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Caixa Dois: o tempo escondido que vai acelerar sua aprovação

Uma das frases mais repetidas entre os concurseiros é: “Eu não tenho tempo para estudar.”

Em alguns casos, isso é verdade. Há candidatos que trabalham o dia inteiro, cuidam da casa, dos filhos e possuem uma rotina extremamente apertada.

Mas existe uma pergunta que poucos fazem:

Será que o problema é realmente a falta de tempo ou a falta de aproveitamento do tempo disponível?

A resposta para essa pergunta pode revelar uma fonte de horas de estudo que quase ninguém contabiliza.

É justamente aqui que entra o conceito do Caixa Dois dos estudos.

A analogia vem da ideia de algo que existe, gera resultado, mas não aparece nos registros oficiais.

No mundo dos concursos, o planejamento é a contabilidade oficial do estudante. É nele que aparecem as duas, três, quatro ou cinco horas diárias reservadas para estudar.

Mas existe outra carga horária que normalmente não entra nessa conta: os minutos espalhados ao longo do dia.

A espera por uma consulta médica, a fila do banco, o trajeto de ônibus, o tempo dentro do metrô, os minutos antes de uma reunião, a caminhada na esteira, o período lavando louça, o deslocamento até o trabalho, os momentos em que normalmente pegamos o celular sem propósito e começamos a navegar pelas redes sociais, etc…

Nenhum desses períodos costuma aparecer no planejamento, mas todos eles podem ser transformados em aprendizado.

Esse é o Caixa Dois dos estudos.

O maior desperdício de um concurseiro não é o dinheiro, mas sim o tempo.

Quando pensamos em estudo, normalmente imaginamos uma mesa, um computador, um PDF aberto e várias horas disponíveis.

Essa imagem faz sentido.

Afinal, o estudo profundo exige concentração.

O problema é que muitos candidatos passam a acreditar que só conseguem estudar quando possuem longos períodos livres, e isso é um erro.

A aprovação não é construída apenas durante os momentos de estudo intenso. Ela também é construída nos pequenos intervalos que existem entre uma atividade e outra.

Pense em um candidato que aproveita apenas 20 minutos por dia fora da sua carga horária planejada.

Vinte minutos parecem insignificantes.

Talvez nem valha a pena pegar o celular para estudar. Talvez pareça melhor esperar chegar em casa…Mas vamos fazer uma conta simples.

20 minutos por dia representam:

  • 140 minutos por semana;
  • mais de 9 horas por mês;
  • aproximadamente 120 horas por ano.

Agora imagine um candidato que consegue aproveitar 40 minutos por dia. Nesse caso, estamos falando de cerca de 240 horas anuais.

São centenas de horas que surgem sem a necessidade de acordar mais cedo, dormir mais tarde ou alterar completamente a rotina.

É simplesmente tempo que já existia, mas estava sendo desperdiçado.

O Caixa Dois é uma arma dos candidatos comuns

Muita gente olha para os aprovados e imagina que eles estudavam dez ou doze horas por dia.

Alguns realmente faziam isso, mas a grande maioria dos aprovados possui uma rotina parecida com a de qualquer outra pessoa.

Eles trabalham, têm compromissos, enfrentam trânsito, possuem responsabilidades familiares…

A diferença é que eles aprenderam a enxergar oportunidades onde outras pessoas enxergam apenas espera.

Enquanto uma pessoa passa quinze minutos rolando vídeos aleatórios nas redes sociais, outra resolve cinco questões.

Ao passo que alguém assiste conteúdos sem qualquer utilidade para seus objetivos, outra revisa um mapa mental.

Durante o tempo na qual uma pessoa espera uma consulta olhando para o teto, outra escuta uma revisão em áudio.

Nenhuma dessas atitudes muda a vida de alguém em um único dia, mas a repetição delas durante meses muda completamente o resultado final.

O Caixa Dois não serve para estudar tudo

Aqui existe um ponto importante.

Muitos estudantes entendem o conceito errado e tentam transformar qualquer momento livre em uma sessão completa de estudos.

Não é essa a proposta.

O Caixa Dois dos estudos não substitui a carga horária principal. Ele complementa.

Existe uma diferença enorme entre estudar um assunto novo e reforçar um assunto já estudado.

O aprendizado profundo continua acontecendo dentro daquilo que podemos chamar de horário nobre dos estudos.

É o momento em que o aluno está sentado, concentrado e totalmente dedicado à aprendizagem.

O Caixa Dois tem outra função: ele serve para manter o cérebro conectado ao concurso ao longo do dia. Serve para reforçar, consolidar, relembrar, praticar ou preparar o terreno para o próximo estudo.

O que fazer durante o Caixa Dois dos estudos?

A melhor atividade é aquela que combina com o contexto.

