{"id":992398,"date":"2022-03-22T13:15:20","date_gmt":"2022-03-22T16:15:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=992398"},"modified":"2022-03-22T13:15:23","modified_gmt":"2022-03-22T16:15:23","slug":"informativo-stf-1046-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1046-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1046 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1046 do STF <strong>COMENTADO. <\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/03\/22131430\/stf-1046.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_opYKczvuWWI\"><div id=\"lyte_opYKczvuWWI\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/opYKczvuWWI\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/opYKczvuWWI\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/opYKczvuWWI\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><\/p>\n<h1><a name=\"_Toc98522903\"><\/a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522904\"><\/a>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Transfer\u00eancia da concess\u00e3o e do controle societ\u00e1rio das concession\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional a transfer\u00eancia da concess\u00e3o e do controle societ\u00e1rio das concession\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos, mediante anu\u00eancia do poder concedente (Lei 8.987\/1995, art. 27)<\/p>\n<p>ADI 2946\/DF, relator Min. Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 8.3.2022 (Info 1046)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522905\"><\/a>1.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O ent\u00e3o PGR, Cl\u00e1udio Fonteles, ajuizou a ADI 2946 contra o artigo 27 da Lei 8.987, de 13 de fevereiro de 1995. O dispositivo determina que \u201ca transfer\u00eancia de concess\u00e3o ou do controle societ\u00e1rio da concession\u00e1ria sem pr\u00e9via anu\u00eancia do poder concedente implicar\u00e1 a caducidade da concess\u00e3o\u201d. Para combater a efic\u00e1cia do artigo 27 da lei impugnada, o procurador-geral invocou o artigo 175 da\u00a0Constitui\u00e7\u00e3o\u00a0Federal, segundo o qual, \u201cincumbe ao Poder P\u00fablico, na forma da lei, diretamente ou sob o regime de concess\u00e3o ou permiss\u00e3o, sempre atrav\u00e9s de licita\u00e7\u00e3o, a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos\u201d. Logo, para o PGR, esse neg\u00f3cio de transfer\u00eancia, mesmo com anu\u00eancia, \u00e9 inconstitucional.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522906\"><\/a>1.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522907\"><\/a>1.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Lei 8.987\/1995: \u201cArt. 27. A transfer\u00eancia de concess\u00e3o ou do controle societ\u00e1rio da concession\u00e1ria sem pr\u00e9via anu\u00eancia do poder concedente implicar\u00e1 a caducidade da concess\u00e3o. \u00a71\u00ba Para fins de obten\u00e7\u00e3o da anu\u00eancia de que trata o <strong>caput<\/strong> deste artigo o pretendente dever\u00e1: I &#8211; atender \u00e0s exig\u00eancias de capacidade t\u00e9cnica, idoneidade financeira e regularidade jur\u00eddica e fiscal necess\u00e1rias \u00e0 assun\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o; e II &#8211; comprometer-se a cumprir todas as cl\u00e1usulas do contrato em vigor.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte:\u00a0(&#8230;) XXI &#8211; ressalvados os casos especificados na legisla\u00e7\u00e3o, as obras, servi\u00e7os, compras e aliena\u00e7\u00f5es ser\u00e3o contratados mediante processo de licita\u00e7\u00e3o p\u00fablica que assegure igualdade de condi\u00e7\u00f5es a todos os concorrentes, com cl\u00e1usulas que estabele\u00e7am obriga\u00e7\u00f5es de pagamento, mantidas as condi\u00e7\u00f5es efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitir\u00e1 as exig\u00eancias de qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e econ\u00f4mica indispens\u00e1veis \u00e0 garantia do cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es.\u00a0(&#8230;) Art. 175. Incumbe ao Poder P\u00fablico, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concess\u00e3o ou permiss\u00e3o, sempre atrav\u00e9s de licita\u00e7\u00e3o, a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522908\"><\/a>1.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Constitucional a transfer\u00eancia da concess\u00e3o ou do controle societ\u00e1rio?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>SIM, desde que com a anu\u00eancia do poder concedente!!!<\/strong><\/p>\n<p><u>Nessas hip\u00f3teses, a base objetiva do contrato continua intacta. Permanecem o mesmo objeto contratual, as mesmas obriga\u00e7\u00f5es contratuais e a mesma equa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira. O que ocorre \u00e9 apenas a sua modifica\u00e7\u00e3o subjetiva, seja pela substitui\u00e7\u00e3o do contratado, seja em raz\u00e3o da sua reorganiza\u00e7\u00e3o empresarial<\/u>.