O presente artigo visa analisar o que vem com a vaga conquistada em um concurso público.
A jornada de estudos é longa, para aprovação em concursos públicos de bancas com provas difíceis, como a CEBRASPE.
Porém, passar no concurso, no fundo, é apenas o primeiro passo. Os estudos podem ser complexos e árduos, por vezes. Porém, a aprovação do concurso, para o aprovado, acaba sendo o início de uma jornada, e não o fim.
Depois de ser aprovado no concurso, vai haver uma carreira dentro do serviço público. Tal carreira vai trazer vantagens e responsabilidades para o futuro servidor público.
E é essa fase pós concurso, também importante, que o presente artigo visa analisar.
Iniciando a análise e o que vem com a vaga no serviço público, aborda-se o serviço público na prática.
As provas de concursos públicos são bem exigentes. E cobram pontos pouco explorados na educação tradicional. Tal qual direito público, orçamento, finanças e contabilidade públicos, e administração pública.
Assim, os concurseiros já aprendem pontos importantes e específicos da Administração Pública.
Porém a praxe administrativa, algumas análises e tomadas de decisões são aprendidas efetivamente na prática. Muitas das práticas envolvem algum tipo de sigilo, e só podem ser aprendidas por servidores já empossados.
Alguns cargos oferecem cursos de formação. Mas até nesses casos, a experiência e vivência é um grande professor, para os novos servidores públicos.
Assim, os estudos e a aprovação no concurso preparam e muito o candidato, mas a prática aprimora o bom servidor público na sua carreira.
Continuando a análise sobre o que vem com a vaga do concurso público, aborda-se o relacionamento interpessoal no serviço público.
Os estudos para concurso costumam ser um hábito com duas características: solitário (o candidato costuma estudar sozinho) e competitivo (acaba competindo uma vaga com outras pessoas).
Quando passa de concurseiro para servidor público, isso precisa mudar.
No relacionamento com seus colegas de trabalho, sejam subordinados, iguais ou superiores na hierarquia do serviço público, não pode haver competição.
Primeiro porque a hierarquia é bem estabelecida, e até um pouco rígida. E, diferente da área privada, ninguém pode “puxar o tapete” do outro para subir na carreira.
Mas mais importante é a necessidade de pensamento de time, que tem o objetivo comum de executar os planos e políticas do Governo da melhor maneira possível.
Outro ponto importante a se pensar, que quebra a visão solitária e competitiva, é o fato do servidor público servir aos cidadãos.
Assim, deve atender ao seu público (cidadãos, ou representante deles), da melhor maneira possível. E ter em mente que, além de servidor, também é um cidadão interessado.
Trocando, então, a mentalidade competitiva e solitária, por uma mentalidade solidária e coletiva.
Prosseguindo com o tema o que vem com a vaga, analisa-se os benefícios presentes no serviço público.
No serviço público, em regra, o servidor tem seu plano de carreira, atribuições e salário bem definidos, já na fase de pensar em prestar um concurso.
No setor privado, a carreira e suas mudanças podem ser incertas, com altos e baixos.
A área privada visa lucro, enquanto o serviço público visa qualidade de continuidade, afinal os representantes políticos mudam, mas os servidores públicos não.
O teto constitucional limita salários no setor público.
Os salários do serviço público acabam sendo considerados médios/altos perto do setor privado. Existem salários altíssimos no setor privado, mas para uma pequena minoria de trabalhadores. A maioria, no setor privado, ganha salários mais baixos do que os do setor público.
A estabilidade se destaca no serviço público.
Para demitir um servidor público, deve se seguir o princípio da legalidade e todo um procedimento de justificativa. Já na área privada, existe a figura da demissão por justa causa, e em um cenário de crise, ou até mesmo sem ele, pode haver demissão, até de empregados com altos salários.
Finalizando o artigo “O que vem com a vaga”, apresenta-se as responsabilidades pessoais e sociais do servidor público.
A estabilidade, o valor justo dos salários, são mecanismos que trazem responsabilidades, e as justificam, para o servidor público.
Para ingressar nos quadros da Administração Pública, já existe uma grande peneira, que é o concurso público.
O concurso público é regado a disciplinas difíceis, não abordadas na escola. A concorrência é a mais ampla possível. Quem consegue passar, já mostra o merecimento para o cargo que irá ocupar.
As responsabilidades pessoais submetem o servidor a leis, regulamentos e código de ética. Ele deve agir de forma proba. Afinal, é um representante de toda a sociedade. E, mais que um representante político temporário, vai representar a sociedade durante toda uma carreira de longos anos.
Vai lidar com interesse e dinheiro público, e deve fazer isso da forma mais democrática e honesta possível e devida. Isto é responsabilidade social.
Fazendo, assim, jus às suas vantagens, como um salário digno e estabilidade.
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