Aprovado em 140º lugar para Agente de Polícia Civil no Concurso PC SC

“[…] QUEM MELHORA APENAS 1% TODOS OS DIAS DIFICILMENTE DEIXA DE ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS.”
Leia a entrevista do Estratégia Concursos com Douglas Silva Moreira, aprovado em 140º lugar no Concurso PC SC para o cargo de Agente de Polícia Civil:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo(a). Qual a sua formação, idade e cidade natal?
Douglas Moreira: tenho 37 anos, sou carioca e atualmente sou Segundo-Sargento do Exército Brasileiro. Minha formação é Tecnólogo em Segurança Pública e iniciei minha carreira militar após ser aprovado, aos 20 anos, no concurso da Escola de Sargentos das Armas (ESA), em 2010. Hoje completo 15 anos de serviço no Exército Brasileiro. Foi uma instituição que me proporcionou muito aprendizado, disciplina, amadurecimento e experiências que levarei para toda a vida. Morei em diversos estados do Brasil, fiz vários cursos militares e cresci muito como profissional e como pessoa. Sempre gostei da área de Segurança Pública e sempre busquei uma carreira sólida, que me proporcionasse estabilidade, qualidade de vida e a oportunidade de trabalhar com aquilo que realmente gosto. Nunca quis apenas ter um emprego; queria acordar todos os dias com vontade de trabalhar, sabendo que estava exercendo uma profissão que fazia sentido para mim. Com o passar dos anos, percebi que meus sonhos iam além da carreira militar. Sentia que ainda poderia alcançar novos objetivos e viver experiências diferentes. Foi então que decidi voltar a estudar para concursos públicos. Sou uma pessoa extremamente organizada e disciplinada. Gosto de estabelecer metas, fazer planejamento e perseguir meus objetivos até alcançá-los. Sempre acreditei que a constância supera o talento. Costumo dizer que quem melhora apenas 1% todos os dias dificilmente deixa de alcançar seus objetivos. Foi exatamente essa mentalidade que me trouxe até a aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
Douglas: sempre valorizei a estabilidade e o prestígio das grandes instituições públicas. Desde cedo admirava órgãos como a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Federal e as Polícias Civis. Quando fui aprovado na ESA, aos 20 anos, acreditava que o Exército seria minha carreira definitiva. Durante muitos anos fui muito feliz na instituição, mas, com o tempo, comecei a sentir que desejava novos desafios. Queria uma profissão com maior dinamismo, em que cada dia fosse diferente do outro. Sentia vontade de atuar diretamente na Segurança Pública, participar de operações, investigações e estar mais próximo da sociedade. Além disso, percebia que poderia conquistar uma melhor valorização profissional e financeira. Minha decisão de estudar nunca foi motivada apenas pelo salário. Eu buscava qualidade de vida, reconhecimento profissional, autonomia e a possibilidade de construir uma carreira em uma instituição que me permitisse crescer continuamente. Meu grande sonho sempre foi a Polícia Rodoviária Federal. Durante essa preparação surgiu o concurso da Polícia Civil de Santa Catarina. Vi ali uma excelente oportunidade de unir meu desejo de ingressar na Segurança Pública com a vontade de conhecer e construir uma nova vida em Santa Catarina.
Estratégia: Você trabalhava e estudava?
Douglas: sim. Durante toda a preparação continuei trabalhando normalmente como Segundo-Sargento do Exército Brasileiro. Minha rotina era bastante intensa. Acordava às cinco horas da manhã para estudar antes do expediente. Durante o horário de almoço aproveitava praticamente todo o tempo disponível para revisar conteúdos e resolver questões. Após sair do quartel, por volta das 16 horas, fazia minha atividade física, tomava banho, jantava rapidamente e voltava aos estudos até aproximadamente 21h30 ou 22 horas. Aprendi que quem trabalha não encontra tempo para estudar; precisa criar esse tempo. Aproveitava cada momento disponível. Não esperava ter disposição ou motivação. Simplesmente cumpria meu planejamento diário. Foi essa constância que fez toda a diferença.
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado?
Douglas: minha primeira aprovação foi na Escola de Sargentos das Armas (ESA), em 2010, quando tinha apenas 20 anos. Mais recentemente também fui aprovado na primeira fase do concurso da Polícia Federal de 2025, mas minha classificação ficou fora do número de vagas. Minha grande conquista foi a aprovação para o cargo de Agente da Polícia Civil de Santa Catarina. Atualmente estou classificado na 133ª colocação, dentro das 200 vagas previstas para o cargo, aguardando minha nomeação e o Curso de Formação. Pretendo continuar estudando. Meu maior objetivo continua sendo a Polícia Rodoviária Federal, concurso que considero o sonho da minha carreira. Além disso, hoje também atuo como mentor de concursos públicos. Compartilho minha experiência com outros candidatos e sempre recomendo o Estratégia Concursos, pois foi um dos pilares da minha preparação.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos?