<\/p>\n<p>Em nosso sistema jur\u00eddico<strong>, o que interessa \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o \u00e9, sobretudo, a sele\u00e7\u00e3o da proposta mais vantajosa, independentemente da identidade do particular contratado, ou dos atributos psicol\u00f3gicos ou subjetivos de que disponha<\/strong>. No tocante ao particular contratado, basta que seja pessoa id\u00f4nea, ou seja, que tenha comprovada capacidade para cumprir as obriga\u00e7\u00f5es assumidas no contrato, o que tamb\u00e9m \u00e9 aferido por crit\u00e9rios objetivos e preestabelecidos.<\/p>\n<p>Ademais, considerando a din\u00e2mica peculiar e complexa das concess\u00f5es p\u00fablicas, \u00e9 natural que o pr\u00f3prio regime jur\u00eddico das concess\u00f5es contenha institutos que permitam aos concession\u00e1rios se ajustarem \u00e0s adversidades da execu\u00e7\u00e3o contratual com a finalidade de permitir a continuidade da presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos e, sobretudo, a sua presta\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria ou adequada. A retomada dos servi\u00e7os pela Administra\u00e7\u00e3o pode se mostrar demasiadamente onerosa para o poder p\u00fablico concedente e uma nova licita\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de implicar custos alt\u00edssimos, demanda tempo para seu necess\u00e1rio planejamento e, ao final, pode resultar em tarifas mais caras para os usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>Por fim, <strong>ressalta-se que as normas constitucionais que estipulam a obrigatoriedade de licita\u00e7\u00e3o na outorga inicial da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos a particulares n\u00e3o definem os exatos contornos do dever de licitar<\/strong> (CF\/1988, arts. 37, XXI, e 175, caput). Cabe, portanto, ao legislador ordin\u00e1rio ampla LIBERDADE quanto \u00e0 sua conforma\u00e7\u00e3o \u00e0 vista da dinamicidade e da variedade das situa\u00e7\u00f5es f\u00e1ticas a serem abrangidas pela respectiva normatiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522909\"><\/a>1.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522910\"><\/a>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Medidas para garantir a continuidade de servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais e direito de greve<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o constitucionais o compartilhamento, mediante conv\u00eanio, com estados, Distrito Federal ou munic\u00edpios, da execu\u00e7\u00e3o de atividades e servi\u00e7os p\u00fablicos federais essenciais, e a ado\u00e7\u00e3o de procedimentos simplificados para a garantia de sua continuidade em situa\u00e7\u00f5es de greve, paralisa\u00e7\u00e3o ou opera\u00e7\u00e3o de retardamento promovidas por servidores p\u00fablicos federais.<\/p>\n<p>ADI 4857\/DF, relatora Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 11.3.2022 (Info 10)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522911\"><\/a>2.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o dos Servidores P\u00fablicos do Brasil (CSPB)\u00a0ajuizou a ADI 4857 contra o Decreto 7.777\/12, sobre greve de servidores p\u00fablicos, juntamente com outras tr\u00eas ADIs que tratam do tema. As quatro a\u00e7\u00f5es questionam a constitucionalidade do Decreto 7.777\/12 que tem como fun\u00e7\u00e3o dispor sobre \u201cmedidas para a continuidade de atividades e servi\u00e7os p\u00fablicos dos \u00f3rg\u00e3os e entidades da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal durante greves, paralisa\u00e7\u00f5es ou opera\u00e7\u00f5es de retardamento de procedimentos administrativos promovidas pelos servidores p\u00fablicos federais\u201d. O decreto estabelece que medidas de <u>compartilhamento<\/u> de pessoal podem ser adotadas por ministros de Estado e supervisores de \u00f3rg\u00e3os e entidades em que ocorrer greve.<\/p>\n<p>As entidades afirmam que a norma fere o direito \u00e0 greve garantido aos trabalhadores pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988. Al\u00e9m disso, questionam a autoriza\u00e7\u00e3o dada pelo decreto para que ministros de Estado adotem provid\u00eancias \u2013 entre elas conv\u00eanios com estados, Distrito Federal ou munic\u00edpios \u2013 para garantir a continuidade das atividades e servi\u00e7os de \u00f3rg\u00e3os alvo de paralisa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522912\"><\/a>2.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522913\"><\/a>2.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Decreto 7.777\/2012: \u201cArt. 1\u00ba Compete aos Ministros de Estado supervisores dos \u00f3rg\u00e3os ou entidades em que ocorrer greve, paralisa\u00e7\u00e3o ou retardamento de atividades e servi\u00e7os p\u00fablicos: I &#8211; promover, mediante conv\u00eanio, o compartilhamento da execu\u00e7\u00e3o da atividade ou servi\u00e7o com Estados, Distrito Federal ou Munic\u00edpios; e II &#8211; adotar, mediante ato pr\u00f3prio, procedimentos simplificados necess\u00e1rios \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o ou realiza\u00e7\u00e3o da atividade ou servi\u00e7o. \u00a7 1\u00ba As atividades de libera\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos e cargas no com\u00e9rcio exterior ser\u00e3o