Instâncias Internas e Externas do Sistema de Governança do Setor Público
Olá pessoal! No presente artigo iremos abordar um assunto importante e muito cobrado em provas de concurso na área fiscal: as instâncias internas e externas do Sistema de Governança do Setor Público.
Vamos passar basicamente pelos seguintes tópicos:
Governança pode ser definida como o conjunto de processos, modos, decisões, costumes, técnicas, ideias que mostram como uma empresa ou sociedade, pública ou provada, é comandada ou gerida. O objetivo primordial da governança é manter dentro da instituição o ambiente de segurança e confiabilidade para os seus atores principais, sejam acionistas ou sociedade.
Um modelo de Governança é mais comumente encontrado em empresas privadas, visando garantir que seus acionistas, os detentores do capital do negócio, tenham seus interesses prevalecendo na atuação daqueles que administram. Esse é o conceito da teoria ou conflito agente-principal, em que o agente (administrador) pode ter finalidades diferentes do principal (acionistas), o que pode acabar levando a empresa em caminhos controversos. Nessa linha surgiu a Governança, como um braço do principal, o acionista, na supervisão do negócio.
Apesar de ser geralmente vista na esfera privada, a Governança nos últimos anos passou também a fazer parte de estruturas públicas de uma forma geral (ainda bem)! Nesse caso, o principal é a sociedade, e o agente são as autoridades públicas. Sendo assim, a Governança no setor estatal tem como função assegurar que as instituições atuem dentro das normas e com cunho público e social, cumprindo assim seu papel de isonomia, coletividade, eficiência e legalidade, por meio de instâncias internas e externas.
Na área pública, o assunto é bastante abordado no referencial básico de governança do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o referencial, temos a seguinte definição:
“O sistema de governança reflete a maneira como diversos atores se organizam, interagem e procedem para obter boa governança. Envolve, portanto, as estruturas administrativas (instâncias), os processos de trabalho, os instrumentos (ferramentas, documentos, etc.), o fluxo de informações e o comportamento de pessoas envolvidas direta, ou indiretamente, na avaliação, no direcionamento e no monitoramento da organização.”
Perceba que o referencial, ao citar estruturas administrativas, está remetendo às instâncias internas e externas que atuam na administração pública em defesa da governança. Podem, sucintamente, ser:
E é justamente sobre essas instâncias internas e externas de governança que iremos nos aprofundar um pouco mais a partir de agora.
Nos termos do Referencial Básico de Governança Pública do TCU, podemos compreender o seguinte sobre as instâncias internas e externas:
Além destas instâncias internas e externas, o Referencial Básico de Governança do TCU elenca ainda outras estruturas que possuem como finalidade a difusão do sistema de governança na gestão pública. Essas demais estruturas são a administração executiva, a gestão tática e a gestão operacional. Vamos entender melhor o que o Referencial diz a respeito de cada uma delas:
Passamos, portanto, pelos principais pontos relativos às instâncias internas e externas do sistema de Governança do Setor Público, em consonância com o Referencial Básico de Governança do TCU.
Chegamos ao final do nosso breve artigo sobre instâncias internas e externas do sistema de Governança do Setor Público, e esperamos que seja muito útil para a sua preparação.
Lembre-se que é essencial a leitura dos PDF’s e a revisão frequente dos conteúdos, para que assim os seus estudos fiquem cada vez mais avançados.
Um grande abraço e até mais!
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