Douglas: sempre digo aos meus alunos que toda conquista exige renúncias. Durante minha preparação, minha rotina girava em torno de quatro pilares: trabalho, estudo, atividade física e igreja. Minha vida social ficou bastante reduzida. Não deixei completamente de conviver com minha família, mas diminuí muito as saídas com amigos, festas e momentos de lazer. Entendi que aquele seria um sacrifício temporário para alcançar um objetivo permanente. Minha rotina começava às cinco da manhã com os estudos. Depois seguia para o trabalho, estudava novamente no horário de almoço e, ao final do expediente, fazia meu treinamento físico. Sempre gostei de academia, mas durante a preparação percebi que precisava treinar exatamente aquilo que seria exigido no Teste de Aptidão Física da Polícia Civil. Passei a priorizar corrida, barra fixa, flexões e abdominais. Além de ser mais eficiente para o concurso, economizava o tempo que gastaria com deslocamento e espera na academia. Acredito que organização e prioridades são fundamentais. Quando você sabe exatamente onde quer chegar, abrir mão de algumas coisas deixa de ser um sacrifício e passa a ser um investimento no seu futuro.
Estratégia: Sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada como concurseiro?
Douglas: sem dúvida. Minha família foi um dos maiores pilares durante toda a minha preparação. Meu pai e minha mãe sempre acreditaram em mim, mesmo nos momentos em que tudo parecia muito difícil. No concurso da Polícia Civil de Santa Catarina vivi um dos maiores desafios da minha trajetória. Durante a preparação para o Teste de Aptidão Física (TAF), desenvolvi uma epicondilite medial no braço direito. A dor era tão intensa que, em alguns momentos, eu não conseguia nem carregar uma sacola de supermercado. Fazer uma barra fixa parecia impossível. Foi nesse momento que minha família fez toda a diferença. Minha mãe começou a correr comigo, acompanhou minha alimentação diariamente e me incentivava o tempo todo. Meu pai também esteve ao meu lado, sempre acreditando que eu conseguiria superar aquele obstáculo. Com acompanhamento de fisioterapia, muito tratamento, disciplina e muita oração, consegui perder mais de 10 quilos durante a preparação. No dia do TAF, ainda sentindo dores, utilizei a medicação prescrita pelo médico para conseguir realizar a prova. Pela honra e glória de Deus, consegui executar as cinco barras exigidas e fui aprovado. Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Tenho certeza de que, sem Deus em primeiro lugar e sem o apoio da minha família, eu não teria conseguido vencer aquele desafio. Quanto aos amigos, aprendi que, durante a preparação para concursos, é preciso saber escolher muito bem com quem caminhar. Nem todos compreendem seus objetivos e nem todos estarão dispostos a fazer os mesmos sacrifícios que você. Sempre fui uma pessoa de poucos amigos. Nunca me preocupei em ter muitas pessoas ao meu redor. Preferi estar próximo de pessoas que compartilhassem do mesmo propósito de crescimento e evolução. Curiosamente, conforme meus resultados começaram a aparecer, muitos colegas de trabalho passaram a me procurar para perguntar como eu estudava. Hoje tenho a alegria de ver várias dessas pessoas estudando para concursos, inspiradas pela minha trajetória. Isso me mostra que o exemplo é muito mais forte do que qualquer discurso. Costumo dizer que a preparação para um concurso é uma caminhada muito solitária. Existem momentos em que é apenas você, seu quarto, sua mesa de estudos, seus professores e Deus. Em muitos dias, passamos mais tempo estudando com nossos professores do que conversando com a própria família. Mas, quando existe um propósito verdadeiro, cada renúncia passa a fazer sentido e, no final, todo esse esforço é recompensado.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao último concurso?
