Andressa Saraiva - 5º lugar geral e 1º lugar nas discursivas do TCU

Entrevista:

Andressa Saraiva – 5º lugar geral e 1º lugar nas discursivas do TCU

Olá, pessoal! Tudo bem?

Hoje entrevistarei a Andressa, aprovada em 5º lugar no concurso de Auditor Federal de Controle Externo, do TCU. Com duas graduações (Direito e Contabilidade) e várias aprovações em concursos aos seus 23 anos de idade, a Andressa é um exemplo de disciplina, provavelmente herdada de sua família tradicionalmente militar. Preguiça é uma palavra que ela não conhece!

O sucesso nas discursivas, em que foi primeiro lugar do concurso, é facilmente compreendido quando se conversa com a Andressa pessoalmente: muito articulada e carismática, as horas que passei com ela pareceram minutos!  Ela garantiu, ao final do nosso encontro, que agora irá “pendurar as chuteiras” e aproveitar bastante. Não sei se acredito nisso, conhecendo o caráter da nossa entrevistada! De qualquer forma, só podemos desejar que ela seja muito feliz, pois certamente merece! Vamos à entrevista…

 Nádia: Olá, Andressa!

 Andressa: Oi, Nádia! Primeiramente obrigada pelo convite em participar aqui no Estratégia!

 Nádia: Conte-nos um pouco sobre você, para que nosso leitor possa te conhecer melhor. Você é formado em que área? Trabalhava e estudava, ou se dedicava inteiramente aos estudos?

Andressa: Tenho 23 anos e sou formada em Ciências Contábeis (UnB) e Direito (CEUB- Brasília). Acabei entrando na faculdade aos 17 anos e não sabia exatamente o que fazer. Fui levando os dois cursos ao mesmo tempo (um de manhã e o outro à noite) e acabei gostando dos dois, então fui até o final!  Concluí Contábeis no final de 2011 e Direito em 2012.

Quando terminei o curso de Ciências Contábeis comecei a focar em concursos e mirei no TCU. Minha jornada começou precisamente dia 8 de fevereiro de 2012! De início eu apenas estudava e fazia a faculdade (Direito) a noite, então fiquei um tempinho “só” estudando (só nada né! Estudar de verdade demanda muita disposição). Comecei trabalhar em maio desse ano quando fui chamada no meu concurso atual!

No começo eu não sabia conciliar trabalho/estudos não…  Chegava à casa exausta, a mudança de rotina é difícil até acostumar! Demorei umas 3 semanas pra pegar o embalo de novo, mas aos poucos fui aumentando a carga horária diária de estudos e cheguei na época da prova num ritmo bom! Quando temos “tempo de sobra” (o dia inteiro estudando) acabamos dando uma aliviada e proporcionando mais momentos de lazer. Mas quando não se tem tempo, a gente aprende a acordar cedo, almoçar em 15 minutos, ler com barulho, ouvir constituição no carro, malhar com vídeo aula… enfim!

Acho que começar trabalhar me deu um foco obrigatório. Não dava mais tempo para muita coisa, além de estudar.

 Nádia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social para passar no concurso o mais rápido possível?

 Andressa: Esse é um assunto delicado. Sempre tive uma vida um pouco corrida devido às faculdades. Tive que aprender a estudar aos finais de semana e já cheguei a fazer 14 provas em uma semana! Não sei que raios as faculdades conciliavam as “semanas de provas” então eram meus momentos para surtar.

Com isso já me isolava um pouco, mas nada OHHHHH.  Mas depois que comecei a trabalhar eu meio que sumi mesmo. Antes eu podia programar estudar mais um dia para poder sair outro dia, passear, etc. Mas depois que comecei trabalhar, minhas “sobras” para realocar matérias eram poucas.

Sempre tive uma meta semanal de estudos e se eu a cumprisse antes, eu me liberava para sair um pouco, mas se não… Sem chances! Deixei de viajar várias vezes, não saia com meus pais aos domingos e brigas com namorado e amigas eram constantes! Hahahahaha

Eu entendia amigos e família reclamando, mas quando a gente tem um foco não tem como. Deixa reclamar!!! Depois que você passar terá tempo de sobra! Com o tempo as pessoas começam a te entender e apoiar seu sonho! Graças a Deus minha família sempre acreditou em mim. Meus pais e meu irmão foram a base de tudo!

Nádia: Ao longo de sua jornada, você tentou outros concursos, para treinar e se manter com uma alta motivação ou decidiu manter o foco apenas naquele concurso que era o seu sonho? Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior?

