Concursos Públicos

Como estudar por meio de questões?

Olá, pessoal, tudo bem? No artigo de hoje trataremos sobre uma dúvida muito comum dos concurseiros: COMO ESTUDAR POR MEIO DE QUESTÕES.

Como estudar por meio de questões

Primeiramente, vale ressaltar que nenhuma técnica de estudo é infalível e aplicável (de forma integral) a todos os alunos.

Nesse sentido, devemos ressaltar que cada aluno é único, possuindo suas próprias peculiaridades, dificuldades e aptidões.

Portanto, é imprescindível que cada concurseiro tenha em mente a necessidade de testar as técnicas de estudo disponíveis até perceber aquelas que melhor se adequam à sua realidade.

Assim, trataremos neste artigo sobre alguns tópicos relativos ao estudo para concursos públicos por meio de questões.

Dessa forma, o leitor poderá absorver alguns conceitos básicos sobre o tema e realizar as adaptações necessárias às suas particularidades (se for o caso).

Qual o momento adequado?

Existem relatos de alunos que alcançaram excelentes resultados iniciando os estudos de algumas matérias diretamente pela resolução de questões.

Todavia, o mais comum (e até mais lógico) consiste na utilização de questões para fins de revisão e aprimoramento.

Nesse sentido, considera-se mais adequado no estudo voltado para concursos públicos que o aluno, primeiramente, obtenha os conhecimentos inerentes à teoria da matéria.

Portanto, a leitura do material teórico é imprescindível, haja vista que ela dará subsídio consistente para que o aluno entenda a dinâmica do conteúdo.

Assim, vale ressaltar que o estudo por questões sem o adequado embasamento teórico tende a induzir o aluno a decorar as respostas das questões. Isso é extremamente perigoso, principalmente em concursos de alto nível, pois uma simples alteração de redação ou a cobrança de conteúdos tangenciais (aqueles que, apesar de relacionados com o tema, são diferentes) pode levar à “derrocada” do candidato.

Dessa forma, a resolução de questões deve se aliar ao estudo teórico em dois momentos, conforme apresentaremos a seguir.

1º momento

O estudo por meio de questões consiste em uma importante ferramenta de contextualização (para familiarizar o candidato com a forma de cobrança da banca examinadora).

Dessa forma, a resolução de questões combinada com o estudo teórico potencializa a preparação para concursos públicos.

Portanto, o primeiro momento de resolução de questões deve ocorrer simultaneamente ao estudo teórico.

Isso ocorre naturalmente quando o aluno escolhe um bom material de estudo. Por exemplo, no Estratégia Concursos os professores mesclam, em seus pdfs, teoria e questões selecionadas.

Assim, a resolução de questões direciona o aluno para as principais formas de exigência da sua banca examinadora e torna o estudo mais dinâmico.

2º momento

Por outro lado, o segundo momento do estudo por meio de questões deve ocorrer após o estudo teórico.

Ou seja, quando o aluno já conhece (mesmo que ainda sem domínio integral) os principais conceitos da matéria.

Assim, a resolução de questões deve ser utilizada para aprimorar e revisar os conceitos estudados, conforme o caso.

Nesse sentido, para fins de aprimoramento, a resolução de baterias de questões pode proporcionar a identificação de pontos fracos que merecem reforço (inclusive com o retorno ao material teórico, se for o caso)

Além disso, o aluno pode identificar os padrões recorrentes da banca e, dependendo da sua experiência, até mesmo realizar previsões e estudos estatísticos sobre possíveis exigências futuras.

Por outro lado, quando da utilização de questões como técnica de revisão, o aluno pode utilizar tal estratégia para manter a motivação. Afinal, consistem em método de revisão menos monótono do que a releitura integral dos pdfs (apesar de isso ser necessário em algumas situações).

Como selecionar as questões?

Ademais, outra dúvida muito comum dos concurseiros consiste em como selecionar as questões para estudar.

Nesse sentido, existem algumas dicas que podem direcionar esse processo de seleção.

Primeiramente, vale ressaltar que as questões selecionadas devem, prioritariamente, ter sido elaboradas pela mesma banca examinadora que elaborará a prova do concurso para o qual se pretende concorrer.

Nesse sentido, vale ressaltar que as bancas naturalmente possuem formas de cobrança distintas e, às vezes, até divergem em entendimentos sobre um mesmo assunto.

Portanto, o estudo por meio de questões aplicadas em provas elaboradas anteriormente pela banca examinadora permite não apenas a familiarização com os termos utilizados, mas também permite identificar padrões e recorrências.

Além disso, a seleção de questões deve priorizar as últimas provas aplicadas, preferencialmente os últimos dois ou três anos.

Obviamente, a doutrina e as jurisprudências evoluem ao longo do tempo. Da mesma forma, não é raro que as bancas examinadoras alterem suas formas de exigência e a sua predileção em relação a alguns conteúdos.

Assim, o estudo por meio de questões atualizadas e recentes pode consistir em um diferencial em concursos de alto nível.

Por fim, deve-se ainda priorizar a resolução de questões aplicadas em concursos para cargos similares ao que o candidato pretende concorrer.

Por exemplo, os alunos que pretendem concorrer para a área fiscal devem priorizar a resolução de questões previamente aplicadas em concursos de fiscos. Da mesma forma, para os concurseiros da área de controle ou de tribunais.

Nesse sentido, para a maioria das bancas examinadoras (a exemplo da FGV e do CEBRASPE) é perceptível a alteração nos padrões das questões a depender da área do concurso.

Pessoal, chegamos ao fim do nosso artigo de dicas sobre como estudar por meio de questões.

Espero que tenham gostado.

Nos encontramos no próximo artigo.

Grande abraço.

Rafael Chaves

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Rafael Chaves

Engenheiro Civil formado pela Universidade Federal do Piauí - UFPI. Especialista em Engenharia Ambiental e Saneamento Básico pela Faculdade Estácio. Atualmente exerce o cargo de Auditor de Controle Externo do TCE/AM. Aprovado e nomeado nos seguintes concursos: ARSETE/PMT (1º lugar - Analista de Regulação - Eng. Civil), Prefeitura de Campinas/SP (Eng. Civil) , CODEVASF (Analista de Desenvolvimento Regional - Eng. Civil), TCE/AM (2º lugar - Auditor de Controle Externo - Obras Públicas / 14º lugar - Auditor de Controle Externo - Auditoria Governamental), TCE/TO (2º lugar - Auditor de Controle Externo - Eng. Civil), TCE GO (Analista de Controle Externo - Controle Externo).

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