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Sugestão de tema de discursiva – PEDAGOGO – Ministério da Fazenda

Fernanda Lima - 13/08/2013


 

Oi, Gente!

Vida de concurseiro não é
fácil.

Além de estudar com afinco diversas
matérias ainda tem que se preocupar com possíveis temas de prova discursiva.

 

Muitos alunos me escrevem
pedindo para eu falar um pouco sobre isso.

 

Durante nosso curso para o
Concurso do ministério da Fazenda – Pedagogo, já vim aqui falar sobre possível
tema de discursiva.

 

Hoje retorno para falar de
um outro assunto passível de ser tema de redação: EDUCAÇÃO INCLUSIVA.

 

Está em votação, um projeto
de Lei para o Plano Nacional de Educação (2011-2020) que prevê (dentre outras
coisas) que em até 2016 o ensino especial seja oferecido em escolas regulares
de ensino.

 

Hoje, há diversas entidades
filantrópicas que acolhem os Portadores de Necessidades Especiais, oferecendo o
ensino diferenciado+regular, somente para essas pessoas.

 

Com a nova regra, essas
entidades só poderão oferecer o Ensino Especial no contra turno do ensino
Regular. E o ensino Especial deverá ser realizado todo na rede regular de ensino, para os Portadores de Necessidades Especiais.

 

 

A grande questão é:

As escolas regulares conseguirão receber DIGNAMENTE
os alunos portadores de necessidades especiais?

 

De acordo com o texto do
Projeto de Leio Ordinário, até 2016 as escolas de Ensino Regular deverão
ofertar o atendimento educacional especializado ao público alvo da educação
especial.

 

Compreendo que a inclusão é
justa e válida. Entretanto, temo que esse projeto de lei contemple, na prática,
somente o oferecimento de vagas, ficando comprometida a qualidade desse ensino,
prejudicando tanto os estudantes que já frequentam o ensino regular dessas
escolas, quanto os alunos especiais que farão parte do corpo discente das
escolas regulares.

 

São muitas observações a se
fazer:

Hoje, o ensino regular
ainda carrega diversas deficiências como: salas superlotadas, infraestrutura
precária, materiais defasados, professores desmotivados e sobrecarregados,
alunos sem base familiar que não compreendem o sentido e a utilidade do
ambiente escolar.

 

Nesse contexto, incluir
alunos que necessitam de um atendimento direcionado requererá ainda mais desse
professor e dessa estrutura. Pense, por exemplo, em um aluno autista em uma turma de 40 alunos.

 

Assim, penso ainda que,
para que seja cumprida essa meta de universalizar o atendimento especial em
escolas regulares para alunos da faixa etária de 4 a 17 anos (como prevê o PNE –
Plano Nacional de Educação com vigência de 2011-2020) os Estados e Municípios
deverão correr contra esse tempo visando preparar o ambiente escolar e seus
profissionais para que possam receber esses novos alunos da forma com que eles
merecem, sem se esquecerem de preparar os alunos que já frequentam o ensino
regular, para que também possam conviver com as diferenças de forma saudável e
humanizada.

 

Agora um dever de casa da Tia:

 

Quem quiser arriscar umas linhas sobre esse tema,
fique à vontade.

Pode mandar via fórum de dúvidas do nosso curso ou
no fernandalima@estrategiaconcursos, que dou o feedback amigo.
J

Quem ainda não me add no facebook: https://www.facebook.com/FernandaLimaConhecimentosPedagogicosParaConcursos?notif_t=page_new_likes

 

 

Sugestão TEMA para dissertar sobre o assunto:

Com base no texto motivador acima (o
texto que acabam de ler) e de acordo com o Plano Nacional de Educação que prevê
na meta 4, a universalização da educação inclusiva na rede regular de ensino,
até 2016, para estudantes portadores de Necessidades Especiais de 4 a 17 anos,
disserte sobre o tema a seguir:

 

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA REDE REGULAR DE
ENSINO: INCLUIR OU EXCLUIR?

 

Fernanda Lima

Pedagogia

Pedagoga formada pela UnB - Universidade de Brasília, Especialista em Docência do ensino superior e atualmente estudante de Letras da UnB. Dedica-se ao ensino dos Conhecimentos Pedagógicos para Concursos após ter logrado êxito em diversos concursos como: orientação educacional, secretaria de Educação, Codevasf, BRB, Caixa Econômica. Foi empossada no Ministério da Justiça em 2009 quando logrou êxito no concurso para Pedagoga (5o lugar).:)

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