Douglas: minha preparação começou no final de 2024, mas não tinha como foco inicial a Polícia Civil de Santa Catarina. Meu grande sonho sempre foi a Polícia Rodoviária Federal. Quando foi publicado o edital da Polícia Federal em 2025, intensifiquei completamente meus estudos. Durante aproximadamente oito meses mantive uma rotina muito forte de preparação. Fiz uma excelente prova, alcançando cerca de 70 pontos líquidos, mas naquele concurso a banca alterou bastante o perfil da cobrança. Eu havia direcionado boa parte da preparação com base nos editais anteriores, que traziam um peso maior para Português, Contabilidade e Estatística. No concurso de 2025 houve uma redistribuição significativa das disciplinas, aumentando bastante a quantidade de questões de Direito. Apesar de eu gostar das matérias jurídicas, essa mudança acabou influenciando meu desempenho e fiquei classificado por volta da 4.000ª colocação, fora do número de vagas. Em vez de desanimar, aproveitei toda aquela preparação para continuar estudando para a PRF. Pouco tempo depois foi publicado o edital da Polícia Civil de Santa Catarina e percebi que grande parte das disciplinas era compatível com aquilo que eu já vinha estudando. Quando o edital saiu, fiz apenas alguns ajustes no planejamento. Passei a dar maior atenção às disciplinas específicas, como Informática, Contabilidade e Estatística, enquanto mantinha o ritmo nas matérias que já estudava para a PRF, como Direito e Português. Nessa fase praticamente deixei de estudar teoria do zero. Passei a focar principalmente na resolução de questões. Resolvia centenas de questões comentadas, aprendendo muito com os comentários dos professores. Quando identificava algum assunto em que ainda tinha dificuldade ou que considerava muito importante para a prova, voltava para a videoaula específica daquele tema. Uma característica da minha preparação é que sempre preferi videoaulas aos PDFs. Sei que muitas pessoas aprendem melhor lendo, mas eu descobri que meu rendimento era muito maior assistindo às aulas. Eu prestava atenção total ao professor, sem ficar interrompendo a aula para fazer anotações. Sempre pensei que, no dia da prova, eu não teria meus resumos comigo. O conhecimento precisava estar na minha mente. Por isso, procurava entender profundamente o raciocínio do professor, refletia sobre o conteúdo e consolidava tudo resolvendo muitas questões. Outra coisa que considero fundamental foi a organização. Sempre trabalhei com um cronograma muito bem definido e procurava cumprir cada meta diária. Nunca dependi de motivação para estudar. Dependia apenas do compromisso que assumi comigo mesmo. Graças a essa disciplina e constância, consegui um excelente desempenho na prova da Polícia Civil de Santa Catarina, conquistando a 133ª colocação entre aproximadamente 37 mil candidatos. Essa aprovação reforçou ainda mais uma convicção que levo para a vida: planejamento, disciplina e constância superam qualquer talento quando aplicados diariamente.
Estratégia: Quais materiais e ferramentas você usou em sua preparação?
Douglas: toda a minha preparação foi realizada utilizando o curso do Estratégia Concursos. Diferente de muitos candidatos, descobri ao longo da minha trajetória que meu método de aprendizado funciona muito melhor com videoaulas do que com PDFs. Assisti praticamente todas as videoaulas das disciplinas que precisava estudar e utilizei os PDFs principalmente para ler os comentários das questões. Nunca fui uma pessoa que gostasse de estudar apenas por leitura. Percebi que aprendia muito mais ouvindo os professores explicarem o conteúdo e, logo em seguida, colocando aquele conhecimento em prática por meio da resolução de questões. Como eu já vinha estudando para a Polícia Rodoviária Federal, grande parte das disciplinas já estava bastante consolidada, principalmente Direito e Português. Quando saiu o edital da Polícia Civil de Santa Catarina, concentrei meus esforços nas matérias que tinham maior peso e que eu ainda precisava desenvolver melhor, como Informática, Contabilidade e Estatística. No pós-edital praticamente vivi essas três disciplinas. Assisti às videoaulas, resolvi muitas questões e revisava constantemente os erros que cometia. Nas disciplinas jurídicas praticamente deixei a teoria de lado e passei a fazer uma quantidade muito grande de questões comentadas. Também utilizei bastante as Trilhas Estratégicas e as revisões finais do Estratégia Concursos. Fiz todas as questões propostas e, depois de algum tempo, resolvi novamente as mesmas questões para verificar se realmente havia aprendido o conteúdo. A maior vantagem desse método foi que eu conseguia identificar exatamente onde estavam minhas dificuldades. Sempre que percebia um assunto em que estava errando mais, voltava para a videoaula daquele tema, entendia o conteúdo e fazia ainda mais questões sobre ele. Acredito que a resolução de questões foi um dos maiores diferenciais da minha preparação. Não basta apenas assistir às aulas; é resolvendo questões que descobrimos nossos pontos fracos e consolidamos o conhecimento. Foi exatamente esse método que me levou à aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
Douglas: conheci o Estratégia Concursos pela internet. Via muitos conteúdos no YouTube, no Instagram e em outras redes sociais. Na época, ninguém chegou para mim e disse: “Estude pelo Estratégia”. Eu mesmo comecei a pesquisar quais eram os cursos que mais aprovavam candidatos e percebi que o nome do Estratégia aparecia o tempo todo. Sempre enxerguei o Estratégia como uma das maiores referências em preparação para concursos públicos no Brasil. Como eu tinha um objetivo muito grande, entendi que precisava estudar com quem também era referência no mercado. Acredito muito naquela frase de que, se você quer alcançar grandes resultados, precisa aprender com os melhores. Foi exatamente esse pensamento que me levou a escolher o Estratégia para minha preparação. Hoje, depois da minha aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina, tenho ainda mais convicção de que fiz a escolha certa. O material, a qualidade dos professores, a organização das trilhas e, principalmente, a enorme quantidade de questões comentadas foram fundamentais para a minha evolução durante a preparação.
