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BANPARÁ – CONHECIMENTOS GERAIS – Gabarito extraoficial – QUESTÃO PASSÍVEL DE ANULAÇÃO

Olá pessoa. Espero que aqueles que se dedicaram tenham ido muito bem! PARTICIPEM DO NOSSO RANKING BANPARÁ e tenham uma ideia de como vocês estão em relação aos concorrentes! Basta preencher aqui:

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Segue o gabarito extraoficial da disciplina de Conhecimentos Gerais.

A questão 22, da prova que recebi, é passível de anulação por não ter alternativa correta. Após o gabarito preliminar, entrem com recurso, pois, no meu entendimento, a questão foi mal redigida pelo examinador.

Vamos as questões:

 

21. O recente escândalo envolvendo o uso indevido de dados de cerca de 50 milhões de usuários do Facebook trouxe à tona um dos maiores dilemas da atualidade, que é a falta de proteção das informações das pessoas. Em relação à existência desse problema no Brasil, é correto afirmar que

a) a internet trouxe mais desvantagens do que vantagens à sociedade, ao incorporar-se de forma indelével à vida das pessoas.

b) as pessoas estão se tornando cada vez menos vulneráveis aos ataques à sua esfera privada, apesar da recorrência desse tipo de problema.

c) a garantia de anonimato propiciada pela tecnologia, somada ao amplo conhecimento da legislação atinente ao tema, tem diminuído a prática de ilícitos.

d) a tendência é que, quanto mais avance a tecnologia, mais a privacidade das pessoas seja protegida.

e) está-se diante da necessidade de aprender uma nova etiqueta de comportamento social por meio do mundo eletrônico.

COMENTÁRIOS:

O caput da questão se refere ao caso da utilização indevida de dados de usuários do Facebook pela empresa Cambridge Analytica. Segue se referindo a um dos maiores dilemas da atualidade, que é a falta de proteção das informações das pessoas nas redes sociais e na própria internet. A pergunta é sobre o problema da falta de proteção das informações das pessoas nas redes sociais e na própria internet, no Brasil.

A forma como as pessoas interagem, se expõem, conversam, manifestam as suas opiniões e a privacidade dos seus dados pessoais e o uso indevido dos mesmos é uma das maiores preocupações sobre a internet (inclui as redes sociais) na atualidade. O virtual é o mundo da instantaneidade. O que foi postado, em poucos segundos se torna público e se espalha pela internet. Por isso, há instituições e especialistas que recomendam que as pessoas sejam comedidas nas suas postagens. Cuidar das fotos que postam, dos comentários e opiniões que manifestam, etc. Ou seja, está-se diante da necessidade de aprender uma nova etiqueta de comportamento social por meio do mundo eletrônico.

Para elaborar esta questão, o examinador utilizou como fonte o texto: INTERNET SEGURA – Brasileiros praticam exibicionismo sem medir riscos, disponível em: https://www.conjur.com.br/2010-fev-12/brasileiros-praticam-exibicionismo-internet-medir-riscos

As outras alternativas estão incorretas, pois a disseminação da internet trouxe mais vantagens do que desvantagens à sociedade, tais como a facilidade de comunicação e o acesso e compartilhamento de informações. Vejam a própria área de concursos públicos com os candidatos podendo estudar em qualquer lugar e a qualquer hora por meio da educação à distância, a realização de aulas ao vivo on line, a inscrição no site da organizadora do concurso e o pagamento do valor da inscrição pelo internet banking. Tudo de uma forma mais rápida e acessível.

Por outro lado, a privacidade diminuiu, as pessoas estão mais vulneráveis aos ataques à sua esfera privada, problema que tem sido recorrente no Brasil e no mundo. A tecnologia não garante nem propicia o anonimato, já que é a própria pessoa que se expõe publicamente na internet. Aliás, em uma rede social como o Facebook um dos seus objetivos é que as pessoas se mostrem, que não fiquem anônimas ou escondidas. A tendência é que, quanto mais avance a tecnologia, mais a privacidade das pessoas seja devassada.

Por fim, o Brasil dispõe de legislação e jurisprudência sobre o tema para coibir os abusos praticados contra a reputação de pessoas e empresas no meio eletrônico. Contudo, há um grande desconhecimento sobre esses dispositivos legais por parte dos usuários da internet.

Gabarito: E

 

22. As investigações em torno da veiculação de injúrias e calúnias contra Marielle Franco, vereadora assassinada na cidade do Rio de Janeiro, concluíram que as chamadas “fake news” se originaram no (na)

a) Jornal do Brasil.

b) Movimento Brasil Livre.

c) Folha de São Paulo.

d) Sindicato dos Jornalistas.

e) Tráfico de drogas.

