ENTREVISTA: Thaís Ribeiro - Aprovada em 4º lugar no concurso do Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) para o cargo de Gestão Ambiental (MG)

Entrevista:

ENTREVISTA: Thaís Ribeiro – Aprovada em 4º lugar no concurso do Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) para o cargo de Gestão Ambiental (MG)

“Sonhos nos fazem transpor barreiras, independente de qual seja o seu, saiba de algumas coisas: há muitas pessoas que vão achar loucura e até mesmo impossível, no entanto você deve seguir seu coração sempre; Você é capaz de realizar tudo aquilo que se dedica e o seu único foco deve ser superar-se a cada dia. O caminho para aprovação é solitário e requer autodisciplina, porém é plenamente alcançável”

Confira nossa entrevista com Thaís Ribeiro, aprovada em 4º lugar no concurso do Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) para o cargo de Gestão Ambiental (MG):

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Você é formada em que área? Qual sua idade? De onde você é?

Thaís Ribeiro: Sou engenheira ambiental e sanitarista, tenho 25 anos e nasci em Varginha – Minas Gerais.

Estratégia: Durante sua caminhada como concurseira, você trabalhava e estudava (como conciliava trabalho e estudos?), ou se dedicava inteiramente aos estudos?

Thaís: Iniciei a minha preparação para concursos um pouco antes da minha formatura. Assim que colei grau, iniciei a preparação em tempo integral para concursos públicos.

Estratégia: Quantos e em quais concursos já foi aprovada? Qual o último?

Thaís: Ao todo já fiz quatro concursos, sendo três para nível superior.

• Fui aprovada em 8º lugar na Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA) em 2017 – cargo de nível médio;

• Aprovada em 10º lugar para o cargo de Engenheiro de Meio Ambiente na Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) em 2018; e

• Recentemente fui aprovada em 4º lugar no Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) para o cargo de Gestão Ambiental (MG).

Estratégia: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados/classificados?

Thaís: As sensações de gratidão e de dever cumprido são enormes. Só conseguia pensar em como todas as abdicações valeram a pena.

Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social para passar no concurso o mais rápido possível?

Thaís: Sempre tive uma coisa em mente: a minha saúde mental. O convívio com os familiares e amigos é algo muito importante para mim, então reservava uma tarde de domingo para ficar com eles.

Quando o assunto era sair para alguma festinha/aniversário/comemoração as quais não tinha muito controle de
quanto tempo ficaria fora ou mesmo quanto tempo demoraria, com certeza me permitia menos, escolhendo criteriosamente quais poderia ir e se era prudente trocar um sonho por uma diversão momentânea.

Tenho até um fato curioso: na semana da minha formatura estava me preparando para o concurso da CEMIG (faltava um mês para a prova). Onde formei as comemorações iniciavam na quarta feira (com um churrasco dos formandos) e encerravam no sábado (com o baile de gala), tinha consciência que se fosse em todas as festas não conseguiria estudar o quanto precisava, então abri mão de ir em algumas. Hoje vejo que tudo valeu a pena!

Estratégia: Você é casada? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseira? Se sim, de que forma?

Thaís: Eu namoro. Nós moramos em cidades diferentes e não conseguíamos nos encontrar sempre, ainda mais quando o concurso estava pertinho. Ele sempre entendeu que eu estava abrindo mão de viajar e encontrá-lo para estudar e alcançar meu sonho. Minha família, também, sempre me deu total apoio para estudar e tentar concurso público.

Nunca fui pressionada a ter que passar rápido ou até mesmo ter que arrumar um emprego enquanto estudava. Esse apoio foi primordial. Tenho uma amiga, a qual sempre me incentivava e me erguia nas horas mais difíceis. Um pouco antes da formatura estava desesperada, pois ficaria desempregada. Tentei trainees, mandei currículos, fiz provas de mestrado e nada se encaixava. Foi aí que a Luíza me incentivou a começar a estudar para concursos. Agradeço cada palavra de incentivo e conforto.

Estratégia: Ao longo de sua jornada, você tentou outros concursos, para treinar e se manter com uma alta motivação ou decidiu manter o foco apenas naquele concurso que era o seu sonho?

Thaís: Acredito que saber fazer prova é muito importante. Não adianta saber todo o conteúdo, se você não está preparado para lidar com o limite de tempo, ficar sentado em uma salinha, ver muitos concorrentes, lidar com o nervosismo e ansiedade, etc. Sempre fiz provas! O conselho que dou é: tenha FOCO! Escolha editais condizentes com a sua preparação. Aqui não dá pra fugir muito de um padrão. Meu sonho sempre foi ser engenheira ambiental, então sempre tentei concursos para minha área. 

