiu logo na primeira prova seguinte. Foi a primeira vez na vida que fiz um teste sabendo exatamente o que estava fazendo, sem aquela sensação angustiante de estar perdido.
E o resultado veio na mesma velocidade: quando saiu a lista de classificados, meu nome estava lá. Não precisei nem usar o comando “Ctrl+F” para me procurar; ele estava estampado logo na primeira página. Lembro perfeitamente da alegria daquele momento. Ali eu tive a certeza absoluta de que o método funcionava e de que eu finalmente estava no caminho certo.
Estratégia: Como montou seu plano de estudos?
Sanderson: Essa é a resposta mais fácil de toda a entrevista! Eu não precisei montar cronogramas, calcular ciclos ou quebrar a cabeça montando do zero o meu plano de estudos. Eu simplesmente confiei e segui à risca a Trilha Estratégica.
A grande mágica dessa ferramenta é que ela entrega absolutamente tudo pronto e mastigado: a sequência exata das matérias, o momento certo de fazer as revisões e os blocos de questões para praticar. Tudo a um clique de distância. Com a organização resolvida pela plataforma, meu único trabalho era sentar e cumprir a minha meta, o que me permitia manter uma constância pesada de 6 a 8 horas líquidas de estudo por dia.
Estratégia: Como fazia suas revisões?
Sanderson: Eu não fazia resumos. Absolutamente nada. Minha filosofia de preparação era baseada na execução pura, e a Trilha Estratégica cuidava de todo o resto. Em vez de perder um tempo precioso fabricando materiais de revisão do zero, eu simplesmente deixava que a Trilha me direcionasse para o Passo Estratégico no momento certo.
Tudo o que eu precisava — revisões programadas, simulados focados na banca, dicas pontuais — já vinha perfeitamente embutido no planejamento da plataforma. Minha única e exclusiva meta diária era cumprir tarefa por tarefa. Encarava os estudos como um trabalho: meu papel era bater o número de tarefas estipulado para aquele dia, confiando cegamente no método. Se a Trilha mandava revisar ou fazer simulado, eu apenas executava.
Estratégia: Qual a importância da resolução de exercícios?
Sanderson: A resolução de exercícios é a alma do estudo ativo. É por meio das questões que você realmente afere o seu nível de captação, memorização e aprendizado do conteúdo, funcionando como o termômetro exato que diz quando você está pronto para avançar para a próxima etapa.
Sempre digo que, se o banco de questões for usado de maneira honesta — sem tentar adivinhar respostas ou pular comentários —, ele refletirá com uma exatidão cirúrgica qual será o seu resultado no dia do certame. Durante a minha trajetória, fiz da engenharia reversa uma rotina e resolvi cerca de 13 mil questões. Cada erro ali era uma oportunidade de ajuste fino para não errar na prova.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade?
Sanderson: Sendo muito honesto, minha maior dificuldade era em praticamente todas as disciplinas. Eu vim de uma base escolar muito fraca, muito abaixo do necessário para o mundo dos concursos públicos. Para superar esse abismo, não encontrei atalhos. A única solução foi dar um passo para trás: ter a humildade de reconhecer que eu precisava começar absolutamente do zero.
Foi preciso ter uma paciência de ferro, pois eu sabia que construir uma base sólida levaria tempo. O processo exigiu disciplina extrema, suor, muitas lágrimas e, às vezes, a sensação de que estava dando o sangue pelos estudos. Se alguém aí conhece uma fórmula mágica na gaveta, por favor, me venda que eu compro! [risos] Como ainda desconheço outro método, venci na base da insistência diária e da humildade de aprender uma linha de cada vez. Como ainda não sei de tudo e pretendo seguir estudando para futuras aprovações, continuo seguindo essa estratégia.
Estratégia: Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova e no dia pré-prova?
Sanderson: Eu sigo uma estratégia bem clara, não só para esse concurso, mas para todas as provas que faço: na última semana, eu começo a desacelerar o ritmo. Entendo que o trabalho pesado já foi feito ao longo dos meses e anos, então a reta final serve para acalmar a mente.
No sábado que antecede a prova, eu simplesmente desligo tudo e procuro relaxar o corpo e a cabeça. Admito que esse é o dia, diante de toda a jornada da preparação, em que eu mais converso com Deus. Entrego o meu esforço nas mãos Dele, busco paz interior e descanso, porque sei que entrar na sala de aplicação com inteligência emocional e a mente descansada vale tanto quanto o conteúdo estudado.