executadas em prazo m\u00e1ximo a ser definido pelo respectivo Ministro de Estado supervisor dos \u00f3rg\u00e3os ou entidades intervenientes. \u00a7 2\u00ba Compete \u00e0 chefia de cada unidade a observ\u00e2ncia do prazo m\u00e1ximo estabelecido no \u00a7 1\u00ba. \u00a7 3\u00ba A responsabilidade funcional pelo descumprimento do disposto nos \u00a7\u00a7 1\u00ba e 2\u00ba ser\u00e1 apurada em procedimento disciplinar espec\u00edfico. Art. 2\u00ba O Ministro de Estado competente aprovar\u00e1 o conv\u00eanio e determinar\u00e1 os procedimentos necess\u00e1rios que garantam o funcionamento regular das atividades ou servi\u00e7os p\u00fablicos durante a greve, paralisa\u00e7\u00e3o ou opera\u00e7\u00e3o de retardamento. Art. 3\u00ba As medidas adotadas nos termos deste Decreto ser\u00e3o encerradas com o t\u00e9rmino da greve, paralisa\u00e7\u00e3o ou opera\u00e7\u00e3o de retardamento e a regulariza\u00e7\u00e3o das atividades ou servi\u00e7os p\u00fablicos. Art. 4\u00ba Este Decreto entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Lei 7.783\/1989: \u201cArt. 11. Nos servi\u00e7os ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os indispens\u00e1veis ao atendimento das necessidades inadi\u00e1veis da comunidade. Par\u00e1grafo \u00fanico. S\u00e3o necessidades inadi\u00e1veis, da comunidade aquelas que, n\u00e3o atendidas, coloquem em perigo iminente a sobreviv\u00eancia, a sa\u00fade ou a seguran\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o. Art. 12. No caso de inobserv\u00e2ncia do disposto no artigo anterior, o Poder P\u00fablico assegurar\u00e1 a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os indispens\u00e1veis.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522914\"><\/a>2.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Poss\u00edvel o compartilhamento das atividades via conv\u00eanio?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nessa hip\u00f3tese, n\u00e3o se criam cargos, nem se autoriza contrata\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria. Tampouco delegam-se atribui\u00e7\u00f5es de servidores p\u00fablicos federais a servidores p\u00fablicos estaduais, ou autoriza-se a investidura em cargo p\u00fablico federal sem a aprova\u00e7\u00e3o pr\u00e9via em concurso p\u00fablico<\/strong>. O que se tem \u00e9 o compartilhamento da execu\u00e7\u00e3o da atividade ou servi\u00e7o para garantia da continuidade do servi\u00e7o p\u00fablico em situa\u00e7\u00f5es excepcionais ou tempor\u00e1rias, motivo pelo qual a medida ser\u00e1 encerrada ao t\u00e9rmino daquelas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Ademais, <u>considerando que o Decreto 7.777\/2012, que prev\u00ea essa coopera\u00e7\u00e3o entre entes federativos, retira seu fundamento legal da Lei 7.783\/1989 (arts. 11 e 12), a aplica\u00e7\u00e3o das medidas nele previstas deve se restringir aos servi\u00e7os p\u00fablicos considerados ESSENCIAIS<\/u>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522915\"><\/a>2.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc98522916\"><\/a>DIREITO CIVIL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522917\"><\/a>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bem de fam\u00edlia: fian\u00e7a; contrato de loca\u00e7\u00e3o comercial e penhorabilidade<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional a penhora de bem de fam\u00edlia pertencente a fiador de contrato de loca\u00e7\u00e3o, seja residencial, seja comercial.<\/p>\n<p>RE 1307334\/SP, relator Min. Alexandre de Moraes, julgamento virtual finalizado em 8.3.2022 (Info 10)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522918\"><\/a>3.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Trata-se de RE interposto contra decis\u00e3o do TJ-SP que manteve a penhora de um im\u00f3vel, \u00fanico bem de fam\u00edlia do fiador, para quita\u00e7\u00e3o do aluguel de im\u00f3vel comercial. Segundo o TJ, n\u00e3o seria aplic\u00e1vel ao caso a decis\u00e3o em que o Plen\u00e1rio do STF se manifestou pela impossibilidade da penhora do \u00fanico bem de fam\u00edlia do fiador na loca\u00e7\u00e3o comercial.<\/p>\n<p>No recurso apresentado ao Supremo, o fiador argumenta que o TJ-SP n\u00e3o observou a distin\u00e7\u00e3o entre contratos de loca\u00e7\u00e3o residencial e comercial. Ele sustenta que o STF, ao decidir pela penhorabilidade do bem de fam\u00edlia dado em garantia pelo fiador de contrato de loca\u00e7\u00e3o residencial, observou direitos que s\u00e3o iguais (o direito fundamental \u00e0 moradia), enquanto o contrato de loca\u00e7\u00e3o comercial diria respeito apenas \u00e0 iniciativa privada dos agentes contratantes.<\/p>\n<p>Segundo ele, a restri\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 moradia do fiador em raz\u00e3o de contrato de loca\u00e7\u00e3o comercial n\u00e3o se justifica sequer pelo princ\u00edpio da isonomia, pois o im\u00f3vel bem de fam\u00edlia do locat\u00e1rio estar\u00e1 sujeito \u00e0 constri\u00e7\u00e3o, e existem outros meios aptos a garantir o contrato.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522919\"><\/a>3.