Estratégia: Antes de conhecer o Estratégia, você chegou a usar materiais de outros cursos?
Douglas: sim. Antes de conhecer o Estratégia Concursos, estudei por outro curso preparatório. Foi importante para iniciar minha preparação, mas, com o passar do tempo, percebi que o material era muito resumido para o nível dos concursos policiais que eu desejava. Também sentia que alguns conteúdos não eram atualizados com a frequência necessária. Em concursos públicos, principalmente na área policial, as bancas mudam constantemente a forma de cobrar as matérias. Por isso, estudar com um material atualizado faz toda a diferença. Outro ponto que senti falta foi de uma plataforma mais integrada. No Estratégia, por exemplo, eu conseguia assistir à videoaula, acessar o PDF, resolver questões comentadas e revisar o mesmo assunto dentro do próprio ambiente de estudos. Isso facilita muito a rotina do aluno, porque você não perde tempo procurando materiais em lugares diferentes. Outro diferencial que me ajudou bastante foram as revisões e as aulas focadas exclusivamente na resolução de questões. Na reta final, esse tipo de material faz muita diferença, pois permite revisar rapidamente os assuntos mais cobrados pela banca e entender o raciocínio exigido em cada questão. Na minha preparação, essa metodologia fez toda a diferença. Passei a aprender muito mais com meus erros, identificando exatamente os assuntos em que precisava evoluir. Isso tornou meu estudo muito mais direcionado e eficiente, contribuindo diretamente para minha aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Você chegou a fazer algum concurso enquanto ainda se preparava com esse outro material?
Douglas: sim. Durante minha preparação sempre procurei fazer concursos, porque acredito que cada prova é uma oportunidade de aprendizado. Mesmo quando ainda utilizava outro material, fazia as provas para ganhar experiência e entender melhor o perfil das bancas. Meu foco sempre foi a Polícia Rodoviária Federal. Toda a minha preparação era direcionada para esse objetivo. Quando surgiu o concurso da Polícia Civil de Santa Catarina, percebi que grande parte das disciplinas já fazia parte da minha rotina de estudos. Como sou aluno do Estratégia Concursos na modalidade Vitalícia, acrescentei imediatamente o curso específico da Polícia Civil de Santa Catarina à minha preparação. Passei a complementar meus estudos com as disciplinas que não faziam parte do edital da PRF, principalmente Informática, Contabilidade e Estatística, enquanto mantinha o estudo contínuo das matérias comuns, como Direito e Português. No período pós-edital, concentrei praticamente toda a minha energia nessas disciplinas específicas, sem abandonar a base que já vinha construindo para a PRF. Essa estratégia deu muito certo. Fui aprovado para o cargo de Agente da Polícia Civil de Santa Catarina, conquistando a 133ª colocação, dentro das 200 vagas previstas no edital. Essa aprovação reforçou uma lição importante para mim: nenhum estudo é perdido. Todo o conhecimento que adquiri durante minha preparação para a PRF e para a Polícia Federal foi determinante para conquistar minha vaga na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Depois que você se tornou aluno do Estratégia, você sentiu uma diferença relevante na sua preparação?
Douglas: sem dúvida. Depois que me tornei aluno do Estratégia Concursos, passei a estudar com muito mais segurança. Eu tinha a sensação de que estava sendo preparado por uma equipe que realmente entendia de concursos públicos e sabia exatamente o que era cobrado pelas bancas. Outro ponto que me transmitiu muita confiança foi a qualidade do corpo docente. O Estratégia reúne professores que são referência nacional em suas disciplinas. Alguns deles eu já conhecia de outros cursos e fiquei muito feliz quando vi que faziam parte da equipe do Estratégia. Posso citar alguns que marcaram muito minha preparação. O professor Johnny foi fundamental para meu aprendizado em Raciocínio Lógico e Matemática. O professor Renato fez toda a diferença em Informática, uma disciplina extremamente importante para a Polícia Civil de Santa Catarina. Também tive excelentes professores em Direito Penal e Processo Penal, que conseguiam explicar assuntos complexos de maneira muito simples e objetiva. As videoaulas sempre foram minha principal ferramenta de estudo. Esse sempre foi o método com o qual aprendi melhor. Depois de assistir à teoria, praticamente toda a minha preparação era baseada na resolução de questões. Se tivesse que destacar uma ferramenta do Estratégia que considero decisiva para minha aprovação, seriam as videoaulas de resolução de questões e os PDFs de questões comentadas. Costumo fazer uma comparação simples. Assistir à teoria é como assistir a um filme pela primeira vez. Você entende a história, conhece o começo, o meio e o fim. Mas, quando assiste novamente, começa a perceber detalhes que não havia visto antes. Com as questões acontece algo parecido. Saber a teoria é importante, mas a prova exige interpretação, raciocínio e aplicação prática daquele conhecimento. Muitas vezes o candidato conhece o conteúdo, mas ainda não consegue identificar exatamente o que a banca está perguntando. Foi resolvendo questões comentadas que consegui consolidar meu aprendizado. Eu não apenas verificava se havia acertado ou errado. Mesmo quando acertava uma questão, fazia questão de analisar todas as alternativas e assistir aos comentários do professor para confirmar que havia acertado pelo motivo correto, e não por eliminação ou sorte. Essa forma de estudar fez toda a diferença. Cada questão comentada reforçava o conteúdo na minha memória e aumentava minha confiança para a prova. Na reta final, o Estratégia oferece um material extremamente rico, com revisões, PDFs de questões comentadas e videoaulas específicas de resolução de exercícios. Foi exatamente nessa fase que senti minha evolução acontecer de forma mais intensa. Hoje tenho convicção de que não foi apenas a quantidade de questões que resolveu minha aprovação, mas principalmente a qualidade da revisão que eu fazia em cada uma delas. Esse método me permitiu chegar na prova muito seguro e conquistar a aprovação para Agente da Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Como montou seu plano de estudos?