Estratégia: No seu concurso, além da prova objetiva, teve a discursiva. Como foi sua preparação para esta importante parte do certame?
Sanderson: Para mim, esse é um dos maiores pontos positivos — senão o maior — de se estudar com foco em PDFs. O desenvolvimento da escrita é quase automático: você escreve bem aquilo que lê com frequência. Como o material escrito do Estratégia é muito denso e bem estruturado, consumi-lo diariamente já me deu uma base incrível de vocabulário e argumentação.
Naturalmente, utilizei também o módulo completo de preparação para discursivas da plataforma. A dinâmica com temas inéditos, envio de redações e a correção em áudio personalizada é extremamente eficiente e organizada. Mas o meu principal conselho para os alunos é entender que uma redação com estrutura perfeita, mas sem recheio, não traz a aprovação. O verdadeiro conteúdo está no seu estudo diário para a prova objetiva. Enquanto você domina as matérias teóricas, já está, indiretamente, estudando para a discursiva. Esse nível de profundidade é o resultado natural de um estudo de alta qualidade.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
Sanderson: Eu cheguei muito inocente ao universo dos concursos públicos. Me sentia como um imigrante recém-chegado a um país de língua totalmente estrangeira, tentando decifrar as regras e os códigos daquele lugar.
Diante disso, o meu principal acerto foi entender a diferença entre motivação e disciplina e me agarrar cegamente a essa última. Eu decidi que ia estudar de qualquer jeito: estudava em dias de chuva, em dias de tristeza, em dias de raiva e em dias de decepção. Estudava nos dias improdutivos, nos dias em que o tempo era escasso, em dias de dores e em dias de festa. Eu simplesmente não parava. A disciplina foi o meu grande acerto; foi o verdadeiro ouro que garimpei nessa caminhada.
Já o meu maior erro foi não ter começado antes. Como eu gostaria de poder voltar no tempo e ter uma conversa franca com o Sanderson de 18 anos de idade! Sei que as circunstâncias daquela época dificilmente permitiriam esse início, mas, se eu pudesse escolher, teria dado o primeiro passo muito antes. Por isso, meu conselho para quem está lendo é um só: comece o quanto antes. O tempo vai passar de qualquer maneira; que ele passe com você caminhando rumo ao seu sonho.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, qual foi sua principal motivação para seguir?
Sanderson: Com toda a certeza! Pensei em desistir várias vezes, incontáveis vezes. Quem enfrenta essa jornada sabe que o cansaço e a dúvida batem à porta com frequência.
O que me motivou a seguir em frente foi olhar para trás e decidir, com muita firmeza, que eu não queria repetir o histórico de dificuldades e o sofrimento que meus pais enfrentaram. Eu queria uma realidade diferente para mim e não aceitava a ideia de ficar para trás. Minha motivação também vinha de olhar para o futuro e desejar abrir portas e dar possibilidades para a minha família que eu mesmo não tive. Eu sabia perfeitamente que não tinha vindo de uma família rica, mas passei a alimentar o sonho de que uma família próspera e vitoriosa poderia começar a partir de mim. Não sei se esse propósito era maior do que a vontade de desistir, com certeza, nessa caminhada, eles andaram juntos.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso? Deixe sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
Sanderson: Se eu pudesse resumir tudo o que vivi em um único conselho para quem está começando, seria este: não importa o tamanho do abismo entre onde você está hoje e o cargo dos seus sonhos, tenha a humildade de começar do zero e a disciplina de não parar até chegar ao topo.
Eu comecei essa jornada sem base escolar, me sentindo um estrangeiro em um mundo totalmente novo. Não venci por ser genial, mas porque decidi que a disciplina importava mais do que a minha motivação. Nos dias bons e nos dias de lágrimas, eu simplesmente sentava e cumpria a minha meta diária. Eu confiei no método, segui a Trilha Estratégica como se fosse o meu mapa e deixei o material fazer o trabalho dele enquanto eu fazia o meu.
Acredite: o desconforto de hoje é o combustível da sua aprovação de amanhã. Não queira cortar caminhos, não procure fórmulas mágicas e não se compare com quem já está na estrada há mais tempo. Limpe a sua mente das distrações, mude o seu legado e lembre-se todos os dias de que, mesmo que você não tenha vindo de uma família rica, uma história de prosperidade e orgulho pode começar a partir de você. Vale a pena cada segundo de suor. A caneta pesa agora, mas a vitória é para sempre. Lembre-se que você é maior do que tudo isso. Se Deus quiser, nos veremos na lista dos aprovados! Até lá!