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522920\"><\/a>3.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Lei 8.009\/1990: \u201cArt. 3\u00ba A impenhorabilidade \u00e9 opon\u00edvel em qualquer processo de execu\u00e7\u00e3o civil, fiscal, previdenci\u00e1ria, trabalhista ou de outra natureza, salvo se movido: (&#8230;) VII \u2013 por obriga\u00e7\u00e3o decorrente de fian\u00e7a concedida em contrato de loca\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522921\"><\/a>3.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Poss\u00edvel a penhora do bem de fam\u00edlia do fiador?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<p>A penhorabilidade de bem de fam\u00edlia pertencente a fiador de contrato de loca\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se aplica no caso de loca\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel comercial.<\/p>\n<p><u>A exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra da impenhorabilidade do bem de fam\u00edlia contida no inciso VII do art. 3\u00ba da Lei 8.009\/1990 \u00e9 necess\u00e1ria, proporcional e razo\u00e1vel, mesmo na hip\u00f3tese de loca\u00e7\u00e3o comercial<\/u>.<\/p>\n<p>\u00c9 <strong>necess\u00e1ria e proporcional<\/strong>, pois os outros meios legalmente aceitos para garantir o contrato de loca\u00e7\u00e3o comercial, tais como cau\u00e7\u00e3o e seguro-fian\u00e7a, s\u00e3o mais custosos para grande parte dos empreendedores. Dessa forma, a fian\u00e7a afigura-se a garantia que melhor propicia ganhos em termos da promo\u00e7\u00e3o da livre iniciativa, da valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho e da defesa do consumidor.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 a razoabilidade se assenta no fato de que o fiador tem livre disposi\u00e7\u00e3o dos seus bens, o que deixa patente que a restri\u00e7\u00e3o ao seu direito de moradia encontra guarida no princ\u00edpio da autonomia privada e da autodetermina\u00e7\u00e3o das pessoas, que \u00e9 um princ\u00edpio que integra a pr\u00f3pria ideia ou direito de personalidade<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522922\"><\/a>3.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com esses entendimentos, ao apreciar o Tema 1127 da repercuss\u00e3o geral, o Plen\u00e1rio, por maioria, negou provimento a recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc98522923\"><\/a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522924\"><\/a>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Normas estaduais sobre inclus\u00e3o e exclus\u00e3o de consumidores em cadastros de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de sistema de comunica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via a consumidor inadimplente por carta registrada com aviso de recebimento configura desrespeito \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o Federal. (1) \u00c9 inconstitucional a previs\u00e3o, por lei estadual, de \u201cprazo de toler\u00e2ncia\u201d a impedir que o nome do consumidor inadimplente seja imediatamente inscrito em cadastro ou banco de dados. (2)\u00a0 A supress\u00e3o da verifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via quanto \u00e0 exist\u00eancia do cr\u00e9dito, exigibilidade do t\u00edtulo e inadimpl\u00eancia do devedor n\u00e3o caracteriza viola\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da veda\u00e7\u00e3o ao retrocesso. (3)<\/p>\n<p>ADI 5224\/SP, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 8.3.2022 (Info 1046)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522925\"><\/a>4.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) ajuizou a ADI 5224 no STF contra a Lei estadual 16.659\/2015, de S\u00e3o Paulo, que regulamenta o sistema de inclus\u00e3o e exclus\u00e3o de nomes de consumidores nos cadastros de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito. A entidade sustenta que a lei afronta o artigo 24, par\u00e1grafo 1\u00ba e 3\u00ba, da CF ao estabelecer novas normas gerais em mat\u00e9ria j\u00e1 regulamentada por legisla\u00e7\u00e3o federal no C\u00f3digo de Defesa do Consumidor (CDC).<\/p>\n<p>Embora o texto tenha sido vetado pelo governador do estado, a Assembleia Legislativa do Estado de S\u00e3o Paulo rejeitou o veto e promulgou a lei, publicada em 9\/1\/2015. Para os lojistas, a norma traz \u201cgraves danos ao interesse p\u00fablico, aos \u00f3rg\u00e3os de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito e aos pr\u00f3prios consumidores\u201d, ao obrigar a comunica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos consumidores via AR para fins de inscri\u00e7\u00e3o e criar prazo de toler\u00e2ncia.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522926\"><\/a>4.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522927\"><\/a>4.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A norma que obriga a comunica\u00e7\u00e3o via AR \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n<p>No caso, a norma impugnada claramente transgride o modelo normativo geral criado pela Uni\u00e3o (C\u00f3digo de Defesa do Consumidor, art. 43, \u00a7 2\u00ba).