Douglas: sempre fui muito organizado. Antes mesmo de abrir o edital, eu já tinha um cronograma bem definido, porque acredito que quem estuda sem planejamento acaba desperdiçando tempo. No pré-edital, minha rotina era estudar duas disciplinas por dia, de segunda a sexta-feira. Meu foco era construir uma base sólida em todas as matérias. Aos sábados, fazia um simulado completo e, depois, corrigia cada questão para entender exatamente onde havia errado. Aos domingos, não estudava teoria. Fazia apenas uma grande revisão por meio de questões comentadas em videoaulas, revisando praticamente todas as disciplinas. Era uma forma de consolidar tudo o que havia aprendido durante a semana. Nessa fase, estudava em média quatro horas líquidas por dia. Na minha opinião, não existe necessidade de estudar dez ou doze horas diariamente no pré-edital. É preciso manter um ritmo que seja sustentável. Também precisamos cuidar da saúde, descansar, treinar e manter a disciplina por muitos meses. Quando o edital da Polícia Civil de Santa Catarina foi publicado, minha estratégia mudou completamente. Passei a estudar entre três e quatro disciplinas por dia e aumentei minha carga para aproximadamente seis a oito horas líquidas diárias. Nesse momento praticamente abandonei a teoria e foquei quase exclusivamente na resolução de questões. Como já havia construído uma boa base durante a preparação para a PRF e para a Polícia Federal, meu objetivo passou a ser consolidar o conhecimento. Resolvia muitas questões diariamente e utilizava as videoaulas de resolução para entender profundamente cada alternativa. Nunca fui adepto de fazer resumos ou copiar conteúdo para o caderno. Descobri que meu aprendizado era muito mais eficiente prestando total atenção na explicação do professor e colocando imediatamente aquele conhecimento em prática por meio das questões. Sempre pensei que, no dia da prova, eu não teria meus resumos comigo. O conhecimento precisava estar na minha mente. Por isso, preferia investir meu tempo compreendendo a lógica do assunto e resolvendo questões até que aquele conteúdo ficasse completamente natural. Na reta final, utilizei intensamente as Trilhas Estratégicas, os materiais de revisão e, principalmente, as videoaulas de resolução de questões. Esse foi um dos maiores diferenciais da minha preparação. Acredito que existe uma sequência lógica para quem quer ser aprovado: primeiro construir uma boa base teórica; depois resolver muitas questões; e, no pós-edital, direcionar praticamente toda a preparação para a prática, revisando os assuntos mais cobrados e corrigindo os pontos fracos. Foi exatamente esse método que me levou à aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Como fazia suas revisões?
Douglas: minha revisão sempre foi baseada na resolução de questões. Nunca fui uma pessoa de fazer resumos ou produzir muitas anotações. Descobri que meu aprendizado era muito mais eficiente revisando de forma ativa. Eu gostava muito das videoaulas de resolução de questões. Funcionava da seguinte forma: o professor apresentava a questão, eu pausava o vídeo, resolvia sozinho e, em seguida, assistia ao comentário completo. Comparava meu raciocínio com o do professor e analisava todas as alternativas, mesmo quando acertava a resposta. Esse método servia ao mesmo tempo como revisão, fixação do conteúdo e treinamento para a prova. Sempre acreditei que uma questão bem comentada ensina muito mais do que apenas reler um resumo. Além das questões, os simulados faziam parte da minha rotina durante toda a preparação. No período pré-edital, costumava realizar um simulado completo aos sábados, normalmente uma vez por mês. O objetivo era avaliar minha evolução e identificar quais disciplinas precisavam de mais atenção. Depois da publicação do edital, aumentei bastante essa frequência. Passei a fazer simulados praticamente todos os sábados, reproduzindo o ambiente da prova. Após cada simulado, corrigia todas as questões com calma, entendia os erros e voltava apenas aos assuntos em que ainda apresentava dificuldade. Na minha opinião, revisar não é simplesmente reler a matéria. Revisar é testar o conhecimento, identificar os pontos fracos e corrigi-los. Foi exatamente essa estratégia que me deu segurança para chegar preparado no dia da prova e conquistar minha aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Qual a importância da resolução de exercícios?