COMENTÁRIOS:

A vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, foi assassinada em 14.03.2018, no Estácio, região central da cidade. Os criminosos estavam em um carro que emparelhou com o da vereadora e efetuaram vários disparos, que também mataram o motorista. Após o assassinato se espalharam pelas redes sociais informações falsas sobre o envolvimento da ex-vereadora com criminosos, traficantes e de ter ligação com o grupo criminoso Comando Vermelho.

A questão pergunta qual a origem das “fake news” contra a Marielle Franco. O caput da questão diz que investigações sobre esse episódio chegaram a uma conclusão. E pergunta qual a origem dessas “fake news”. Pelas alternativas apresentadas, a origem seria o Movimento Brasil Livre (MBL). As outras alternativas estão claramente erradas.

O que tem que ser verificado é se a origem é mesmo o MBL ou se o MBL replicou informações falsas de outros perfis. Nos dicionários de língua portuguesa o significado de “origem” aparece como “começo”, “início”, “nascedouro”, entre outras significações.

Ou seja, origem é o início, a primeira postagem, o surgimento, de onde partiu pela primeira vez. Indo ao pé do dicionário, publicações na imprensa dizem que o MBL replicou informações falsas de outras fontes.

Lendo com atenção a notícia do link abaixo podemos verificar que o MBL replicou falsas informações postadas no site Ceticismo Político de Luciano Ayan e Luciano Henrique Ayan – pseudônimos de Carlos Augusto de Moraes Afonso e no perfil do Facebook da desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) Marília Castro Neves em sua página no Facebook.

O responsável pelo Ceticismo Político é ligado ao MBL. Mas, o site Ceticismo Político não foi criado, nem é administrado pelo MBL. E quem publicou as informações falsas nesse perfil não foi o MBL, que apenas as replicou. Nesse caso ter ligação é bem diferente de dizer que a origem é o MBL.

Link: https://www.cartacapital.com.br/politica/facebook-tera-de-informar-se-mbl-pagou-para-impulsionar-2018fake-news2019-sobre-marielle

Esta outra notícia na imprensa informa que “fake news” partiram do site Ceticismo Político, não do site ou de qualquer perfil do MBL na internet. Diz novamente que o MBL replicou informação do site Ceticismo Político.

Link: https://www.bahianoticias.com.br/noticia/219952-investigacao-aponta-vinculo-do-mbl-em-divulgacao-de-fake-news-contra-marielle-franco.html

Por fim, para dirimir qualquer dúvida, investigação feita por O Globo e dados colhidos pelo Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) constataram que a origem está no site Ceticismo Político. Vejamos trechos da reportagem:

O rastro da campanha difamatória nas redes sociais contra Marielle Franco, assassinada na semana passada, aponta que um site de opinião política ampliou de forma decisiva a repetição de falsas acusações contra a vereadora do PSOL. Dados colhidos pelo Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e uma investigação feita pelo GLOBO traçaram o caminho das fake news de maior repercussão sobre o assunto. Até a noite desta quinta-feira, o link do Ceticismo Político havia sido compartilhado mais de 360 mil vezes no Facebook, ocupando o primeiro lugar entre as publicações que abordaram o boato da ligação da vereadora com o crime organizado — seja de maneira difamatória ou em tentativas de rebater a acusação.

A matéria é claríssima em dizer que o Movimento Brasil Livre (MBL) replicou a mensagem, ampliando ainda mais a repercussão. REPITO: Replicar não é o mesmo que origem

Link: https://oglobo.globo.com/rio/como-ganhou-corpo-onda-de-fake-news-sobre-marielle-franco-22518202

Não há dúvidas de que as replicações do MBL deram grande amplitude as “fake news” sobre Marielle Franco. O movimento é bastante ativo nas redes sociais e tem dezenas de milhares de seguidores. Contudo, como já disse, origem é onde foi postado pela primeira vez. Aqui não está em questão se o site ou Luciano Ayan são ligados ao MBL ou não. A pergunta é clara e restrita. Qual a origem?

Questão mal redigida que é passível de recurso pelos motivos que expus. Por não ter alternativa correta, deve ser anulada.

 

23. Em uma visita internacional inédita, o chefe de Estado norte-coreano, Kim Jong-un viajou à China para se encontrar com o presidente Xi Jinping. Na reunião oficial, Kim se manifestou disposto a

a) celebrar uma cúpula com os Estados Unidos e discutir a eliminação das armas nucleares da península coreana.

b) atacar os Estados Unidos, no caso de seu país não ser convidado para a cúpula econômica do Oriente.

c) desfazer os acordos comerciais com o Japão e ampliar a importação de minérios e armamentos com a China.

d) solicitar apoio bélico a países da Europa Ocidental, no caso de decidir uma invasão à Coreia do Sul.

e) realizar convênios comerciais com a Mongólia e apoiar a independência de Hong Kong diante da China.

