Índice de Notícias
China será o primeiro país a ultrapassar a barreira de US$ 100 bilhões no comércio com o Brasil
Coreia do Norte: documentário revela ‘comércio de armas’ às escondidas
ONU pede que bancos deixem de financiar projetos de combustível fóssil
Como a agricultura pode se tornar uma protetora do clima
UE ganha aval para taxar produtos dos EUA em US$ 4 bi
Por que taxar mais ricos pode ser saída para países endividados após pandemia, na visão do FMI
EUA rejeitam proposta russa para prorrogar pacto sobre armas nucleares
É hora de nos prepararmos para Brexit sem acordo comercial, diz premiê
Bolivianos rejeitam violência às vésperas de eleição tensa
((15/10/2020) Comex do Brasil – Leia na íntegra
A corrente de comércio entre o Brasil e a China vai superar este ano pela primeira vez a marca de US$ 100 bilhões, cifra jamais registrada na história do comércio exterior brasileiro com um país ou mesmo bloco de países. Em forte aceleração, o comércio sino-brasileiro acumula, de janeiro a setembro, um fluxo de US$ 78,028 bilhões, e o destaque é a robusta e constante alta nas exportações brasileiras para o principal parceiro comercial do País. No período, o Brasil acumulou um superávit de US$ 28,757 bilhões.
Enquanto o comércio com a China bate sucessivos recordes, o intercâmbio com os Estados Unidos, segue na direção oposta e registrou, de janeiro a setembro, o pior desempenho em onze anos. De acordo com dados do “Monitor de Comércio Brasil-Estados Unidos”, divulgado ontem (14) pela Amcham Brasil, as trocas entre os dois países tiveram uma contração de 25,1% em comparação com o mesmo período do ano passado.
(12/10/2020) BBC, por Paul Adams – Leia na íntegra
O filme traz uma variedade curiosa de pessoas: um chef dinamarquês desempregado e fascinado por ditaduras comunistas; um nobre espanhol e propagandista norte-coreano com uma queda por uniformes militares; e um ex-legionário francês e traficante de cocaína condenado que faz o papel de um misterioso aventureiro com várias conexões internacionais.
(13/10/2020) Agência Brasil, por Matthew Green
O secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu aos bancos de desenvolvimento que interrompam o apoio a projetos de combustíveis fósseis, aumentando a pressão sobre os credores públicos antes de uma cúpula sobre mudança climática que a França realizará no mês que vem.
Os ativistas ambientais há anos exigem que os bancos comerciais listados na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia parem de financiar novas usinas elétricas a carvão, exploração de petróleo ou infraestrutura de gás natural. Mas os bancos de desenvolvimento do mundo, cujo apoio é muitas vezes crucial para determinar se tais projetos são viáveis, também estão enfrentando apelos para acabar com o financiamento à indústria de combustíveis fósseis.
(13/10/2020) DW.com – Leia na íntegra
O solo é particularmente importante para a proteção do clima, ao absorver uma grande quantidade carbono. Se esse carbono escapar, ele se liga ao oxigênio e forma CO2 – o gás do efeito estufa. Neste processo, a camada de húmus no solo desempenha um papel fundamental armazenando quatro vezes mais carbono do que o presente na atmosfera sob a forma de CO2.
Rico em nutrientes, o húmus consiste em partes de plantas mortas que foram decompostas por inúmeros organismos, como bactérias, fungos e minhocas. Ele mantém a fertilidade do solo, é um nutriente importante para o crescimento de novas plantas, além de ser fundamental para a proteção do clima, graças ao carbono armazenado.
(13/10/2020) DW.com – Leia na íntegra
A União Europeia recebeu permissão nesta terça-feira (13/10) para impôr tarifas no valor de 4 bilhões de dólares a produtos dos Estados Unidos, como retaliação aos subsídios estatais dados à americana Boeing.
A decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) marca mais um capítulo em 16 anos de disputa entre EUA e Europa envolvendo o setor de aviação. No ano passado, a instituição já havia autorizado os americanos a retaliarem em 7,5 bilhões de dólares os europeus pelos subsídios à Airbus.
UE e EUA acusam-se mutuamente de terem fornecido ajuda estatal ilegal a suas respectivas fabricantes de aeronaves, e ambos apresentaram reclamações perante a OMC.
((14/10/2020) BBC, por Alessandra Corrêa – Leia na íntegra
De acordo com o relatório “Monitor Fiscal”, divulgado pelo FMI nesta quarta-feira (14/10), em Washington, um caminho para os países responderem ao desafio da retomada da economia, mantendo as necessárias medidas de apoio em meio a crescente déficit nominal e dívida pública e queda acentuada de receita, seria aumentar os impostos sobre os mais ricos.
Segundo o FMI, os governos deveriam considerar tanto ações para aumentar o cumprimento de obrigações tributárias quanto a “progressividade de impostos sobre grupos mais afluentes e menos afetados”.
(16/10/2020) Agência Brasil, por Jonathan Landay e Gabrielle Tétrault
As perspectivas de prorrogação do mais recente tratado que limita a mobilização de armas nucleares estratégicas de Estados Unidos e Rússia pareciam desanimadoras nesta sexta-feira (16), depois que o governo norte-americano rejeitou uma proposta russa de renovação incondicional de um ano por considerá-la “inviável”.
O novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start, na sigla em inglês), que foi assinado em 2010 e expira em fevereiro, restringe o número de ogivas nucleares estratégicas que os dois países podem mobilizar, além de mísseis e dos bombardeiros que os transportam.
Não renovar o pacto anularia todas as restrições, o que poderia dar ensejo a uma corrida armamentista pós-Guerra Fria e ampliar as tensões entre as duas maiores potências nucleares do mundo.
(16/10/2020) Agência Brasil, por Guy Faulconbridge e William James – Leia na íntegra
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse nesta sexta-feira (16) que é hora de o país se preparar para um Brexit sem acordo comercial, já que a União Europeia (UE) se recusou a negociar a sério, e que não haverá um pacto a menos que Bruxelas mude de rumo.
Uma conturbada conclusão sem acordo para a crise da separação britânica do bloco, que já dura cinco anos, semearia o caos nas frágeis cadeias de suprimento que se estendem pelo Reino Unido, a UE e além disso, no momento em que o impacto econômico da pandemia do novo coronavírus se agrava.
Ontem, no que deveria ter sido a “cúpula do Brexit”, a UE deu um ultimato, dizendo que está preocupada com a falta de progresso, e conclamou o Reino Unido a ceder nos principais obstáculos ou ver uma ruptura de laços com o bloco a partir de 1º de janeiro.
(18/10/2020) Agência Brasil, por Marcelo Rochabrun – Leia na íntegra
Bolivianos das áreas mais ricas de La Paz começaram a armazenar suprimentos essenciais e a fazer fila para comprar gás antes da eleição presidencial deste domingo (18), temendo a volta dos conflitos letais que se seguiram à votação conturbada do ano passado.
Aquela eleição, depois anulada, levou à renuncia de Evo Morales, líder de esquerda, e mergulhou o país em um vácuo político precário – um governo conservador interino que não foi eleito está no poder desde então.
Agora os 7,3 milhões de eleitores da Bolívia estão em uma encruzilhada enquanto o país sofre com a pandemia de coronavírus: a volta do partido socialista de Morales ou uma guinada para o candidato de centro Carlos Mesa, um ex-presidente que ficou em segundo lugar em 2019.
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