O homem que humilhou a CEBRASPE
Nesse artigo iremos contar um pouco da história sobre o homem que humilhou a CEBRASPE. Mas, quem é esse homem? Qual a diferença isso pode fazer na sua vida? Bom, se você conseguir fazer ao menos algo próximo do que ele fez, possivelmente você já sai na frente de muitos concorrentes. Desse modo, aprenda estratégias para ir bem na prova e tente fazer algo que até então era impossível para muita gente!
Assim, confie em mim e venha comigo nesse artigo que foi feito com dicas e histórias!
Quem é esse homem?
Bom, logo de cara vou matar a curiosidade de vocês. Esse homem é Lucas Marques Vilela, 1º colocado no concurso do TCU (Técnico Federal de Controle Externo), tendo realizado a façanha de pontuar 118 pontos de um total de 120. Em outras palavras, ele errou apenas uma questão. Já imaginaram o que é isso?
A análise da trajetória de candidatos aprovados em posições de destaque — como o caso de Lucas Marques Vilela, 1º lugar no TCU — fornece evidências empíricas valiosas que, quando combinadas com a literatura científica sobre aprendizagem, permitem compreender os fatores determinantes do alto desempenho.
A especificidade do modelo CEBRASPE: exigência cognitiva superior
As estratégias para ir bem na prova da CEBRASPE são diversas, mas Lucas foi além, muito além!
As provas do CEBRASPE apresentam uma característica singular: o modelo de julgamento “certo ou errado”, com penalização por erro.
Sob a ótica da teoria da carga cognitiva (Sweller, 1988), esse tipo de prova impõe maior demanda à memória de trabalho, uma vez que o candidato precisa avaliar não apenas se conhece o conteúdo, mas se a assertiva está integralmente correta.
Prática deliberada e resolução massiva de questões
Um dos pontos centrais da preparação de candidatos de alto desempenho é a resolução intensiva de questões e simulados. O próprio Lucas Marques, o homem que humilhou a CEBRASPE, destaca:
“Fiz os simulados semanais […] e muitos temas de discursiva.”
Essa prática encontra respaldo direto no conceito de prática deliberada (Ericsson, 2006), que define o desenvolvimento de expertise como resultado de treino estruturado, com feedback contínuo e foco em melhoria de desempenho.
Além disso, estudos sobre retrieval practice demonstram que testar-se constantemente melhora significativamente a retenção de longo prazo (Roediger & Karpicke, 2006).
Estruturação do estudo: o papel do planejamento guiado
Aprenda estratégias para ir bem na prova. O Lucas aprendeu, colocou em prática e deu uma verdadeira aula. Olha essa passagem da entrevista dele aqui no Estratégia:
“Tive dificuldade em planejar […] a Trilha me ajudou bastante.”
A Trilha a que ele se refere, é a Trilha Estratégica, você já conhece? É uma espécie de “Waze dos Concursos”, uma ferramenta que te dá um caminho, diz o que você precisa fazer naquele dia de estudos. Muitos alunos usam e amam. Ajuda demais, de verdade.
Então imagine ir além disso e ter um Coach só para você, dizendo exatamente o que você precisa fazer naquele dia de estudos, de modo personalizado. Imaginou? Pois essa cena que você pensou existe e se chama Platinum, a assinatura mais completa aqui do Estratégia. Se você ainda não conhece, vale a pena conhecer o trabalho dos nossos Coachs que já conduziram muita gente até à aprovação.
Saber como estudar faz toda a diferença: fazer isso de modo orientado, faz mais diferença ainda!
Consistência e volume de estudo ao longo do tempo
O Lucas conta que outro ponto central da preparação foi a manutenção de uma rotina consistente:
- meta de aproximadamente 40 horas semanais líquidas;
- progressão contínua na trilha de estudos;
- repetição de atividades ao longo do tempo.
Esse comportamento está alinhado ao conceito de aprendizagem cumulativa, no qual o conhecimento é construído progressivamente por meio de exposição repetida e prática contínua.
Em provas de alto nível, vence quem sustenta o processo por mais tempo.
Treinamento específico para discursivas
Dentre as estratégias para ir bem na prova, Lucas ainda destacou ainda que um diferencial relevante na preparação foi o treino sistemático para a prova discursiva:
“No último mês, fiz um tema por dia […] e refazia após correção.”
Essa abordagem está alinhada à prática de feedback corretivo, considerada essencial para o desenvolvimento de habilidades complexas (Hattie & Timperley, 2007).
Além disso, o treino antecipado no início do dia demonstra uma estratégia eficiente de alocação de energia cognitiva, priorizando tarefas de maior complexidade nos momentos de maior desempenho mental.
Ah, e caso você não saiba, na assinatura Platinum a correção de discursivas é ILIMITADA!
Saúde mental e física como fator de desempenho
Por fim, mas não menos importante, o nosso homem que humilhou a CEBRASPE ainda contou que:
“Não parei de cuidar da saúde física e mental.”
A literatura em neurociência demonstra que fatores como sono, atividade física e equilíbrio emocional impactam diretamente funções cognitivas como memória, atenção e tomada de decisão (Walker, 2017).
Assim, desempenho em provas não é apenas resultado de estudo, mas também de condições fisiológicas adequadas.
Conclusão
O desempenho de alto nível em concursos públicos, especialmente em provas do CEBRASPE, pode ser compreendido como resultado da interação entre:
- prática deliberada e resolução intensiva de questões;
- estrutura organizacional eficiente do estudo;
- consistência ao longo do tempo;
- treino específico para provas discursivas;
- capacidade de adaptação e metacognição;
- manutenção da saúde física e mental.
A análise da trajetória de candidatos aprovados em posições de destaque confirma o que a literatura científica já indica: a aprovação não é resultado de talento isolado, mas de processos estruturados, repetidos e ajustados ao longo do tempo.
E caso você ainda não tenha lido a entrevista completa do Lucas, leia clicando aqui!
Referências
- Anderson, L. W., & Krathwohl, D. (2001). A taxonomy for learning, teaching and assessing.
- Bransford, J., Brown, A., & Cocking, R. (2000). How people learn.
- Ericsson, K. A. (2006). The Cambridge handbook of expertise and expert performance.
- Hattie, J., & Timperley, H. (2007). The power of feedback.
- Roediger, H. L., & Karpicke, J. D. (2006). Test-enhanced learning.
- Sweller, J. (1988). Cognitive load theory.
- Walker, M. (2017). Why We Sleep.
- Zimmerman, B. (2002). Becoming a self-regulated learner.