Douglas: para mim, a resolução de questões foi o principal fator da minha aprovação. Sempre digo que a teoria constrói a base, mas são as questões que consolidam o conhecimento. Foi resolvendo exercícios que aprendi a interpretar o perfil da banca, identificar meus erros e transformar pontos fracos em pontos fortes. Mas existe um detalhe muito importante: eu nunca resolvi questões apenas para aumentar números. Sempre busquei qualidade. Cada questão era uma oportunidade de aprender. Mesmo quando acertava, fazia questão de analisar todas as alternativas e assistir ao comentário do professor para confirmar que havia acertado pelo motivo certo e não apenas por eliminação ou intuição. Não consigo dizer exatamente quantas questões resolvi durante toda a minha preparação, mas tenho certeza de que foram mais de 10 mil questões. Para dar uma ideia, somente nos últimos três meses, após concluir o Teste de Aptidão Física da Polícia Civil de Santa Catarina e retomar minha preparação para a Polícia Rodoviária Federal, já resolvi mais de 3 mil questões. Além disso, desde janeiro de 2025 mantenho um controle rigoroso das minhas horas de estudo. Hoje já acumulo aproximadamente 1.500 horas líquidas registradas. Sempre utilizei a técnica Pomodoro, estudando blocos de 25 minutos com intervalos de 5 minutos. Esse método me ajudou a manter o foco e a qualidade do estudo durante longos períodos. Em média, estudava cerca de quatro horas líquidas por dia no pré-edital e aumentava significativamente essa carga quando o edital era publicado. Acredito que muitos candidatos erram por estudar muita teoria e fazer poucas questões. Comigo aconteceu exatamente o contrário. Depois de construir uma boa base, praticamente vivi resolvendo questões. Foi isso que me deu segurança para chegar à prova e conquistar a aprovação. Se pudesse dar apenas um conselho para quem está começando, seria este: faça muitas questões, mas faça com qualidade. Aprenda com cada erro, entenda cada alternativa e transforme cada exercício em uma oportunidade de evolução. Foi exatamente assim que consegui minha aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
Douglas: a disciplina que mais me desafiou durante a preparação foi Estatística. Era um conteúdo completamente novo para mim e exigiu bastante dedicação até que eu conseguisse compreender a lógica da matéria. Outra disciplina que exigiu muita atenção foi Informática. Não porque eu tivesse dificuldade em aprender, mas pela enorme quantidade de conteúdo que pode ser cobrada em concursos. Assuntos como inteligência artificial, linguagem Python, segurança da informação e outros temas mais atuais exigem um estudo constante e muitas revisões. Além das disciplinas, outro grande desafio foi a mudança de banca. Durante muito tempo minha preparação era voltada para concursos organizados pelo Cebraspe (CESPE), principalmente porque meu foco era a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal. Quando saiu o edital da Polícia Civil de Santa Catarina, precisei adaptar rapidamente minha forma de estudar para o perfil da banca IDECAN. Percebi isso principalmente em Português, que possui um estilo de cobrança completamente diferente daquele ao qual eu estava acostumado. Foi exatamente nesse momento que os materiais do Estratégia fizeram uma enorme diferença. No pós-edital, utilizei intensamente os cadernos e as revisões com questões específicas da banca organizadora. Resolver centenas de questões da IDECAN me permitiu entender rapidamente o padrão de cobrança, os assuntos mais recorrentes e a forma como a banca elaborava as alternativas. Essa adaptação foi fundamental para minha aprovação. Em vez de continuar estudando de forma genérica, passei a estudar exatamente aquilo que a banca costumava cobrar. Aprendi uma lição muito importante durante essa preparação: não basta dominar a matéria. É preciso conhecer profundamente a banca que vai aplicar a prova. Muitas vezes, esse detalhe é o que faz a diferença entre ficar fora das vagas ou conquistar a aprovação. Foi exatamente essa estratégia que me permitiu superar minhas dificuldades e conquistar a 133ª colocação para o cargo de Agente da Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova e no dia pré-prova?