COMENTÁRIOS:

A Coreia do Norte desenvolve um polêmico programa de armas nucleares e de mísseis balísticos. O programa que gera tensões com a Coreia do Sul, o Japão e os EUA. Em março de 2018, a imprensa noticiou que o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un convidou o presidente norte-americano Donald Trump para uma reunião sobre seu programa nuclear, e o americano aceitou.
A preparação desta reunião está em andamento. Neste sentido, Kim Jong-un já se reuniu com o presidente da China Xi Jinping e com Monn Jae-in, presidente da Coreia do Sul. Kim Jong-un disse estar aberto a discutir a eliminação das armas nucleares da península coreana, na cúpula com os Estados Unidos.

Gabarito: A

 

24. A Base Nacional Comum Curricular, recentemente aprovada pelo Conselho Nacional de Educação do Brasil, se constitui em um documento

a) de natureza flexível, norteador do desenvolvimento de matérias, disciplinas e conteúdos obrigatórios e eletivos, para todos os estabelecimentos da educação básica e superior do país.

b) originado do Ministério da Educação, cujo escopo é determinar e estabelecer diretrizes curriculares dos cursos de licenciatura e bacharelado nas universidades e institutos federais de educação superior.

c) pedagógico de cunho alternativo para estabelecimentos escolares e profissionais docentes que não desejem se submeter às determinações dos sistemas de ensino de estados e municípios.

d) de caráter normativo, que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.

e) por meio do qual professores e estudantes da educação superior poderão propor, em comum acordo, atividades curriculares de pesquisa e extensão articuladas com o ensino.

COMENTÁRIOS:

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou em dezembro de 2017 a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para os ensinos infantil e fundamental.

A BNCC para o ensino médio ainda não foi aprovada. Ela foi entregue pelo Ministério da Educação ao CNE em abril de 2018. Esse documento ainda está em discussão no Conselho Nacional.

A BNCC é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.

Conforme definido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), a Base deve nortear os currículos dos sistemas e redes de ensino das unidades federativas, como também as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, em todo o Brasil.

A Base estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica.

Gabarito: D

 

25. Neste ano de 2018, a Constituição Federal brasileira completa trinta anos de existência. Elaborada por uma Assembleia Nacional Constituinte instalada em 1987, no ocaso da Ditadura Militar, coordenada pelo deputado Ulysses Guimarães, a Carta Magna ainda hoje é lembrada pelo seu apelido de Constituição

a) Transformadora.

b) Transitiva.

c) Cidadã.

d) Civil.

e) Antiautoritária.

COMENTÁRIOS:

O ano de 2018 marca o trigésimo aniversário da atual Constituição da República Federativa do Brasil que foi promulgada em 5 de outubro de 1988 e tornou-se o principal símbolo do processo de redemocratização nacional. Essa Constituição foi definida por Ulysses Guimarães como “Constituição cidadã” porque ampliou os direitos e garantias individuais em várias áreas. Além disso, contou na sua elaboração com a participação efetiva da população.

Gabarito: C

Sucesso no concurso!

