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Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2

No artigo de hoje vamos fazer um Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2.

Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2

Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2

Foi publicado o novo edital do certame do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Esse tribunal abrange os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Além disso, esse certame está ofertando vagas para os cargos de Analista e Técnico Judiciário. Nesse sentido, vale ressaltar que tais cargos são de Nível Superior de escolaridade, com salário inicial de até R$ R$ 13.994,78.

Inclusive, uma das matérias exigidas neste certame é Administração Geral e Pública + Gestão de Pessoas, dentro dessa disciplina um tópico extremamente importante é sobre a Estrutura Organizacional. Afinal, ele representa 15,20% de todos os assuntos dessa matéria, sendo o tópico mais exigido.

Sendo assim, hoje vamos tratar desse tópico elencado no seu edital.

Resumo de Estrutura Organizacional

Primeiramente, entenda que a estrutura organizacional surge das escolhas feitas pelos líderes de uma empresa, em seu nível estratégico, delineando como ela está organizada internamente. Assim, abrange desde a configuração básica da empresa até a distribuição das tarefas entre departamentos, áreas e cargos.

Nesse sentido, esse arcabouço organizacional é essencial para o funcionamento da empresa e abrange quatro sistemas interligados: Autoridade, Responsabilidade, Decisão e Comunicação. Além disso, todos esses sistemas precisam ser considerados ao projetar a estrutura organizacional.

Outrossim, diversos fatores influenciam e condicionam essa estrutura, como o fator humano, os objetivos, estratégias e políticas da empresa, a tecnologia e o ambiente externo.

  • Fator Humano: Uma vez que toda organização tem, essencialmente, o fator humano como força motriz para alcançar seus objetivos.
  • Fator sistemas de objetivos, estratégias e políticas da empresa: O objetivo é a situação (também chamado de “alvo”) que se procura alcançar. Desse modo, a estratégia é o “caminho” para se alcançar esse objetivo; e a política é responsável por orientar a tomada de decisões. Nesse sentido, tais fatores também têm bastante influência na estrutura organizacional, já que, quando todos esses aspectos estão claros e bem definidos, torna-se mais fácil “organizar”.
  • Fator Tecnologia: Atualmente, a tecnologia é um fator essencial. Sendo assim, a empresa deve estar sempre em busca de se renovar no quesito tecnologia, sob pena de perder mercado para a concorrência.
  • Fator ambiente externo da empresa: Afinal, a comunicação entre a empresa e o ambiente externo é um fator essencial para o desenvolvimento da empresa. Destarte, a interação e as mudanças entre a empresa e seu ambiente externo devem ser avaliadas continuamente.

Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2

Segundo Robbins, ao definir a estrutura organizacional, é crucial considerar seis elementos fundamentais: a Especialização do Trabalho, a Departamentalização, a Cadeia de Comando, a Amplitude de Controle, a Centralização e Descentralização e a Formalização.

A especialização do trabalho implica dividir as tarefas em partes distintas, como na fabricação de carros, onde diferentes operários se especializam em tarefas específicas.

Essa especialização pode ocorrer verticalmente, através de hierarquias, ou horizontalmente, através da criação de departamentos especializados.

A departamentalização agrupa atividades semelhantes de acordo com diferentes critérios, como função, produto, cliente, processo, projeto, localização ou uma combinação desses.

Nesse contexto, a departamentalização pode ser conceituada como o agrupamento de atividades “homogêneas” e dos respectivos recursos (financeiros, humanos, tecnológicos e materiais), em unidades organizacionais.

A Cadeia de Comando, também chamada de hierarquia de autoridade, determina “quem” os indivíduos (ou grupos) devem se reportar.

Quanto à amplitude de controle, ela determina quantas pessoas cada executivo pode dirigir de forma eficaz e eficiente.

Por sua vez, a centralização e descentralização, determina “onde” fica a autoridade no processo decisório.

Por fim, a formalização indica até que ponto existirá regras e regulamentos para dirigir e coordenar os funcionários e os executivos.

Em suma, a estrutura organizacional é fundamental para o funcionamento eficaz de uma empresa, e sua concepção deve levar em conta diversos fatores e elementos para garantir sua eficiência e adaptação ao ambiente empresarial.

Conclusão

Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2

O estudo da Estrutura Organizacional é de suma importância para os candidatos interessados no concurso do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Em suma, a Estrutura Organizacional é a base sobre a qual uma empresa se sustenta e opera. Sendo assim, ela é moldada pelas decisões estratégicas dos líderes e envolve a definição da configuração básica da empresa, bem como a distribuição das responsabilidades e autoridades entre departamentos, áreas e cargos.

Ademais, essa estrutura é influenciada por diversos fatores, como o elemento humano, os objetivos, estratégias e políticas da empresa, a tecnologia e o ambiente externo.

Vale ressaltar que Robbins destaca seis elementos fundamentais a serem considerados ao definir a estrutura organizacional: especialização do trabalho, departamentalização, cadeia de comando, amplitude de controle, centralização e descentralização, e formalização.

Em resumo, a Estrutura Organizacional é essencial para o funcionamento eficaz de uma empresa, refletindo sua capacidade de adaptação e competitividade no mercado.

Espero que você tenha gostado do nosso artigo de hoje sobre o Resumo de Estrutura Organizacional para o TRF 2!

Bom Estudo!

Elizabeth Menezes

@prof.elizabethmenezes

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

https://www.youtube.com/watch?v=nl8pD1wvew0

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Elizabeth Menezes de Pinho Alves

Bacharel em Administração pela UFPE, bacharelanda em Direito, pós-graduada em Direito Administrativo e Constitucional. Começou em 2014 os estudos para concursos apenas para a área fiscal, por influência de amigos e familiares que trabalhavam na área. Então, em 2017, com a abertura do concurso do Tribunal de Contas de Pernambuco, decidiu mudar o foco e aproveitar as oportunidades da área de controle, o que se mostrou uma excelente e acertada decisão. Atualmente exerce o cargo de Auditor de Controle Externo no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, tendo também sido aprovada em: 5° lugar para Auditor Fiscal de Garanhus - PE (2015), Auditor Fiscal de Goiânia - GO (2016), Auditor Fiscal do Maranhão (2016), Analista de Gestão do TCE-PE (2017) e Auditor de Contas Públicas do TCE-PB (2018). Além disso, foi aprovada e nomeada em concursos de Auditor Fiscal Estadual, Municipal e da área de Controle.

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