Bancas organizadoras de Concursos Fiscais – Quais são? O que esperar?
Thiago Cabral

Bancas organizadoras de Concursos Fiscais – Quais são? O que esperar?

Conhecer as bancas organizadoras dos concursos públicos é muito importante para qualquer concurseiro. Isso porque, através desta análise, é possível saber o que esperar da seletiva: tipos de questões, objetivo das questões, forma de organização do edital, tipos de recursos, tipos de pontuação, etc. Com isso, o concurseiro pode se preparar melhor para o que estar por vir, sem grandes surpresas no dia da prova.

Como conhecer as bancas organizadoras?

Uma dica para conhecer as bancas organizadoras – ou aquela que será a do seu próximo concurso – é pesquisar as provas do último edital lançadas para o concurso que pretende prestar em que a banca foi responsável. Pesquisar outras seletivas organizadas por esta banca deve ser o segundo passo.

Um terceiro passo poderia ser comparar a forma como a banca organiza as suas provas e edital com outras bancas existentes. Realmente, cada banca organizadora tem seus próprios recursos e objetivos, bem como o seu modo de operar. E você pode conhecê-la antes mesmo da seletiva.

Quais são as principais bancas organizadoras de concursos fiscais?

Não há muitas diferenças entre bancas organizadoras de concursos fiscais e de outros tipos de concursos. A maioria faz todo tipos de seletiva. O que muda mesmo é o modus operandi de cada uma. Entre as principais bancas organizadoras brasileiras estão:


• Fundação Carlos Chagas (FCC) – Realiza concursos federais, estaduais e também municipais. Foca em questões objetivas, mas sem grandes surpresas. Em geral, todos os itens do edital são explorados nas provas. É muito comum em concursos de tribunais.


• Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe) – É considerada uma das bancas mais difíceis, inclusive por concurseiros experientes. Foca em questões interdisciplinares de grande complexidade, que exigem paciência. É preciso ter também cuidado com o sistema de pontuação.


• Cesgranrio – Tem nível de dificuldade médio. Tem um perfil parecido com a da FCC. Usa muitas imagens e gráficos nas questões, exigindo mais do candidato o raciocínio e a interpretação.


• Fundação Getúlio Vargas (FGV) – É uma banca imprevisível e sempre foge ao padrão. Foca muito em interpretação e cobra detalhes.


• Esaf – É uma banca das mais exigentes e sempre traz questões polêmicas. As questões são bem elaboradas e complexas. O seu grau de dificuldade é médio para alto. Nem sempre cobra todos os itens exigidos no edital.

Espero que tenha gostado. Por hoje era isso. Forte abraço e bons estudos!!!

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Thiago Cabral

AUDITOR FISCAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA (ICMS-SC), aprovado no concurso de 2010. Bacharel em Direito pela Universidade Sociedade Educacional de Santa Catarina – UNISOCIESC. Pós-graduado em Direito Tributário.  Atua como coach profissionalmente na preparação de concursando desde 2015. Ex-oficial da Marinha graduado pela Escola Naval/RJ. Começou sua carreira de “concurseiro“ em 1997 quando foi aprovado no Concurso para o Colégio Naval AOS 15 ANOS DE IDADE! Aprovado também no concurso para o cargo de Analista da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo (2009). É comum ouvirmos que estudar para concursos públicos é uma tarefa árdua e cansativa e que muitos acabam desistindo. Que é preciso muito anos de estudo, além de diversos cursinhos. Em regra, é um caminho bem difícil a ser trilhado. Para seguir firme no propósito até o final, é indispensável ser DETERMINADO e manter-se MOTIVADO. Gostaria de compartilhar o que aprendi durante os meus anos de estudo, pois um projeto de aprovação em concurso público requer muita determinação, motivação e persistência. No Coaching do Estratégia, tenho como missão pessoal transmitir o máximo da minha experiência em concursos para meus coachees, dando dicas para aperfeiçoar seus estudos e te fazer sair na frente de muitos concorrentes. Conte comigo!!! Bons estudos!!!  

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