Como não esquecer o que estudou
Olá, concurseiro, tudo bem? Muitos concurseiros iniciantes sentem-se frustrados com a constante sensação de esquecer o que acabaram de aprender. No início da jornada, é comum negligenciarmos técnicas fundamentais que garantem a fixação do conteúdo na memória de longo prazo. Por isso, neste artigo, veremos dicas valiosas para entender como não esquecer o que estudou.

1. CRIAR UM AMBIENTE PROPÍCIO PARA O APRENDIZADO
É importante entender que o cérebro demanda muita energia para armazenar conhecimento. Por isso, criar um ambiente propício para o aprendizado irá auxiliar, no longo prazo, a não esquecer o que estudou.
O estudo para concurso é diferente da forma como a maioria das pessoas estudou ao longo da vida, pois demanda uma memória de longo prazo de uma grande quantidade de conteúdo. Nesse sentido, focar no que está estudando é primordial.
Um ambiente propício para o aprendizado é aquele que, se possível, tenha um espaço reservado para o estudo, aconchegante e sem distrações. Itens como celular e TV costumam tirar a atenção muito facilmente. Logo, deixe os aparelhos eletrônicos desligados ou em outro cômodo para manter o foco unicamente no material de estudos.
Outro fator primordial é o descanso. É durante o descanso (principalmente o sono profundo) que o cérebro realiza a consolidação da memória, transferindo a informação do curto para o longo prazo. Sem dormir bem, o conteúdo estudado durante o dia não se consolida, e grande parte do esforço acaba sendo desperdiçado.
2. RESOLVER QUESTÕES
É fundamental compreender que a resolução de questões é um dos pilares do seu aprendizado. Resolver exercícios significa adotar um estudo ativo, ou seja, forçar o cérebro a trabalhar com o que você já estudou e, até mesmo, com o que ainda vai estudar.
Existem várias formas de encaixar as questões no seu ciclo. Uma delas é logo após o estudo da teoria. Nesse primeiro momento, os exercícios servem para auxiliar na compreensão do tema recém-estudado e, principalmente, para mostrar como as bancas costumam cobrar aquele tópico.
Em um segundo momento, as questões atuam na sedimentação da aprendizagem por meio da revisão ativa. Aqui, o ideal é mesclar diferentes assuntos para obrigar o cérebro a buscar na memória informações de diversas áreas, testando seu verdadeiro nível de retenção.
Além disso, é fundamental entender que não basta apenas resolver questões; é preciso aprender com elas. Nesse sentido, o Caderno de Erros é uma ferramenta poderosa. Ele nos ajuda a diagnosticar o motivo de cada erro (seja por falta de base teórica, falta de atenção ou por cair em uma ‘pegadinha’ da banca). Ao mapear essas falhas, você poderá focar sua revisão exatamente onde estão suas fraquezas, transformando dificuldades em acertos na hora da prova.
3. FAZER REVISÕES ESTRATÉGICAS PARA NÃO ESQUECER O QUE ESTUDOU
Já que falamos sobre revisões no tópico anterior, é importante entender que esta é mais uma base para não esquecer o que estudou. Muitas pessoas acreditam que o importante no estudo é sempre avançar no edital, buscar estudar o máximo possível dos tópicos cobrados em determinado concurso. Contudo, na maioria das vezes, vamos esquecendo o que estudamos ao longo das semanas. Por isso, é fundamental fazer revisões periódicas.
As revisões podem ser feitas em vários momentos e em diferentes escalas. As de curto prazo são feitas em pequenos intervalos de horas ou dias e auxiliam em tópicos com os quais temos pouco contato.
Por outro lado, existem revisões mais completas que são feitas em um prazo maior, geralmente após algumas semanas de estudo ou conforme for avançando no material. É comum que o concurseiro perceberá que esqueceu muito do que já estudou durante essa revisão. Por outro lado, também constatará que o entendimento flui com muito mais facilidade ao revisitar o material.
Além disso, as revisões são cruciais para preencher lacunas no aprendizado, focando em temas de maior complexidade ou em detalhes que passaram despercebidos no contato inicial com a matéria. Portanto, para garantir a retenção do conteúdo a longo prazo, é indispensável revisar de maneira estratégica.
DICAS FINAIS PARA NÃO ESQUECER O QUE ESTUDOU
Não adianta “só estudar” se você está deixando o conteúdo pelo caminho. Por isso, um estudo eficaz e eficiente deve ter a estratégia certa. Assim, foque na qualidade: faça questões, revise seus erros e não negligencie o sono e o descanso.
O segredo da aprovação não é só a quantidade de horas estudadas, mas a constância e a estratégia de não precisar estudar o mesmo assunto várias vezes por puro esquecimento.
Ajuste sua rota, otimize seu ciclo de estudos com as revisões e as questões e confie no processo.
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