\u00a0 Al\u00e9m disso, a disciplina normativa estadual afeta direta e ostensivamente rela\u00e7\u00f5es comerciais e consumeristas que transcendem os limites territoriais do ente federado, bem como transfere todo o \u00f4nus financeiro da inadimpl\u00eancia da pessoa do devedor para a sociedade em geral.\u00a0<\/p>\n<p><strong>E a norma que prev\u00ea o \u201cprazo de toler\u00e2ncia\u201d em favor do consumidor devedor?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional a previs\u00e3o, por lei estadual, de \u201cprazo de toler\u00e2ncia\u201d a impedir que o nome do consumidor inadimplente seja imediatamente inscrito em cadastro ou banco de dados.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Isso porque, <strong>ao prever hip\u00f3tese suspensiva dos efeitos do vencimento de d\u00edvida, o preceito normativo em quest\u00e3o disp\u00f5e sobre o tempo do pagamento e os efeitos da mora, intervindo na legisla\u00e7\u00e3o federal sobre direito civil e comercial, mat\u00e9rias reservadas \u00e0 Uni\u00e3o<\/strong> (CF, art. 22, I).<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 veda\u00e7\u00e3o ao retrocesso?<\/strong><\/p>\n<p>A supress\u00e3o da verifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via quanto \u00e0 exist\u00eancia do cr\u00e9dito, exigibilidade do t\u00edtulo e inadimpl\u00eancia do devedor n\u00e3o caracteriza viola\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da\u00a0veda\u00e7\u00e3o\u00a0ao\u00a0retrocesso.<\/p>\n<p>Com o advento da Lei estadual 16.624\/2017, <strong>n\u00e3o \u00e9 mais obrigat\u00f3ria a apresenta\u00e7\u00e3o, pelos credores, de documentos capazes de atestar a exist\u00eancia da d\u00edvida, a exigibilidade e a insolv\u00eancia<\/strong>. Agora, <u>tais documentos somente ser\u00e3o exigidos na hip\u00f3tese de solicita\u00e7\u00e3o, de car\u00e1ter volunt\u00e1rio, pelo pr\u00f3prio devedor ou pela empresa administradora dos dados. Essa modifica\u00e7\u00e3o legislativa n\u00e3o consubstancia ofensa \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o ou retrocesso social em desfavor dos consumidores<\/u>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522928\"><\/a>4.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Nesses termos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu parcialmente das a\u00e7\u00f5es diretas de inconstitucionalidade e, na parte conhecida, julgou-as parcialmente procedentes.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc98522929\"><\/a>DIREITO FINANCEIRO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522930\"><\/a>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Lei estadual e concess\u00e3o de benef\u00edcio fiscal sem pr\u00e9via estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional lei estadual que concede benef\u00edcio fiscal sem a pr\u00e9via estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro exigida pelo art. 113 do ADCT.<\/p>\n<p>ADI 6303\/RR, relator Min. Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 11.3.2022 (Info 1046)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522931\"><\/a>5.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O governador do Estado de Roraima, Ant\u00f4nio Denarium, ajuizou no STF a ADI 6303, com pedido de liminar, contra a lei complementar estadual que ampliou o rol de isen\u00e7\u00f5es do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores) para incluir motocicletas, motonetas e ciclomotores com pot\u00eancia de at\u00e9 160 cilindradas. De acordo com o governador, a norma viola o princ\u00edpio constitucional da isonomia tribut\u00e1ria, pois concede isen\u00e7\u00e3o fiscal a ve\u00edculos de caracter\u00edsticas similares unicamente em raz\u00e3o de sua pot\u00eancia, sem especificar o valor do bem, ano de fabrica\u00e7\u00e3o ou outras particularidades que os diferencie.<\/p>\n<p>Na ADI, o governador afirma que a Lei Complementar 278\/2019 do estado foi aprovada sem a elabora\u00e7\u00e3o de estimativa do impacto or\u00e7ament\u00e1rio-financeiro para a ren\u00fancia das receitas tribut\u00e1rias, desrespeitando a regra constitucional do artigo 113 do ADCT. Ele argumenta que, embora n\u00e3o haja aumento de despesa, a ren\u00fancia fiscal tem impacto direto na receita dos munic\u00edpios, que recebem 50% da arrecada\u00e7\u00e3o do IPVA sobre os ve\u00edculos licenciados em seus territ\u00f3rios (artigo 158, inciso III, da CF).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522932\"><\/a>5.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522933\"><\/a>5.