Artigo

GABARITO PCPE. Agente e Escrivão de polícia. Prova de Português comentada.

Olá, caros amigos do Estratégia Concursos! Tudo bem?

Venho aqui comentar com vocês as questões de Português que fizeram parte da prova da Polícia Civil de Pernambuco, que ocorreu no dia 12/06/2016, cargos de Agente e Escrivão de Polícia.

Completamente dentro do esperado, o Cespe/Unb trouxe questões de interpretação textual, reescritura de trechos, uso da vírgula, análise sintática, uso do “se”, conjunções  e redação oficial!

Vamos para as questões!

Texto CG1A01AAA
O crime organizado não é um fenômeno recente. Encontramos indícios dele nos grandes grupos contrabandistas do antigo regime na Europa, nas atividades dos piratas e corsários e nas grandes redes de receptação da Inglaterra do século XVIII. A diferença dos nossos dias é que as organizações criminosas se tornaram mais precisas, mais profissionais.
Um erro na análise do fenômeno é a suposição de que tudo é crime organizado. Mesmo quando se trata de uma pequena apreensão de crack em um local remoto, alguns órgãos da imprensa falam em crime organizado. Em muitos casos, o varejo do tráfico é um dos crimes mais desorganizados que existe. É praticado por um usuário que compra de alguém umas poucas pedras de crack e fuma a metade. Ele não tem chefe, parceiros, nem capital de giro. Possui apenas a necessidade de suprir o vício. No outro extremo, fica o grande traficante, muitas vezes um indivíduo que nem mesmo vê a droga. Só utiliza seu dinheiro para financiar o tráfico ou seus contatos para facilitar as transações. A organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas fica, na maior parte das vezes, entre esses dois extremos. É constituída de pequenos e médios traficantes e uns poucos traficantes de grande porte.
Nas outras atividades criminosas, a situação é a mesma. O crime pode ser praticado por um indivíduo, uma quadrilha ou uma organização. Portanto, não é a modalidade do crime que identifica a existência de crime organizado.
Guaracy Mingardi. Inteligência policial e crime organizado. In: Renato Sérgio de Lima e Liana de Paula (Orgs.). Segurança pública e violência: o Estado está cumprindo seu papel? São Paulo: Contexto, 2006, p. 42 (com adaptações).

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
01. De acordo com o texto CG1A01AAA,
A) poucas são as modalidades de crime que podem ser tipificadas como crime organizado.
B) nem sempre o que o senso comum supõe ser crime organizado é de fato crime organizado.
C) há registros da associação de pessoas para o cometimento de crimes desde a Antiguidade.
D) as primeiras organizações criminosas estruturavam-se de modo totalmente impreciso e amador, em comparação com as organizações criminosas da atualidade.
E) o conceito da expressão crime organizado foi distorcido porque a imprensa passou a empregá-la para tratar de qualquer crime que envolva entorpecentes.

Comentário: a única alternativa que condiz com o texto é a B, pois o autor defende justamente a ideia de que nem tudo que chamamos de crime organizado está adequadamente classificado assim. Comprove no seguinte trecho: “Um erro na análise do fenômeno é a suposição de que tudo é crime organizado”.
Vejamos as outras alternativas:
A) não foi falado no texto que os crimes organizados são poucos.
C) o texto cita o antigo regime na Europa, não a antiguidade.
D) infere-se do texto que as organizações criminosas de antigamente eram menos precisas e profissionais, não TOTALMENTE assim. A alternativa está extrapolando na interpretação.
E) O texto não cita a imprensa nem a distorção do conceito da expressão crime organizado.
GABARITO: B

