Olá, alunos! Tudo bem? Neste artigo vamos falar sobre um tema bem importante na matéria de Raciocínio Lógico: os diagramas lógicos. Esse é um dos temas mais cobrados nessa matéria — e também entre os mais temidos. No entanto, o problema raramente é a dificuldade em matemática, o verdadeiro obstáculo é a ausência de método.
As questões envolvendo conjuntos, interseções e quantificadores (“todos”, “alguns”, “nenhum”) exigem organização visual e leitura precisa. Sem isso, o candidato tenta resolver mentalmente e cai em armadilhas simples. Por isso, bancas como CEBRASPE e Fundação Getulio Vargas exploram exatamente essa falha: falta de estrutura na resolução.
Diagramas lógicos são representações gráficas usadas para organizar relações entre conjuntos. Com eles, é possível representar visualmente as proposições categóricas. Ao fazermos isso, muitas vezes conseguimos resolver mais facilmente o exercício, pois possibilita visualizar a situação de uma forma mais clara.
O modelo mais comum é o diagrama de Venn, composto por círculos que representam grupos. As áreas de interseção indicam elementos que pertencem simultaneamente a dois ou mais conjuntos.
Abaixo você encontra conceitos essenciais dessa matéria:
Primordialmente, para montar qualquer diagrama, você precisa dominar os três quantificadores lógicos principais. Eles determinam como os conjuntos (círculos) se relacionam:
Todo (Universal Afirmativo): “Todo A é B”. Graficamente, isso significa que o círculo A está totalmente contido dentro do círculo B. No entanto, atenção: a recíproca não é necessariamente verdadeira; nem todo B é A.
Algum (Particular Afirmativo): “Algum A é B”. Neste caso existe uma interseção. Os círculos se cruzam, e você deve marcar a região comum entre eles. Lembre-se que “algum” significa “pelo menos um”, podendo ser até todos, mas o desenho padrão é o cruzamento. Só para ilustrar, veja a imagem abaixo:
Nenhum (Universal Negativo): “Nenhum A é B”. Este é o mais simples: os círculos são disjuntos, ou seja, totalmente separados. Em outras palavras, não há qualquer ponto de contato entre eles.
Portanto, entender esses desenhos básicos é o segredo para ir bem nas provas e dominar qualquer questão. A maioria dos erros ocorre porque o candidato inverte a posição do “Todo” ou esquece que o “Algum” permite várias possibilidades de posicionamento.
Quando uma questão de concurso apresenta três ou quatro proposições (ex: “Todo concurseiro é estudioso”, “Algum estudioso é aprovado”), o segredo é a ordem de montagem.
A regra é clara: comece sempre pelo “Todo” ou pelo “Nenhum”. Os quantificadores universais dão a estrutura rígida do diagrama. Deixe o “Algum” por último, pois ele é “flexível” e pode ser desenhado de várias formas. Em seguida, após desenhar o “Algum”, coloque um “X” na região de interseção para visualizar onde o elemento realmente está.
Outro ponto importante: desenhe o diagrama mais genérico possível. Se a questão diz “Algum A é B”, não desenhe A dentro de B como se fosse um “Todo”, a menos que o enunciado obrigue.
Mantenha as possibilidades abertas para não tirar conclusões precipitadas que a lógica não autoriza. Se uma conclusão não vale para todos os desenhos possíveis que você fez, ela é logicamente falsa.
A negação lógica é a parte mais difícil para a maioria dos candidatos. O erro mais comum é achar que a negação de “Todo mundo gosta de chocolate” é “Ninguém gosta de chocolate”. Na lógica para concursos, para negar um “Todo”, você só precisa provar que pelo menos um é diferente.
Visualmente, para negar um diagrama de “Todo A é B” (A dentro de B), você precisa de um elemento que esteja em A, mas fora de B. Ou seja: a negação de Todo é Algum… não.
Portanto, negar o “Nenhum” (círculos separados) é simplesmente forçar uma pequena ponte (interseção) entre eles. Usar o desenho para conferir a negação evita que você caia em intuições linguísticas que nos enganam no dia a dia.
Por fim, tenha em mente que os diagramas lógicos transformam o abstrato em visual, garantindo segurança na hora de marcar o gabarito. Por isso, analise as proposições dadas e desenhe com cautela os diagramas lógicos. Muitas vezes, o erro não está na falta de conhecimento, mas em um desenho errado que o candidato fez.
Assim, treine diariamente com questões de bancas variadas. Com o tempo, você não precisará nem pensar para saber que a negação do “Todo” é o “PEA+Não” (Pelo menos um, Existe um, Algum… não). Assim, transforme a lógica em sua aliada e use os diagramas para enxergar a aprovação mais perto.
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