Estratégia: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior? 

Thaís: Eu acredito que o importante é focar em algo. Essa coisa de tentar muitas coisas diferentes nunca funcionou muito bem para mim.

Acho que o caminho, pelo menos para mim, foi estudar muito e estudar coisas que eram comuns para os concursos que faziam o meu perfil. Devemos escolher algo mais “parecido” com o concurso que é nosso sonho e usarmos as provas que surgem no meio do caminho como treinamento para algo maior. Desviar muito do foco talvez não seja uma coisa tão boa.

Outro ponto bacana é: Tem a chance de fazer algum concurso parecido com aquele dos seus sonhos? FAÇA! É da mesma banca? FAÇA sem titubear! Conhecer a banca do seu concurso é MUITO importante.

O concurso dos meus sonhos, sem dúvida nenhuma, é do IBAMA. E tenho em mente que não vou parar até chegar lá. Olhando para trás e vendo que sempre me preparei para provas que tinham itens em comum com o edital do IBAMA, me faz ter mais confiança.

Estratégia: Você estudou por quanto tempo, contando toda a sua preparação? Durante este tempo de estudo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos mesmo naqueles períodos em que não havia edital na mão?

Thaís: Considero que minha preparação teve inicio efetivo em fevereiro deste ano. Não costumo fazer cálculo de quantas horas líquidas estudava por dia, mas estudava em todos os horários que podia, inclusive em feriados e finais de semana.

A minha disciplina sempre partiu da motivação para alcançar meus sonhos. Havia dias ruins? CLARO! Mas procurava entender um pouco mais sobre aquele lugar que estava tentando concurso, buscava informações de como era trabalhar ali e tinha alguns bilhetinhos que escrevia para as horas difíceis (neles colocava frases de motivação e algumas conquistas que já tinha alcançado).

Nesse ponto da minha preparação, nos dias difíceis eu sempre abria os PDFs do Professor Rosenval, de Direito Ambiental, e lia algumas das frases motivacionais que ele colocava no início ou no fim do material (Obrigada Rosenval!).

Estratégia: Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, video aulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Thaís: No início da minha preparação para concursos usei meus livros da graduação, no entanto sentia falta de algo mais voltado para o conteúdo que é realmente cobrado em prova. Foi ai que decidi comprar cursos, em PDF, voltados para o concurso que iria tentar. Para mim a melhor forma de me preparar, sem dúvida alguma, foi utilizando os PDFs! Fazia anotações, conseguia ler todo o conteúdo importante e, como possuem exercícios, ainda podia mensurar o que realmente tinha aprendido.

As videoaulas são incríveis para aqueles conteúdos que você já leu no PDF e mesmo assim não conseguiu entender, mas se preparar só por elas toma muito tempo, na minha opinião.

Utilizava, também, os áudios das aulas para ir ouvindo enquanto estava me exercitando ou até mesmo em viagens. Cada minutinho que tinha “ocioso” ouvia uma aula. A dica aqui é: você precisa já estar familiarizado com o conteúdo, aprender pela primeira vez apenas por áudio, acho um pouco complicado.

Dica adicional: assine um site de questões. Conhecer a forma de cobrança das bancas é importantíssimo. Chega uma hora que de tantas questões resolvidas você já sabe como as “pegadinhas” nas questões são feitas.

Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?

Thaís: Tentei outros materiais de outras empresas, mas sempre me decepcionava pois achava diversos erros ou o assunto era abordado de forma muito rasa.

Alguns colegas de graduação adquiriram os materiais do Estratégia para o IBAMA e me recomendaram. Quando comecei a estudar pelos PDFs do Estratégia, consegui perceber quanto um material bom faz TODA a diferença. Parei de perder tempo tentando complementar meus estudos com diversas outras fontes, na hora de resolver questões sentia que algo estava faltando, afinal o Estratégia possui um material completíssimo. Outro diferencial é a didática dos professores daqui!

Quando me perguntam por onde estudo e se compensa o investimento, só digo: “Quer uma dica de amigo? Só compre! Queria que tivessem me contado antes do Estratégia”. 

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e re-leitura da teoria? Como montou seu plano de estudos?

Thaís: Gosto muito da ideia de ciclos de estudos e é o que funciona para mim. Normalmente, uso a parte da manhã para aquelas disciplinas que contêm tópicos novos (Por que a parte manhã? Porque é o período do dia que rendo melhor).

