“Não é preciso ser um gênio para conseguir passar em destaque, seja qual for o processo seletivo. Basta disciplina, planejamento e um bom material teórico e um banco de questões […]”
Confira nossa entrevista com João Marcelo Damasceno Licar, aprovado na Residência Médica de Clínica Médica:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam conhecê-lo. Qual a sua idade, formação e cidade natal?
João Marcelo Damasceno Licar: Tenho 24 anos, natural de Igarapé do Meio – MA mas morando em São Luís – MA desde 2018 em busca do sonho da medicina. Formei em 2025 e junto com a conquista da graduação veio a ótima colocação na prova de residência, para a qual já me preparava há 2 anos.
Estratégia: Conte o início da sua trajetória, o que te levou a iniciar os estudos para residência?
João: Na reta final da graduação estive cada vez mais certo que a residência médica seria imprescindível para o aperfeiçoamento da prática médica e para o meu crescimento pessoal. Desde que tive esse entendimento comecei a me preparar, principalmente nos dois últimos anos, durante o internato médico. Sempre tive bons exemplos de vitória pelo estudo, a aprovação na graduação com bolsa integral foi uma delas e por isso decidi me dedicar para obter mais uma.
Estratégia: Como você conheceu o Estratégia Concursos e porque tomou a decisão de se tornar nosso aluno?
João: Conheci por meio de conteúdos nas redes sociais, pelos quais sempre me mantinha atualizado. Percebi o compromisso da plataforma em oferecer um bom material teórico e isso me fez decidir assinar.
Estratégia: Como era sua rotina e plano de estudos?
João: Durante a preparação eu estava no internato médico então a maior parte do estudo era à noite e em horários livres ao longo da semana. Minha meta era estudar 4 horas diárias, o que resultava em 3 horas líquidas nos dias mais corridos da semana e 5 nos fim de semanas. Uma das estratégias que me ajudou bastante foi cronometrar o tempo de estudo para saber os dias em que não atingi a meta e saber quantas horas teria que compensar no fim de semana. Minha estratégia foi estudar pelas apostilas, principalmente os resumos estratégicos. Associado à isso, realizava de 30 a 50 questões imediatamente após o estudo teórico. Após essa etapa eu realizava revisões espaçadas baseadas em questões, de modo que o banco de questões foi imprescindível.
Estratégia: Você trabalhava e estudava?
João: Estava nos dois anos de internato, a grande questão era saber o momento de priorizar os estudos para a prática médica e os assuntos para a residência. No primeiro ano foquei mais no internato e em consolidar minha base teórica. No segundo ano de internato e segundo de preparação eu foquei apenas no cronograma e nas revisões.
Estratégia: Quais ferramentas do Estratégia você mais utilizou em sua preparação e quais eram os diferenciais de cada?
João: Preferi usar as apostilas para o estudo teórico pela maneira completa de explanar os assuntos. Após o estudo teórico usava o banco de questões para aprender como o assunto era cobrado nas provas. Os comentários em texto e em vídeo foram excelentes e na maioria das vezes complementava o estudo teórico com novas informações.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado a última residência?
João: Foram dois anos de preparação, sendo o último mais direcionado e focado. A disciplina foi mantida pelo desejo de ver meu nome na lista de aprovados e a oportunidade imensa que é estar num bom serviço de residência cercado de pessoas especialistas em diversas áreas da medicina.
Estratégia: Quais as disciplinas você tinha mais dificuldade? Como fez para superar?
João: Minha maior dificuldade era em cirurgia, que foi superada com os materiais em PDF excelentes, associado à realização de um grande volume de questões bem comentadas que o banco do Estratégia oferece.
Estratégia: Qual sua estratégia de reta final?
João: Foquei nas revisões espaçadas baseadas em questões e na realização de simulados semanais. Nos dois meses pré prova eu fazia 2 por semana.
Estratégia: De que forma sua família e amigos entenderam e apoiaram sua caminhada?
João: Morei sozinho durante a graduação, mas os amigos que não estavam se preparando sempre viam como exagero o tempo investido no estudo para as provas. Sempre vi como uma troca, eu oferecia meu tempo em troca de confiança e aumento na chance de passar nas melhores provas do país. Quanto mais questões fazia no banco e quanto mais meu percentual de acertos aumentava, mais a certeza da aprovação se tornava palpável.
Estratégia: Qual a sensação de ter sido convidado para o Baile dos Primeiros do Estratégia Concursos?
João: Eu tinha quase certeza que estava me preparando corretamente, com muita confiança que seria aprovado em algum processo seletivo mas jamais imaginei atingir a nota que atingi e me destacar tanto ao ponto de ser convidado para o baile dos primeiros. É uma sensação indescritível de realização pessoal, a prova de que o esforço sempre é recompensado, mais cedo ou mais tarde! E que na maioria das vezes a realização é proporcional ao esforço empregado!
Estratégia: Durante sua preparação, ouviu falar sobre o Baile dos Primeiros? Imaginou que um dia estaria nesta confraternização?
João: Sempre vi como algo em que só os gênios abençoados com uma inteligência sem precedentes estavam presentes, nunca imaginei que o puro esforço e disciplina me colocaria dentre os maiores destaques do país.
Estratégia: Quais foram seus principais ERROS e ACERTOS nesta trajetória?
João: Meu principal erro foi querer aprender o assunto como um todo, focando igualmente em todos os aspectos de cada assunto sem me preocupar com o que e em como aquele assunto era cobrado. Na metade da preparação percebi esse erro e foquei apenas nos PDFs dos resumos estratégicos, que são excelentes e contém somente aquilo que é imprescindível para o entendimento do assunto e o que é abordado nas provas. Essa mudança foi um acerto e me permitiu completar meu cronograma e principalmente conciliar com os estágios do internato. Outro grande acerto foi usar assiduamente o banco de questões e das bastante atenção aos comentários, pois foi onde pude constantemente corrigir as falhas e lacunas do estudo teórico.
Estratégia: Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? O que você diria para a sua versão de 5 anos atrás?
João: Nunca pensei em desistir, sempre fui realista e soube que o caminho era duro e demandava abdicar de algumas coisas. Cada deslize me deixava mais motivado para mudar meus resultados. Para o meu eu de 5 anos atrás eu diria para começar a se preparar o quanto antes e desenvolver uma rotina de estudos saudável, para poupar o esforço na reta final (kkkkkk).
Estratégia: Por fim, deixe sua mensagem para todos aqueles que estão começando e almejam chegar aonde você chegou!
João: Não é preciso ser um gênio para conseguir passar em destaque, seja qual for o processo seletivo. Basta disciplina, planejamento e um bom material teórico e um banco de questões, algo que o estratégia oferece e estimula a desenvolver. Pequenos passos a cada dia, ao fim de um ou dois anos de preparação somam quilômetros de distância percorrida ao final, então constância e foco no processo e não no resultado é o que torna as coisas menos “ansiogênicas”.