Notícia

Governo avalia CNU como política pública para seleção de servidores

MGI pretende tornar CNU permanente como política pública para o ingresso de novos servidores

O Concurso Nacional Unificado (CNU) está em fase final da sua segunda edição e, com isso, surgem dúvidas sobre a sua continuidade como política pública permanente.

Ao que tudo indica: sim! Há grandes chances do atual governo, caso reeleito, realize a manutenção de novos servidores através do ENEM dos concursos.

Isso porque a iniciativa busca unificar processos seletivos para o provimento de cargos efetivos, o que, acredita o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), democratiza o acesso e amplifica a justiça social em preenchimentos públicos.

Um dos argumentos é de que, ao realizar provas em mais de 200 cidades, o governo permite que brasileiros de diversas regiões disputem as vagas, que antes poderia ser inviável devido aos deslocamentos rigorosos.

Além disso, como parte da gestão dessa política pública, o governo pretende monitorar etapas sensíveis, como a investigação social.

Um exemplo recente é a prorrogação do prazo para o preenchimento da Ficha de Informações Pessoais (FIP) para o cargo de Analista Técnico em Justiça e Defesa (ATJD), que foi estendido até o dia 31 de março de 2026 para garantir que nenhum candidato seja prejudicado por questões operacionais.

CNU 2026: mulheres lideram aprovações nos blocos da saúde

O Concurso Nacional Unificado (CNU 2026) trouxe um recorte importante sobre a presença feminina no serviço público: as mulheres se destacaram especialmente nos blocos ligados à saúde, liderando com folga o número de aprovados.

De acordo com os dados consolidados do CNU 2, as mulheres representam 48,4% do total de aprovados — um percentual próximo da paridade, mas que ganha ainda mais relevância quando analisado por áreas específicas. Nos blocos da saúde, a liderança feminina é expressiva.

No bloco 1, de Seguridade Social e Saúde, as mulheres correspondem a 72,7% dos aprovados, contra 27,3% de homens.

Já no bloco 8, de nível intermediário em Saúde, elas também predominam, com 68,5% das aprovações.

Outro destaque aparece no bloco 2, de Cultura e Educação, onde as mulheres somam 56,1% dos aprovados, e no bloco 5, de Administração, com 53,9%.

Para saber mais sobre o CNU, além das mulheres liderando as áreas da Saúde, acesse abaixo!

Saiba mais: CNU 2026


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