Na parte da tarde estudo aquelas disciplinas em que já tinha iniciado, ou seja, já tenho mais noção, mas que ainda sim precisam de uma atenção minha.

E, por fim, na parte da noite deixo para disciplinas que exigem a resolução de muitos exercícios. Entendi que a noite meu rendimento para ler e entender é menor, então consigo “descansar” fazendo exercícios. Gosto muito de deixar matemática e raciocínio lógico para essa parte do dia.

Em um dia costumo estudar cerca de 5 disciplinas (2 disciplinas na parte da manhã, duas/três na parte da tarde e a noite muitos exercícios).

Montei meu plano de estudos com as dicas dos professores do Estratégia e fui testando o que funcionava pra mim.
Falar de resumos é sempre polêmico, não é? Tem aqueles que amam, tem aqueles que acham perda de tempo. Descubra se essa técnica funciona para você. Para mim, é muito efetivo! Só consigo fixar o conteúdo montando meus resumo e quando bate aquela dúvida volto neles. Cuidado para não colocar conteúdo desnecessário neles, conheça o que é recorrente na cobrança da banca (Como? QUESTÕES!) e sempre guarde um espacinho para acrescentar algo.

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Thaís: Sem dúvida nenhuma a disciplina que morava nos meus pesadelos e exige mais de mim é o português. Como minha formação é na área das ciências exatas, sempre tive afinidade com números e acreditava detestar o português. Percebi que se queria conseguir ser aprovada em algum concurso para engenheiro, não tinha outro caminho: eu precisava estudar o que todo engenheiro detesta – o português! Isso foi um diferencial nos concursos que fiz. Entender isso no começo foi muito bom, já que era um estimulo para vencer meu preconceito com a disciplina.

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como você levou seus estudos neste período? Você se concentrava nas matérias de maior peso ou distribuía seus estudos de maneira mais homogênea? Focava mais na re leitura, em resumos, em exercícios, etc ?

Thaís: Na reta final priorizava aquelas disciplinas com maior peso e também aquelas que sabia que a banca sempre colocava pelo menos uma questão na prova. Nesse momento fazia mais exercícios que o de costume e se surgia alguma dúvida voltava nos meus resumos.

Quando falo de priorizar disciplinas as quais a banca sempre cobra pelo menos uma questão é importante que eu conte algo: sempre analisei provas passadas antes de começar meus estudos!

Faço uma planilha no excel e vou marcando o que é recorrente! Planejamento é tudo. Há chances da banca inovar? Sim! Mas as chances dela repetir o padrão são grandes. Dito isso, gosto de usar os números para uma preparação mais “inteligente”.

Estratégia: Na semana da prova, nós sempre observamos vários candidatos assumindo uma verdadeira maratona de estudos (estudando intensamente dia e noite). Por outro lado, também vemos concurseiros que preferem desacelerar um pouco, para chegar no dia da prova com a mente mais descansada. O que você aconselha?

Thais: Costumo dizer que a semana que antecede a sua prova é quem define como ela será. Por isso, na última semana assumo um ritmo de estudos mais tranquilo, afinal o que tinha de ser feito já foi feito.

Foco muito em resolver questões e consultar meus resumos. Não costumo estudar nada novo. Tento dormir bem, me alimentar melhor e manter a mente tranquila (não fico pensando nos problemas pessoais, sabe?). Uma semana mais calma faz toda diferença pra mim. Mas de novo, saiba o que funciona para você! Uma lição valiosa que a preparação para concursos me trouxe foi exercitar o autoconhecimento. TODAS as respostas estão em você.

Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Thaís: É importante que antes de tudo você leia o edital e saiba qual o tema da discursiva. Já vi questões que abordam o próprio conteúdo da prova objetiva e quem se preparou para uma automaticamente está se preparando para a outra. Mas não se engane! TEM que treinar a escrita! Você pode dominar o conteúdo, mas ainda assim tem que saber como estruturar um bom texto. A prática leva a perfeição, então PRATIQUE. Nunca negligencie a discursiva, é aqui que bons candidatos perdem suas classificações. Aqui deve ser seu diferencial.

Respondia pelo menos uma questão discursiva, de concursos anteriores, por semana. Para saber como estava minha escrita contava com a ajuda da minha amiga Luíza. Eu corrigia as discursivas dela e ela as minhas (Ter amigo concurseiro é muito bom). Durante o exercício de escrita cronometrava o tempo, afinal no dia da prova saberia exatamente quanto tempo reservar para a discursiva.

Há, também, discursivas que abordam temas da atualidade e minha dica é: compre um material bom de atualidades. Sabemos que ver jornal nem sempre é a forma mais rápida de saber o que está acontecendo de importante no mundo. Para o concurseiro tempo é muito importante.