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF, art. 113. \u201cA proposi\u00e7\u00e3o legislativa que crie ou altere despesa obrigat\u00f3ria ou ren\u00fancia de receita dever\u00e1 ser acompanhada da estimativa do seu impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>LC 101\/2000, art. 14. \u201cA concess\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o de incentivo ou benef\u00edcio de natureza tribut\u00e1ria da qual decorra ren\u00fancia de receita dever\u00e1 estar acompanhada de estimativa do impacto or\u00e7ament\u00e1rio-financeiro no exerc\u00edcio em que deva iniciar sua vig\u00eancia e nos dois seguintes, atender ao disposto na lei de diretrizes or\u00e7ament\u00e1rias e a pelo menos uma das seguintes condi\u00e7\u00f5es: I \u2013 demonstra\u00e7\u00e3o pelo proponente de que a ren\u00fancia foi considerada na estimativa de receita da lei or\u00e7ament\u00e1ria, na forma do art. 12, e de que n\u00e3o afetar\u00e1 as metas de resultados fiscais previstas no anexo pr\u00f3prio da lei de diretrizes or\u00e7ament\u00e1rias; II \u2013 estar acompanhada de medidas de compensa\u00e7\u00e3o, no per\u00edodo mencionado no caput, por meio do aumento de receita, proveniente da eleva\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas, amplia\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo, majora\u00e7\u00e3o ou cria\u00e7\u00e3o de tributo ou contribui\u00e7\u00e3o. \u00a7 1\u00ba A ren\u00fancia compreende anistia, remiss\u00e3o, subs\u00eddio, cr\u00e9dito presumido, concess\u00e3o de isen\u00e7\u00e3o em car\u00e1ter n\u00e3o geral, altera\u00e7\u00e3o de al\u00edquota ou modifica\u00e7\u00e3o de base de c\u00e1lculo que implique redu\u00e7\u00e3o discriminada de tributos ou contribui\u00e7\u00f5es, e outros benef\u00edcios que correspondam a tratamento diferenciado. \u00a7 2\u00ba Se o ato de concess\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o do incentivo ou benef\u00edcio de que trata o caput deste artigo decorrer da condi\u00e7\u00e3o contida no inciso II, o benef\u00edcio s\u00f3 entrar\u00e1 em vigor quando implementadas as medidas referidas no mencionado inciso. \u00a7 3\u00ba O disposto neste artigo n\u00e3o se aplica: I \u2013 \u00e0s altera\u00e7\u00f5es das al\u00edquotas dos impostos previstos nos incisos I, II, IV e V do art. 153 da Constitui\u00e7\u00e3o, na forma do seu \u00a7 1\u00ba; II \u2013 ao cancelamento de d\u00e9bito cujo montante seja inferior ao dos respectivos custos de cobran\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522934\"><\/a>5.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Necess\u00e1ria a estimativa do impacto fiscal?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Com certeza!!!!<\/strong><\/p>\n<p>O art. 113 do ADCT \u00e9 aplic\u00e1vel a todos os entes da Federa\u00e7\u00e3o e a op\u00e7\u00e3o do Constituinte de disciplinar a tem\u00e1tica nesse sentido explicita a prud\u00eancia na gest\u00e3o fiscal, sobretudo na concess\u00e3o de benef\u00edcios tribut\u00e1rios que ensejam ren\u00fancia de receita.<\/p>\n<p>Isso ocorre <strong>porque a elabora\u00e7\u00e3o do referido estudo concede ao Poder Legislativo, como \u00f3rg\u00e3o vocacionado a versar sobre a institui\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios fiscais, o controle n\u00e3o somente dos objetivos constitucionais que se pretendem atingir por meio de benesse fiscal, como tamb\u00e9m o controle financeiro da escolha pol\u00edtica<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, <u>a regra constitucional observa o regime preexistente definido no art. 14 da Lei Complementar (LC) 101\/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), no tocante \u00e0 concess\u00e3o e ao aumento de benef\u00edcios fiscais que ocasionem a ren\u00fancia de receita<\/u>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522935\"><\/a>5.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta, para declarar a inconstitucionalidade formal da Lei Complementar 278\/2019 do Estado de Roraima.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc98522936\"><\/a>DIREITO PROCESSUAL PENAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522937\"><\/a>6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pris\u00e3o preventiva: prazo nonagesimal para a sua revis\u00e3o e respectiva compet\u00eancia jurisdicional<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>O transcurso do prazo previsto no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 316 do C\u00f3digo de Processo Penal (CPP) n\u00e3o acarreta, automaticamente, a revoga\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o preventiva e, consequentemente, a concess\u00e3o de liberdade provis\u00f3ria.<\/p>\n<p>ADI 6581\/DF, relator Min. Edson Fachin, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Min. Alexandre de Moraes, (Info 1046)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522938\"><\/a>6.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O PTB e a Associa\u00e7\u00e3o dos Magistrados Brasileiros ajuizaram as ADIs 6581 e 6582 alegando a inconstitucionalidade do artigo 316, par\u00e1grafo \u00fanico, do C\u00f3digo de Processo Penal. Os autores entendem que o direito \u00e0 liberdade n\u00e3o se pode sobrepor ao direito \u00e0 seguran\u00e7a que deve ser garantido \u00e0 coletividade.<\/p>\n<p>A norma em quest\u00e3o determina que o \u00f3rg\u00e3o que decretou a pris\u00e3o preventiva deve, a cada 90 dias, revisar a necessidade de sua manuten\u00e7\u00e3o, mediante decis\u00e3o fundamentada de of\u00edcio, sob pena de tornar a pris\u00e3o ilegal.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522939\"><\/a>6.