O artigo “Falta de tempo e estudos” visa fazer uma reflexão sobre um dos mais relevantes, e talvez escassos e de difícil controle, para um estudante de concursos, de bancas como a CEBRASPE, o tempo.
O tempo define o quanto estudar, e qual disciplina estudar, e quantidade e qualidade dos estudos. O tempo não retroage, e cada minuto que se passa não volta. O tempo tem a sua própria medida, e também pode ser medido em outras medidas existentes.
Assim, o tempo não é fácil de administrar, e caminha com outros fatores importantes, pois ele é dividido entre várias atividades na vida de todos.
Quando bem administrado, pode gerar vantagens e benefícios. Ao mesmo tempo que pode gerar ansiedade ao tentar organizá-lo, ou até mesmo frustração quando mal organizado.
Porém a idéia do artigo não são técnicas de administração de tempo, mas reflexões sobre o tempo, estudos e cotidiano, tentando simplificar e dar dicas.
Iniciando a temática falta de tempo e estudos, aborda-se o tempo gasto nos preparativos e o mito do momento ideal.
É muito comum a perda de tempo e energia no ato de tentar organizar a melhor forma de gastar o tempo de estudos, ou de reorganizar este tempo caso algum imprevisto ou mudança aconteça. Também existe uma preocupação, que demanda tempo e energia, de ficar tentando manter os planos sempre nos trilhos.
Planejamento é bom, e controle sobre o planejado também. Porém a preocupação com isso pode exceder o tempo necessário, e tomar tempo de estudo efetivo. Mudanças acontecem, e saber se adaptar, sem perder tempo e energia pode ser saudável aos estudos, e evitar ansiedade e nervosismo desnecessários.
Já o “momento ideal” é criar rituais e condições ideias para os estudos. Como ambiente, momento do dia, silêncio, coisas controláveis e nem tanto controláveis. O conforto pode aumentar rendimento e concentração, mas nem sempre ele é alcançável totalmente.
Ficar aguardando o momento ideal pode atrasar momentos aproveitáveis. Mais uma vez a adaptação é necessária.
Às vezes, a busca por planejamento e momento perfeitos, pode diminuir a eficiência do tempo, ao invés de aumentá-la.
Seguindo com o tema falta de tempo e estudos, aborda-se a adaptação à vida real, necessária aos estudos para concursos públicos.
Cada candidato tem uma realidade. Alguns não trabalham e tem mais horas disponíveis para estudos. Algumas candidatas são mães e donas de casa, tendo menos tempo. Outros candidatos trabalham mais ou menos tempo, e alguns fazem faculdade enquanto estudam.
Fórmulas de organização de tempo são úteis, mas elas devem ser adaptadas a cada realidade de cada candidato, que é única. Dicas de variadas fontes ajudam, mas cada candidato deve adaptar técnicas de planejamento de estudos à sua realidade do dias a dia, e não o contrário.
Com essa adaptação, o candidato adapta o tempo da melhor maneira, para seu estudo diário. E acaba criando, ele mesmo, seu próprio jeito de estudar. Tal jeito pode ser até mesmo compartilhado com outros candidatos. E também vai ser o melhor jeito para aquela pessoa estudar.
A realidade molda os estudos, tornando a falta de tempo um preenchimento de espaços com estudos, de maneira viável e adaptada, de candidato a candidato.
Seguindo com o assunto falta de tempo e estudos, em tela minutos que fazem a diferença.
Existem intervalos muito úteis que podem ser utilizados para estudos. Tempo em ônibus, metrô ou Uber, salas de espera de consultas médicas ou alguns minutos que sobram de almoços no trabalho.
Estes pequenos intervalos podem não servir para ler um PDF denso. Mas podemos servir para leituras leves, revisões, e resoluções de exercícios rápidos. Não necessitam de tanto planejamento, podendo ser executados quando aparece uma oportunidade.
Pode parecer insignificante, mas os pequenos intervalos podem fazer muita diferença nos estudos como um todo, e adicionar muito valor à qualidade dos estudos e ao uso do tempo.
Finalizando o artigo “Falta de tempo e estudos”, aborda-se ferramentas e quantidade de tempo.
Existem ferramentas muito úteis e poderosas, que podem ajudar a aumentar a eficiência e o bom uso do tempo. Como por exemplo os mapas mentais, o sistema de questões, o Passo Estratégico e a Trilha Estratégica.
Utilizando uma ferramenta pronta, o candidato economiza tempo de organização e planejamento, e acaba focando mais nos estudos em si. Fora que as ferramentas são elaboradas por especialistas, que geralmente acertam o conteúdo do concurso.
Em suma, conclui-se que a quantidade de tempo não é o que mais importa. E sim a qualidade do conteúdo estudado no tempo disponível. Isto pode ser facilitado com ferramentas, e uso de intervalos. E perder muito tempo em planejamento também não é tão eficiente.
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