O presente artigo visa abordar a importância da construção de resumos e mapas mentais próprios ao estudar para concursos públicos, de bancas como a CEBRASPE, por exemplo..
Atualmente, existem ferramentas excelentes de estudos, já prontas. Entre elas, resumos e mapas mentais.
Porém, ao sintetizar um conteúdo aprendido de maneira própria, torna a memorização ativa, ao invés de passiva, quando utilizados resumos e mapas mentais prontos. Além disso, o material fica personalizado pelo próprio aluno.
Isso ajuda na fixação e revisão do conteúdo a se estudar.
Iniciando a análise sobre a construção de resumos e mapas mentais próprios, aborda-se a personalização que ocorre no processo.
É possível resumir e mapear qualquer formato, como um PDF completo, um comentário de uma questão, ou até mesmo um resumo ou mapa mental. O processo é o de compreender um conteúdo e reescrevê-lo com suas palavras e símbolos, para facilitar as próximas leituras.
Cada pessoa possui um estilo cognitivo diferente, e exprimir o compreendido de forma própria ajuda a fixar e reler. Neste processo, são criados símbolos, mnemônicos, códigos e abreviações próprias.
A personalização facilita mais o que já veio facilitado, e de forma totalmente personalizada. A criação reforça a assimilação, e a personalização reforça a facilidade de revisar. A autoria dá o poder de aprender o que você mesmo criou.
Continuando com o tema resumos e mapas mentais próprios, aborda-se os resumos próprios.
O processo de escrever resumo enquanto consome um conteúdo teórico ativa a memória de longo prazo. Além disso, as pausas para alimentar os resumos próprios ajudam na absorção do conteúdo, e nos pequenos descansos necessários durante o estudo intenso. Pausas de reflexão e internalização do conteúdo em trechos.
A construção de um resumo pode ser sintetizada em alguns passos: leitura ativa, seleção, organização, síntese e revisão.
A leitura ativa não é apenas ler, mas já ler sublinhando, destacando e anotando dúvidas e ideias. Na seleção, identifica-se o essencial (conceitos, palavras-chave, artigos de lei, autores).
A organização é identificar o selecionado com a estrutura do edital, para facilitar referências e revisão futura. A síntese é escrever o que foi aprendido com suas próprias palavras. E a revisão é atualizar o resumo conforme ocorre avanço nos estudos.
Prosseguindo a dissertação sobre resumos e mapas mentais próprios, o tema é mapas mentais próprios.
Mapa mental é uma representação gráfica que pega uma ideia ou conceito central. Daí, hierarquicamente, vai trazendo conceitos e ideias menores ramificadas àquela ideia menor. Utiliza cores, palavras chaves curtas, sendo diferente de um resumo linear.
Como dicas para construir mapas mentais, pode-se sugerir criar o tema principal, os ramos principais e as ramificações secundárias. Escolher algumas cores e símbolos padronizados para utilizar no mapa.
Importante, também, manter a hierarquia visual. A ideia deve ser o ponto mais destacado, e os ramos devem seguir uma lógica de proximidade e importância.
Apesar da diferença, os resumos e os mapas mentais podem se comunicar, e se construir juntos. Também podem muito bem ser combinados nos estudos e na revisão.
Dando prosseguimento com a análise de resumos e mapas mentais próprios, abordam-se duas ferramentas de construção visual de ideias.
As ferramentas são o fluxograma e o diagrama de causa e efeito (Ishikawa).
O fluxograma descreve os insumos, as etapas, e o resultado de um processo, de forma visual com simbologia própria. Pode descrever bem, como exemplo, o processo administrativo disciplinar ou a criação de leis.
O diagrama da causa e efeito pega um problema e elenca as causas e efeitos do problema, em um desenho que as separa visualmente. Pode ser utilizado para analisar por exemplo a ineficiência da burocracia no serviço público.
Quanto às diferenças das ferramentas, o mapa mental mostra o todo de um conceito, por associação de ideias. O fluxograma mostra os passos de um processo, por sequência lógica. E o diagrama de Ishikawa mostra causa e efeitos, por meio de análise e diagnóstico.
Finalizando o artigo “Resumos e mapas mentais próprios”, aborda-se erros comuns ao construir mapas e resumos próprios.
Ao resumir e mapear, é preciso evitar a cópia. Transcrever não é criar, mas apenas reproduzir a lógica de outra pessoa. E quebra o processo da criação personalizada.
Quanto às ferramentas visuais, é bom seguir as regras mínimas dos conceitos delas. Evitando mapas mentais sem hierarquia visual, respeitando símbolos do fluxograma, e a divisão de causa e efeito do diagrama de Ishikawa.
Também não é recomendável escrever resumos muito longos ou extensos, pois dificulta a leitura na hora da revisão.
Por fim, é importante efetivamente reler e revisar os resumos e mapas mentais próprios, e não apenas produzi-los.
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