 Andressa: Minha escolha no TCU ocorreu em junho de 2011 quando fiz uma prova de estágio para o Tribunal. Entrei no Tribunal e simplesmente me apaixonei por aquele lugar. O ambiente é incrível, as pessoas super acolhedoras e a máquina de café… AHHHH a máquina de café! Hahahahahah rola um amor entre a gente sem dúvidas!!! (brincadeira haha).

Meu chefe me dava o regimento interno para ler e uns acórdãos para acompanhar. No início eu não entendia nada então fui conhecendo o TCU melhor. Sem falar que eu ia me formar em 2 faculdades e se eu escolhesse concurso na área jurídica, teria feito contabilidade “a toa”. Se fosse para o mundo da contabilidade, direito seria “em vão”…  Tribunal de Contas foi minha saída e foi a área que escolhi focar.

No meu último dia de estágio devolvi meu crachá e chorava horrores. Decidi que ia voltar para lá e pedi pra senhora que ficava no setor dos estagiários para ficar com a “cordinha” do TCU que carrega o crachá. Ela disse que eu teria que pedir pro meu responsável. De início ele não deixou não, mas eu disse que voltaria. Ele não entendeu. Expliquei que ia estudar para auditor e isso não seria um presente, mas um empréstimo! Ele ficou surpreso, mas acabou deixando eu levar. Desde aquele dia a cordinha fica na minha mesa de estudos!  Era um sonho sendo alimentado a cada dia… e como promessa é dívida: eu vou voltar usar AQUELA cordinha! (mas agora não mais como estagiária, mas sim auditora :D)

TODOS os concursos que apareciam com matérias comuns ao do TCU, eu fazia. TODOS! Teve uma época em que fiz alguns concursos para área jurídica, mas eu rodava bonito kkkkkkkk. Nos concursos que fiz com as matérias do TCU eu fui aos poucos melhorando e acabei passando em outros “menores” como teste.

A gente nunca sabe quando está pronto para o concurso, porque eu estudava para o TCU. Só saberia quando ELE chegasse. Os outros eu fazia para teste, e lógico que não mastigava o edital… Afinal era teste. Nessa jornada vieram algumas aprovações.

Se eu pudesse falar alguma coisa é: faça tudo em comum com o concurso para o qual você estuda! Se você não passar, paciência. Não é esse o seu concurso. Mas no mínimo você se acostumou a ficar algumas horas concentrado fazendo prova.

Com o tempo a tensão diminui. Você começa a estabelecer um planejamento para a prova. Cada mínimo detalhe faz diferença… E às vezes a gente acaba passando em concurso só porque estava lá tranquilo.  No dia da nossa prova, por mais que tenhamos feito 100 provas, é ela! Vai bater um friozinho na barriga…

 Nádia: Você estudou por quanto tempo, contando toda a sua preparação? Durante este tempo de estudo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos mesmo naqueles períodos em que não havia edital na mão?

 Andressa: Como falei minha primeira aula direcionada para o TCU foi dia 8 de fevereiro de 2012. Deu então 1 ano e meio de estudos para o TCU.

Acho que disciplina é uma questão de escolha. Decidi o que queria e só dependia de mim… Claro que a gente tem “ondas de estudos”. É impossível se manter no pique durante anos…

Mesmo nos períodos que eu estava mais cansada ou desmotivada, eu olhava para a minha cordinha e estudava o mínimo que fosse!

 Nádia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

 Andressa: Todos possíveis. Comigo isso era questão de fase…  Durante esse tempo sempre fiz cursos presenciais, mas com o tempo isso vai ficando cansativo. A gente perde tempo para se deslocar e fica amarrado àquele horário da aula.

Acabei me viciando um período por videoaulas. Era mais “tranquilo” acompanhar. Se você está cansado é só a deixar rodando e prestar atenção (pelo menos minha consciência ficava tranquila kkkkkk). Acabei baixando algumas aulas no celular também porque dava para ouvir enquanto ia para academia, no almoço etc.

Acho que hoje em dia material em PDF é o mais “cirúrgico” possível. O professor te fala o que você precisa, sem mais, sem menos. Para passar em concurso não tem que ser PHD na matéria, mas eu comparo concurso a um malabarista. Tem que manter todas as matérias em pé ao mesmo tempo! Acabei comprando um tablet para ler meus materiais em PDF e foi a salvação dos meus estudos. Podia esquecer a carteira, mas não esquecia meu tablet!

