Existe um momento na vida de muitos concurseiros em que a realidade parece esmagar todo o esforço feito. Você estuda durante meses, às vezes anos, abre mão de lazer, sacrifica finais de semana, enfrenta ansiedade, cansaço e pressão emocional. E mesmo assim, o resultado é a reprovação.
Comigo foi exatamente assim.
Em 2016, decidi me preparar seriamente para o concurso do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF 2). A banca era a Consulplan e, naquele momento, eu fiz aquilo que muita gente diz fazer, mas poucos realmente fazem: investi tudo.
Investi financeiramente, comprando materiais e organizando minha preparação da melhor forma possível. Investi mentalmente, vivendo praticamente em função do concurso, fisicamente, enfrentando uma rotina cansativa de estudos, e investi tempo — muito tempo.
Nunca estive tão preparado para uma prova.
Mas o resultado foi cruel.
Minha prova discursiva sequer foi corrigida.
Foi um verdadeiro balde de água fria.
Quem já passou por uma reprovação dolorosa sabe exatamente o que acontece depois. Essa frustração faz com que a mente vire um campo de batalha:
“Talvez isso não seja pra mim”; “Tem gente muito mais inteligente”; “Concurso é carta marcada”; “Não importa o quanto eu estude, nunca consigo chegar lá”; “Talvez eu esteja perdendo tempo”…
Todos esses pensamentos passaram pela minha cabeça. E sinceramente? Era muito fácil desistir naquele momento.
Porque a frustração no concurso público não vem apenas da reprovação. Ela vem da sensação de injustiça entre o esforço aplicado e o resultado recebido.
Você olha para trás e pensa: “Como posso ter estudado tanto e ainda assim não ter conseguido?”. É justamente aqui que muitos candidatos abandonam seus sonhos.
Mas existe algo que poucos entendem: nenhuma preparação de verdade é perdida.
Hoje eu consigo afirmar com tranquilidade: o TRF 2 foi um dos concursos mais importantes da minha trajetória, mesmo sem aprovação, pois foi ali que eu construí minha base.
Foi naquele processo que aprendi a estudar de verdade. Ali desenvolvi disciplina, resistência emocional, maturidade e método. Ou seja, aquela preparação me transformou em um candidato competitivo.
E o resultado disso apareceu depois. Fui aprovado em todos os concursos que fiz depois: Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ SP), Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE BA), Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Superior Tribunal Militar (STM), me tornando, posteriormente, em servidor público federal lotado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), local onde atuo até os dias de hoje.
E vale destacar: em três desses concursos citados, fui aprovado nas primeiras colocações.
Mas nada disso aconteceu por acaso. Foi consequência direta da formação construída anteriormente, principalmente durante aquela preparação frustrante para o TRF 2.
Esse é um dos maiores erros de visão entre os concurseiros. Muita gente encara o concurso como um evento isolado: “vou estudar para essa prova específica e passar”.
Mas a realidade costuma ser diferente. A aprovação normalmente é consequência de um processo acumulativo. Cada ciclo de estudos fortalece:
O conhecimento vai sedimentando. É como construir uma casa.
Nos primeiros meses, parece que nada está acontecendo. Você olha para o terreno e só vê cimento, poeira e estrutura.
Mas é justamente essa base invisível que sustenta tudo depois.
Outro ponto importante é entender que ninguém permanece motivado o tempo inteiro.
Existe uma romantização muito grande da motivação nos estudos, porém, os candidatos aprovados normalmente não são os mais motivados, mas os mais constantes.
Disciplina é estudar mesmo sem vontade, ou seja:
Manter a rotina quando os resultados ainda não apareceram.
Continuar mesmo depois de uma reprovação.
Sentar na cadeira em dias ruins…
Porque a verdade é simples: quem vence no longo prazo é quem permanece.
Muitos candidatos buscam técnicas milagrosas, mapas secretos ou métodos revolucionários. Mas grande parte das aprovações nasce de algo simples: rotina organizada.
Ter horários definidos, metas claras, revisões programadas e constância diária muda completamente o desempenho. A preparação para concursos exige repetição inteligente.
E isso fica muito mais eficiente quando existe direcionamento especializado.
Nesse cenário, a Platinum do Estratégia Concursos se destaca como uma ferramenta capaz de catalisar uma preparação de alto nível.
Considerada o maior ecossistema de mentoria do país, ela oferece acompanhamento estratégico, planejamento individualizado, controle de desempenho e suporte contínuo — fatores que ajudam o aluno a evitar erros comuns e acelerar sua evolução nos estudos.
Porque estudar muito é importante. Mas estudar com estratégia faz diferença.
Se eu tivesse desistido depois da reprovação no concurso TRF 2, nenhuma das aprovações seguintes teria acontecido. Essa é a grande verdade.
A aprovação exige resiliência, e resiliência não significa não sentir dor, medo ou frustração. Significa continuar apesar disso.
Todo candidato aprovado acumula derrotas pelo caminho, e a grande diferença é que alguns usam essas derrotas como motivo para parar, enquanto outros usam como combustível para evoluir.
Quando olhamos para trás, percebemos que muitos resultados demoraram porque primeiro precisávamos nos transformar na pessoa capaz de alcançá-los.
O concurso que parecia uma derrota absoluta acabou sendo o principal alicerce da minha trajetória, e hoje eu entendo que aquela frustração não encerrou minha caminhada, pelo contrário. Ela iniciou minha formação.
Por isso, se você está enfrentando uma reprovação agora, tente lembrar de uma coisa: um resultado ruim não define sua capacidade.
Muitas vezes, ele apenas faz parte do processo que está construindo sua aprovação futura.
Continue.
A constância gera evolução.
A evolução gera competitividade.
E a competitividade, inevitavelmente, aproxima a aprovação.
Porque, no fim das contas, para quem persiste de verdade, tudo acaba dando certo.
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