Nem sempre será possível abrir um PDF de cinquenta páginas, mas quase sempre será possível realizar alguma atividade produtiva.

Revisar conteúdos difíceis

Todo estudante possui assuntos que insistem em não fixar.

Pode ser crase, licitações, processo civil, contabilidade. O Caixa Dois é um excelente momento para revisitar esses temas.

Cinco minutos de revisão hoje podem evitar uma hora de reaprendizado daqui a algumas semanas.

Resolver questões

Talvez essa seja a atividade mais poderosa de todas. Questões podem ser feitas em praticamente qualquer lugar.

Além de fortalecer o conteúdo, elas ajudam o aluno a identificar falhas de aprendizagem.

Cada questão errada aponta exatamente onde existe uma deficiência.

É como ter um GPS indicando o caminho mais curto para a aprovação.

Escutar áudio-aulas

Muitas atividades do dia não exigem esforço intelectual.

Dirigir, caminhar, organizar a casa, treinar na academia…

Nesses momentos, o aluno pode consumir revisões em áudio.

Talvez ele não aprenda um conteúdo complexo dessa forma.

Mas certamente reforçará conhecimentos já estudados.

Utilizar flashcards

Os flashcards são praticamente uma ferramenta criada para o Caixa Dois.

Eles exigem pouco tempo e produzem um efeito poderoso sobre a memória.

Alguns minutos espalhados ao longo do dia podem representar dezenas de revisões.

Fazer um pré-estudo

Existe outra aplicação extremamente interessante.

O aluno pode utilizar o Caixa Dois para ter um primeiro contato com um assunto que estudará posteriormente.

Não é para aprofundar, mas apenas para criar familiaridade.

Quando chegar o momento de estudar aquele tema de forma completa, o cérebro já terá visto conceitos, nomes e estruturas.

Isso reduz a sensação de novidade e acelera a aprendizagem.

O segredo não é estudar mais. É desperdiçar menos.

Existe uma diferença importante entre essas duas ideias.

Muitos candidatos acreditam que precisam encontrar mais horas.

Na verdade, o que eles precisam é desperdiçar menos horas.

Todos possuem pequenas janelas de tempo espalhadas pelo dia.

A questão é o que fazemos com elas.

A soma dessas pequenas escolhas determina o resultado final.

Uma aprovação raramente acontece porque alguém realizou um esforço extraordinário em um único dia.

Ela acontece porque essa pessoa realizou pequenas ações corretas durante centenas de dias consecutivos.

O efeito psicológico do Caixa Dois

Existe ainda um benefício que poucos percebem. O Caixa Dois dos estudos reduz a sensação de culpa.

Muitos candidatos passam o dia inteiro pensando que não conseguiram estudar o suficiente.

Quando começam a utilizar os pequenos intervalos de forma produtiva, surge uma sensação de progresso constante.

O concurso deixa de ocupar apenas algumas horas específicas do dia. Ele passa a fazer parte da rotina.

O estudante cria um estado mental de preparação contínua, e isso produz um efeito poderoso na disciplina.

Afinal, é muito mais fácil manter o ritmo quando o estudo deixa de ser um evento isolado e passa a ser um hábito permanente.

Quem usa o Caixa Dois chega mais preparado no longo prazo

No curto prazo, a diferença parece pequena.

Uma revisão aqui, duas questões ali, dez minutos durante uma espera…Nada disso impressiona.

Mas os concursos não são vencidos no curto prazo. Eles são vencidos no acúmulo.

Depois de seis meses, o candidato que aproveita esses momentos terá resolvido centenas de questões a mais.

Terá realizado dezenas de revisões extras, reforçado conteúdos que outros candidatos esqueceram, acumulado dezenas ou até centenas de horas que nunca apareceram no seu planejamento.

Por isso, o Caixa Dois dos estudos não deve ser visto como uma obrigação, mas sim como uma oportunidade.

Uma oportunidade de transformar tempos mortos em aprendizado.

De converter espera em evolução.

De transformar minutos perdidos em pontos na prova.

E, no universo dos concursos, poucos investimentos oferecem um retorno tão alto quanto esse.

A grande vantagem de adotar o conceito do Caixa Dois dos estudos é ter acesso rápido a ferramentas que permitam aproveitar qualquer intervalo do dia.

Nesse sentido, a assinatura Platinum do Estratégia Concursos se torna uma aliada importante, pois oferece recursos como banco de questões, trilhas de estudo, resumos, mapas mentais e conteúdos em áudio, possibilitando que o aluno transforme pequenos momentos da rotina em oportunidades reais de aprendizado.

Afinal, quanto mais fácil for acessar materiais de qualidade, maior será a capacidade de converter minutos soltos em evolução consistente na preparação.