Douglas: na última semana antes da prova, praticamente não estudei teoria. Meu foco foi consolidar tudo o que havia aprendido ao longo da preparação. Dediquei essa semana à resolução de muitas questões comentadas, revisão dos simulados que já havia realizado e novos simulados, sempre tentando reproduzir ao máximo as condições do dia da prova. Meu objetivo era manter o cérebro treinado para o estilo de cobrança da banca e reforçar os assuntos mais importantes. Acredito que, na reta final, o candidato precisa confiar no trabalho que construiu durante meses. Não adianta querer aprender conteúdos novos faltando poucos dias para a prova. O momento é de revisar, corrigir pequenos detalhes e ganhar confiança. No dia anterior à prova, eu já estava em Santa Catarina. Aproveitei para conhecer um pouco da cidade e também participei de um aulão presencial de revisão promovido por um curso local. Foi uma experiência interessante, mas serviu principalmente para reforçar a confiança que eu já tinha na minha preparação. Percebi que o material que eu havia estudado durante meses no Estratégia Concursos era muito mais completo e aprofundado do que qualquer revisão de última hora. Enquanto muitos candidatos estavam tentando anotar o máximo de informações possíveis naquele momento, eu estava tranquilo. Sabia que minha preparação já estava feita e que não seria um único dia de revisão que faria a diferença. O que realmente me deu segurança foi todo o trabalho construído ao longo dos meses. Saí daquele aulão ainda mais confiante de que havia seguido o caminho certo. Voltei para o hotel, organizei meu material para a prova, procurei descansar, dormir cedo e chegar tranquilo no dia seguinte. Acredito que essa tranquilidade foi consequência da preparação consistente que tive durante todo o período de estudos. Quando você sabe que fez tudo o que podia, entra na sala de prova muito mais confiante e concentrado. Foi exatamente assim que me senti no dia da prova da Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
Douglas: acredito que meus maiores acertos foram a organização, a disciplina e a constância. Desde o início da preparação, trabalhei com um cronograma bem definido. Eu sabia exatamente o que precisava estudar a cada dia e procurava cumprir esse planejamento sem depender de motivação. Outro grande acerto foi mudar completamente minha estratégia quando o edital foi publicado. No pós-edital, praticamente deixei de estudar teoria e passei a focar quase exclusivamente na resolução de questões comentadas, simulados e revisões direcionadas. Essa foi, sem dúvida, uma das decisões mais importantes da minha preparação. Resolvi milhares de questões, analisando cuidadosamente cada alternativa e aprendendo com cada erro. Não estudava apenas para acertar a questão; estudava para entender profundamente o motivo de cada resposta. Também procurei viver o concurso durante todo o pós-edital. Minha rotina era totalmente voltada para a aprovação. Eu praticamente só saía de casa quando era realmente necessário. Muitas vezes fazia minhas refeições no próprio local de estudos para não perder tempo. Minha vida, naquele período, se resumia a estudar, descansar e me preparar para o grande dia. Quanto aos erros, acredito que o principal foi não ter iniciado uma preparação mais direcionada ainda antes. Se pudesse voltar no tempo, teria começado esse método de estudo muito mais cedo. Outro ponto é que gostaria de ter conhecido o Estratégia Concursos antes. Tenho certeza de que, se tivesse encontrado essa metodologia no início da minha trajetória, teria evoluído mais rapidamente e evitado alguns erros naturais de quem ainda está descobrindo a melhor forma de estudar. Hoje entendo que até mesmo esses erros fizeram parte do processo. Cada dificuldade, cada reprovação e cada ajuste de estratégia contribuíram para que eu chegasse preparado e conquistasse minha aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, qual foi sua principal motivação para seguir?
