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Dicas de redação para concursos públicos

Dicas de redação para concursos públicos

Olá, pessoal, tudo bem? Neste artigo apresentaremos algumas dicas de redação para concursos públicos.

Nesse sentido, vale ressaltar que, em concursos públicos, a prova discursiva (redação) geralmente representa uma grande parcela da nota final do candidato.

Um bom desempenho na redação pode representar um ponto chave para a aprovação (ou reprovação) do concurseiro.

Assim, a título de exemplo, podemos citar a importância da redação na composição da nota final de alguns certames realizados recentemente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV):

  • TCU 2021/2022 (auditor): pontuação da redação equivalente a 50% da nota final.
  • CGU 2022 (auditor): pontuação da redação equivalente a aproximadamente 39% da nota final.
  • RFB 2022 (auditor): pontuação da redação equivalente a 30% da nota final.

Portanto, resta evidente que a redação não deve ser menosprezada pelo concurseiro que deseja alcançar uma vaga no serviço público.

Nesse contexto, apresentaremos a seguir, de forma resumida, algumas dicas importantes para a elaboração de uma boa redação.

Tipos de redação para concursos públicos

Primeiramente, é importante saber que existem basicamente dois “tipos” de prova discursiva (redação) em concursos públicos.

Assim, em concursos para cargos eminentemente técnicos, a exemplo dos concursos para Tribunais de Contas, Controladorias e Fiscos, comumente a redação consiste na produção de um texto técnico, ou mesmo na resolução de uma questão.

Por outro lado, também é possível que a banca examinadora exija do candidato a elaboração de uma redação de “tema aberto”, geralmente, em formato dissertativo-argumentativo.

Portanto, é muito importante que o candidato conheça algumas dicas para a produção de uma boa redação, em ambos os casos supracitados.

Como usar redação técnica em concursos?

Pessoal, agora que já entendemos os dois “tipos” básicos de redação comumente exigidos nos concursos públicos, vamos apresentar algumas dicas sobre eles.

Assim, diante de uma redação técnica, um dos aspectos mais importantes é a objetividade. Neste tipo de redação muitas vezes a banca examinadora chega até a desprezar critérios estruturais do texto em detrimento do conteúdo.

Dessa forma, para a elaboração de redações técnicas o mais importante é dominar o conteúdo exigido.

Nesse sentido, vale ressaltar que um dos principais pontos positivos acerca deste “tipo” de redação se refere à economia de tempo do aluno na preparação.

Ora, falamos que para a produção de uma boa redação técnica o principal aspecto é o domínio do conteúdo, não é mesmo? Assim, podemos afirmar que ao estudar para a prova objetiva o aluno também está se preparando para a discursiva (perceberam que existe um estudo simultâneo?).

Além disso, devemos esclarecer que geralmente os questionamentos aduzidos pela banca examinadora, neste tipo de redação, constam em tópicos.

Dessa forma, sugere-se que o candidato estruture sua resposta na forma de texto corrido, porém, observando a mesma ordem dos questionamentos da banca.

Ademais, consiste em uma boa técnica a utilização de linguagem impessoal.

Por fim, sugere-se que, mesmo não existindo, nestes casos, uma estrutura fixa para o texto (a menos que exista alguma especificação da banca examinadora nesse sentido), o candidato finalize a redação com uma conclusão. Assim, objetiva-se reiterar, resumidamente, os posicionamentos exarados ao longo do texto.

Redação com tema “aberto” em concursos

Por outro lado, muitas vezes as bancas examinadoras exigem do candidato a elaboração de redações de temas “abertos”. Ou seja, tratando sobre temas gerais (muitas vezes ligados a atualidades ou a problemas da sociedade).

Pessoal, muitos consideram este tipo de redação extremamente desafiador, principalmente devido ao seu alto nível de subjetividade.

Nesses casos, não existe uma única resposta correta (como ocorre nas redações de cunho técnico). Portanto, o principal aspecto a ser considerado pelo candidato é o bom desenvolvimento textual, sua estruturação e sua coesão.

Sobre isso, vale ressaltar que as bancas examinadoras geralmente exigem do candidato a elaboração de textos dissertativos-argumentativos. Ou seja, faz-se necessário que o concurseiro, por meio de seus argumentos, busque convencer o leitor acerca de sua opinião.

Assim, considera-se muito importante a coesão dos argumentos utilizados, buscando, sempre que possível, a indicação de fontes a fim de respaldar a opinião emitida.

Além disso, deve-se evitar jargões, frases de efeito ou mesmo a utilização de afirmações simplórias de conhecimento geral.

Nesse sentido, devemos entender que o examinador buscará inovação e criatividade nas opiniões emitidas (não adianta expor aquilo que todos já sabem, não é mesmo?).

Ademais, outra dica quanto a este tipo de redação para concursos públicos refere-se ao zelo pela estrutura textual.

Conforme já sabemos, o texto dissertativo-argumentativo carece de início, meio e fim. Assim, é essencial a produção de uma introdução com a abordagem sucinta do tema a fim de prender a atenção do leitor.

Ademais, a finalização do texto deve consistir em uma conclusão instruída com propostas de encaminhamento e possíveis soluções para a problemática apontada.

Por fim, vale ressaltar a importância do aspecto visual do texto. Portanto, deve-se evitar as rasuras, bem como, deve-se utilizar as linhas até o final da margem.

Dicas finais

Amigos, finalizamos aqui este artigo com algumas dicas para a elaboração de redações para concursos públicos.

Oportunamente, vale ressaltar que o objetivo deste artigo é apresentar dicas e não regras absolutas para a elaboração de redações.

Assim, apenas por meio do treinamento constante o aluno poderá desenvolver técnicas adequadas para a elaboração de uma boa redação.

Até o próximo artigo.

Grande abraço.

Rafael Chaves

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Rafael Chaves

Engenheiro Civil formado pela Universidade Federal do Piauí - UFPI. Especialista em Engenharia Ambiental e Saneamento Básico pela Faculdade Estácio. Atualmente exerce o cargo de Auditor de Controle Externo do TCE/AM. Aprovado e nomeado nos seguintes concursos: ARSETE/PMT (1º lugar - Analista de Regulação - Eng. Civil), Prefeitura de Campinas/SP (Eng. Civil) , CODEVASF (Analista de Desenvolvimento Regional - Eng. Civil), TCE/AM (2º lugar - Auditor de Controle Externo - Obras Públicas / 14º lugar - Auditor de Controle Externo - Auditoria Governamental), TCE/TO (2º lugar - Auditor de Controle Externo - Eng. Civil), TCE GO (Analista de Controle Externo - Controle Externo).

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