Neste artigo você terá um resumo acerca de Liderança, mais especificamente da Teoria Contingencial de Fiedler, o qual auxiliará você na preparação para o concurso da Secretaria de Estado da Fazenda do Governo do Rio de Janeiro (SEFAZ/RJ).
Olá, concurseiro! Tudo bem com você? O tão esperado edital do concurso da Secretaria de Estado da Fazenda do Governo do Rio de Janeiro (SEFAZ/RJ) foi finalmente publicado e chegou a hora de darmos uma acelerada nos estudos, afinal, o dia da prova está chegando.
Desse modo, para auxiliar você na preparação para esse concurso, elaboramos um resumo acerca da Teoria Contingencial de Fiedler, dentro do tema Liderança, na parte de Administração.
Então, pegue o seu marca-texto e vamos aos conceitos mais importantes e relevantes para você gabaritar esse conteúdo.
Para iniciar esse resumo, precisamos falar que a Liderança está contida na função administrativa de direção, a qual é uma das quatro funções administrativas que compõem o processo organizacional. Trata-se da função responsável por conduzir os trabalhos das pessoas em direção aos objetivos organizacionais.
A direção está intimamente ligada ao relacionamento interpessoal entre o administrador e os seus subordinados. De acordo com Chiavenato, para que o planejamento e a organização possam ser eficazes, precisam ser complementados pela orientação e apoio às pessoas, por meio de uma adequada comunicação, liderança e motivação. Desse modo, para dirigir pessoas, o administrador precisa saber comunicar, liderar e motivar.
Algumas das ações que são desenvolvidas nessa função são:
Existem diversos conceitos para liderança. Entre eles temos que:
Além disso, Maximiano complementa ao dizer que a liderança não é apenas um atributo da pessoa, mas também uma combinação de quatro elementos: (1) as características do líder; (2) as características dos liderados; (3) as características da missão a ser realizada; e (4) a conjuntura social, econômica e política.
De modo geral, a liderança está associada a estímulos que possam motivar as pessoas para a realização de missão, da visão e dos objetivos organizacionais.
Conforme a Teoria Contingencial de Fiedler, o desempenho do grupo depende de 2 fatores: estilo do líder e grau de controle que a situação proporciona ao líder.
No que diz respeito ao estilo do líder, Fiedler ressalta que existem dois tipos de líder. São eles:
Por outro lado, no que se refere ao grau de controle proporcionado pela situação, Fiedler destaca 3 variáveis. São elas:
Consoante a teoria de Fiedler, existem dois tipos de líder. Veremos as principais características de cada um desses estilos propostos na teoria contingencial.
De acordo com a teoria da contingência, nesse estilo de liderança, a preocupação do líder está voltada para a produtividade e para os resultados. O foco, nesse estilo, são as tarefas e os objetivos organizacionais.
Conforme a teoria contingencial, nesse estilo de liderança a preocupação do líder está voltada para o bem-estar e satisfação do grupo. O foco são as pessoas e os relacionamentos interpessoais.
Como explicitado acima, Fiedler destaca 3 variáveis, as quais aprofundaremos um pouco mais.
Conforme a teoria da contingência, essa variável diz respeito ao relacionamento entre o líder e seus liderados. Ou seja, refere-se ao quanto o grupo confia, respeita e acredita no líder. É classificada como boa ou ruim.
Conforme o que preceitua Fiedler, essa variável diz respeito ao nível de formalização e estruturação das tarefas e dos procedimentos. É classificada como alta ou baixa.
De acordo com a teoria em análise, essa variável se refere ao poder que o líder possui para demitir, promover, contratar, conceder aumentos salariais, etc. Ou seja, trata-se do quanto o líder pode influenciar e interferir em situações relacionadas a seus liderados. Refere-se ao grau de “poder formal” que o líder possui. É classificada em forte e fraco.
De acordo com Fiedler, a combinação dessas 3 variáveis gera 8 situações possíveis, as quais podem ser classificadas como favoráveis, moderadas ou desfavoráveis. Veja a imagem abaixo retirada do PDF do Estratégia Concursos que auxiliará você no entendimento desse tópico.
Ademais, vale ressaltar que, de acordo com essa teoria, nas situações extremas (ou seja, muito favoráveis ou muito desfavoráveis), o líder orientado para tarefas obtém melhor desempenho.
Por outro lado, em situações intermediárias (ou seja, moderadas), o líder orientado para relacionamentos obtém melhor desempenho.
Por fim, saiba que o objetivo deste artigo foi trazer para você considerações importantes acerca da Teoria Contingencial de Fiedler, dentro do tema Liderança para o concurso da SEFAZ/RJ. No entanto, para além desse certame, esse tema é extremamente relevante para provas de concurso em geral.
Outrossim, este resumo não abrange toda a complexidade do tema Liderança, mas, certamente, nele você encontrará aspectos importantes que ajudarão você a gabaritar questões sobre esse assunto.
Além disso, para a sua preparação, não deixe de responder muitas questões. Para auxiliar você nessa missão, o Estratégia Concursos oferece um sistema de questões bastante completo que certamente ajudará você na conquista da tão sonhada vaga no serviço público.
Finalmente, não deixe de acompanhar e ficar por dentro do que acontece no mundo dos concursos.
Bons estudos e até mais!
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