Douglas: sinceramente, nunca pensei em desistir. Desistir nunca fez parte da minha forma de enxergar a vida. Enquanto Deus me der saúde, forças e a oportunidade de continuar lutando pelos meus objetivos, eu vou seguir em frente. É claro que existem momentos difíceis. Há dias em que estamos mais cansados, em que o rendimento diminui ou em que precisamos desacelerar um pouco. Mas uma coisa eu sempre prometi para mim mesmo: nunca passar um dia sem estudar. Mesmo que fosse apenas uma hora, eu fazia questão de manter o contato com os estudos. Sempre fiz uma comparação que me motivava muito. O concurso é como uma grande fila. Cada dia de estudo faz você avançar um pouco mais. Se você parar completamente, outras pessoas continuam caminhando e acabam passando na sua frente. Mas, se você continua estudando diariamente, mesmo que apenas 1% melhor a cada dia, chega um momento em que sua vez chega. Foi exatamente essa mentalidade que me trouxe até a aprovação na Polícia Civil de Santa Catarina. Hoje continuo estudando com o mesmo propósito de conquistar uma vaga na Polícia Rodoviária Federal, que continua sendo meu grande sonho. Tenho plena confiança no método que construí e sei que, mantendo a disciplina e a constância, estarei cada vez mais próximo desse objetivo. Outra grande motivação que encontrei ao longo dessa caminhada foi poder ajudar outras pessoas. Hoje acompanho alguns candidatos por meio de mentorias e fico muito feliz quando vejo que minha experiência está ajudando outras pessoas a organizarem seus estudos e acreditarem que também podem ser aprovadas. Sempre faço questão de indicar o Estratégia Concursos porque foi a plataforma que utilizei na minha preparação e que me deu toda a base necessária para conquistar minha aprovação. Ver meus mentorados evoluindo e alcançando resultados também me motiva a continuar estudando e me aperfeiçoando. Hoje percebo que minha caminhada deixou de ser apenas sobre a realização dos meus sonhos. Ela também passou a ser sobre inspirar outras pessoas a acreditarem que a aprovação é possível. Se Deus permitir, espero voltar um dia para contar mais uma conquista, desta vez com a aprovação na Polícia Rodoviária Federal. Mas, independentemente do resultado, uma coisa nunca vai mudar: continuarei estudando, evoluindo e ajudando outras pessoas a seguirem esse mesmo caminho.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso? Deixe sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
Douglas: se eu pudesse deixar apenas uma mensagem para quem está começando, seria esta: “O estudo é amargo, mas os seus frutos são doces.” Não existe aprovação sem sacrifício. Concurso público não se conquista em uma semana nem em um mês. Ele é construído todos os dias, um pouco de cada vez. Existe um versículo em Provérbios que diz que do pouco se colherá o muito. É exatamente assim que enxergo os estudos. Quem planta um pouco todos os dias, inevitavelmente colherá grandes resultados no futuro. Para quem está começando, meu conselho é simples: não queira estudar dez horas por dia logo no início. Comece com duas horas de estudo bem feitas. Estude as matérias básicas da carreira policial, como Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal e Processo Penal. De segunda a sexta, construa sua base teórica. Aos sábados, faça simulados. Aos domingos, revise tudo por meio da resolução de questões. Aos poucos, conforme sua resistência aumenta, aumente também sua carga horária. Sempre utilizei a técnica Pomodoro. Estudava blocos de 25 minutos, descansava 5 minutos e repetia esse ciclo várias vezes. Esse método me ajudou a manter a concentração durante toda a preparação e evitou que eu estudasse apenas por obrigação. Outra coisa importante é entender que o resultado demora para aparecer. Nos primeiros meses você pode ter a sensação de que não está aprendendo nada. Eu também passei por isso. Mas o conhecimento funciona como uma árvore. Primeiro, as raízes crescem debaixo da terra, onde ninguém consegue enxergar. Somente depois de algum tempo os primeiros frutos começam a aparecer. Com os estudos acontece exatamente a mesma coisa. Depois de alguns meses você começa a perceber que resolve questões com mais facilidade, entende melhor os professores, ganha confiança e passa a acreditar ainda mais em você. A partir desse momento, cada concurso deixa de ser apenas uma prova e passa a ser uma oportunidade. Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Meu foco sempre foi a Polícia Rodoviária Federal. Mesmo assim, aproveitei a oportunidade de fazer a prova da Polícia Civil de Santa Catarina. Viajei para conhecer o estado, ganhar experiência e testar minha preparação. O resultado foi muito melhor do que eu imaginava: conquistei a aprovação para Agente da Polícia Civil de Santa Catarina, ficando dentro das vagas previstas no edital. Essa experiência me ensinou que nenhum estudo é perdido. Quando você constrói uma base sólida, ela serve para diversos concursos da mesma área. Também quero deixar um agradecimento especial ao Estratégia Concursos. Foi a plataforma que escolhi para minha preparação e que esteve presente em toda essa caminhada. Os professores, as videoaulas, as Trilhas Estratégicas, as revisões e, principalmente, as questões comentadas tiveram um papel fundamental na minha aprovação. Por fim, nunca desista dos seus sonhos. Não existe sensação melhor do que ver seu nome na lista de aprovados e perceber que todo o esforço valeu a pena. É emocionante olhar para sua família e ver o orgulho nos olhos de quem sempre acreditou em você. Você percebe que cada noite mal dormida, cada final de semana estudando, cada renúncia e cada dificuldade fizeram sentido. Mais do que conquistar um cargo público, você conquista uma nova versão de si mesmo. Hoje continuo estudando para realizar outro grande sonho: tornar-me Policial Rodoviário Federal. Continuo acreditando que o esforço diário, a disciplina e a constância sempre serão recompensados. Enquanto Deus me der saúde, forças e oportunidade para estudar, continuarei evoluindo e ajudando outras pessoas a alcançarem seus objetivos. Se minha história puder servir de incentivo para alguém, já terá valido a pena. Nos vemos na posse. Um grande abraço! Douglas Silva Moreira Aprovado para Agente da Polícia Civil de Santa Catarina Futuro Policial Rodoviário Federal, se Deus permitir.