A Polícia Federal deflagou nesta segunda-feira, 18 de setembro, uma Operação denominada Afronta II nos estados de São Paulo e Alagoas. O objetivo da operação policial foi desarticular uma organização criminosa que fraudava Concursos Públicos em todo o país utilizando pontos eletrônicos. Pelo menos 14 concursos foram alvos da quadrilha.
Durante a operação foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, quatro conduções coercitivas e 10 mandados de busca e apreensão só em São Paulo. Já em Alagoas, foram nove de busca e apreensão, três conduções e um mandado de prisão.
(Entenda como a quadrilha atuava!)
Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa utilizava pontos eletrônicos para enviar as respostas das provas. Em 2015, durante a Operação Afronta I, pelo menos cinco pessoas foram presas suspeitas de participação no esquema.
Conforme a investigação na época, nove pessoas integravam a quadrilha. Quatro delas ficavam responsáveis por desviar as provas do concurso e outros três para corrigir os cadernos de questões e enviar as respostas aos candidatos através do ponto eletrônico.
O inquérito havia sido instaurado ainda em 2015, durante a Operação Afronta I. Entre os concursos fraudados pela quadrilha estava o concurso do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Outros concursos, além do TRF da 3ª Região podem ter sido fraudados, segundo a PF.
Na tentativa de descobrir quais entraram na linha dos fraudadores, a PF solicitou à Fundação Carlos Chagas, FCC, informações referente a outros concursos pelos quais os fraudadores foram listados na relação de inscritos.
Além disso, o Sistema de Prospecção e Análise de Desvios em Exames, software desenvolvido pela PF, constatou através de uma perícia feita nos gabaritos que pelo menos 47 candidatos estavam envolvidos, alguns deles foram habilitados no concurso e até empossados nos cargos.
No mês passado, o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/Cebraspe), uma das bancas mais temidas entre os que estudam para Concursos, passou a ser investigado pela Polícia sob a suspeita de fraudes em Concursos Públicos. A Operação “Panoptes” prendeu quatro pessoas.
Em nota, o Cespe informou que “está acompanhando a investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), fornecendo todo o apoio necessário à investigação e é o maior interessado em esclarecer os fatos”. Leia Mais!
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