Este artigo visa dissertar sobre mudança nos estudos para concursos públicos, de bancas como a CEBRASPE.
Mudança geralmente é algo desconfortável, aparentemente.
Mudar de endereço, por exemplo, envolve muitos fatores e esforços. Embalar a mudança, se desfazer de bens supérfluos, arcar com o transportes, reorganizar no novo ambiente. Envolve desapegar de um local antigo, que fez parte da história de quem muda. E se adaptar a um local novo.
Porém, geralmente, a mudança é necessária. E trará benefícios, resolvendo problemas de uma situação anterior que causava mais desconforto do que o fato de mudar.
E isso ocorre em outros tipos de mudanças, inclusive as que envolvem a jornada de estudos para concursos públicos. E este é o tema de análise do presente artigo.
Iniciando a abordagem do tema mudança nos estudos para concursos públicos, analisa-se a necessidade de mudança.
A mudança é fruto de um sinal, um tipo de termômetro, que uma situação atual já não é mais boa, ou produtiva. É sinal que uma evolução é necessária. Às vezes, uma revolução, dependendo do caso.
No universo dos estudos para concursos, existem maneiras de detectar uma necessidade de mudança.
Ao realizar provas, reprovações constantes, pelos mesmos motivos, pode ser um sinal. O ideal de uma jornada de estudos, e o aumento da nota em disciplinas, ao longo do tempo. Se o desempenho médio em Português está em 60%, e deveria ser 80%, porém não evolui, talvez seja a hora de mudar.
Já em relação à eficiência nos estudos, se o concurseiro dedica, há alguns editais de concursos que prestou, horas em uma aposta, que nunca caiu, ou quando caiu não fez diferença no resultado, talvez o planejamento e tempo de estudos precise de mudança.
Prosseguindo com o tema mudança nos estudos, aborda-se a mudança no foco do candidato.
É comum, e aconselhável, escolher uma área de foco para concursos públicos. Como para concursos de auditoria, escolher a área fiscal ou a de controle. Escolher focar em concursos administrativos de tribunal ou bancários.
Isso ocorre pois as áreas têm editais com cobrança de disciplinas mais ou menos semelhantes, e o estudo fica direcionado.Mas muitas disciplinas são comuns em áreas diferentes. Como Porotugês, Direito Administrativo e Direito Constitucional.
Existem períodos em que uma área abre menos concursos que outras, e o candidato acaba prestando algo fora de sua área de estudo, e descobre que tem muito mais facilidade para a área que não era seu foco, e que seu foco anterior nunca tenha lhe rendido nenhuma aprovação.
Portanto, é bom estar aberto a possíveis oportunidades e tentativas. Pode-se descobrir que a sua área era outra.
Continuando com a dissertação sobre mudança nos estudos para concursos públicos, o tema é a mudança nos métodos de estudo.
Existem diversos métodos de estudos. Leitura de livros e PDF, resolução de questões e simulados, aulas em vídeo e áudio, mapas mentais e revisões. A escolha do método de estudo é algo pessoal, e pode varias por disciplina, para cada aluno.
Às vezes, quando há sentimento de estagnação ou dificuldade, uma simples mudança de método de estudos pode resolver tal problema, para o concurseiro.
Também, existe a evolução natural. Uma disciplina nova exige mais atenção, leitura e conceitos. E com o tempo ela fica mais fixa, e passa a demandar mais revisão e menos tempos.
Assim, as mudanças vão ocorrendo nos métodos de estudo, e são sinal de necessidade e evolução, também.
Finalizando o artigo “Mudança nos estudos”, aborda-se impactos e resultados.
Antes de abordar os impactos e resultados, tece-se uma conclusão.
A mudança advém da necessidade de adaptação e flexibilidade, tanto na escolha dos concursos a se prestar quanto do método dos estudos. Tudo isso visando eficiências nos estudos em si, e eficácia no objetivo final da aprovação.
A mudança vai parecer desconfortável e tirar o estudante de uma zona de conforto, muitas vezes improdutiva. Más é sinônimo de evolução e melhoria, se bem realizada.
Às vezes, mudar o método de estudo pode garantir o acerto de uma questão apenas. E este acerto pode ser o que vai aprovar o candidato no concurso tão almejado. Uma pequena mudança acaba definindo o resultado, e cumprindo o objetivo de uma jornada.
Às vezes, é frustrante não ser aprovado na área de estudos do cargo originalmente escolhido. Porém, em questão de realização pessoal, ou até mesmo de lotação geográfica do cargo, a nova área pode ser melhor do que a anteriormente almejada.
Não tema a mudança necessária. Ela pode ser o passo definitivo e estratégico da aprovação.
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