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522940\"><\/a>6.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CPP\/1941: \u201cArt. 316. O juiz poder\u00e1, de of\u00edcio ou a pedido das partes, revogar a pris\u00e3o preventiva se, no correr da investiga\u00e7\u00e3o ou do processo, verificar a falta de motivo para que ela subsista, bem como novamente decret\u00e1-la, se sobrevierem raz\u00f5es que a justifiquem. Par\u00e1grafo \u00fanico. Decretada a pris\u00e3o preventiva, dever\u00e1 o \u00f3rg\u00e3o emissor da decis\u00e3o revisar a necessidade de sua manuten\u00e7\u00e3o a cada 90 (noventa) dias, mediante decis\u00e3o fundamentada, de of\u00edcio, sob pena de tornar a pris\u00e3o ilegal.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522941\"><\/a>6.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O transcurso do prazo implica automaticamente na revoga\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nana-nina-N\u00c3O!!!!<\/strong><\/p>\n<p>N\u00c3O houve, por parte da lei, a previs\u00e3o de <u>automaticidade<\/u>. O par\u00e1grafo \u00fanico do art. 316 do CPP n\u00e3o disp\u00f5e que a pris\u00e3o preventiva passa a ter 90 dias de dura\u00e7\u00e3o. Estabelece, t\u00e3o somente, a necessidade de uma rean\u00e1lise, que pressup\u00f5e a reavalia\u00e7\u00e3o da subsist\u00eancia, ou n\u00e3o, dos requisitos que fundamentaram o decreto prisional.<\/p>\n<p><em>A exig\u00eancia da revis\u00e3o nonagesimal quanto \u00e0 necessidade e adequa\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o preventiva aplica-se at\u00e9 o final dos processos de conhecimento.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><u>O art. 316, par\u00e1grafo \u00fanico, do CPP incide at\u00e9 o final dos processos de conhecimento, onde h\u00e1 o encerramento da cogni\u00e7\u00e3o plena pelo Tribunal de segundo grau, n\u00e3o se aplicando \u00e0s pris\u00f5es cautelares decorrentes de senten\u00e7a condenat\u00f3ria de segunda inst\u00e2ncia ainda n\u00e3o transitada em julgado<\/u>. O dispositivo legal aplica-se, igualmente, aos processos em que houver previs\u00e3o de prerrogativa de foro.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522942\"><\/a>6.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio conheceu de a\u00e7\u00f5es diretas e, no m\u00e9rito, por maioria, julgou-as parcialmente procedentes.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522943\"><\/a>7.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Compet\u00eancia para a lavratura de termo circunstanciado<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional norma estadual que prev\u00ea a possibilidade da lavratura de termos circunstanciados pela Pol\u00edcia Militar e pelo Corpo de Bombeiro Militar.<\/p>\n<p>ADI 5637\/MG, relator Min. Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 11.3.2022 (Info 1046)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522944\"><\/a>7.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Delegados de Pol\u00edcia do Brasil (Adepol) questionou por meio da ADI 5637 dispositivo de lei mineira que confere \u00e0 Pol\u00edcia Militar a possibilidade de lavrar termo circunstanciado, instrumento previsto para os casos de crime de menor potencial ofensivo.<\/p>\n<p>Segundo a associa\u00e7\u00e3o, o artigo 191 da Lei 250\/2016, do Estado de Minas Gerais, que estabelece a estrutura org\u00e2nica da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica do Poder Executivo estadual, viola o artigo 144, par\u00e1grafos 4\u00ba e 5\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o qual afasta da atribui\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Militar a fun\u00e7\u00e3o de Pol\u00edcia Judici\u00e1ria. A entidade sustenta que a compet\u00eancia para a instaura\u00e7\u00e3o do procedimento iniciado pelo termo circunstanciado, previsto nas Leis 9.099\/1995 e 10.259\/2001, \u00e9 exclusiva da pol\u00edcia federal e das pol\u00edcias civis dos estados e do Distrito Federal, e cita precedentes do STF nesse sentido, como a ADI 3614 e o Recurso Extraordin\u00e1rio (RE) 702617.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522945\"><\/a>7.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522946\"><\/a>7.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 24. Compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: (&#8230;) X &#8211; cria\u00e7\u00e3o, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas; XI &#8211; procedimentos em mat\u00e9ria processual; (&#8230;).\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Lei 9.099\/1995: \u201cArt. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorr\u00eancia lavrar\u00e1 termo circunstanciado e o encaminhar\u00e1 imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a v\u00edtima, providenciando-se as requisi\u00e7\u00f5es dos exames periciais necess\u00e1rios. Par\u00e1grafo \u00fanico. Ao autor do fato que, ap\u00f3s a lavratura do termo, for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer, n\u00e3o se impor\u00e1 pris\u00e3o em flagrante, nem se exigir\u00e1 fian\u00e7a. Em caso de viol\u00eancia dom\u00e9stica, o juiz poder\u00e1 determinar, como medida de cautela, seu afastamento do lar, domic\u00edlio ou local de conviv\u00eancia com a v\u00edtima.