O presente artigo visa dar dicas de como manter a saúde mental na prova, o dia D dos estudos. O dia que as bancas, como a CEBRASPE, finalmente vão avaliar se o concurseiro é apto para assumir o cargo público almejado.
Para o dia da prova, foi necessário muito esforço e tempo nos estudos, por vezes meses ou anos. Muita dedicação, leitura, aprendizado de temas nem sempre tão confortáveis. Solidão, sacrifício, expectativa e ansiedade.
Então, sim, a data da prova, é uma data muito importante na jornada da aprovação. E costuma abalar a saúde mental dos estudantes de concurso público.
Através de dicas e análises, este artigo procura ajudar no dia da prova, e no desempenho e bem estar de quem estudou tanto para ela.
Iniciando a temática saúde mental nas provas, o primeiro ponto a se analisar é a necessidade de descanso para o dia do concurso.
Comparando concursos com esportes, nas vésperas de uma grande competição, ou jogo, um atleta faz um tipo de “concentração”. Ele foca em manter seu corpo na melhor condição para a realização da competição ou partida, e ir jogar ou competir o mais descansado possível.
O concurseiro deve fazer isso com a mente. Trabalhar um estado de calma, controle de ansiedade e relaxamento. E focar totalmente em fazer a melhor prova possível no dia D.
Descansar e relaxar pode ocorrer de várias maneiras. Caminhadas em parques ou praias, jantar com pessoas queridas, assistir a filmes ou dormir. Existem pessoas que preferem revisar por vídeo, ou pelo próprio material e anotações, pois assim se sentem mais seguras.
A escolha é pessoal, e o autoconhecimento indica o melhor estado de descanso e relaxamento para a prova. Investir nisso nas vésperas do exame é uma boa dica.
Seguindo com a análise sobre saúde mental na prova, o tema é autoconfiança necessária para um bom exame.
A autoconfiança é um bom sentimento para a execução de algo importante. Porém, ela deve ser verdadeira, baseada em algo concreto. Não apenas um sentimento ilusório que poderá atrapalhar o resultado ao invés de aprimorá-lo.
No universo dos concursos públicos, a autoconfiança verdadeira é fruto de um estudo sólido. Realizado na fase de pré e pós-edital.
Concursos são concorridos, por candidatos fortes. As bancas são exigentes. As disciplinas muitas vezes não estão presentes em grades curriculares normais.
A jornada é longa e pode ser árdua para um estudante de concurso. Mas com o auxílio de bons materiais, professores, sistemas de questões e simulados. Somado com doses de dedicação, disciplina e tempo do próprio estudante. Chega-se a autoconfiança verdadeira, muito útil no dia da prova final.
Continuando com a dissertação sobre saúde mental na prova, o assunto é a ansiedade inevitável no dia do concurso público.
Devido ao longo prazo de estudos, expectativas sobre concorrência, nota de corte, e até do próprio desempenho necessário. Além de tentar prever o que a banca vai cobrar, e querer saber se apostou certo nos estudos, a ansiedade é praticamente inevitável no dia do concurso.
Mas será que ela é totalmente negativa?
Ansiedade e tentar prever algo que não aconteceu. E ficar nervoso sem saber o resultado. Em excesso, ela gera nervosismo e tensão demais, e pode fazer o candidato travar de vez, e comprometer o desempenho como um todo.
Mas se, com autocontrole, o candidato conseguir focar sua ansiedade e tensão nos temas certos. Aproveitar as previsões que fez corretamente e usar esse tempo ganho para tentar resolver as surpresas, a ansiedade pode passar de um empecilho a um combustível.
Esse lado positivo e negativo da ansiedade ocorre em quase tudo na vida. Não é diferente nos estudos para concursos. O controle disso é uma boa dica, tanto nos estudos antes da prova, quanto na prova, e também após a prova, para esperar o resultado.
Finalizando o artigo “Saúde mental na prova”, aborda-se o controle do tempo e como ele pode afetar a saúde mental.
É comum se deparar com uma questão e simplesmente dar um “branco”. Não saber respondê-lá. Estatisticamente, é muito raro alguém acertar todas as questões de uma prova. E a banca quer exatamente que o candidato pense para responder, e não que já saiba tudo. Faz parte do processo de seleção.
Ao passar pelo “branco”, não pode haver desespero. Pois corre-se risco de travar para o restante da prova toda. Uma boa dica é pular a questão e voltar depois. Ou uma pausa, respirar, pensar, analisar e tentar responder com calma.
Outro problema é a demanda de tempo maior para uma questão do que para outra. Saber controlar o tempo de prova é fundamental nos concursos públicos. Contar o tempo de preenchimento de gabarito, idas ao banheiro, pausas, alimentação e hidratação. Atentar-se ao controle de tempo central, geralmente na lousa da sala, pois não se pode usar relógio.
O tempo de cada candidato também é algo pessoal. Mas uma boa dica para isso é a realização de simulados e exercícios com controle de tempo real.
Use Estratégia, seja aprovado.
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