REESCRITURA DE TRECHOS
2. Em cada uma das opções a seguir, é apresentado um trecho do texto CG1A01AAA, seguido de uma proposta de reescritura. Assinale a opção em que a reescritura proposta mantém a correção gramatical do texto e o sentido original do trecho.
A) “O crime pode ser praticado por um indivíduo, uma quadrilha ou uma organização” (l. 24 e 25): O crime ser praticado por um indivíduo, uma quadrilha ou uma organização é permitido
B) “Mesmo quando se trata de uma pequena apreensão de crack em um local remoto” (l. 9 e 10): Ainda que trata-se de uma pequena apreensão de crack em um local distante
C) “o varejo do tráfico é um dos crimes mais desorganizados que existe” (l. 12 e 13): o varejo do tráfico é um dos crimes mais desorganizados que existem
D) “muitas vezes um indivíduo que nem mesmo vê a droga” (l. 17 e 18): muitas vezes um indivíduo que se quer enxerga a droga
E) “Só utiliza seu dinheiro para financiar o tráfico ou seus contatos para facilitar as transações” (l. 18 e 19): Só utiliza seu dinheiro ou seus contatos para financiar o tráfico ou para facilitar as transações

Comentário:
A alternativa que apresenta reescrita correta é a letra C, em que o sujeito do verbo existir é “um dos crimes”, o que possibilita que o termo “existem” concorde tanto com o numeral “um” quanto com o termo “crimes”.
Analisando as reescritas de cada uma das demais alternativas e destacando os erros, temos:
Em A, “O crime ser praticado por um indivíduo, uma quadrilha ou uma organização é permitido.” A expressão “é permitido” não pode substituir “pode”. O termo “pode” indica ideia de possibilidade, significando no contexto que há a possibilidade de o crime ser praticado tanto por apenas um indivíduo quanto por um grupo deles ou por uma organização.
Em B – “Ainda que trata-se de uma pequena apreensão de crack em um local distante” – mantendo o sentido original e a correção gramatical do texto, a reescrita deveria ser: ‘Ainda que se trate de uma pequena apreensão de crack em um local distante’, em que o pronome “se” fica na posição proclítica por ter sido atraído pelo “que” e o verbo “trate” é conjugado em combinação com o termo “ainda que”. O termo “distante” é sinônimo de “remoto” e poderia substitui-lo.
Na alternativa D – “muitas vezes um indivíduo que se quer enxerga a droga” – a substituição acarretaria erro gramatical, uma vez que a expressão correta é ‘sequer’, significando ‘ao menos’. Além disso “enxerga” não pode substituir “vê”, uma vez que seus significados são diferentes: “vê”, no contexto, significa ‘não tem contato com’ e “enxerga” , encaixado no contexto, significaria tem impossibilidade de ver.
Já em E – “Só utiliza seu dinheiro ou seus contatos para financiar o tráfico ou para facilitar as transações” – há erro porque, no texto original, tem-se a afirmação de que os contatos facilitam as transações, mas não se pode inferir que também financiam o tráfico, como ficou entendido a partir dessa reescrita. Sendo assim, a reescrita alteraria o sentido original do texto.
GABARITO: C

USO DA VÍRGULA
3. No texto CG1A01AAA, isola um trecho de natureza explicativa a vírgula empregada logo após
A) “traficante” (L.17).
B) “vezes” (L.21).
C) “indivíduo” (L.24).
D) “remoto” (L.10).
E) “casos” (L.12).

Comentário:
A. Correta – No trecho “No outro extremo, fica o grande traficante, muitas vezes um indivíduo que nem mesmo vê a droga.”, a vírgula isola uma oração explicativa.
B. Errada – No techo “A organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas fica, na maior parte das vezes, entre esses dois extremos.”, as vírgulas antes de “na” e depois de “vezes” isola uma expressão adverbial deslocada na oração.
C. Errada – Em “O crime pode ser praticado por um indivíduo, uma quadrilha ou uma organização.”, a vírgula separa expressões coordenadas.
D. Errada – No período “Mesmo quando se trata de uma pequena apreensão de crack em um local remoto, alguns órgãos da imprensa falam em crime organizado.”, a vírgula separa uma oração subordinada localizada antes da oração principal.
E. Errada – No fragmento “Em muitos casos, o varejo do tráfico é um dos crimes mais desorganizados que existe.”, a vírgula isola uma expressão adverbial.
GABARITO: A

