Dicas para concurso em enfermagem: hipertensão

Dicas para concurso em enfermagem: Hipertensão     Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (2010), a hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados crônica sem um tempo determinado. Podendo atingir órgão-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e às alterações metabólicas, com aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais.

           Para saber as causas da hipertensão devem ser levados em consideração os fatores hereditários e ambientais. O diagnóstico da doença é obtido por meio da aferição da pressão do paciente e também é a partir dos sintomas como dores no peito, cefaleias, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, (visão embaçada) e sangramento nasal. A hipertensão não tem cura, mas tem tratamento para ser controlada, logo é necessário um acompanhamento para diagnóstico como tabela abaixo:.

     Recentemente a Banca IBFC realizou o certame do Órgão: EBSERH/HU-FURG/2016, enfatizando o tratamento farmacológico: onde os diuréticos são pelo menos mais eficazes que os outros opções de anti-hipertensivos para prevenir eventos cardiovasculares em ampla gama de condições, como gravidade de hipertensão, idade, gênero e raça e presença de comorbidades, (eventos clínicos prévios e diabetes mellitus) .

      Quando se diz respeito a tratamentos não-farmacológicos o empirismo advindo do contexto sociocultural reflete na percepção do individuo sobre a doença, na forma como ele expressa seus sintomas, se sente e utiliza os recursos de cura.  A melhora eficaz desse paciente está ligada à combinação de controle e tratamento anti-hipertensivo e não medicamentosos e terapêuticos, como práticas de exercícios físicos regulares vinculado à uma alimentação saudável o que resulta em redução de peso. É de suma importância a prática de atividade física, por ser uma forma não farmacológica e por trazer benefícios aos indivíduos hipertensos.

     As maiorias das populações consomem mais sal do que o recomendado pela OMS para a prevenção da hipertensão arterial. O alto consumo de sal (recomendado máximo 2,4g/dia) e comidas gordurosas são importante determinantes de hipertensão. Em razão de essas doenças crônicas apresentarem índices cada vez mais elevados e estarem fortemente relacionadas a diversas patologias graves como acidente vascular encefálico, causado pela obstrução ou rompimentos de vasos sanguíneos cerebrais, e infarto agudo do miocárdio.

       De acordo com a revista de Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH): Grupos de risco, aqueles que possuem a doença aderem pouco a tratamento anti­-hipertensivo incluem fatores socioeconômicos, tabagismo, alcoolismo, duração do tratamento, presença de transtornos mentais, comorbidades, número de fármacos prescritos, efeitos secundários ao tratamento e a falta de acompanhamento regular da equipe de saúde. Posto que aspectos individuais sejam fatores cruciais na anuência do tratamento contumaz pacientes esquecem-se de tomar o medicamento ao longo do tratamento ou não o fazem no horário correto e grande parte desse grupo de risco abandonam o tratamento precocemente, especialmente pelo frequente caráter assintomático da doença.               Outro fato interessante e pouco estudado é a pseudo hipertensão abordada em uma questão recente da banca FUNCAB/EMSERH/ENFERMEIRO/2016. Refere que a  pseudo-hipertensão está correlacionada com a idade e é caracterizada por níveis pressóricos falsamente elevados, ocorrendo devido ao enrijecimento da parede arterial, que dificulta a oclusão da artéria. É detectada por meio da manobra de Osler (consiste em palpar a artéria braquial, inflar o manguito até o desaparecimento do pulso. Se o trajeto da artéria for detectável com o manguito inflado, a manobra é positiva).

     O profissional de saúde deve incentivar o autocuidado proporcionando orientações ao paciente e promovendo adesão ao tratamento farmacológico e não-farmacológico, com cunho educacional, cabendo ao enfermeiro grande parte dessa função por seu papel educativo, seu maior contato com o enfermo e a busca de estratégias terapêuticas inovadoras, construindo-se assim um momento muito rico de promoção de saúde.

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Regina Barros

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