Concursos Públicos

O poder do “não”: Cortando distrações

O presente artigo visa dissertar sobre o poder do “não”: cortando distrações para estudantes de concursos públicos, de bancas como a Fundação Getúlio Vargas (FGV), atingirem a aprovação mais rápido.

Uma das principais, e mais necessárias, ferramentas do concurseiro é o foco ao estudar. E o que atrapalha muito o foco nos estudos são as distrações. Então, este artigo traz ideias para manter o foco e impedir que as distrações o ameacem.

O poder do “não”: Cortando distrações – O “não” interno

Iniciando o artigo “O poder do “não”: Cortando distrações”, aborda-se o “não” interno.

O “não” interno é auto sabotagem. Ocorre quando o estudante está cansado ou desmotivado. Daí ele começa a simular um falso cansaço, ou uma procrastinação planejada.

O próprio estudante aplica um “não” ao foco necessário, o que é prejudicial para os estudos. Então, o concurseiro deve aplicar algo comum em provas de concurso, uma dupla negativa, aplicando um “não” ao seu “não” interno, para retomar o foco necessário.

Ambiente de estudos minimalista

Dando continuidade ao tema o poder do “não”: cortando distrações, o tema é o ambiente de estudos minimalista.

Minimalismo é a filosofia de viver com o essencial, eliminando excesso de atividades e distrações para alcançar mais foco e propósito.

Aplicando o minimalismo ao ambiente de estudo, é aconselhável organizá-lo, seja ele físico ou virtual. Deixando só o essencial à vista, eliminando gatilhos de distração. Aprimorando, assim, o foco e eliminando distrações prejudiciais.

O poder do “não”: Cortando distrações – Distrações digitais

Continuando com o tema o poder do “não”: cortando distrações, o tema são as distrações digitais.

Atualmente, o mundo está todo conectado, de forma online, através da internet. É comum que as pessoas se conectem a pelo menos uma das diversas redes sociais, como por exemplo o Whatsapp, o Instagram, o Facebook ou o Linkedin. A internet também é utilizada para acessar notícias, ouvir música, assistir vídeos e televisão e até mesmo para trabalhar. 

E os aparelhos estão cada vez mais compactos, estando cada vez mais os celulares e tablets substituindo os computadores de mesa. Isso aumenta o imediatismo, já que o dispositivo que acessa a rede fica no bolso e mais próximo ao indivíduo.

Existe muito conteúdo de concurso público nas redes, inclusive as aulas e vídeos de cursos podem ser assistidas pelos celulares e tablets. Mas em maior proporção existe conteúdo distrativo.

Existem aplicativos de celulares e tablets que medem o tempo de uso de cada aplicativo, isso pode ser útil para controlar o tempo gasto com distrações nas redes, e aprimorar o tempo efetivo com concursos.

Dizer “não” aos convites sociais

Prosseguindo com a análise sobre o poder do “não”: cortando distrações, aborda-se a negativa aos convites sociais.

A atividade de estudar é algo bem solitário e pode gerar muita ansiedade. Então, o relacionamento pessoal com amigos e familiares se torna importante e necessário para o estudante de concursos e sua saúde mental.

Porém, o que se aborda aqui são os convites sociais que vão prejudicar a rotina de estudos. Baladas que duram a madrugada inteira, bebedeiras, compromissos que no momento precisam ser trocados por estudos, para a aprovação a longo prazo.

Geralmente, as pessoas que convidam o estudante para algo que prejudica os estudos sabe disso, e não acredita ou não se importa com o prejuízo do estudante. 

Já as pessoas que fazem um convívio saudável com o concurseiro, geralmente o compreendem e entendem sua rotina, e o respeitam.

Assim, é necessário saber filtrar, e às vezes, dizer “não” aos convites não saudáveis, e sim aos convites saudáveis e necessários, para manter o bem estar aos estudos.

Como lidar com o F.O.M.O

Finalizando o artigo “O poder do “não”: cortando distrações”, aborda-se como lidar com o F.O.M.O.

F.O.M.O. é o medo de se sentir excluído dos acontecimentos e eventos, por não estar conectado às redes. Este medo pode também se estender para as relações sociais.

Este medo é comum e faz parte da renúncia necessária, quando se inicia os estudos. Ao decidir estudar, o concurseiro saber que vai ter que sacrificar um pouco de tempo livre e até mesmo da sua vida social.

Também é possível utilizar as redes, o lazer e o convívio social com moderação, de modo a não prejudicar os estudos.

Esta troca pode ser árdua durante os estudos, mas vai ajudar na jornada, que costuma ser algo de longo prazo. No final, o prêmio é a tão almejada aprovação. Ocupando o cargo, o que não faltará são tempos livres e felizes, além da sensação de conquista. A troca, então, é válida.

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