Olá, pessoal. Neste artigo, revisaremos os principais tópicos acerca dos níveis de planejamento para o concurso do Ministério Público da União (MPU).
Porém, primeiramente, vale lembrar que já está disponível no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV) o edital do novo concurso do MPU.
Conforme o instrumento convocatório do certame, o concurso visa preencher 172 (cento e setenta e duas) vagas para os cargos de analista e técnico do MPU.
Ademais, vale citar que a remuneração dos cargos ofertados é bastante atrativa. Conforme a legislação, a partir de fevereiro de 2025, a remuneração do Técnico do MPU será de R$ 9.052,54 enquanto a de Analista do MPU será de R$ 14.852,98.
Além disso, a aplicação das provas deve ocorrer em 4 de maio de 2025, nos termos do edital.
Bons estudos!
Pessoal, neste artigo trataremos especificamente acerca dos níveis de planejamento, um dos assuntos de administração mais recorrentes nas provas de concursos públicos.
Nesse contexto, vale ressaltar que o planejamento consiste na função administrativa responsável pela definição dos objetivos e pelo estabelecimento dos meios necessários para alcançá-los.
Ademais, a doutrina indica alguns princípios gerais do planejamento, dentre os quais cita-se:
Conforme a doutrina, o planejamento ocorre em etapas sequenciais, a saber:
Todavia, a doutrina indica que o planejamento como um todo ocorre de forma hierarquizada nas organizações. Trata-se dos níveis de planejamento.
Em resumo, pode-se dizer que o planejamento nas organizações ocorre, em regra, em níveis.
Dessa forma, a doutrina e, consequentemente, as bancas examinadoras, adotam a existência de 3 (três) níveis de planejamento, a saber: estratégico, tático e operacional.
A seguir, detalharemos, para o concurso do MPU, os principais conceitos relacionados a cada um dos níveis de planejamento.
O nível estratégico de planejamento ocorre no nível institucional, ou seja, no mais alto nível da organização.
Portanto, trata-se do planejamento realizado pela alta cúpula da empresa que se preocupa, principalmente, com questões macro.
Dessa forma, o planejamento em nível estratégico preocupa-se com questões chave relacionadas à sobrevivência, à competitividade e ao futuro da organização.
Assim, neste planejamento, há baixo nível de detalhamento operacional, sendo o mais genérico em relação aos outros níveis de planejamento.
Ademais, a doutrina indica que o planejamento estratégico analisa a organização como um todo e avalia aspectos internos e externos.
Ou seja, o planejamento estratégico costuma ser associado com uma análise de forças e fraquezas (análise interna) e de ameaças e oportunidades (análise externa).
Todavia, alguns autores costumam dizer que o planejamento estratégico se volta principalmente para a análise do ambiente externo, haja vista ser o único nível de planejamento que considera os aspectos externos à organização.
Além disso, vale ressaltar que o planejamento estratégico consiste em um estudo de longo prazo.
Por outro lado, o planejamento tático ocorre no nível intermediário da organização, sendo realizado principalmente no nível de gerência.
Assim, o planejamento tático observa apenas um departamento específico da organização, buscando detalhar o planejamento estratégico no âmbito daquela unidade departamental.
Portanto, podemos afirmar que os produtos oriundos do planejamento tático possuem maior detalhamento em relação aos do planejamento estratégico.
Ademais, conforme a doutrina, o planejamento tático foca no médio prazo, motivo pelo qual é considerado um “elo de ligação” entre os planejamentos estratégico e operacional.
Continuando, cabe lembrar que, segundo Chiavenato, os planos estratégicos podem envolver: produção, financeiro, marketing e recursos humanos.
Por fim, o último nível do planejamento refere-se ao operacional.
Neste nível há um maior detalhamento do planejamento, sendo este voltado, de fato, para as operações da entidade.
Dessa forma, o planejamento operacional ocorre no nível de supervisão (considerando o nível administrativo mais baixo).
Pessoal, percebam que o planejamento operacional não é realizado pelo “chão de fábrica” propriamente dito (ou seja, pelos operários/trabalhadores/executores), mas sim pelos administradores de nível mais baixo. Cuidado com eventuais pegadinhas da banca examinadora!
Conforme a doutrina, o planejamento operacional deve preocupar-se sobremaneira com a forma de realizar as atividades. Ou seja, há uma orientação para as tarefas rotineiramente desenvolvidas pela organização.
Assim, o planejamento operacional foca no curto prazo.
Por fim, ressalta-se que o doutrinador Chiavenato indica a classificação dos planos operacionais como: procedimentos, orçamentos, programas e regulamentos.
Amigos, finalizamos aqui este artigo sobre os níveis de planejamento para o concurso do MPU.
Até o próximo artigo.
Grande abraço.
Rafael Chaves
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