ANÁLISE SINTÁTICA
4. No texto CG1A01AAA, funciona como complemento nominal a oração
A) “que identifica a existência de crime organizado” (L.26).
B) “que as organizações criminosas se tornaram mais precisas, mais profissionais” (L. 5 a 7).
C) “de que tudo é crime organizado” (L. 8 e 9).
D) “para facilitar as transações” (L.19).
E) “que compra de alguém umas poucas pedras de crack” (L. 13 e 14).

Comentário:
A. Errada – “Portanto, não é a modalidade do crime que identifica a existência de crime organizado.” – o oração “identifica a existência de crime organizado”, é um predicado verbal introduzido pelo pronome relativo “que”.
B. Errada – Na frase: “A diferença dos nossos dias é que as organizações criminosas se tornaram mais precisas, mais profissionais.”, a oração em destaque é subordinada predicativa.
C. Correta – Em “Um erro na análise do fenômeno é a suposição de que tudo é crime organizado.”, a frase em destaque é subordinada completiva nominal.
D. Errada – No trecho “Só utiliza seu dinheiro para financiar o tráfico ou seus contatos para facilitar as transações.”, a frase em destaque é adverbial final.
E. Errada – A oração “que compra de alguém umas poucas pedras de crack” retirada do trecho “É praticado por um usuário que compra de alguém umas poucas pedras de crack e fuma a metade.” exerce função restritiva em relação ao termo “usuário”.
GABARITO: C

Texto CG1A01BBB

Não são muitas as experiências exitosas de políticas públicas de redução de homicídios no Brasil nos últimos vinte anos, e poucas são aquelas que tiveram continuidade. O Pacto pela Vida, política de segurança pública implantada no estado de Pernambuco em 2007, é identificado como uma política pública exitosa.
O Pacto Pela Vida é um programa do governo do estado de Pernambuco que visa à redução da criminalidade e ao controle da violência. A decisão ou vontade política de eleger a segurança pública como prioridade é o primeiro marco que se deve destacar quando se pensa em recuperar a memória dessa política, sobretudo quando se considera o fato de que o tema da segurança pública, no Brasil, tem sido historicamente negligenciado. Muitas autoridades públicas não só evitam associar-se ao assunto como também o tratam de modo simplista, como uma questão que diz respeito apenas à polícia.
O Pacto pela Vida, entendido como um grande concerto de ações com o objetivo de reduzir a violência e, em especial, os crimes contra a vida, foi apresentado à sociedade no início do mês de maio de 2007. Em seu bojo, foram estabelecidos os principais valores que orientaram a construção da política de segurança, a prioridade do combate aos crimes violentos letais intencionais e a meta de reduzir em 12% ao ano, em Pernambuco, a taxa desses crimes.
Desse modo, definiu-se, no estado, um novo paradigma de segurança pública, que se baseou na consolidação dos valores descritos acima (que estavam em disputa tanto do ponto de vista institucional quanto da sociedade), no estabelecimento de prioridades básicas (como o foco na redução dos crimes contra a vida) e no intenso debate com a sociedade civil. A implementação do Pacto Pela Vida foi responsável pela diminuição de quase 40% dos homicídios no estado entre janeiro de 2007 e junho de 2013.
José Luiz Ratton et al. O Pacto Pela Vida e a redução de homicídios em Pernambuco. Rio de Janeiro: Instituto Igarapé, 2014. Internet: (com adaptações).

