O presente artigo visa fazer uma dissertação para responder uma pergunta: faculdade importa para concursos?
Na jornada dos estudos para concursos públicos, de bancas como a CEBRASPE, é importante focar em um cargo. E a escolaridade é um dos requisitos dos editais. É esse requisito que será analisado, a seguir, em alguns aspectos importantes para as escolhas e estudos do concurseiro.
Para começar a análise sobre a questão: ‘faculdade importa para concursos?’, aborda-se os níveis de escolaridade exigidos pelos editais.
Existem concursos públicos para os três níveis de escolaridade: fundamental, médio e superior. De acordo com o aumento do nível de escolaridade, proporcionalmente, aumenta a complexidade da função, responsabilidade do cargo, e também a remuneração, benefícios e vantagens financeiras.
Atualmente, existe uma tendência de redução de cargos de nível fundamental, passando-os para o nível médio, ou extinguindo-os. E alguns cargos de nível médio passando a exigir nível superior, como os Técnicos dos Tribunais Regionais do Trabalho, por exemplo. É o aumento na exigência de qualificação no serviço público.
Em relação à concorrência nas provas, quanto maior o nível de escolaridade exigido, menor o número de inscritos. Assim, as provas de nível superior, geralmente, oferecem os melhores cargos, e a menor concorrência. Para formação específica no nível superior, a concorrência tende a diminuir.
Porém, números não são tudo. Geralmente, as provas que exigem o maior nível de escolaridade, e menos concorridas, são disputadas pelos candidatos mais focados, com estudo de qualidade e mais bem preparados.
Continuando com a dissertação para o questionamento se ‘faculdade importa para concursos?’ analisa-se se o conhecimento da faculdade ajuda no estudo para o conteúdo da prova do concurso.
Geralmente, o núcleo de disciplinas de concursos envolve Português, exatas (Raciocínio Lógico, Matemática, e algumas outras) direitos (Constitucional, Administrativo, Financeiro). Em provas de maior dificuldade, pode aparecer Administração Geral e Pública, Auditoria, Políticas Públicas, Contabilidade Geral e Pública, Administração Financeira Orçamentária, entre outras disciplinas.
Assim, o conteúdo de concursos se mostra muito específico. Mesmo que uma disciplina ou outra esteja contida na grade de alguma faculdade, o foco da prova de concurso é diferente do foco acadêmico. Os estudos para concurso são bem específicos, e dificilmente cobertos por faculdades.
Para cargos de formação específica, como peritos, médicos, dentistas, contadores, o conhecimento acadêmico pode ajudar. Vai haver, provavelmente, uma disciplina focada nos conhecimentos adquiridos na faculdade, e pode ter até um peso grande na nota. Porém, os outros conhecimentos também serão cobrados.
A dica é utilizar tudo que possível do conhecimento adquirido na faculdade. Mas investir em material de estudo focado em concurso, como boas aulas em PDF, bons livros e sistemas de questões comentadas que analisam como cada banca específica cobra cada disciplina.
Prosseguindo com a análise em busca da resposta à pergunta se ‘faculdade importa para concursos?’, expõe-se o fato do nível superior ser um requisito, mas não um diferencial.
Como requisito, entende-se o nível superior como algo obrigatório para poder tomar posse do cargo oferecido pelo concurso público.
Não importa se o candidato cursou a universidade pública mais concorrida do Brasil. Ele vai poder concorrer com um candidato que fez uma faculdade à distância, ambos cumprem o requisito de ter se formado.
No caso de concursos de formação específica, é interessante mencionar os cargos de Auditor. Tanto na área fiscal, quanto na área de controle, o cargo de Auditor é um dos mais bem remunerados, e almejados pelos concurseiros.
Para nível nacional, Tribunal de Contas da União, na área de controle e Receita Federal, na área fiscal, é exigido nível superior em qualquer formação. Já em alguns Estados e Municípios, havendo variação, pode existir exigência de cursos de Direito, Administração, Ciências Contábeis, Engenharia ou Tecnologia da Informação, ou cargos específicos para cada área.
O requisito filtra, mas não exige qualidade na formação, que não pontua no concurso. Nem nas grandes carreiras, a depender do caso.
Finalizando o artigo “Faculdade importa para concursos?”, aborda-se a prova de títulos e adicional em salário.
No caso desse tema, geralmente o que vale são pós-graduações, mestrados, doutorados, e uma segunda formação.
Sempre observando requisitos estabelecidos pela banca examinadora, ou pelo órgão público do servidor, pode haver vantagens em ter os cursos mencionados acima.
Nos concursos, pode haver uma prova de títulos que dá uma nota a mais para os candidatos que possuem tais cursos. Ou pode haver uma regra de desempate que favoreça tais candidatos. Isso pode ser benéfico na classificação final do concurso.
Ao tomar posse, alguns órgão oferecem adicionais para qualificação. Assim, o servidor que possui os cursos pode vir a ter um plus no salário baseado em sua formação acadêmica.
É importante sempre ler os editais e legislações dos órgãos, para saber os exatos requisitos, como carga horária, reconhecimento do curso e necessidade de tese de conclusão.
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