ENTREVISTA: Carlos Kevin de Aguiar - Aprovado no XXVIII da OAB

Entrevista:

ENTREVISTA: Carlos Kevin de Aguiar – Aprovado no XXVIII da OAB

“Meu conselho, não como mentor ou algo assim; mas como amigo, é que vocês nunca parem de tentar. É uma frase que sempre ouvi entre os Professores: Só não chega lá, quem desiste. Então, não desistam! Continuem lutando, vai dar certo!”

Confira nossa entrevista com Carlos Kevin de Aguiar, aprovado no XXVIII Exame da OAB:

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores, possam conhecer você melhor. Qual o seu nome? Qual sua idade? De onde você é? Já concluiu sua graduação?

Carlos Kevin de Aguiar: Sou Carlos Kevin de Aguiar Santos, moro em Manaus, capital do Amazonas, tenho 22 anos e estou no nono período da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas.

Estratégia: Durante seus estudos para o Exame de Ordem, você trabalhava, fazia faculdade e estudava para o Exame (como conciliava?)? Ou se dedicava inteiramente aos estudos?

Carlos: Na primeira fase, estagiava em um escritório de advocacia e me dedicava à faculdade. Comprei um livro de 5.000 questões da OAB, da Editora Método e tentei fazer o máximo de questões que podia nos intervalos entre o trabalho e a faculdade. À noite, quando chegava em casa, quando ainda tinha alguma energia, fazia mais questões. Na segunda fase, resolvi desligar-me do escritório e ficar só com a faculdade. Nesse período, adquiri alguns hábitos nada saudáveis; mas que acabaram funcionando comigo. Eu ia à faculdade pela parte da tarde e estudava à noite e madrugada. Dormia quando o Sol nascia. É um hábito péssimo, não indico para ninguém. O correto é acordar cedo, tentar fazer algum exercício físico e se dedicar aos estudos.

Estratégia: Foi a primeira vez que prestou o Exame de Ordem?

Carlos: Sim.

Estratégia: Qual foi sua sensação quando foi aprovado?

Carlos: No XXVIII, o Resultado Preliminar saiu logo pela manhã. Como estava muito ansioso, na noite anterior, acabei dormindo na madrugada. Lá pelas 8h da manhã (horário Manaus), minha mãe entrou no meu quarto, ligou a luz e pulou, em cima de mim, já me parabenizando e dizendo que eu havia passado. Soube, depois, que o Presidente da Seccional, aqui da minha cidade, disponibilizou a lista, no Instagram, antes mesmo de a lista ser disponibilizada no site da FGV. Fiquei extremamente feliz e logo pulei da cama para responder todas as mensagens de carinho que recebi. Até, aí, eu estava com um sentimento indescritível de satisfação; Mas, ainda havia um grande presente. Algumas poucas horas depois, saiu o resultado individual no site da FGV. Minha mãe logo me avisou e fui conferir minha nota. Para minha surpresa, lá estava um inacreditável 9.9 (nove ponto nove), sendo que a prova vale 10.0. Nossa, quase caí para trás! Realmente não esperava tudo isso, fiquei muito feliz! É como se todo o esforço viesse recompensado em dobro. Naquele momento, só pensava em escrever um grande agradecimento a todos aqueles que me ajudaram.

Estratégia: Os seus colegas de faculdade e amigos que estavam estudando, conseguiram aprovação? Qual você acha que foi seu diferencial para alcançar a aprovação?

Carlos: Sim. A maioria dos meus amigos próximos obtiveram sucesso. Todos levaram os estudos muito a sério. Uns procuraram cursinhos presenciais locais; outros fizeram cursos online. Creio que o meu diferencial, se é que houve, foi estudar pelo material adequado. E sempre reconheci minhas fraquezas e tentei fortalecê-las.

Estratégia: Como era sua vida social durante a sua preparação? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social para passar o mais rápido possível?

Carlos: Logo no início da preparação, não me privei da vida social. Procurei reservar energias para as últimas semanas. Nos últimos quatorze dias, procurei focar quase totalmente na prova; muito embora ainda saísse com a minha namorada algumas vezes. Tentei realizar todos os simulados que estavam no portal do Estratégia, fazer e refazer as questões do PDF e revisei as videoaulas mais importantes.

Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o Exame? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Carlos: Na primeira fase, foquei na resolução de questões e simulados. Usei o livro de 5.000 mil questões da Editora Método. Realizei os simulados gratuitos do Estratégia e de outros cursinhos. Sempre que podia, acompanhava as aulas gratuitas do Estratégia no YouTube. Cadastrei-me para receber avisos, no e-mail, sempre que uma aula iria acontecer. Sempre que havia alguma aula interessante, assistia a ela. Na segunda fase, contratei o Curso de Direito Tributário com Monitoria do Estratégia, com o Professor Rodrigo Martins. Nessa etapa, minha preparação se baseou exclusivamente nos PDF’s do Estratégia, videoaulas e simulados. Sobre as vantagens e desvantagens, falando especificamente da segunda fase, acredito que o Professor tenta, ao máximo, sistematizar o uso dos materiais.

De início, é recomendado que o aluno leia a todos os PDF’s de Direito Material Tributário e, logo após, se houver tempo, assistir às videoaulas desses assuntos. Foi exatamente isso, li todos os PDF’s de Direito Material e depois assisti às videoaulas. Como sou uma pessoa que lê com bastante lerdeza, demorei muito para finalizar os PDF’s; algo em torno de três ou quatro semanas. Por essa razão, quando entramos, no segundo momento do curso, que é a parte do Processo Tributário, eu decidi inverter a ordem. Primeiro assistia à videoaula e, depois, lia o PDF. Essa forma foi mais confortável para mim, porque quando ia ler o PDF, já tinha uma base do assunto e conseguia desenvolver a leitura de forma mais dinâmica.

Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?

Carlos: Inicialmente, já ouvia falar do Estratégia na área de concursos públicos. Aqui, em Manaus, a empresa é bem famosa. Logo que comecei a estudar para a primeira fase, conheci o Estratégia OAB no YouTube e acompanhei algumas aulas do Professor Rodrigo, do Professor Renato Borelli, da Professora Priscila e do Professor Igor Maciel. Logo que vi a videoaula, gostei muito da forma como o Professor Rodrigo abordava o Direito Tributário. Tive a curiosidade de ver outros vídeos do Professor Rodrigo no canal do Estratégia e acabei decidindo que estudaria sob a orientação dele na segunda fase. Comparei com outros cursos no mercado e o Estratégia era o que possuía o melhor material em PDF e a melhor proposta para o meu caso.

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo candidato é a quantidade de assuntos que devem ser memorizados. Como você fez para estudar todo o conteúdo? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos?

Carlos: Eu tinha três formas principais de revisão. Fichamentos. Caderno. E rever videoaulas. Vou tentar falar um pouco de cada. O fichamento eu não o conhecia até uns meses atrás. Vi um vídeo do Charles César. Ele tem um curso gratuito, na Internet, pelo qual defende o uso dos fichamentos como ferramenta poderosa de revisão. Ao longo da minha preparação, elaborei vários sobre os assuntos principais. Fazia-os de forma bem colorida e colocava somente as informações mais relevantes. Nesse método, nós usamos a capacidade ativa do cérebro, facilitando muito a criação de memória a longo prazo. Eu adotei esse método e gostei muito dele. Como eu sempre gostei de anotar, enquanto assistia às videoaulas, comprei um caderno somente para a segunda fase. Nele, anotava as informações passadas nas aulas.

Eventualmente, uma ou duas vezes por semana, tentava ler todas as informações que tinha escrito no caderno. Funcionava até bem, mas é uma forma bem arcaica de revisar e custa um pouco de tempo. Então, varia muito de pessoa para pessoa. Sobre o último, rever as videoaulas era a revisão de que mais gostava. Pegava aulas que eu já tinha estudado e assistia a elas novamente. Sem anotar nada. Sem consultar o código; até porque já havia feito isso, na primeira vez, que assisti àquela aula. Assistia como se fosse um vídeo qualquer. Geralmente, fazia isso quando estava dirigindo e colocava como se fosse um rádio. Fazia isso também quando ia dormir. Quase sempre, dormia ouvindo o professor falar. Como tenho muita dificuldade em adotar uma rotina rígida, essas três formas de revisões ocorriam conjuntamente. Havia dias em que revisava pelo caderno e revia uma aula quando ia dormir. Outros, só revisava pelos fichamentos. Dependia muito do dia.

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar essas dificuldades?

Carlos: Sim. Na primeira fase, tive muita dificuldade em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, pois são disciplinas com as quais não tenho afinidade. Então, sempre via alguns vídeos gratuitos no YouTube que abordavam pontos que poderiam cair na prova. Após assistir a essas aulas, anotava de forma bem resumida em uma ficha e deixava bem colorido. Meu objetivo era revisar aquelas fichas todos os dias. Afinal, eu não consegui fazer isso todos os dias, mas conseguia olhar com uma certa frequência. No resultado final, até que fui bem em Trabalho e Processo do Trabalho. Acertei pouco mais de 70% das questões dessas disciplinas.