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
5. O Pacto pela Vida é caracterizado no texto CG1A01BBB como uma política exitosa porque
A) teve como objetivos a redução da criminalidade e o controle da violência no estado de Pernambuco.
B) tratou a questão da violência como um problema social complexo e inaugurou uma estratégia de contenção desse problema compatível com sua complexidade.
C) definiu, no estado de Pernambuco, um novo paradigma de segurança pública, embasado em uma rede de ações de combate e de repressão à violência.
D) foi fruto de um plano acertado que elegeu a área da segurança pública como prioridade.
E) resultou em uma redução visível no número de crimes contra a vida no estado de Pernambuco.

Comentário:
O trecho “A implementação do Pacto Pela Vida foi responsável pela diminuição de quase 40% dos homicídios no estado entre janeiro de 2007 e junho de 2013.”, retirado do último parágrafo do texto, confirma ser a alternativa E a correta, uma vez que o índice de redução de “quase 40%” comprova o êxito do programa.
As demais alternativas podem ser inferidas do texto, mas não comprovam o êxito do programa. Apenas a alternativa C apresenta uma inverdade relativa ao texto, pois não está presente nele e nem podemos inferir que houve ações de repressão à violência. Verificamos que há no texto informações sobre ações de redução e de combate à violência.
GABARITO: E

USO DO “SE”
6. No texto CG1A01BBB, a partícula “se” foi empregada para indeterminar o sujeito em
A “se pensa” (L.11).
B “se considera” (L.12).
C “associar-se” (L.15).
D “definiu-se” (L.25).
E “se deve destacar” (L.11).

Comentário:
O “se” no trecho “primeiro marco que se deve destacar quando se pensa em recuperar a memória dessa política”, ocorre duas vezes, mas assume funções distintas em cada uma: em “se deve destacar” ele é partícula apassivadora (o que elimina a letra E) e em “se pensa” é índice de indeterminação do sujeito. Portanto, a alternativa A é a correta para esta questão.
Nas demais alternativas:
B. “se considera” – partícula apassivadora
C. “associar-se” – pronome reflexivo
D. “definiu-se” – partícula apassivadora
GABARITO: A

CONJUNÇÕES
7. No trecho “Muitas autoridades públicas não só evitam associar-se ao assunto como também o tratam de modo simplista” (L. 14 a 16), do texto CG1A01BBB, o vocábulo “como” integra uma expressão que introduz no período uma ideia de
A) proporcionalidade.
B) adição.
C) comparação.
D) explicação.
E) oposição.

Comentário:
O par conjuntivo “não só… como também”, que consta no fragmento destacado, indica ideia de adição, ou seja, no contexto, as autoridades públicas evitam associar-se e tratam o assunto de forma simplista.
GABARITO: B

CLASSE DE PALAVRAS (ADVÉRBIO)

8. Assinale a opção na qual a palavra apresentada no texto CG1A01BBB classifica-se, do ponto de vista morfossintático, como advérbio.
A “historicamente” (R.13)
B “modo” (R.15)
C “intenso” (R.30)
D “muitas” (R.1)
E “quando” (R.11)

Comentário:
Analisando as alternativas, a única que traz um termo que funciona como advérbio no contexto é a letra A: “historicamente”. O que pode ser confirmado no trecho: “sobretudo quando se considera o fato de que o 13 tema da segurança pública, no Brasil, tem sido historicamente negligenciado.”
Nas letras B e C “modo” e “intenso” são substantivos.
Na alternativa D, “muitas” é um adjetivo.
E em E, “quando” é uma conjunção.
GABARITO: A

REDAÇÃO OFICIAL
9. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), o aviso e o ofício são
A) modalidades de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão.
B) instrumentos de comunicação oficial entre os chefes dos poderes públicos.
C) documentos que compartilham a mesma diagramação, uma vez que seguem o padrão ofício.
D) expedientes utilizados para o tratamento de assuntos oficiais entre órgãos da administração pública e particulares.
E) correspondências usualmente remetidas por particulares a órgãos do serviço público.

