Resumo da teoria dos grafos
Neste artigo, objetiva-se apresentar dicas para a situação de necessidade de responder uma questão discursiva sem saber a resposta.
Não obstante, tal situação ocorre de forma não incomum, pois muitas vezes o conteúdo da prova discursiva é uma parte grande do edital. Porém, a questão em si pode abordar apenas uma pequena parte do conteúdo, e de forma muito detalhada e esmiuçada. Ainda, pode acontecer desta pequena parte ser justamente a parte que o candidato não estudou de forma esgotante, por conta de tempo ou custo de oportunidade.
Assim, as dicas do artigo visam acalmar o candidato numa situação como esta, e até mesmo fazer com que seja extraída alguma nota, mesmo com pouco domínio do conteúdo, ou pouca noção do gabarito desejado pela banca.
É comum observar candidatos que passam pela situação de não saber a resposta da questão discursiva resolver deixá-la em branco.
Assim, o motivo para tal escolha é o temor de que a banca examinadora perceba que o candidato “escreve besteiras”, ou que “pegue mal” o fato de tentar expressar sua visão do comando da questão. Tal pensamento costuma acontecer no momento do pedido de recursos, tanto de questões discursivas, quanto de objetivas.
A única maneira de extrair alguma nota além da nota zero é escrevendo alguma coisa. E, além do zero, não haverá nenhuma outra punição, ou julgamento, por parte da banca. Além disso, a atribuição de uma nota só valerá para esta questão em específico, e se ela for dividida em partes, só para a parte especificada pela banca e pelo candidato, e não se espalhará pelas outras partes da prova, nem impedirá a aprovação do candidato caso ele atinja a nota necessária.
Entretanto, o contrário é válido, ou seja, o candidato conseguir extrair alguma nota ao não deixar a questão em branco. Muitas vezes a atribuição de nota não se dá apenas ao conteúdo, mas também à estrutura do texto, ortografia e apresentação. E isso pode garantir alguma nota, além nota de conhecimento parcial do conteúdo.
Portanto, é aconselhável não deixar a questão em branco, e tentar escrever a discursiva, mesmo sem saber a resposta.
Muitas vezes, o texto motivador, quando houver, e o comando da questão discursiva, e a própria questão ou questões que a compõem, vão evidenciar termos-chave. Às vezes trazem o termo bem explicado, às vezes só um nome, ou até mesmo um questionamento direto.
Porém, ao nominar o que solicita, a questão facilita a elaboração de um caminho de resposta, e os termos-chave devem ser os guias para a montagem de uma resposta. É aconselhável destacar (grifar, circular) os termos que mais chamam atenção. Após, tentar, lendo o questionamento, criar algum tipo de ligação entre eles.
No caso da prova discursiva ser aplicada durante a prova objetiva, ou após, é possível que os comandos das questões objetivas e seus textos também ajudem na resposta da questão discursiva. Geralmente o raciocínio crítico exigido pelo conjunto de provas e disciplinas converge para um ponto comum. Portanto, ao elaborar a resposta da discursiva, pode ser interessante realizar a objetiva e tentar extrair algo dela.
Assim, o comando da questão, e a prova como um todo, podem nortear o desejado na resposta, e também trazer elucidações e conceitos úteis para elaborá-la.
Outra dica para responder uma questão discursiva sem saber a resposta é usar princípios e conceitos amplos.
Exemplificando, se a sua prova é de direito administrativo, e trata do tema licitações, e você não sabe a resposta específica, você pode direcionar a resposta para um princípio maior, que provavelmente inspirou aquela parte da lei. No caso em análise, se a questão abordar a vinculação do certame ao edital, você pode juntar o princípio da legalidade, e o princípio da vinculação ao instrumento convocatório. Caso a abordagem seja outra, pode-se usar os princípios da isonomia, impessoalidade, e econômica e eficiência, ou qualquer um dos presentes na Lei 14.133/2021.
Ademais, pode-se aumentar o nível, e usar princípios presentes, explícita e implicitamente, na Constituição Federal. Tais princípios cabem na maioria dos ramos de direito, afinal, norteiam e guiam todo o direito pátrio.
Em outras disciplinas, é válido utilizar teorias clássicas e ainda vigentes, como as de autores como Karl Marx, Adam Smith, Max Weber, ou seja, autores consagrados.
O importante, ao usar conceitos genéricos, e que não são solicitados diretamente pela questão, é, com a ajuda das palavras-chave, ligá-los ao máximo ao comando da questão. Isso pode garantir uma nota maior que zero, dependendo do caso.
Por fim, uma boa dica é sempre treinar a discursiva, assim é possível melhorar as questões que sabe, e aprimorar a nota. E, também, simular a situação de não saber a resposta. Com o treino, responder algo com o que tem no momento sem saber, acaba também sendo aprimorado, e as surpresas negativas vão causando danos menores.
Além disso, sempre é importante utilizar a estrutura básica de um texto dissertativo: introdução, desenvolvimento e conclusão. Tudo ligado por conectivos (por exemplo, além disso, entretanto, ademais, entre outros), entre as frases e os parágrafos. Essa estrutura vale nota, além da nota do conteúdo.
Também é recomendável não cometer desvios ortográficos, que descontam nota. Por fim, uma boa disposição espacial e alinhamento do texto, assim como uma letra legível.
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