Outro ponto importantíssimo foi procurar a tendência de cobrança da banca nas questões discursivas sobre atualidades (Foi o caso do IPHAN). No estratégia tem um post, do professor Leandro Signori, contando quais foram os últimos temas de atualidades abordados pelo CESPE. Isso me ajudou a entender como deveria ser
minha preparação.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Thaís: Na minha preparação um erro muito grave, que consegui perceber após uma prova a qual não fui tão bem, foi a falta de revisões periódicas. Revisar é necessário! Seja por questões ou por releitura dos seus materiais.

Um dos maiores acertos foi ter investido em bons materiais. Com certeza sem eles minhas aprovações teriam demorado muito mais ou não teriam acontecido.

Outro acerto foi ter parado de imaginar que meus concorrentes estudavam mais ou estavam mais bem preparados e passar a acreditar no meu estudo. O mindset do aprovado deve ser: tentar superar-se a cada dia, o restante é consequência. Só podemos mudar as nossas atitudes, então não adianta preocupar-se com o outro e
não fazer nada efetivo por VOCÊ.

Estratégia: Pela sua experiência e contato com outros concurseiros, diga-nos quais são os maiores erros que as pessoas cometem quando decidem se preparar para concursos?

Thaís: Muitas pessoas acreditam que só gênios passam em concurso público, confesso que também já pensei assim. Hoje entendo que só quem se esforça e está disposto a abrir mão de muitas coisas
consegue ser aprovado.

Olhar os números de candidatos/vaga nos traz a falsa impressão de ser impossível. Aqueles comentários negativos, muitas vezes de quem nunca nem tentou um concurso, dizendo que existem “cartas marcadas” e que a chance de aprovação é mínima nos afetam. Muitos concurseiros iniciantes desanimam aqui. Não deixe nada disso entrar na sua cabeça. Você conhece seu potencial e ninguém tem o direito de roubar seu sonho!

Outro erro muito comum de quem está iniciando sua preparação é achar que vai ser rápido. Nem sempre é assim. Precisamos ter em mente que muitas provas vão dar errado para que uma dê certo. E está tudo bem! Cada concurso é um aprendizado. O segredo é nunca desanimar. Digo sempre o seguinte: “Só NÃO passa
em concurso público quem desiste”.

Não ler o edital é um erro fatal! Você precisa conhecer as “leis” do seu concurso. Lá está TUDO o que você precisa saber. Vejo que muitos concurseiros não leem o edital e ficam cheios de dúvidas.

Uma coisa muito bacana no Estratégia é que assim que sai o edital de um concurso, os professores fazem uma análise do mesmo em uma transmissão ao vivo. Isso ajuda a entender os pontos principais (mas não dispensa a leitura pessoal, ok?). Dica de ouro: reserve um tempo para ler o edital. 

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? E qual foi sua principal motivação?

Thaís: Em meio a minha preparação para concursos, fui aprovada em um processo seletivo para o mestrado em uma universidade federal. Durante a minha graduação sempre estive envolvida com a área acadêmica e dar aula me fascina. Fui monitora durante dois anos e meio na faculdade. E neste ponto da minha vida tive que tomar uma decisão: ou continuaria estudando para concursos ou faria o mestrado (que era em tempo integral e exigiria muito de mim). Pela primeira vez na vida troquei o certo (um título de mestre) pelo incerto (minha futura aprovação). Recebi muitas críticas, mas não arrependo em momento algum. Essa escolha trouxe a minha tão sonhada aprovação e me fez ter mais autoconhecimento.

Algo que tirei dessa decisão, que na época foi dificílima, é: siga seu coração! Faça aquilo que você acha que vai te fazer mais feliz.

Quase nunca estamos enganados.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Thaís: Sonhos nos fazem transpor barreiras, independente de qual seja o seu, saiba de algumas coisas: há muitas pessoas que vão achar loucura e até mesmo impossível, no entanto você deve seguir seu coração sempre; Você é capaz de realizar tudo aquilo que se dedica e o seu único foco deve ser superar-se a cada dia. O caminho para aprovação é solitário e requer autodisciplina, porém é plenamente alcançável. Trace metas, entregue-se, faça cada minuto do seu dia valer, acredite no seu potencial, tenha em mente que ao estudar você nunca estará perdendo e nunca esqueça-se que você também precisa cuidar da sua saúde mental. Costumo dizer a seguinte frase: “Só não passa em concurso público quem desiste”, guarde isso para as horas difíceis.

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