Já na segunda fase, tinha muita dificuldade nos Impostos em Espécie, especialmente IPI, ICMS e ISS, que são impostos com muitos detalhes e cheios de exceções. Para resolver meu problema, primeiro li os PDF’s respectivos e, depois, parti para videoaula. Creio que, ao longo da preparação, tenha assistido a essas aulas mais de três vezes cada. Fiz fichamento. Anotei no meu caderno. Fiz revisões constantes sobre eles. E fiz muitas questões (creio que todas que já caíram da OAB da segunda fase) sobre esses impostos. Como é possível que você acesse às videoaulas, pelo celular, muitas vezes, eu ia dormir e assistia a uma videoaula, que já havia visto. Como disse acima, usava como se fosse um vídeo qualquer e ficava escutando até dormir. Uns dizem que funciona, outros dizem que não. Realmente não sei, mas sei que deu certo comigo, porque o assunto ficava bem claro na minha mente.

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como você levou seus estudos neste período? Focava mais na releitura, em resumos, em exercícios, etc ?

Carlos: Essa pergunta é complicada, porque terminei o assunto nos 45 minutos do segundo tempo (rs) e não recomendo para ninguém. Como eu disse, em uma das perguntas acima, minha leitura do Direito Material Tributário foi um pouco (bastante!) demorada; então, acabei atrasando-me no cronograma ideal. Após uma certa correria, na última semana antes da prova, já tinha visto todas as peças e já estava bem nas questões. Então, resolvi fazer todos os simulados possíveis que estavam no Portal do Aluno, além dos que já tinha feito ao longo da preparação. Além disso, tentei ao máximo não ficar ansioso. Então, nesse período, excluí o aplicativo Instagram e tentava não olhar muito meu Facebook. Sabemos que, nessa época, as pessoas enlouquecem; então, tentei não entrar em contato com situações que me deixassem nervoso.

Estratégia: Na semana da prova, por um lado, nós sempre observamos vários candidatos assumindo uma verdadeira maratona de estudos (estudando intensamente dia e noite). Por outro lado, também vemos aqueles preferem desacelerar um pouco, para chegar, no dia da prova, com a mente mais descansada. O que você aconselha?

Carlos: É difícil estabelecer uma regra sobre isso. Várias pessoas tem seu ritmo e jeito. Eu geralmente não costumava acelerar na véspera da prova; mas, dessa vez, por se tratar de uma prova escrita, resolvi fazer o máximo de simulados e questões que eu podia na véspera. Então, meu conselho é: focar, na última semana, na resolução de exercícios, elaboração de peças especialmente as que mais podem cair (ex: Ação de Repetição de Indébito Tributário) e revisar os assuntos já estudados; seja revendo o PDF, lendo as anotações nos cadernos ou refazendo os exercícios da apostila.

Estratégia: Para a segunda fase, optou por qual área do direito? Qual foi sua estratégia na hora de tomar sua decisão?

Carlos: Olhe, foi difícil. Eu creio que tenha feito pelo critério de eliminação. Eu, primeiro, eliminei as disciplinas que não tinha tanta predileção; então, exclui Direito do Trabalho, Direito Empresarial e Direito Civil. Logo em seguida, dentre as que sobraram, pensei que Direito Penal talvez tivesse uma legislação muito extensa somada a uma grande quantidade de julgados. Então, muito embora eu seja muito conectado com Direito Penal, preferi fazer em matérias que eu conseguiria esgotar o assunto por completo.

