Investindo em concursos públicos

Neste artigo, intitulado “Investindo em concursos públicos”, a ideia é comparar a jornada de estudos para concursos, de bancas examinadoras como a CEBRASPE, com investimentos financeiros.
Assim como o investidor financeiro, o concurseiro almeja o melhor futuro possível. E quer investir, da melhor maneira possível, os seus recursos, para que rendam bons frutos.
Partindo do ponto de vista de investimentos financeiros, o presente artigo trará alguns conceitos daquela realidade para a realidade dos estudos.
Investindo em concursos públicos – Capital inicial
Iniciando a análise sobre o tema investindo em concursos públicos, aborda-se o capital inicial do investimento.
Investir, financeiramente, é aplicar um dinheiro seu em algum fundo de investimento disponível. O tempo e a taxa de juros variam, mas o dinheiro irá render.
Existem diversos tipos de investimentos e suas regras. Porém, o capital inicial, ou custo inicial, sempre é necessário. Afinal, investir é fazer o capital inicial multiplicar, render.
E, na jornada de estudos para concursos, qual é o capital inicial a se aplicar? Principalmente a qualidade dos estudos e o tempo despendido neles.
Qualidade de estudo é utilizar bons cursos, livros, sistemas de questão. Além de um bom planejamento dos estudos e de suas revisões. Isso pode envolver investimento de dinheiro, para adquirir materiais de ponta, assinaturas de qualidade, auxílio de coachings. Tudo isso ajuda muito e pode turbinar os estudos para concursos.
O tempo também é importante. Estudo de concurso demanda muitas horas de dedicação e disciplina. Pode envolver sacrifício de tempo de lazer, de sono e com a família. Para quem trabalha, o estudo pode significar uma segunda jornada.
Prazo do investimento
Continuando a dissertar sobre o assunto ‘investindo em concursos públicos’, analisa-se o prazo dos investimentos.
Nos investimentos financeiros, existem diversos prazos que o capital precisa ficar investido para gerar o retorno desejado. Prazos curtos, médios e longos. Quanto maior o prazo, no geral, maior o rendimento obtido.
Os estudos para provas de concurso, geralmente, podem ser considerados investimentos de longo prazo.
No início dos estudos, o concurseiro vai se deparar com disciplinas mal exploradas no ensino médio e em faculdades. Tais quais direitos públicos, administração pública, finanças, orçamento e contabilidade pública. O formato da prova também é diferenciado de provas de escolas, faculdade e vestibular. Para aprender como as bancas examinadoras cobram temas novos e já conhecidos, leva um certo tempo.
Para concursos muito concorridos, ou de alto nível técnico, com muitas disciplinas no conteúdo do edital, é necessário um estudo longo pré edital.
Assim, a jornada de estudos pode ser longa. É necessário paciência, persistência e resiliência. Tratar o tempo como um recurso investido a longo prazo.
Oportunidades de mercado e diversificação
Prosseguindo a tratar do assunto: investindo em concursos públicos, trata-se de oportunidades de mercado e diversificação de investimentos.
Para investimentos financeiros, oportunidade de mercado é saber investir em um fundo de investimento certo, na hora certa. E a diversificação é o fato de não investir todo o capital inicial em um só investimento, dividindo-o em várias boas oportunidades de mercado, e aproveitando melhor os frutos desses investimentos.
Já no estudo para concursos, as oportunidades de mercado são os editais das provas. É a oportunidade do estudante colocar seus estudos em prática e disputar, efetivamente, seu sonhado ingresso no serviço público.
Às vezes, a frequência de publicação entre um edital e outro, para determinado cargo específico, pode ser baixa. Existem concursos para auditor fiscal que ficam décadas sem ser publicados.
Aí entra a diversificação, ao investir nos estudos de concursos. Ampliar os editais no radas pode ser uma boa opção. Escolher editais que sejam parecidos com o foco principal para aproveitar os estudos. Fazer concursos como treinos, pensar em assumir cargos de concursos escada, trabalhar no serviço público e investir ainda mais em estudos.
A diversificação pode ampliar as oportunidades de mercado para os concurseiros. E isso pode ajudar na jornada da aprovação.
Investindo em concursos públicos – Risco e retorno
Finalizando o artigo “Investindo em concursos públicos”, o tema a ser analisado são risco e retorno.
Todo investimento financeiro apresenta risco, pois envolve tempo e outros fatores, como a economia geral. E quanto maior o risco disposto a se aceitar, maior o retorno do capital inicial investido.
Para concursos públicos, os riscos ocorrem e são comuns. São as reprovações em provas. Elas não devem ser encaradas como fracasso. Elas fazem o candidato aprender e ficar mais forte nas próximas provas. É preciso persistência e resiliência, e ciência que a jornada da aprovação pode ser longa, e que o investimento é de longo prazo.
O retorno é a aprovação no cargo público almejado. As atribuições do cargo são conhecidas pelo concurseiro, e são as desejadas por ele. A remuneração também. A estabilidade do serviço público é excelente, uma dos pontos mais almejados por concurseiros. Além da importância social do servidor público.
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