Fala, estrategistas! Vamos aprender sobre o aumentativo da palavra chuva!
Vejamos as diferenças entre “chuvarada”, “chuvada”, “chuvão” e outras variações que se utilizam como aumentativo da palavra chuva.
Grau aumentativo é aquele que, além de indicar tamanho aumentado, também expressa exagero ou desprezo. Por exemplo:
Casarão: pode ser apenas uma casa grande (tamanho), mas também pode-se usar com um tom de admiração ou ironia.
Narigão: refere-se, possivelmente, a um nariz grande (tamanho), mas muitas vezes usa-se para expressar desprezo ou zombaria.
Problemão: é um problema grande (tamanho), mas o sufixo “ão” também carrega a ideia de que é algo sério, difícil de resolver.
Inicialmente, de maneira formal, o aumentativo de chuva é “chuvarada” ou “chuvada”. Essas formas aparecem nos dicionários de Língua Portuguesa e no VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa).
No caso do aumentativo chuvarada, como houve o acréscimo do sufixo -ada, “chuvarada” representa o aumentativo sintético da palavra chuva.
Além do mencionado, outros sufixos usados para o aumentativo sintético são: -aça, -aço, -alha, -ão, -uça, -ona, -alhão, -zão, -(z)arrão, -eirão, -ázio, -anzil, -aréu, -arra, -orra, -astro, -az.
Há ainda o aumentativo analítico, cuja formação depende dos seguintes adjetivos: grande, grandíssimo, enorme, imenso, vasto, colossal, desmedido, descomunal.
Exemplos de como combinar os adjetivos acima, no aumentativo analítico com a palavra chuva:
O diminutivo da palavra chuva é chuvisco. Para formar este novo vocábulo houve a adição do sufixo -isco, o que configura no diminutivo sintético da palavra chuva.
Existem outros sufixos com a função de indicar o diminutivo sintético: -inho/-inha, -zinho/-zinha, -im, -ino/-ina, acho/-acha, -icho/-icha, -eco, -ebre, -ico/-ica, -ejo, -ela, -elho/-elha, -ete, -eto, -ilho/-ilha.
Outras formas admitidas para o diminutivo sintético da palavra chuva são chuvinha e chuvisco, demonstrando uma chuva mais branda.
Sobre o diminutivo analítico, os adjetivos diminutivos são: pequeno, pequenino, miúdo, mínimo, diminuto, reduzido, insignificante.
Exemplo de uso dos termos no diminutivo analítico:
Aquela chuva miúda não serviu nem para molhar o jardim de flores.
Quando usamos o aumentativo da palavra chuva temos dúvidas sobre qual termo usar: “chuvarada”, “chuvada”, “chuvão” ou até “chuvona” são termos muito utilizados na linguagem popular.
Vamos analisar essas outras formas do aumentativo de chuva e em quais situações podemos utilizá-las.
“Chuvarada” é uma das formas mais reconhecidas e formais de se referir a uma chuva intensa. Utiliza-se frequentemente em contextos mais sérios, como em textos acadêmicos ou em situações que exigem um vocabulário mais elaborado.Aceita-se em dicionários e considera-se a forma padrão.
Outra opção que você pode usar é “chuvada”. Assim como “chuvarada”, ela também serve para falar de uma chuva forte, só que é um pouco mais informal. Você vai ouvir “chuvada” bastante em conversas do dia a dia, mas fique tranquilo: é uma forma totalmente válida e fácil de entender por todo mundo.
“Chuvão” é uma expressão mais popular e coloquial. Embora não seja tão formal quanto as anteriores, ela é amplamente utilizada no dia a dia. Muitas pessoas preferem essa forma por sua sonoridade e simplicidade. É uma maneira descontraída de se referir a uma chuva intensa, especialmente em conversas informais.
Por outro lado, “chuvona” não é reconhecida como uma forma correta de aumentativo para “chuva”. Essa palavra não aparece em dicionários e, portanto, não deve ser utilizada em contextos formais ou acadêmicos. É importante estar ciente das formas aceitas para evitar confusões.
Em conversas do dia a dia, de maneira informal, as pessoas costumam usar “chuvão” ou “chuvada” quando se referem a uma chuva forte. Essas expressões são mais acessíveis e refletem a linguagem coloquial. Por exemplo, alguém pode dizer: “Olha só o chuvão que está caindo lá fora!” Trata-se de uma forma de comunicação mais leve e descontraída.
Já em conversas formais, de contexto acadêmico, “chuvarada” e “chuvada” são as opções mais adequadas. A exemplo de um relatório meteorológico, pode-se afirmar: “A previsão indica uma chuvarada para a região nas próximas horas.”
Cada escolha de palavras demonstra o cuidado com a linguagem e a clareza na comunicação.
Para ilustrar melhor o uso dos aumentativos de chuva vamos dar alguns exemplos práticos:
A escolha do aumentativo de “chuva” pode variar conforme o contexto e a formalidade da situação.
“Chuvarada” e “chuvada” são as formas mais corretas e aceitas, enquanto “chuvão” é uma opção coloquial. Já “chuvona” deve ser evitada, pois não é reconhecida na língua portuguesa.
É sempre bom considerar o ambiente e a audiência. A comunicação clara e precisa é essencial para evitar confusões e garantir a compreensão da mensagem.
Essa escolha pode refletir o estilo de comunicação e a conexão com a Língua Portuguesa de cada indivíduo ou grupo de pessoas.
Por hoje é isso, pessoal!
Abraços e até a próxima.
Bárbara Rocha
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