Fiquei entre Direito Constitucional, Administrativo e Tributário. Eu tranquilamente teria prazer em estudar qualquer das três disciplinas na Segunda Fase; mas, acabei optando por Tributário; justamente por querer estudar com o Professor Rodrigo na Segunda Fase e querer entender a matéria com maior ênfase. Foi uma excelente escolha, fiquei muito feliz ao longo do curso e o resultado foi muito positivo. Então, aos colegas que possuem afinidade com Direito Público, podem optar por Tributário. Lá estudamos Constitucional e Administrativo com muito frequência. Acaba sendo bem legal.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Carlos: Acredito que tenha mais erros que acertos. O bom de ouvir algumas pessoas mais experientes com estudos e provas no geral, é que você percebe o quão errado você estuda. Meu primeiro e mais grave erro, de longe, é a disciplina. Eu nunca consegui estipular horários fixos para estudar. Existiam dias que estudava 2 horas líquidas, outros 6 (seis) horas líquidas e outros, eu quase não estudava. Isso é muito errado. Talvez eu tivesse um rendimento mais adequado e saudável, se conseguisse manter uma constante nos dias de estudo. Acho que meu maior acerto, falando em Segunda Fase do Exame de Ordem, foi tentar cumprir religiosamente o que o Professor Rodrigo indicava nas aulas. Fiz todos os exercícios e peças que ele nos solicitava e sempre fazendo da forma que ele achava mais adequada. Isso foi muito importante, na hora da prova, pois me deu uma grande segurança e acabou que as dicas dele foram todas, sem exceção, aceitas pelo corretor da FGV.

Na peça, que era muito semelhante à estrutura do Recurso de Apelação, tirei 4.9, somente perdendo 1 décimo (A peça vale 5.0). Isso tudo, adotando a estrutura passada pelo Professor. Como o assunto das disciplinas é bem extenso, o Professor consegue direcionar nosso estudo para aqueles pontos estatisticamente mais relevantes para a FGV. Isso acaba sendo determinante para que consigamos a aprovação. Então, posso resumir meu maior erro, como sendo a ausência de constância nos estudos e meu maior acerto foi seguir de forma bem fiel aos conselhos do Professor Rodrigo.

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? E qual foi sua principal motivação?

Carlos: A parte mais complicada desse processo foi acreditar na minha capacidade. Por vezes, o nosso maior inimigo somos nós mesmos. A quantidade de vezes que meu corpo não respondia a necessidade de estudar não foram poucas. Tive uma semana de total “apagão”. Não conseguia fazer nada direito. Lia duas páginas do PDF e já estava pensando em outras coisas. Foi um período complicado. Mas fiz o que devia ser feito. Saí de casa, vi minha namorada, pegamos um cinema, desliguei-me totalmente da prova por algumas horas. Deu certo. Voltei aos estudos ainda mais motivado. E isso acaba sendo o início da resposta para a segunda pergunta. Acho que as minhas maiores motivações sempre foram meus pais e todos aqueles que me amam. Essas pessoas sempre acreditaram mais em mim do que eu mesmo. Sempre que ficava para baixo ou algo semelhante, eles estavam lá me injetando motivação e me dando todo suporte emocional necessário.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para o Exame da OAB? Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Carlos: Sei que temos muitos colegas que ainda não alcançaram êxito no Exame e outros que estão começando agora. Então, meu conselho, não como mentor ou algo assim, mas como amigo, é que vocês nunca parem de tentar. É uma frase que sempre ouvi entre os Professores: só não chega lá quem desiste. Então, não desistam! Continuem lutando, vai dar certo! Procurem os erros nos exames passados e tentem se fortalecer por meio deles. Achem bons mentores, com experiência na prova. Eles acabam sendo fundamentais nesse período. Lutar com um companheiro ao seu lado é sempre mais fácil que estar sozinho. Aos que estão prestando o Exame pela primeira vez, escolham com cautela o material a ser usado, essa escolha pode ser fundamental para sua aprovação. Prezem sempre pela compreensão dos assuntos. Falando especificamente de Direito Tributário, foquem bastante na parte de Direito Material Tributário. Vejam com carinho a parte dos impostos que incidem sobre cadeias econômicas, tais como IPI e ICMS. Creio que o princípio da não-cumulatividade seja um dos assuntos mais difíceis do Direito Tributário. Então, quando chegarem nele, tentem entender.

Façam desenhos. Pinturas. Enfim, o que for necessário para entender como as operações e os fatos geradores ocorrem. Ainda sobre esses mesmos impostos, atenção total na substituição tributária e suas espécies. Assunto que exige um pouco mais de esforço do candidato. Além disso, sempre importante mencionar que a prova da segunda fase traz a possibilidade de se levar o Vade Mecum. Logo nos primeiros dias de aula, o Professor Rodrigo indica alguns. Eu, particularmente, comprei o Vade Mecum de Direito Tributário da Editora Rideel. Eu gostei bastante. Ele tem uma estrutura bem legal e o índice remissivo é ótimo. Mas enfim, Vade Mecum é algo muito pessoal; então, ir até a livraria e folhear os Vades pode ser uma boa ideia. Creio que seja isso. Desejo muita sorte aos futuros advogados e espero que todos alcancem o resultado que tanto almejam! :)

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