Quanto às vantagens e desvantagens:

Aula presencial. Vantagem: rotina. É bom para estabelecer uma rotina e também para o primeiro contato com a matéria. Desvantagem: cursinho e biblioteca são lugares insanos. Não me sentia muito bem não. Parece um campo de batalha hahahahaha.

Vídeo aula. Vantagem: dá para por no celular e ir ouvindo o professor enquanto faz qualquer outra coisa (malhar, dirigir, trabalhar). Desvantagem: não conseguia tirar dúvidas com os professores. Nunca me responderam L

PDF. Vantagem: melhor custo benefício. Você faz seu horário. O ritmo das aulas depende só de você. E tem questões comentadas (fundamental!!!) . Desvantagem: eu não me acostumei a ler no computador e gastava muito imprimindo, mas depois que comprei meu tablet minha vida mudou!

 Nádia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e re-leitura da teoria?

 Andressa: Fiz meu planejamento de estudos todo em cima do edital de 2011. Consegui rever aquele edital praticamente todo antes de sair o edital de 2013. Não estudei Inglês e Economia. Achei que não viria Economia, mas para meu desespero veio!

O edital é imenso! São cerca de 18 matérias e por mais que façamos de tudo é muito difícil vencer o edital ponto a ponto.  Sem falar que sempre tem mudanças, o que dificulta amarrar tudo.

Dividi meu tempo de estudos nesse período todo em 3 módulos diários. No começo que eu tinha mais tempo, cada bloco era de 3 horas, mas aí eu ia adaptando ao longo do tempo. Sempre deixei 3 matérias por dia, nem que fosse 1 hora só de cada…

Sempre cronometrei meus estudos… cada minibloco eram de 55min e parava 5. Só levantava quando o cronômetro apitasse os 55 minutos. Isso me ajudou abstrair do mundo…

No começo eu tive disciplina para fazer resumo de tudo que eu lia, mas depois eu esqueci isso… Dava muito trabalho!! E a maioria dos professores dá um resuminho ao final das aulas em PDF, então eu só incluía neles as anotações que eu achava mais importantes.

Quanto aos exercícios, sempre resolvi muitos. Quando eu errava alguma questão eu anotava no meu “caderninho de erros” e antes de qualquer prova lia ele. Com isso meus erros viraram acertos.

Acho que mais importante do que resolver muitos exercícios, é resolver exercícios comentados.  Fazer questão em casa não é teste. Teste se faz com outros concursos. Quando eu resolvia questões, não estava preocupada em acertar ou errar, mas sim entender o que a banca examinadora buscava dos candidatos. Aprendi isso com um professor e no começo era sem graça resolver questões com a resposta do lado… Não tinha aquela emoção! Hahaha Mas acho que isso condiciona nosso cérebro ao estilo da banca examinadora!

Nádia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

 Andressa: Nas matérias do TCU, minhas dificuldades foram Administração Pública e Economia.

Administração Pública, porque em prova se a banca quiser colocar qualquer frase solta de artigos, mata os candidatos!!  E Economia, porque eu nunca estudei a fundo, então o estudo pós edital é meio desesperador…

Administração Pública superei depois de vários materiais em PDF e leitura de artigos. Mas mesmo assim é uma matéria que não dá para ficar afiado sempre!

Economia…. é essa eu não superei!! hahahaha

A reta final é sempre um período estressante. Como você levou seus estudos neste período? Você se concentrava nas matérias de maior peso ou distribuía seus estudos de maneira mais homogênea? Focava mais na re-leitura, em resumos, em exercícios, etc ?

Depois do edital eu direcionei nas matérias inéditas e em economia.  Foquei em Contabilidade de Custos, Análise das Demonstrações, Economia e Auditoria.

As outras matérias eu só revisei pelos meus resumos, as fichas no final dos pdfs e cadernos. Leituras rápidas mesmo…. Mas sempre fazendo exercícios. Era hora de confiar na memória e do que eu já tinha estudado até àquele momento.

Nas outras matérias, alguns pontos vieram diferentes de 2011. Então, lapidei os estudos nessas diferenças. Mas o grosso das matérias veio semelhante ao edital anterior.

Nádia: Na semana da prova, nós sempre observamos vários candidatos assumindo uma verdadeira maratona de estudos (estudando intensamente dia e noite). Por outro lado, também vemos concurseiros que preferem desalecerar um pouco, para chegar no dia da prova com a mente mais descansada. O que você aconselha?