Leandro Signori

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Veja os comentários
  • Olá pessoal! alguem vai entrar com recurso contra essa questão 21?
    Estelar em 09/05/18 às 12:31
  • Olá Silva, só para corrigir já fui professor do Ponto, não sou mais há dois anos. Não postei nada no site do Ponto, foi aqui no do Estratégia. Sobre a questão da intervenção federal no Rio de Janeiro, tem alguns sites que se referem ao gabarito da questão. Não são sites nacionalmente conhecidos. Achei o examinador despreparado em ficar buscando fontes em sites menos conhecidos. O examinador tirou a resposta desta publicação, site de notícias sediado na França: http://pt.euronews.com/2018/03/01/cariocas-contra-intervencao-militar-no-rio-de-janeiro. A questão pergunta sobre o procedimento da intervenção federal, o ocorrido no item B é de uma GLO. Preste atenção, GLO não é intervenção federal, é bem diferente. Na GLO não há nenhum tipo de intervenção federal em um governo estadual. Creio que não cabe recurso nesta questão. Na questão 17, o examinador catou uma notícia e tirou a questão de lá. Cobrou um fato que não foi amplamente noticiado na imprensa nacional e internacional. Mas, a questão foi bem elaborada. Creio que não cabe recurso.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 19:09
  • Olá Rafael, se você encontrar outros autores, artigos e sites que argumentam que o aumento da tecnologia proporciona a maior segurança aos usuários, cabe sim recurso. Você pode argumentar que não há uma única opinião e que as opiniões dos especialistas são divergentes. No recurso transcreve os trechos e coloca os links. Pede a anulação da questão por ter duas alternativas corretas. O examinador da FADESP é meio despreparado. Podiam ter colocado um examinador melhor.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 19:08
  • Olá Rafael, Se você encontrar outros autores, artigos e sites que argumentam que o aumento da tecnologia proporciona a maior segurança aos usuários, cabe sim recurso. Você pode argumentar que não há uma única opinião e que as opiniões dos especialistas são divergentes. No recurso transcreve os trechos e coloca os links. Pede a anulação da questão por ter duas alternativas corretas. O examinador da FADESP é meio despreparado. Podiam ter colocado um examinador melhor.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 19:06
  • Olá Silva, só para corrigir já fui professor do Ponto, não sou mais há dois anos. Não postei nada no site do Ponto, foi aqui no do Estratégia. Sobre a questão da intervenção federal no Rio de Janeiro, tem alguns sites que se referem ao gabarito da questão. Não são sites nacionalmente conhecidos. Achei o examinador despreparado em ficar buscando fontes em sites menos conhecidos. O examinador tirou a resposta desta publicação, site de notícias sediado na França: http://pt.euronews.com/2018/03/01/cariocas-contra-intervencao-militar-no-rio-de-janeiro. A questão pergunta sobre o procedimento da intervenção federal, o ocorrido no item B é de uma GLO. Preste atenção, GLO não é intervenção federal, é bem diferente. Na GLO não há nenhum tipo de intervenção federal em um governo estadual. Creio que não cabe recurso nesta questão. Na questão 17, o examinador catou uma notícia e tirou a questão de lá. Cobrou um fato que não foi amplamente noticiado na imprensa nacional e internacional. Mas, a questão foi bem elaborada. Creio que não cabe recurso.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 19:05
  • Olá Rafael, Se você encontrar outros autores, artigos e sites que argumentam que o aumento da tecnologia proporciona a maior segurança aos usuários, cabe sim recurso. Você pode argumentar que não há uma única opinião e que as opiniões dos especialistas são divergentes. No recurso transcreve os trechos e coloca os links. Pede a anulação da questão por ter duas alternativas corretas. O examinador da FADESP é meio despreparado. Podiam ter colocado um examinador melhor.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 18:33
  • Olá Rafael, Se você encontrar outros autores, artigos e sites que argumentam que o aumento da tecnologia proporciona a maior segurança aos usuários, cabe sim recurso. Você pode argumentar que não há uma única opinião e que as opiniões dos especialistas são divergentes. No recurso transcreve os trechos e coloca os links. Pede a anulação da questão por ter duas alternativas corretas. O examinador da FADESP é meio despreparado. Podiam ter colocado um examinador melhor.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 18:33
  • Nadia Karoline Aranha Porto, as provas possuem cor diferente justamento porque a ordem das alternativas são diferentes.
    Karem em 08/05/18 às 18:20
  • Prezado Professor, sou aluno do ponto e fiz o concurso do banpará para nível superior. Verifiquei no site do ponto que você resolveu as questões de atualidades da prova de escriturário, porém gostaria da sua opinião em relação a duas questões de atualidades da prova de nível superior que aborto o tema "Intervenção Federal no Rio" e 'Desastres Ambientais no Brasil'. Em relação a questão sobre intervenção, o gabarito é a alternativa C, porém esta alternativa tem uma opião politico-social, pois não existe uma fonte sequer que aborde o tema desta maneira. o item B, realmente ocorreu e também foi uma intervenção federal, através de uma GLO, pois houve uso forças armadas, porém era chefiada pelo estado. Acredito que esta seja a questão correta. Em relação a questão 17, encontrei a noticia no site carta capital e foi apenas copiar e colar, porém no site da organização Global Witness,não encontrei nenhuma informações sobre os desastres específicos. Pra mim a alternativa B também está correta, pois a morte de 5000 bois vivos também foi um desastre de grande magnitude no estado do pará. Qual a sua opinião sobre essas duas questões. Obrigado.
