O artigo “TCDF – Evolução da Administração Pública” visa resumir o tópico de mesmo nome do artigo, para Administração Geral e Pública, disciplina da prova de Conhecimentos Especializados, do concurso do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).
A banca examinadora do concurso do TCDF é o CEBRASPE. O certame oferece 10 vagas, mais cadastro reserva, para o cargo de Analista Administrativo de Controle Externo. A escolaridade exigida é nível superior em qualquer área, e a remuneração inicial é de R$14.990,41. É uma ótima oportunidade para a área de controle.
O tópico consiste em: 2 Evolução da administração do setor público brasileiro. 2.1 Estrutura organizacional do Estado: três poderes. 2.2 Formas de administração pública. O artigo tenta abordar tudo, de maneira resumida, para garantir umas questões na prova do TCDF.
Iniciando o assunto TCDF – Evolução da Administração Pública, em tela a evolução histórica da Administração Pública brasileira.
A intenção é traçar um panorama histórico na evolução da Administração Pública brasileira. Antes de 1930, predominava o patrimonialismo no Brasil. Entre 1930 e 1938, durante o governo de Getúlio Vargas, foi fortalecida a profissionalização administrativa.
Em 1938 foi criado o Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP). Foi o grande marco da tentativa de implementação da administração burocrática no Brasil.
Já em 1967, foi publicado o Decreto-Lei 200/1967. Ele é muito importante para a CEBRASPE. Foi uma tentativa de flexibilizar a administração, principalmente por meio da administração indireta. É considerado um ensaio para a administração gerencial, embora não represente plenamente o modelo.
Baseou-se nos princípios do planejamento, coordenação, descentralização, delegação de competência e controle.
A Constituição de 1988 fortaleceu a legalidade, profissionalização administrativa e controles, mas também provocou certa rigidez administrativa.
Por fim, em 1995, o Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado foi o principal marco da administração gerencial brasileira.
Continuando a temática TCDF – Evolução da Administração Pública, conceitua-se o modelo patrimonialismo.
No patrimonialismo, a administração funciona como extensão do patrimônio do governante.
Suas características são o clientelismo, o nepotismo, o personalismo, a ausência de separação clara entre patrimônio público e privado e o uso de cargos como favores. Um bordão famoso para o patrimonialismo é o famoso “amigos do rei”.
Patrimonialismo não ocorre apenas em monarquias. Pode existir, e existe, em Estados modernos.
Dando sequência ao tema TCDF – Evolução da Administração Pública, aborda-se o conceito de burocracia.
A burocracia brasileira é baseada na concepção racional-legal de Max Weber. Sua principal função era combater o patrimonialismo. É um modelo profissional, racional, impessoal, baseado em regras e com procedimentos bem definidos.
Seus elementos são: impessoalidade, mérito, profissionalização, hierarquia, formalização,
regras, divisão do trabalho e controles dos procedimentos.
Na ideia original, não era necessariamente negativa. Tinha funções, mas também disfunções: excesso de formalismo, rigidez, apego às regras, lentidão, resistência a mudanças.
Seguindo com a dissertação sobre TCDF – Evolução da Administração Pública, traz-se o conceito da administração gerencial.
A administração gerencial surgiu para controlar as disfunções da burocracia, e aumentar a capacidade de entrega do Estado.
Ela prioriza: resultados, eficiência, qualidade, desempenho, responsabilização, descentralização, autonomia, controle a posteriori e atendimento das necessidades do cidadão.
O gerencialismo não elimina controles. Ele substitui o controle detalhado de procedimentos, da burocracia, por controle nos resultados e no desempenho. Isso pode ser pegadinha na prova do concurso.
O patrimonialismo não foi superado pela burocracia, e a burocracia não foi superada pela administração gerencial. Os três modelos ainda existem e convivem na Administração Pública brasileira.
Finalizando o artigo “TCDF – Evolução da Administração Pública”, em tela os três poderes do Estado brasileiro.
Os três poderes são o Legislativo, Executivo e Judiciário, independentes e harmônicos entre si. Cada poder tem sua função típica, mas também tem funções atípicas (típicas de outros poderes).
O poder Executivo tipicamente governa, administra e executa políticas públicas. Como funções atípicas, julga processos administrativos e exerce poder normativo.
O poder Legislativo tipicamente legisla e fiscaliza. Já como funções atípicas, julga algumas autoridades, realiza concursos e administra seus servidores.
Por fim, o poder Judiciário tipicamente julga. Como funções atípicas, realiza concursos e administra seus servidores e legisla através de seus regimentos internos.
O sistema de freios e contra pesos visa garantir a harmonia e independência dos poderes. Por exemplo, o Presidente veta projetos de lei e o Congresso pode derrubar o veto, o Legislativo controla o Executivo, Judiciário anula atos administrativos e julga constitucionalidade, Legislativo julga certas autoridades e Presidente nomeia certas autoridades.
Prepare-se com o melhor material e com quem mais aprova em Concursos Públicos em todo o país!
Concurso Transpetro oferta vagas imediatas e CR com lotações em todo o país! A Transpetro já…
O quantitativo de vagas do novo Concurso ALEAC ainda não definido A definição da banca…
Novos editais do Concurso Câmara de Rio Verde oferecem vagas para fundamental, médio e superior!…
Conselho Regional de Educação Física da 20ª Região (CREF SE) oferece vagas para os níveis…
Com inscrições encerradas, o Concurso da Prefeitura de Limeira, em São Paulo, segue para a…
O Concurso Moreilândia PE oferece 62 vagas imediatas mais 186 oportunidades de cadastro de reserva;…