Comentário:
De acordo com o Manual, a única alternativa correta é a letra C. Nas demais alternativas há erro porque:
– em A, consta no Manual que tanto aviso quanto ofício “têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também com particulares.”, o que implica dizer que ambos são modalidades de comunicação entre órgãos da Administração e não de um mesmo órgão.
– segundo o Manual, “o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades.”, ou seja, é errada a afirmação de que ambos são instrumentos de comunicação entre os chefes de poder como é afirmado em B.
– em D, o erro está em afirmar que ambos são utilizados para o tratamento com particulares. Segundo o Manual, apenas o ofício pode ser utilizado para esse fim, além do trato de assuntos oficiais entre órgãos da administração pública.
– no Manual consta que “o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado”, o que torna errada a afirmação da alternativa E.
GABARITO: C

REDAÇÃO OFICIAL
10. Considerando as disposições do MRPR, assinale a opção que apresenta o vocativo adequado para ser empregado em um expediente cujo destinatário seja um delegado de polícia civil.
A) Magnífico Delegado,
B) Digníssimo Delegado,
C) Senhor Delegado,
D) Excelentíssimo Senhor Delegado,
E) Ilustríssimo Senhor Delegado,

Comentário:
O vocativo a ser utilizado em correspondências endereçadas ao delegado é “Senhor Delegado,” como consta na alternativa C.
GABARITO: C

11
Ao Senhor
Antônio Santos
Avenida Beira Mar, n.º 5000
50.000-000 — Recife. PE

REDAÇÃO OFICIAL

11. Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
A) As informações em apreço poderiam adequadamente compor o endereçamento designado no envelope de uma comunicação cujo destinatário fosse o governador do estado de Pernambuco, por exemplo.
B) As informações apresentadas poderiam constar de um aviso, uma vez que, nesse tipo de expediente, é necessário incluir, na identificação do destinatário, o endereço para onde a correspondência será remetida.
C) Caso essas informações constassem de um envelope de comunicação a ser enviada pela Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco para pessoa não pertencente ao órgão, a menção ao cargo do destinatário no envelope seria obrigatória.
D) Caso Antônio Santos fosse ministro da Defesa, o trecho Ao Senhor deveria ser substituído por A Vossa Excelência.
E) Tais informações são adequadas para compor o cabeçalho de um ofício.UES

Comentário:
A alternativa correta é a letra A.
A letra B está errada porque o aviso é um expediente utilizado exclusivamente por Ministros do Estado, portanto o vocativo deveria ser Senhor Ministro Antônio Santos.
A afirmativa que consta na letra C está errada porque a menção do cargo só seria obrigatória se a correspondência fosse endereçada a algum outro órgão, mas não seria necessária se fosse endereçada a um particular.
D está errada porque, se a correspondência fosse para o Ministro da Defesa, o vocativo deveria ser Senhor Ministro Antônio Santos.
No cabeçalho de um ofício, o vocativo deveria ser Senhor Antônio Santos. Alternativa E, portanto, também está errada.
GABARITO: A

REDAÇÃO OFICIAL

12. Considerando que, conforme o MRPR, a finalidade do fecho de comunicações oficiais é arrematar o texto e saudar o destinatário, assinale a opção que contém o fecho a ser empregado corretamente em correspondência oficial a ser subscrita por um delegado de polícia civil e remetida para o secretário de Defesa Social do Estado de Pernambuco.
A) Gentilmente,
B) Respeitosamente,
C) Cordialmente,
D) Sinceramente,
E) Atenciosamente,

Comentário:
Consta no Manual que “para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República” o fecho a ser adotado é Respeitosamente.

Relembrando:

Únicos dois fechos possíveis em expedientes oficiais:

– para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:

         Respeitosamente,

– para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:

         Atenciosamente,

GABARITO: B

Por hoje é só, meu queridos!

Desejo sorte para todos!!

Abraço,

Rafaela Freitas

Conheça os meus cursos: LINK

Página no Facebook: LINK

E-mail: [email protected]

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Veja os comentários
  • Nenhum comentário enviado.