    Silva em 08/05/18 às 16:21
  • Boa tarde Professor!A questão n. 21 foi retirada do site, que o senhor mencionou, no qual expõem a visão do seu autor sobre a tecnologia da informação. Ocorre que outros sites pensam de maneira diferente e argumentam que a tendência no aumento da tecnologia proporciona a maior segurança aos usuários. Por ser um onde não existe uma verdade absoluta, caberia recurso?
    Rafael em 08/05/18 às 15:36
  • Boa tarde Professor!A questão n. 21 foi retirada do site, que o senhor mencionou, no qual expõem a visão do seu autor sobre a tecnologia da informação. Ocorre que outros sites pensam de maneira diferente e argumentam que a tendência no aumento da tecnologia proporciona a maior segurança aos usuários. Por ser um onde não existe uma verdade absoluta, caberia recurso?
    Rafael em 08/05/18 às 15:30
  • Boa tarde! Por gentileza, comenta as questoes de conhecimento geral dos cursos nivel superior da área de TI. Preciso saber se cabe recurso
    alzira em 08/05/18 às 14:52
  • As questoes de informática tem aguma passivel a anulação
    Roberth Guimarães em 08/05/18 às 14:40
  • Olá indivíduo de pseudônimo “Chupagolpista”. Sou Leandro Signori e não me escondo atrás de perfil que não me identifica, como você. Mostro a cara e tenho nome e sobrenome verdadeiro. Se você quer realmente dialogar sobre parte do meu artigo, não seja um covarde, não se esconda, apareça e mostre quem realmente você é. Vou lhe falar um pouco mais sobre a minha pessoa: Como professor de Atualidades e Conhecimentos Gerais sempre digo para os meus alunos que as pessoas são livres para terem a convicção política que quiserem, mas recomendo que ao estudarem essas disciplinas procurem se abster das suas leituras e visões ideológicas e analisem os fatos e os contextos a partir da realidade concreta, do que realmente ocorreu e ocorre no Brasil e no mundo. Que sejam imparciais, sem as suas interpretações e versões particulares ou copiadas sobre os fatos e os contextos. O examinador que elabora as questões não entra em treta, em mimimi, em querelas de discussões políticas. Na questão em que você diz que estou defendendo o MBL, as notícias veiculadas na imprensa são claras em informar que as “fake news” tiveram origem no site Ceticismo Político e na desembargadora do TJ-RJ, Marília de Castro Neves. Aliás, a Carta Capital diz que a origem é o site Ceticismo Político. Essa revista também disse que teve um golpe no Brasil, critica a prisão do Lula e está alinhada com a esquerda petista. Leia a matéria, o link está no meu artigo. Estaria a Carta Capital defendendo o MBL? Creio que não, ela simplesmente publicou a verdade concreta sobre o fato. Por fim, o meu único interesse aqui é que os meus alunos venham a ser aprovados no concurso. Quem fez o concurso e está imbuído do mesmo interesse entendeu o meu artigo. Ah, e para finalizar, quem postou o artigo fui eu, exclusivamente eu, com o interesse exclusivamente pedagógico. O curso Estratégia Concursos não tem anda a ver com isso. E se você quiser ficar debatendo política, aqui não é o lugar. O artigo é para quem quer estudar e passar em concurso público.
    Leandro Signori em 08/05/18 às 10:49
  • Olá Nádia, creio que você faz a denúncia no site da organizadora do concurso público. Pergunta para o pessoal do Atendimento do Estratégia Concursos, eles podem lhe informar melhor. Você já olhou se não há mais de um modelo de prova e se a ordem das alternativas foram trocadas nas questões, mas o texto das respostas continuam os mesmos. Isso é comum em concurso público e não configura irregularidade. Verifica e troca uma ideia com outros candidatos que prestaram a prova deste concurso.
    Leandro Signori em 07/05/18 às 23:41
  • Olá Felipe, só quem pode entrar com recurso são os candidatos que fizeram a prova. Eu não posso entrar com recurso. Expliquei o problema da questão e forneci subsídios para servir de embasamento para os candidatos que quiserem entrar com recurso.
    Leandro Signori em 07/05/18 às 23:05
  • Como faço uma denuncia sobre o gabarito? No boletim amarelo diz que a alternativa correta da 4 é a letra C e no boletim rosa 10 que é a mesma questao diz que a letra E que é a correta. E a questao 5 do boletim amarelo diz que C é incorreta, mas no boletim rosa questao 8 que é a mesma pergunta diz que C é correta.
    NADIA KAROLINE ARANHA PORTO em 07/05/18 às 22:35
  • Professor, o senhor vai entrar com um recurso particular seu contra essa questão ? Ou só colocou esse para servir como embasamento para nós fazermos o nosso ?
    Fellipe em 07/05/18 às 21:18
  • O Estratégia defende o MBL até em questão de prova agora?.. HAHAHAHAHAHAHAHA GOLPISTAS!!!!!!
    Chupagolpista em 07/05/18 às 20:21