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522947\"><\/a>7.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A norma \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<p>O termo circunstanciado \u00e9 o instrumento legal que se limita a constatar a ocorr\u00eancia de crimes de menor potencial ofensivo, motivo pelo qual n\u00e3o configura atividade investigativa e, por via de consequ\u00eancia, n\u00e3o se revela como fun\u00e7\u00e3o privativa de pol\u00edcia judici\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>A CF conferiu aos estados e ao Distrito Federal, a partir da compet\u00eancia concorrente, a compet\u00eancia para editar normas legislativas que garantam maior efici\u00eancia e efic\u00e1cia na aplica\u00e7\u00e3o da Lei 9.099\/1995<\/strong>. <u>Esta norma federal viabiliza <\/u><u>a lavratura do termo por qualquer autoridade legalmente reconhecida e n\u00e3o h\u00e1 impeditivo para que os estados-membros indiquem quais s\u00e3o elas ou, de qualquer modo, disciplinem essa atribui\u00e7\u00e3o.<\/u><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522948\"><\/a>7.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu de a\u00e7\u00e3o direta e, no m\u00e9rito, julgou-a improcedente para declarar a constitucionalidade do art. 191 da Lei 22.257\/2016 do Estado de Minas Gerais.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc98522949\"><\/a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc98522950\"><\/a>8.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Incid\u00eancia do ISS sobre presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o de materiais de propaganda e publicidade em qualquer meio<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional o subitem 17.25 da lista anexa \u00e0 LC n\u00ba 116\/03, inclu\u00eddo pela LC n\u00ba 157\/16, no que propicia a incid\u00eancia do ISS, afastando a do ICMS, sobre a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o de textos, desenhos e outros materiais de propaganda e publicidade em qualquer meio (exceto em livros, jornais, peri\u00f3dicos e nas modalidades de servi\u00e7os de radiodifus\u00e3o sonora e de sons e imagens de recep\u00e7\u00e3o livre e gratuita).\u201d<\/p>\n<p>ADI 6034\/RJ, relator Min. Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 8.3.2022 (Info 1046)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522951\"><\/a>8.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Na ADI 6034, o Estado do Rio de Janeiro pedia a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade do subitem 17.25 da lista anexa \u00e0 LC 116\/2003, inclu\u00eddo pela LC157\/2016, com o argumento de que a inser\u00e7\u00e3o de textos nele prevista consiste em veicula\u00e7\u00e3o de publicidade. O estado sustentava que a Corte adotou o entendimento de que o servi\u00e7o de veicula\u00e7\u00e3o de publicidade representa servi\u00e7o de comunica\u00e7\u00e3o e, por isso, estaria sujeito ao imposto estadual (ICMS).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc98522952\"><\/a>8.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522953\"><\/a>8.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ICMS ou ISS?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>ISS!!!!<\/strong><\/p>\n<p>A inser\u00e7\u00e3o de textos, desenhos e outros materiais de propaganda e publicidade em qualquer meio (exceto em livros, jornais, peri\u00f3dicos e modalidades de servi\u00e7os de radiodifus\u00e3o sonora e de sons e imagens de recep\u00e7\u00e3o livre e gratuita) \u00e9 pass\u00edvel de tributa\u00e7\u00e3o por ISS<strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Isso porque mencionada atividade, ainda que imprescind\u00edvel \u00e0 operacionaliza\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de comunica\u00e7\u00e3o social, est\u00e1, por ser preparat\u00f3ria desse servi\u00e7o, fora do \u00e2mbito de materialidade do ICMS-comunica\u00e7\u00e3o. Ademais, a atividade n\u00e3o desborda do conceito de servi\u00e7os de qualquer natureza para fins de incid\u00eancia do ISS.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc98522954\"><\/a>8.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedentes os pedidos formulados em a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n<!-- wp:file {\"id\":992402,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/03\/22131430\/stf-1046.pdf\",\"displayPreview\":true} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><object><\/object><a id=\"wp-block-file--media-e8441513-e19b-439d-aed9-f46603bdab7b\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/03\/22131430\/stf-1046.pdf\">stf-1046<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/03\/22131430\/stf-1046.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-e8441513-e19b-439d-aed9-f46603bdab7b\">Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1046 do STF COMENTADO. 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