É difícil desacelerar… Eu não consegui. Estudei até o último minuto de sábado à noite, mas acabei deitando cedo porque sabia que não ia dormir rápido! No dia da prova ainda levei alguns materiais para leitura rápida…

Acho que a pior sensação é chegar a prova e você sentir que poderia ter feito mais. Mas mesmo que eu tivesse visto o edital 200 mil vezes, eu teria essa sensação. Então paciência né! Hahahaha

Nesse caso acho que o diferencial não é nem estudar até o último minuto ou não estudar. O diferencial é não surtar! Estudando eu me ocupava e para mim foi o melhor.

Nádia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas, nas quais você obteve a maior nota. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Andressa: A discursiva foi essencial na minha prova. Foi ela que me colocou em 5 lugar nesse concurso tão disputado!

Na prova do TCU, 200 pontos vinham da objetiva e 100 da discursiva. Um terço da prova. Sem dúvidas seria o diferencial…  Fiz uma turma presencial de parecer e discursivas e estudei pelo material de discursivas daqui do Estratégia.

O bom é você saber a estrutura, porque conteúdo só irá descobrir na prova! Eu treinava discursiva aos domingos porque sempre perdi muito tempo fazendo rascunho e passando a limpo. Aprendi a fazer só o esqueleto da discursiva. Nada de rascunho completo… Só as ideias básicas e ia direto para o texto final!  Tempo em concurso é precioso.

Não dá para se preocupar com o que vai cair. O edital é enorme para se atentar a cada subitem. Na discursiva, tem que ser objetivo e tentar falar um pouco de tudo.  O examinador não está preocupado se você escreve palavras difíceis!

Imagine que ele vai corrigir centenas de discursivas, então facilite! Seja direto, mas sem esquecer do conteúdo e dá uma caprichadinha na letra… Se você não souber o que ele está pedindo, reza!!! Hahahahaha mas não deixe em branco uma discursiva, isso é quase suicídio.

Nádia:Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve ;-), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Andressa: Meu maior erro foi não estudar Economia com antecedência. Apostei que ela não viria na prova e me fez falta!  O maior acerto, sem dúvidas, é decidir com antecedência qual concurso a gente quer.

Um ano focado em um concurso é o suficiente para vários concursos concorridos por aí!

Nádia: Pela sua experiência e contato com outros concurseiros, diga-nos quais são os maiores erros que as pessoas cometem quando decidem se preparar para concursos?

 Andressa: O problema que mais vejo é que a maioria do pessoal é concurseiro metralha… No que vier, atira.  Temos que ser bom naquilo que fazemos, e se não especializar em uma área, acaba não sendo bom em nada.

Outro erro é a falta de confiança. Sério… Não acredite em quem te falar que estuda 20h por dia, que não toma banho, que não sai. Esse povo veio para terra para te testar… kkkkkkkkkkkkk !!! E também não tem dessa “fulaninho estuda a 5 anos e não passou, você não acha que vai passar né?”.  Você é você, fulaninho é fulaninho. Cada um tem sua história e cada um terá seu momento.

 Nádia: que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação?

 Andressa: Sem duvidas o mais difícil é dizer não.  Eu sou nova ainda e a maioria do pessoal quer sair para curtir etc. Já tive épocas inventando que perdi celular, que estava doente, que ia viajar, porque era chato ficar dizendo não para amigos, namorado, família(aos que me conhecem, paz e amor galera!! hahaha se identificaram alguns desses papos  é mera coincidência) .

Com o tempo a gente começa a questionar se isso vale mesmo a pena. Se não está perdendo a “juventude”, etc. Mas não. Foi a melhor escolha que fiz. É incrível ver nos olhos das pessoas que te amam que eles estão orgulhosos.

Meu pai é militar. Daqueles “durões”! E ver ele com olhos cheios de lágrimas foi uma das melhores sensações da minha vida! Minha mãe sempre foi meio manteiga derretida então já sabe né… hahahahaha

Aos familiares que porventura estão lendo isso, saiba que vocês são a principal razão da abdicação dos concursos. Isso passa… É só uma fase!!! E aos concurseiros: relaxa! depois que você passar ninguém vai te cobrar o tempo que você não saía… No máximo pedem uns presentinhos!

Nádia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para um concurso de alto nível. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Andressa: Para passar em concurso não tem jeito… É o famoso arroz e feijão: tem que estudar! Lógico que rola um tempero” diferente na vida de cada um, e cada um tem sua história. Mas uma frase que sempre levei comigo é: só não passa quem desiste. Vai em frente que o seu momento pode estar mais perto do que você imagina!

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